sábado, 23 de janeiro de 2010

PRE-SAL - FARSA E TRAGÉDIA

TRANSCREVO SOBRE O PROBLEMA EDUCACIONAL E O PETRÓLEO TEXTO DE Claudio Considera

FAÇO LEMBRAR QUE O PETRÓLEO ESTÁ ENTRE DOIS TORNIQUETES: 1- Não vai acabar e tende a exigir sua retirada do sub-solo porque é produzido a grandes profundidades como reação química da água com o carbono a altas pressões e estamos e época de contração da crosta pelo esfriamento global, fato que faz oscilar as temperaturas entre altas e baixas;

2- Existem hoje mais de 20 inventos para extrair energias que excluirão os combustíveis, não só de petróleo, mas também bio-diesel, álcool, água, hidrogênio. Assim, investir em Petróleo todo nosso dinheiro da extorsão tributária, em vez de aplicar em Educação de qualidade, é um ato de suicídio de Escravos da gleba em Colônia do Feudalismo Mundial.

Leiam neste BLOG http://www.mariosanchezs.blogspot.com outros artigos que completam essas informações.

EIS O TEXTO DE Cláudio Considera: 

A educação no país é muito ruim e a sociedade não se mobiliza para reivindicar melhoras na qualidade

Em livro recém-lançado (Educação Básica no Brasil, Ed. Campus, vários autores) Samuel Pessoa, Fernando de Holanda B. Filho e Fernando Veloso, chamam a atenção para os poucos anos de educação básica que o Brasil tem, comparativamente a diversos países (mais ricos ou mais pobres), e sua consequência, tanto para o baixo crescimento que tivemos ao longo dos anos, como para a nossa perversa distribuição de renda.

Samuel e Fernando Holanda nos deixam pesarosos ao se perguntarem pelo motivo do descuido da sociedade com a educação da segunda metade do século passado em diante. Para eles, aos olhos de hoje, é difícil entender que a sociedade tenha se mobilizado pelo "petróleo é nosso" e que não tenha havido movimento equivalente por universalização e por melhor qualidade do ensino básico.

Recordando, desde 1950, não foi apenas em petróleo que o Estado brasileiro, do período do nacionalismo-desenvolvimentista, investiu pesadamente. Vários setores da infraestrutura básica, tais como mineração, siderurgia, telecomunicações, energia, portos etc, foram estatizados sob a alegação de que eram investimentos de longo prazo de maturação e de rentabilidade baixa, incapazes, portanto, de atrair o capital privado, quer nacional ou internacional.

Por 30 anos, até 1980, o Brasil cresceu a taxas espetaculares (7,4% ao ano, em média) e seu PIB em 1980 tornou-se 8,5 vezes maior do que em 1950. Certamente esse crescimento tem como fator fundamental a ação investidora do Estado como produtor. De 1980 a 1992, com a falência do Estado, crescemos apenas 1,36% e o PIB per capita teve uma redução de 8%. Além disso, o processo inflacionário ocupou todas as energias e recursos do Estado brasileiro, incapacitando-o até mesmo para ser um Estado apenas indutor.

Em 1992, quando se inicia o processo de privatização, contávamos com mais de 800 empresas estatais em péssimas condições econômicas e financeiras, incapazes de serem recuperadas sem fortes investimentos, impossíveis de serem realizados pelo Estado. Em compensação, o baixo investimento em educação naquele período havia acarretado uma tragédia educacional irrecuperável. Assim é que, os anos médios de escolaridade da força de trabalho brasileira - população economicamente ativa (PEA) - era, em 1980, de apenas 3,1 anos, apenas 1 ano superior àquela da África subsaariana e bastante inferior à dos países de língua inglesa (8,5 anos) e mesmo dos maiores países da América Latina, excluindo o Brasil (5,6 anos).

Samuel e Fernando Holanda mencionam ainda estudos que mostram que a incapacidade do Brasil em universalizar a educação básica no momento em que passávamos pelo processo de transição demográfica (quando se passou a ter altas taxas de crescimento da população) explica diversas características trágicas de nossa sociedade hoje: favelização das grandes cidades, o forte crescimento populacional, a explosão da criminalidade, entre outras, além do aumento da desigualdade e da baixa produtividade do trabalho.

Por sua vez, Fernando Veloso chama a atenção que os países mais ricos (renda per capita superior a US$ 23 mil) em 2000 tinham escolaridade média superior a 8 anos enquanto que o Brasil tinha pouco menos de 6 anos para uma renda per capita de cerca de US$ 7 mil; escolaridade essa inferior à de países com renda per capita inferior à nossa. Mostra ainda que, em 2006, essa pouca escolaridade brasileira era de má qualidade, pois nossa classificação no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) era no máximo o 49 º com cerca de 393 pontos quando os dez primeiros colocados tinham acima de 500 pontos.

Mesmo considerando esses resultados, o governo brasileiro, de 2 anos atrás em diante, lançou-se num programa de reestatização do setor de petróleo no Brasil, turbinado na primeira semana de setembro pela exploração do pré-sal. A história se repete: agora como farsa e tragédia. Como farsa, pois a razão ora esgrimida para que o Estado aumente sua participação no setor é oposta àquela da estatização do nacional-desenvolvimentismo: segundo vários ministros do governo, a estatização é necessária, pois, tratar-se-ia de uma atividade bastante lucrativa, sem risco e que, portanto, não deve ser deixada para o capital privado (nacional ou multinacional). Argumentam que todos os lucros dessa atividade deveriam ser apropriados pelo Estado, que no futuro poderá utilizar esses lucros em benefício da sociedade em ações como educação e outros. Isto é dito, mesmo se reconhecendo que estes frutos só viriam a se concretizar em 10 anos.

De fato, as razões acima expostas são apenas uma farsa daqueles que acham que, de fato, o Estado deve ser o proprietário dos recursos produtivos da nação e ocupar-se da produção de bens e serviços mercantis. O Estado deveria, segundo eles, retomar seu papel de produtor e não apenas de indutor da atividade econômica.

A história se repete também como tragédia: podemos, com base na nossa história, inferir os resultados dessa opção em continuar investindo pouco e mal em educação: ampliação da favelização, da pobreza e da criminalidade nos anos que estão por vir.

Fico pesaroso em pensar o quão melhor o Brasil estaria, daqui a dez anos, se os jornais da primeira semana de setembro anunciassem que os recursos que a União gastará para capitalizar a Petrobras (R$ 100 bilhões - 5 bilhões de barris de petróleo a R$ 20,00 por barril), com vistas à exploração do pré-sal, fossem utilizados na educação. Ou, ainda, se os jornais de 8 de setembro estampassem em suas manchetes: "O Brasil investirá R$ 31,5 bilhões para deflagrar uma revolução na educação", ao invés de comprar armamentos.

Isto sim beneficiaria a grande maioria dos pobres deste país, tornando-os mais educados e produtivos, menos pobres, socialmente incluídos e contribuindo definitivamente para o desenvolvimento brasileiro.

Mas, como nos lembraria o senador Cristovam Buarque, tal ação não rende votos, mesmo que voltadas para os mais pobres. A sociedade continua preferindo estatais e armas.

Claudio Considera é professor de economia da Universidade Federal fluminense

http://www.mariosanchez.com.br

http://pt.shvoong.com/writers/ramacheng/

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

AS MENTIRAS DA INTERNET - É BOM SABER

Caros Amigos,
Vocês sabem que essas mensagens cheias de denúncias, receitas prontas e alarmismos fazem parte da Nazificação-escravagismo da disputa mundial ?
Tentam desacreditar as informações corretas com uma barragem de mentiras.
Inundando a Internet, ela fica ineficiente.
Irritando os destinatários, eles deletam e denunciam como spam outras informações de que muitas vezes precisam.
Com o mecanismo do spam os ditadores conseguem calar seus oponentes. Não se admite defesa quando muitos putralhas repetem a acusação e aí milhares deixam de receber mensagens úteis porque o spam é burro e deleta a entrega a todos os destinatários! Devia deletar só os destinados a quem reclama!
Tudo isso é inspirado por aquele poder obscuro que Jesus Cristo chamou de demônios.
Falam de "Conspiração" de "donos do mundo" e esquecem que o dono do mundo é realmente o Trevoso e ele está em sua última etapa destrutiva como Daniel, Jesus, Nostradamus, e tantos profetas avisaram. Até as mensagens de Amor, Oração, Salvação, lindas e pesadas montagens coloridas e psico-informativos ufo-espiritistas pertencem a esse trabalho nojento de entulhar as comunicações para inutilizar a WEB.
Já me disseram que são incentivadas pelos Banqueiros da City e pela própria Microsoft.
Os piratas e virusnautas do mesmo modo são pagos para fazer seus milhões de estragos.
Só há um jeito de se livrar disso - deletar na entrada.
É melhor do que entregar seus acessos ao critério dos bloqueadores de spam. Estes nada resolvem e ainda cortam errado.
Abraços
prof mário

domingo, 10 de janeiro de 2010

PROGRAMA LULA DE DIREITOS HUMANOS

LEITORES NOS PERGUNTAM O QUE ACHAMOS DO NOVO PROGRAMA LULA SOBRE DIREITOS HUMANOS.

Temos que responder que na Declaração Universal dos Direitos Humanos há um Artigo 4° que diz - Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o tráfico dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.

Vamos dizer com poucas palavras o que é Escravidão enumerando apenas quatro "Ferrolhos" que os feudo-estatais manejam como querem: Ferrolho impedindo a informação verdadeira; ferrolho da movimentação física e socioeconômica; ferrolho impedindo ter o mérito reconhecido; ferrolho impedindo ter propiedades.

Tudo que seja regulamentado mantendo mesmo discretamente algum desses ferrolhos já preserva a Escravidão.

Neste sentido, o Programa assinado por LULA encerra mais de 200 páginas de REGULAMENTOS que colocam nas mãos de burocratas todos os ferrolhos possíveis para decidir o que sejam os "Direitos Humanos" no Brasil. Com o maior atrevimento se intromete em todos os assuntos que vocês possam imaginar. Se fosse possível obedecer a todas as determinações nazistas que ele contém, os escravos pagadores de impostos terão que produzir três PIBs somente para custear a máquina estatal necessária e terão que contratar na China a metade da sua população para preencher as funções de fiscalização e repressão que ali estão previstas.

Sinceramente eu tenho que dizer aos membros do GEA e a seus amigos: Esse "programa" terá que ser queimado em praça pública, deletado de todos os registros, e colocar na Constituição a pena de morte sumária para qualquer futuro proponente que se atreva a reeditá-lo.

Eis como reagiu uma autoridade católica: Dom Dimas, por sua vez, disse que a ostentação de símbolos religiosos não deveria ser tratada no programa: — Daqui a pouco vamos ter que demolir a estátua do Cristo Redentor, no morro do Corcovado, que ultrapassou a questão religiosa e virou símbolo de uma cidade. Impedir a presença desses símbolos é uma intolerância muito grande. É desconhecer o espírito cristão e religioso da tradição brasileira — disse. — (Essa questão) absolutamente não tem vínculo com direitos humanos.

(Prezados amigos de todas as religiões - O trabalho político dirigido desde as Sombras é para apagar dos corações humanos toda a ligação perpétua que temos com O SER ou essência de tudo para assim devorar a todos).


Vejamos no Jornal Nacional - 07/01/10 - 21h32 - Atualizado em 07/01/10 - 21h32

Programa Direitos Humanos recebe críticas

O novo Programa Nacional de Direitos Humanos foi lançado pelo governo em dezembro. A proposta depende de aprovação do Congresso, mas já provoca reações de alguns setores. Depois do militares, agora produtores rurais e o Congresso reagiram à proposta do governo para o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH). Se aprovado, o projeto pode atrasar a desocupação de terras invadidas e abrir brechas para tentar censurar dos meios de comunicação, mas  já provoca reações de alguns setores.
Representantes do agronegócio denunciaram a interferência do governo no direito à propriedade.
O programa prevê mudanças na lei, para dificultar a desocupação de terras invadidas; condiciona a desocupação a audiências públicas, com participação dos invasores; prevê fiscalização nas empresas multinacionais que desenvolvem tecnologias; e inclui sindicatos no processo de licenciamento ambiental.
A presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) disse que a proposta é ideológica, e preconceituosa contra o agronegócio.
"Quando o governo apresenta um documento de intenções dificultando e obstruindo a urgência em reintegrar posse e concessão de liminares, de certa forma, está apoiando os movimentos criminosos que invadem terras, e isso nós não podemos permitir", declarou a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu.
Esse programa, que no apagar das luzes de 2009 levou a área militar a pedir exoneração coletiva, porque prevê a revisão da Lei de Anistia, pode trazer problemas para o governo não só com o agronegócio, mas também com outros setores: o da imprensa é um deles.
O programa prevê penalidades como multas, suspensão de programação e cassação para empresas de comunicação, que o governo considerar que violam os direitos humanos. E ainda cria uma comissão para monitorar a conteúdo editorial com objetivo de criar um ranking nacional de empresas comprometidas com os direitos humanos, assim como as que cometem violações.
Para o deputado Miro Teixeira, a imprensa é a maior defensora dos direitos humanos e já existem leis contra as violações.
"Nós sempre lutamos pelos direitos humanos e resistimos a muitas violações. São os direitos humanos de aposentados de pensionistas de vítimas de violência, de pessoas sem teto, que nós lutamos para garantir os direitos humanos destas pessoas, que são vítimas do aparelho de Estado. Agora, com relação à punição de veículos por órgãos governamentais, me parece algo como uma censura, e tenho certeza que não acontecerá", declarou.
O secretário nacional de Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, não quis gravar entrevista. Mas declarou, em nota, que o programa direitos humanos é resultado de debates com a participação da sociedade civil e do poder público. E, segundo ele, reflete as demandas da sociedade brasileira.

(O ministro foi desmentido hoje pela manhã no Bom Dia Brasil pelo jornalista Alexandre Garcia. O blog subscreve: Não vimos nenhuma dessas audiências públicas e olha que trabalho no Congresso Nacional.)

Como estava tudo isso no programa de governo LULA?
 
NO PARÁGRAFO 64 DO ATUAL PROGRAMA DO PT encontramos o resumo de toda a Filosofia Bolchevista do Governo Lula: deixamos na cor preta o texto do programa (e colocamos em vermelho o significado):
 
"O Modelo de Desenvolvimento comandado pelo Governo (esclarecemos - da Ditadura sem Diálogo) Democrático Popular (entendam - estatismo em nome da maioria) estará sustentado num NOVO contrato social, fundado num compromisso estratégico (prestem atenção - somente "estratégico") com os Direitos humanos (assim que a estratégia não fizer falta, porque já terão algemas protetoras para todos, BABAU com os direitos humanos!), na defesa de uma REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA (entendam - violência estatizante em nome da maioria) no País.
"A ALTERNATIVA PROPOSTA (pelo programa) representará uma ruptura ( logo será um ato violento) com nossa herança de exclusão social ("incluirá" a todos na lista dos sem nada), de autoritarismo e de clientelismo (chamam de clientelismo a participação da sociedade civil, comercial e industrial na vida governamental) e simultaneamente (será uma ruptura) com o neoliberalismo (???) mais recente.
"Isso envolverá, portanto, uma DISPUTA DE HEGEMONIA (linguagem do mafioso Gramsci, tirada do hitlerismo-fascismo, a tese de ocupar espaço vital)  em que a afirmação dos valores RADICALMENTE democráticos (ENTENDA-SE "VIOLENTAMENTE ESTATIZANTES"), estará contraposta por um lado à Cultura Política (deixará de haver partidos) e às práticas do clientelismo (portanto contra a prestação de serviços pelas empresas), (e contraposta também às) PRÁTICAS DE CONCILAÇÃO (não haverá diálogo), e contraposta também à Privatização do Público (portanto será pela expropriação e estatização do que é privado).
"E por outro lado (essa disputa de hegemonia será) contraposta à cultura de mercantilização (acabará com a liberdade de vender) que articula valores (DESARTICULARÁ OS VALORES DAS COISAS) e que determina ATITUDES INDIVIDUALISTAS  (será coletivizadora) e atitudes CONSUMISTAS (portanto será um controle de tudo que você quer consumir), INCLUSIVE ENTRE OS PRÓPRIOS SEGMENTOS EXCLUIDOS E OPRIMIDOS (portanto não esperem melhora de vida dos que já estão na miséria...)
Isso tudo está escrito no programa de governo do PT, desde o primeiro governo Lula.
 
Como estamos vendo o programa está sendo implementado dia a dia, como se os 99,7% da população que vão sendo escravizados jamais  terão alguma reação.
 
Pensam que seus capatazes (militares, né?) vão ser tão burros que eles os cavalgarão para toda a eternidade com mentiras e ameaças de perder os cargos.
 
Tudo isso poderia até ser entendido se esses mafiosos tivessem algum poder transcendental divino. Na verdade enxergamos bem nas suas costas as garras dos seres das trevas dirigindo-os e engordando-os como polpudos quitutes recheados de ódios e revoltas de que os seres das trevas se alimentam para crescer. São iludidos convencidos de que "morreu, acabou, portanto aproveite o que puder agora" e lá vão os porcos gordos ao braseiro dos seres anti-humanidade...
Muito tarde verão seu engano!
 
OS BUDAS ESTÃO ATENTOS - A SOLUÇÃO CHAMA-SE DEMOCRACIA ONDE A SOCIEDADE CIVIL VIVE EM CONDOMÍNIO COM VERDADE E DIREITOS PESSOAIS, COM RESPONSABILIDADE ENTRE AS PESSOAS E NÃO COM ESCRAVAGISTAS DECIDINDO POR TODOS.
 
NOSSA OBRA É TODA em defesa da democracia, com Verdade, respeito à Pátria, à Moral, à Família com direito de prosperar, em respeito ao mérito e à propriedade honesta.