sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

MISTÉRIOS DO EVANGELHO DE MARCOS

Há muitos pontos misteriosos a respeito do Evangelho de Marcos. Perguntamos:

1. Quem realmente era esse João Marcos? Houve só um, que escreveu o Evangelho ou houve um filho que tinha o mesmo nome e viveu parte do longo caminho que se entrevê na vida contada? Fica nas entrelinhas que ele era filho de grande amigo de Jesus, de família rica e testemunho pessoal da pregação.

2. Como é que ele, sem ser da alta seleção do Apostolado, foi o primeiro a escrever um texto a respeito da vida e pensamento de Jesus Cristo? Mesmo assim, há coisas que contou que só sendo ele testemunha podia falar... Suponho que ele queria falar em público aos ouvintes de Paulo o que sabia e teve oposição.

3. Que fatos se escondem atrás da divergência entre ele e o pregador Paulo de Tarso referidos por Lucas nos Atos dos Apóstolos? Lucas era o escrivão e médico do epilético Paulo sem o qual jamais teria feito o que fez e refere nos Atos que discutiram a ponto de ele abandonar a missão. Como os Magos deviam ser da mesma família... algo estava em discussão nessa área.

4. Qual foi a gravidade dessa divergência que depois resultou em Barnabé (tio de Marcos) também separar-se de Paulo e passarem a distribuir o Evangelho de Marcos por mais de 20 anos como únicos divulgadores de Boa Nova escrita em rolo de pergaminho? Essa gravidade é mencionada mas não esclarecida, pelo punho de quem defendeu Paulo.

5. Por que Marcos fala mais de João Batista ao começo e nem cita os Magos do Oriente? Temos razões para desconfiar que João Marcos tinha muita intimidade com esses Reis...E com os Essênios. Parece-me que não queria trazer à Boa Nova algum valor oriental que ofuscasse a figura do Mestre. Dinheiro, grande propriedade, a mãe extremamente protetora dos adeptos de Jesus. Mas, e o pai de Marcos?

6. Por que motivos o Evangelho de Mateus que foi feito mais de 20 anos após Marcos, passou a ser considerado o primeiro e não o de Marcos?

7. Por quais motivos só Mateus fala dos Reis Magos? E, ainda, sendo posterior e quase cópia de muitos temas de Marcos, nem refere João Marcos... Nem Lucas, que escreve ainda depois, traz referência ao primeiro, e mais, faz vista grossa das razões da divergência, e também nem cita os Magos.

8. Por que não se divulga e explica quem era o rico pai de João Marcos, dono do luxuoso Horto de Getsemani, e da casa onde Jesus ia meditar, onde se fez a Santa Ceia? São citados Nicodemos e João de Arimatéia como aliados sérios de Jesus e citam "Maria mãe de João Marcos". Temos sérias razões para supor que esse pai era o mais novo dos "magos" e dali saíu o ouro que revestiu o esquife que nos desafia a imaginação no nicho da catedral de Kholn com os ossos dos Reis Magos... Pode ser que os pais de Barnabé e de Maria mãe de João Marcos fossem os donos desse local e abrigaram os Magos que tinham ouro e financiavam as andanças. Pergunto se o mais novo dos Magos não seria o pai de João Marcos.

9. O que significa Mateus ter contrariado frontalmente a atitude de Marcos (que discutiu os erros que estava vendo com o trabalho de Paulo), colocando logo ao começo do seu evangelho 5,25 e 5,39/40/41, para não opor-se ao mal? A meu ver significa que conversaram longamente os dois evangelistas sobre esses assuntos.Pode ser que essa atitude de convivência expresse o ensinamento de Jesus adotado pelo descendente de Davi, Mateus, para ser bem visto entre judeus, romanos e cristãos.

10. Como se explica que haja duas linguagens muito diferentes atribuidas ao Evangelista João? Uma é a que se usa no Evangelho e outra a do Apocalipse... E nas "cartas do apóstolo João", também há duas linguagens... A linguagem do Apocalipse, de uma das cartas e do Evangelho de Marcos, são linguagens parecidas e coerentes.

11. Como explicar o começo do Apocalipse com sete mensagens a sete igrejas da Ásia Menor, se João Evangelista não viajou por lá e João Marcos percorreu essa região diversas vezes levando o Evangelho pessoalmente com Barnabé?

COMENTÁRIOS

Li algumas referências à vida de S. Marcos e encontrei notícias bem claras de que a tal Maria, mãe de João Marcos, tinha ótima residência em Jerusalém onde recebia os Apóstolos e que eram donos do Jardim de Getsêmani. Depois de ler que João Marcos era o Jovem que fugiu nu perdendo o lençol em que estava enrolado ao prenderem Jesus no monte das Oliveiras, ao lado do Jardim de Getsêmani, fato esse que só ele conta, ficamos tentados a supor que era ele mesmo... E aí vemos que a descrição do moço que estava de branco no túmulo após a Ressurreição, com tantos detalhes de quem eram as mulheres que ali chegaram, enquanto os outros evangelistas falam em "anjo", isso nos faz acreditar que era João Marcos esse moço. Se ele escreveu tanta coisa claramente testemunhal, não é válida a tradição de que Pedro foi o autor da conversão de João Marcos, anos depois disso, e sendo ele muito jovem. Calculo que teria nascido aí pelos 14 anos de nascimento de Jesus e teria 16 ao início da pregação, 19 no tempo da Ressurreição e então teria algum filho, que após uns quinze anos fosse convertido e batizado e levado para Roma bem depois de Paulo de Tarso ter sido decapitado por ordem de César. Nessa época o evangelista João Marcos era já algo idoso para a época, pois devia ter mais de 60 anos e seu evangelho é anterior ao ano 56. O João Marcos que saíu de Roma para o Egito e foi executado esquartejado entre dois cavalos em Alexandria lá pelos anos 80, podia ter 50 anos e então seria filho do Evangelista...

Escrevi na Introdução de meu livro inédito sobre os Reis Magos:

Há um túmulo solenemente exposto com esquife revestido de ouro na Catedral de Colônia na Alemanha. Porém, as referências existentes são muito pequenas. Lemos algo sobre a origem dessas relíquias. Contam os documentos que os restos foram trazidos de Milão, aonde teriam chegado de Constantinopla onde permaneceram longo tempo desde sua remoção de algum lugar da Ásia Menor onde foram mortos nas perseguições aos cristãos ao redor dos anos 70. Também há notícia de que nesse esquife estão os restos de três pessoas e que só dois eram realmente os que visitaram Jesus em Belém.

Isto já era material suficiente para começar uma investigação séria. Entretanto, não tenho como sair em busca de mais referências e documentos, afora a leitura do material disponível nesses poucos registros e mais as tradições. O primeiro levantamento me levou a reler o Evangelho de Mateus e constatar que só ele narra esse episódio. Nem Marcos, nem Lucas, nem João fazem a menor referência aos "magos vindos do oriente" como os nomeia o publicano Mateus.

No passo seguinte constatei que Mateus é o segundo a fazer um relato sobre a vida de Jesus. Embora seja o primeiro na ordem da Bíblia, sabemos que ele fez seu testemunho escrito uns vinte anos depois de Marcos. Aí soubemos que João Marcos redigiu seu Evangelho, o mais concentrado, após sua discussão em que abandonou Paulo em uma das viagens e depois disso recebeu o apoio de Barnabé (que também teria feito um texto sobre os ditos de Jesus). Isso ocorreu mais ou menos dezoito a vinte anos após a Ressurreição e ambos saíram juntos levando cópias escritas da "Boa Nova, segundo João Marcos" para deixar com os fiéis. Há uma cópia encontrada no meio dos documentos essênios uma "cópia do Evangelho segundo Marcos" com data do ano 56 d.C. Isso indica que foi escrito antes desse ano.

Foi, portanto próximo da destruição de Jerusalém que Mateus escreveu. Já seria bem idoso e devia ter consultado Marcos e Barnabé. Ele era "cobrador de impostos" para os romanos e era da genealogia de Davi. Era então uma autoridade romana que podia requisitar até soldados para alguma eventualidade. Seus documentos tinham o valor de um tabelião de hoje. Essa é a importância de seu relato. O segundo valor desse testemunho é que todos os evangelistas referem que ele, rico e nobre, chamado por Jesus logo ao começo, não só atendeu como entendeu e acompanhou o DivinoMestre até o fim, sem ser perseguido até deixar de ser o cobrador de impostos de Roma. Esse depoimento tem assim um valor muito grande para levarmos a sério que houve "uns magos do oriente" visitando Jesus recém-nascido.

CONCLUSÃO - Entendemos assim que os cristãos do primeiro século deram ao Evangelho de Mateus a autoridade máxima passando a considerá-lo o texto central da Boa Nova e depois atribuiram a João Evangelista a autoria do Apocalipse e das cartas apostólicas assinadas com o nome de João. Estariam evitando um confronto entre os "paulinos" e os "evangélicos". A nós cabe restaurar a informação.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

LENIN E A REVOLUÇÃO CHINESA & o real inverso da moeda

RESPONDENDO AO SR MAURO SHORR (ORUA) - artigo abaixo

Lênin dizia - O Socialismo se realizará somando a Eletricidade com a Teoria Econômica de Marx. Temos aí dois enigmas em uma só frase: 1) O que Lênin entendia como sendo a Eletricidade? 2) O que queria dizer para ele a Teoria Econômica de Marx?
Porém, maior que esses dois enigmas são os enigmas dos Caminhos da Revolução Chinesa.
Quem não entendeu Lênin também não vai entender o que entendeu a China.
Um dia os líderes após Mao foram verificar como estava andando o Kapitalismo e algo entenderam porque voltaram dizendo: "Kamaradas, não há outro caminho: é preciso arregaçar as mangas e construir tudo!"
Nesse trabalho, ao que me parece, seguiram ao pé da letra o ensino de Lênin. Para construir o Kapitalismo Social que seria a terceira etapa, Lênin avisou que era preciso primeiro construir o Kapital e a Rússia não havia chegado à Revolução Burguesa da Kapitalização.
Segundo Marx, a única revolução verdadeira era a Revolução Burguesa contra o Feudalismo, pela qual os servos da gleba fugiram para a vida livre e próspera dos Burgos. Ali buscavam sempre melhor qualidade de vida. Desse anseio por prosperidade constante é que surgiu a eletricidade e sua última conquista - os robôs que substituirão todos os servos da gleba nos serviços!
Marx já havia detectado que o Kapital se forma porque há um valor muito pequeno de custo das mercadorias e um valor muito grande que elas possuem para serem usadas e nessa negociação se acumula o Kapital. Assim a tendência do Kapital é bem clara - Concentre-me ou eu te abandono!
Conclusão de Marx: Quem não consegue acumular é excluído! Asim comanda - Excluídos de todo o mundo, UNI-VOS! Para bom entendedor o resto é evidente: Uni-vos para ter Kapital!
Essa é a outra forma de falar o ensinamento de Jesus Cristo - Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará! Para realizar a Verdade, Ama ao teu próximo como a ti mesmo! (Uni-vos!)
Conhecida a Verdade de que é preciso construir sobre rocha levando essas duas verdades à prática, arregacemos as mangas e vamos construir tudo!
A China partiu logo para as energias e para ter todos unidos na construção!
E a terceira etapa?
Para os Feudais não há terceira etapa! Bancofeudais nazipelegobolchevistas armem-se e matem 6 bilhões de servos fugidos de nossa senzala!
A China está abrindo a produção de tudo a baixo preço e precisa de gente que faça o consumo para poder ampliar o uso da eletricidade. Já está abrindo a revolução burguesa a seu povo com números chineses de consumo interno como só "negócios da China" podem quantificar!
Quem envereda por esse caminho amplia produção de eletrodomésticos, alimentos, comunicações, veículos e energias e precisa que exista do outro lado uma legião de consumidores do mesmo tamanho que a produção, com saúde, segurança e rendas sempre crescentes para que esse binômio não se arrebente!
Já explicamos muitas vezes que a união entre petróleo, automotivos, eletroeletrônicos, eletrodomésticos, comodities, vai bater de frente com os BANCOfeudonazistas que tentam a globalização sob seu tacão, usando como suas armas os farmacodroguistas com crime organizado, serviços médicos assassinos e escola tomada pelos kapetas!
Viva Jesus Cristo com seu ensinamento - Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará!
Como? União de todos para ocupar os Kapitais em amor ao próximo como a si mesmos!
(Neste ponto você vai ouvir das sombras uma risada... Kiákiákiá!!! os Kapetas estão gritando: renunciem aos bens materiais! eles não são de Deus! kiákiákiá!!! Responda-lhes: O senhor perguntou a Abrahão - Há algo no Universo que não seja do SER ÚNICO, que está dentro de todos nós?)
Mais detalhes dessas explicações escrevemos em
no BLOG e em
ORUA ESCREVEU:
Somos refêns de uma ditadura bancária financeira ?
Há um outro país dentro do Brasil, o país chamado "Bancos"
Veja só: Cartão Visa:
Parece propaganda de bomba atômica de americano: Cielo, o baita macho, a máquina mais veloz do mundo ... a arrogância de devoradores da vida, da consciência
- Juros de 13 % ao mês
- Cartão Superprotegido: R$ - 4.4 reais ao mês
- E uma taxa de anuidade: R$ - 44.00 em 4 parcelas
Não evidenciada que ia existir no inicio do contrato !!
Poupança no Brasil: 1/2 % ao mês 26 vzs ao mês o que um banco pode faturar com um pagamanto no vermelho, ou atrasado
O Banco pega sua grana ou energia, coloca em fundos rotativos que rendem 10 % ao mês, te paga 1/2 %, e se você pedir uma ajuda para ele, te ferra em 13 % ao mês sobre o saldo devedor e não o inicio da divida, que poderia ser fixa, sendo cobrado apenas tambêm, como justiça, 1/2 % ao mês.
E vão vir mais taxas, impostos, sacanagens, com uma divida, que nem você ficar doente e precisar de um médico capitalista, é um assalto legalizado
O QUE PODEMOS FAZER?
Se indignar, e moralizar este país, propor revisão dos ganhos dos bancos, diminuir estas taxas, ver realmente se as taxas da inflação não estão sendo manipuladas, pois a poupança, precisa acompanhar os aumentos inflacionários, coisa que não está ocorrendo.
A inflação é bem maior do que a anunciada na midia todos os dias - UMA PIADA!
Um país muito rico, coberto de favelas e semianalfabetos escravizados, com baixos salários, então onde vai toda a riqueza desta bela nação?
Bancos, suas propagandas, grandes corporações, politicos, partidos, e quando o PT vai peitar esta dura e louca realidade?
Fiz minha parte, vamos fazer a nossa, juntos ?
Att
Mauro Schorr (Orua)
www.institutoania.org

MINHA PROPOSTA - Para o Brasil voltar a sua normalidade Econômica:
Estamos propondo que mudemos O SISTEMA DE TRIBUTOS para Rateio de Despesas Públicas! Isto exige transparência nessas contas de despesas públicas. Já existe o "orçamento" para avisar que houve estudo do que vai ser gasto. Já temos um supercomputador da Receita que pode calcular esse rateio nos termos do art.145 da Constituição em seu parágrafo primeiro.
Se isto for feito, poderemos declarar que temos o direito de pagar impostos.
Há diversas formas de operar com a cobrança de contribuições para o erário público. Algumas são destrutivas da economia e outras ajudam, cobrando exatamente o mesmo volume de receita necessária.
Vamos colocar algumas proporções entre "giro econômico/tributos/serviços que esses tributos devolvem ao povo".
Aqui no sistema brasileiro atual que retira os tributos antes que haja o giro econômico, a fórmula pode ser escrita assim: (10 - 7) x 5 + 4 = 19. Esse 19 é o índice de circulação econômica da nação, considerando 50 como um grau médio.
(Explico: 10 é a referência do giro dos negócios, 7 é a proporção de tributos sobre o giro, 5 é o número de giros dos valores em um orçamento, e 4 é a proporção de retorno em serviços sobre os 7, extraidos neste sistema ANTES DE DEIXAR GIRAR).
Tenho proposto uma renúncia fiscal de modo que o sistema produtor/consumidor gire antes de ser subtraído o tributo, pois no atual sistema, os impostos incidem sobre os impostos, que a nossa Constituição diz que é proibido. Nessa renúncia a fórmula ficaria assim: 10 x 5 - 7 + 4 = 47.
Sem abaixar as alíquotas, há duas formas de fazer isto - 1. Fazer incidir a alíquota sobre o líquido da nota menos o imposto e renunciar a uma parcela para que o povo gire e assim no outro giro há muito mais a recolher, ou 2. Mudar o prazo para recolher progressivamente maior de modo que o contribuinte pague, ao fim de alguns ajustes, sobre giro de um mês atrás, também sobre o líquido. Segundo o meu entender, ainda é muito pouco mudar de "índice econômico de 19 para 47", pois seria razoável de 50 para cima.
Deveríamos chegar pelo menos a 51, como os Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, onde as fórmulas variam de 10 x 5 - 6 + 7 = 51, 10 x 5 - 5 + 7 = 52, 10 x 5 - 4 + 7 = 53.
Bem melhor é a fórmula "Suécia/dinamarca/noruega" onde o retorno ao povo é antecipado mediante estruturas públicas e serviços disponíveis antes de funcionar: - (10 + 4) x 5 - 7 = 63, ou ainda melhor a do Canadá/Finlândia {(10 + 7) x 5 - 4 = 81}, onde o antecipado por serviços bem organizados é bem maior do que o subtraído.
Em ambos estes modelos as pessoas percebem o "ganho de escala" que estão tendo ao contribuir com os impostos cobrados, já que é um ganho por serem os serviços pagos bem administrados e podem os contribuintes falar em "direito de contribuir" porque há o direito de usar bons serviços que valem muito mais do que é recolhido.
Países ricos como o Brasil deveriam avançar mais e fazer progressivamente (10 + 8) x 5 - 4 = 86; (10 + 9) x 5 - 4 = 91; (10 + 10) x 5 - 4 = 96; (10 + 11) x 5 - 4 = 101. Este último seria o mais que perfeito! Ele pode ser atingido pelo IMPOSTO ZERO que há uns 25 anos estamos propondo.
O modo prático de executar esse Projeto está em nosso texto

sábado, 4 de dezembro de 2010

IMPOSTOS ACEITÁVEIS

DESDE SEMPRE É MANTIDA A PALAVRA TRIBUTOS COMO "IMPOSIÇÃO".
Acordem! Nós temos que chegar à Democracia com transparência em tudo. Alegam que existem tributos para manter os serviços do Estado "democrático" e que temos o direito de "pagar os impostos". Que falta de vergonha! Pelo menos deviam mudar o nome dos tempos medievais! Vamos mudar para Despesas de Condomínio? Vamos democratizar? Pois, continua sendo "Imposto" não só no vocábulo, mas especialmente no modo de cobrar e usar.
Estamos propondo que mudemos para Rateio de Despesas Públicas! Mas, isso exigiria transparência nessas contas de despesas públicas. Já existe o "orçamento" para simular que houve estudo do que vai ser gasto. Mas nem o nome de "imposição" foi removido.

QUE OUTRA ESTRUTURA PODE TER?
Vamos colocar algumas proporções entre giro econômico, tributos e serviços que esses tributos devolvem ao povo.
Aqui no Brasil onde só conhecem a operação de SUBTRAIR, a fórmula pode ser escrita assim: (10 - 7) x 5 + 4 = 19.
(Explico: 10 é a referência do giro dos negócios, 7 é a proporção de tributos sobre o giro, 5 é o número de giros dos valores em um orçamento, e 4 é a proporção de retorno em serviços sobre os 7 extraidos ANTES DE DEIXAR GIRAR).
Tenho proposto uma renúncia fiscal de modo que o sistema produtor/consumidor gire antes de ser subtraído, pois neste sistema os impostos incidem sobre os impostos, que a nossa Constituição diz que é proibido. A fórmula ficaria assim: 10 x 5 - 7 + 4 = 47. Sem abaixar as alíquotas, há duas formas de fazer isto -1.Fazer incidir a alíquota sobre o líquido da nota menos o imposto e renunciar a uma parcela para que o povo gire e assim no outro giro há muito mais a recolher, ou 2. Mudar a data de recolher progressivamente de modo que o contribuinte chegue a pagar sobre o giro de um mês atrás, também sobre o líquido. Segundo o meu entender, ainda é muito pouco mudar de "índice econômico de 19 para 47".
Deveríamos chegar pelo menos a 51, como nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, onde as fórmulas variam de 10 x 5 - 6 +7 = 51, 10 x 5 - 5 + 7 = 52, 10 x 5 - 4 + 7 = 53.
Bem melhor é a fórmula "Suécia/dinamarca/noruega" onde o retorno ao povo é antecipado mediante estruturas públicas e serviços disponíveis antes de funcionar: - (10 + 4) x 5 - 7 = 63, ou a do Canadá/Finlândia {(10 + 7) x 5 - 4 = 81}, onde o antecipado é bem maior do que o subtraído. Em ambos estes modelos as pessoas percebem o "ganho de escala" que estão tendo ao contribuir com os impostos cobrados, e podem falar em "direito de contribuir" porque há o direito de usar bons serviços que valem muito mais do que é recolhido.
Países ricos como o Brasil deveriam avançar mais e fazer progressivamente (10 + 8) x 5 - 4 = 86; (10 + 9) x 5 - 4 = 91; (10 + 10) x 5 - 4 = 96; (10 + 11) x 5 - 4 = 101. Este último seria o mais que perfeito! Ele pode ser atingido pelo IMPOSTO ZERO.
O modo prático de executar este Projeto está em nosso texto