sábado, 9 de agosto de 2008
ALGEMAS PROTETORAS...
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
O FANFARRAO NAZIBOLCHEVISTA
O CAÇADOR FANFARRÃO
Era uma vez um caçador principiante. Juntou-se aos veteranos, com sua espingarda nova, alardeando atrevimentos mil.
Mal entra na floresta e depara com uma fera que avança. Tropeça. Solta a espingarda e sai correndo. O felino corre atrás. Ele rasga a roupa nos espinhos. Vai parar no pronto socorro.
O jornalista vai ao hospital e ouve dele que a fera era imensa e ele exibe as feridas.
Depois o jornalista ouve dos caçadores dizer que era um gato do mato um pouquinho maior e que fugiu ao ver os homens...
Essa fábula que vem desde a Suméria com leões, da China com tigres, na Espanha acontece com touros. E o toureiro fanfarrão é procurado pelo jornalista e quer saber quais são as opiniões do público. Diz o jornalista:
- "As opiniões estão mui divididas - a metade diz que você é um toureiro de mrd; a outra metade discorda completamente e opina que você é uma mrd de toureiro..."
No Brasil, o jornalista não consegue achar o caçador fanfarrão que está correndo até hoje...
Tudo isso é assunto de piada se não houvesse os fanfarrões de grandes tragédias. O maior foi Hitler que conseguiu fazer a fanfarronada de um povo inteiro com grandes morticínios e feridas inesquecíveis.
E ainda é mais trágico, com a fanfarronada continuando. Mais trágico ainda porque o jornalista não se atreve a dizer ao fanfarrão o toureiro que ele é...
É que o Nazismo planejou a Terceira Guerra desde um ano antes do fim da Segunda. Usando a arte do fanfarrão propagando seus planos de abater seus desafetos silenciosamente, o Neonazismo se faz de fera. Promete o que as profecias contam. Promete o fim da civilização para escravizar a todos na Ditadura Global.
Com a propaganda direcionada e alimentada por atos de terror, há gente assumindo que é necessário um governo de força. E os ditadores estão aí alucinados para ouvir esse pedido!
E os povos não querem aprender ainda assim!
(Autorizo reproduzir e distribuir a lenda desde que se lembrem que é de La Fontaine e que fazemos a oração do "J"(*) pedindo - Pai, perdoa aos que erram e abre-lhes os olhos para que mudem seu comportamento e obedeçam Tuas Leis!)
(*) Jó, Jonas, Jesus, Jacó, Juno, Júpiter, Jeová, Já, Je...ji...jo...ju.
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
VAMOS DEFENDER O LOBO?
Apresento três versões da mesma fábula. Afinal, as fábulas de La Fontaine são sabedorias de ordem universal mas possuem muitos ângulos a ponderar. Nesta época temos que rever esses ensinamentos para entendê-los e tirar conclusões.
Primeira versão (da Ovelha contando a fábula a seu filhinho)
- Era uma vez um cordeirinho que estava a beber água num regato cristalino. Um lobo mau se aproximou e perguntou:
- Por que turvas a água que eu bebo? O cordeirinho replicou:
- Não pode ser... eu bebo abaixo...O lobo voltou:
- Então é seu irmão, seu pai, seu avô...e eu tenho que me vingar.
E o devorou porque os violentos não respeitam os inocentes. Por isso, meu filho, seja prevenido. Fuja e não discuta.
O cordeirinho ouviu as recomendações, sobreviveu e cresceu belo e forte. Porém, mais à frente, veio o pastor e fez um belo assado do cordeirinho.
Moral - quem nasceu para ser devorado...
Segunda Versão (do Lobo):
"Era uma vez um cordeirinho que estava bebendo água em um regato cristalino. Um lobinho com fome se aproximou e acusou:
- Por que turvas a água que eu bebo? O cordeirinho replicou:
- Como posso turvar tua água se estou abaixo e você acima?
O lobinho inexperiente e honesto, deixou o cordeirinho ir embora. Veio o frio e o lobinho não achou mais comida. Morreu de fome e frio. Portanto, meu filho, não argumente, porque o cordeirinho será devorado mesmo. Lance mão dele. Os fortes são os que sobrevivem".
O lobinho obedeceu à mãe sábia, cresceu forte e foi um temível lobo da mata. Porém, um dia veio o caçador e abateu o lobo com um tiro certeiro.
Moral - O mais forte destrói o mais fraco...
Terceira Versão ( do homem):
Era uma vez um cordeirinho que bebia água de um regato cristalino, quando um lobo feroz o acusou com sua pergunta:
- Por que turvas a água que eu bebo? O cordeirinho retrucou:
- Meu senhor, não percebes que eu estou abaixo?
- Não importa! Se não é você, pode ser seu irmão, seu pai, seu avô e você vai pagar por isso! E o lobo devorou o cordeirinho, porque este mundo, meu filho, é dos mais fortes e não dos que têm razão. Por isso seja sempre como o lobo! Não ouça e devore!
O menino ouviu o conselho nazista e se tornou grande e forte. Um dia derrotou o lobo, outro dia devorou o cordeiro, devorou a ovelha, o rebanho todo, acabou com os pastores, escravizou tudo à sua volta e liquidou com a caça da mata, derrubou a floresta, plantou desertos...
Chegou um dia em que não havia mais lobos, matas, pastagens, nem regato de águas cristalinas e ele ficou só, muito só! Quando foi beber a água encontrou o fosso sujo e exclamou:
-"Quem turvou a água que eu bebo?"
O silêncio do deserto ficou só, com ele, depois que o eco de seu brado acabou. E o homem olhou de novo o fosso de lama e viu apenas seu próprio rosto refletido no espelho sujo...
Não havia lobo, não havia cordeiro, não havia ovelhas, não havia mata, não havia águas cristalinas...
Moral - Em breve não haverá mais rosto refletido no espelho do lodo sujo.