----- Original Message -----From: LílianSent: Thursday, July 14, 2011 8:54 AMSubject: Re: Professora recusa prêmioagPor que não aceitei o prêmio do PNBE
Oi,
Nesta segunda, o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio “Brasileiros de Valor 2011″. O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem “amigas da escola”.
Amanda
Natal, 02 de julho de 2011
Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,
Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.
Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald’s, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.
A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.
Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.
Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.
Saudações,
Professora Amanda GurgelCONCLUIREMOS - Como Jesus manda conhecer a Verdade para ter a Libertação, vejamos muitos outros temas para pensar em
quinta-feira, 14 de julho de 2011
CARTA PARA A PROFESSORA AMANDA GURGEL
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O CAOS ECONÔMICO DA EUROPA TEM UM PROGRAMA
Vamos recordar a História?
(Respondendo ao e-mail abaixo de nosso amigo Jorge)
A Península Ibérica foi incentivada a dividir entre Inglaterra e Espanha o mundo, sob a bênção da Santa Sé, pelos Tratados de Divisão da Linha de Tordesilhas, bem antes da descoberta do Novo Mundo em 1492; o "Protetorado Portucalense" representou a coroa Britânica (desde o Rei James havia sido sagrado o Rei Anglicano por um Tratado com o Papa, como o supremo rei na terra, tudo como propriedade da santa sé). É o conhecido Tratado de Verona de 1213. Em 1694 foi criado o Banco da Inglaterra e daí em diante havia um meio de controlar como propriedade de uma empresa comercial, tudo que existia no Reino Unido.
Aquilo que a então colônia jóia da Coroa Britânica (Portugal) fazia sob o mando de Londres, está sendo agora apertado para fazer com os Portugueses... Naquela época deviam colonizar a América e escravizar os africanos... Hoje chegou a vez dos portugueses serem exportados para trabalhar e render para os Impérios Centrais Saxônicos... E Portugal, sem capacidade atual para colonizar... É retornado à situação de servos da gleba... Pagam para se endividarem mais ainda e ficar sem produzir, para que a mão de obra portuguesa tenha que ser exportada...
Espanha perdeu a Invencível Armada (da qual faziam parte 4.000 portugueses) há muito tempo (1588) e depois de um século de dominação dos mares, foi mantida abaixo de poder enfrentar Londres... Está chegando a hora de abocanhar as terras ibéricas, depois que as ibero-americanas já são colônias em aperto de algemas, trancas ferrolhos... Renderão as colônias turísticas de praias e castelos... Para os aplicadores europeus saxo-francos...
Rende, só o Brasil, Um Trilhão de dólares anuais em ouro para os subterrâneos dos Bancos da City... Se bem se lembram, D.João VI veio fugido de Napoleão, sob a forte proteção da esquadra britânica... D. Pedro de Alcântara, filho de d.João VI recebeu a "coroa" do Brasil por assumir 2 milhões de libras esterlinas da dívida portuguesa... E nosso D. Pedro II estava ficando livre da dívida em 1888... Pagaram aos milicos pra derrubá-lo e recomeçou a colonização banqueira... Era 1889.
O projeto dos Kapetas está em pleno andamento na Europa.
Será que os servos da gleba perderam a noção do programa de libertação que era fugir das terras dos castelões para estabelecer a vida livre nos burgos? Os Feudais ganharam a guerra? Retomaram tudo?
Leia mais detalhes nos artigos do BLOG e resumos ramacheng:
http://www.mariosanchezs.blogspot.com
http://pt.shvoong.com/writers/ramacheng/
----- Original Message -----
From: Jorge Rodrigues
Sent: Wednesday, July 13, 2011 8:12 AM
Subject: PORTUGAL SEM PASSAPORTE
(in "Portugal sem passaporte", de Graciano Coutinho, jornalista português em Fortaleza: "opovoonline@opovo.com.br")
Os portugueses, como cidadãos, com quase 900 anos de história, não estiveram à espera de "ordens" de ninguém.
Os cidadãos portugueses, espalhados pelo mundo inteiro, agiram, simplesmente !
Aliás, os portugueses estão fartos de "conversa"...
JPR
| “Moody´s” coloca também a Irlanda no Lixo. A próxima lixeira deverá ser para Itália ou Espanha Posted: 12 Jul 2011 02:41 PM PDT Erro! O nome de arquivo não foi especificado. Moody´s já enviou Grecia, Portugal e Irlanda pra lixeira. O próximo lixo deverão ser Italia, Espanha e depois Bélgica... Se a Moody´s for justa, no dia 2 de agosto poderá ser Estados Unidos. O facto mais marcante foi a “subida” da Itália – 8ª economia do mundo e 4ª da União Europeia – para o “clube” da bancarrota, o grupo de 10 países com maior grau de probabilidade da sua dívida soberana entrar em incumprimento. A Itália subiu diretamente para o 9º lugar, logo abaixo de Espanha, e as yields (juros) dos títulos italianos dispararam no mercado secundário, com subidas jamais vistas. A segunda “vítima” do dia foi a Irlanda. O risco de incumprimento baixou ao longo do dia de um pico de 60,92% para 57,57% A agência de notação financeira baixou o rating da Irlanda, de Baa3 para Ba1, mantendo-o sob vigilância negativa. A agência de notação Moody’s baixou hoje um escalão o rating da dívida soberana da Irlanda, passando do nível Baa3 para Ba1, considerado “lixo”. Em comunicado, a agência justifica a decisão com a “crescente possibilidade” de o governo irlandês necessitar de “mais financiamento” Para receber financiamento adicional e poder regressar ao “mercado privado”, também é provável que necessite a “ajuda do sector de A agência de notação financeira já tinha baixado o rating de Portugal e da Grécia para “lixo”. O facto mais marcante foi a “subida” da Itália – 8ª economia do mundo e 4ª da União Europeia – para o “clube” da bancarrota, o grupo de 10 países com maior grau de probabilidade da sua dívida soberana entrar em incumprimento. A Itália subiu diretamente para o 10° lugar, logo abaixo de Espanha, e as yields (juros) dos títulos italianos dispararam no mercado secundário, com subidas jamais vistas. Com a sua entrada o referido “clube” fica com cinco membros oriundos da zona euro, metade desse ranking atualizado várias vezes ao dia pela CMA Data Vision. Por ordem decrescente: Grécia em 1º lugar, Portugal em 2º, Irlanda em 3º, Espanha em 8º e Itália em 9º. Se fosse recuperada a sigla jocosa de PIIGS dir-se-ia que, finalmente, partilham todos do mesmo grupo. E esta entrada de Itália operou-se no meio de um movimento de subida do risco de default e dos juros da dívida soberana dos seis países (Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha, Itália e Bélgica) da zona euro sob observação destes mercados. CONCLUIREMOS que está em tempo dos países europeus nos libertarem desse colonialismo escravagista que faz as crises de Bancos e as leis destrutivas das economias de todos nós (não somente de Portugal, Itália, Espanha). Mais explicações apresentamos neste BLOG e nos resumos |
CARTAS DA TERRINHA
Sabe quem foi Pedro Teixeira?
Recordando um grande luso-brasileiro
Como ainda estarei no Brasil até ao Natal, desejo, antes de mais, Boas Festas a todos os visitantes, com votos de um 2010 com muita saúde, Paz e Luz, mormente para enfrentarmos o “desvario” político e sócio-económico que se vai manter.
Existe um “património” luso-brasileiro comum, que é sempre bom lembrar. Surpreendido por Pedro Teixeira figurar na História do Brasil, interrogo-me sobre o esquecimento a que foi votado em Portugal, com raras exceções. Por isso, com base num texto de Isabel Coutinho, que me foi facultado pelo meu amigo Roberto Moreno, passo a recordar Pedro Teixeira, contemporâneo no Brasil de outro grande português, o Padre António Vieira.
Os índios chamavam-lhe
o Homem Branco Bom e Amigo
Festejou-se no sábado passado o fim da expedição de Pedro Teixeira, o militar português que subiu e explorou o rio Amazonas em 1639. Consta que era alto e robusto e "Curiuá-Catu", o Homem Branco Bom e Amigo, lhe chamaram os Índios brasileiros. Foi homenageado em 10/12 no Senado brasileiro, com a presença de João Carlos Moura, Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede (Coimbra), de onde Pedro Teixeira era natural, para que ninguém esqueça o que fez por Portugal e pelo Brasil.
Em Portugal, só há, na Ajuda, em Lisboa, uma estrada com o seu nome e em Cantanhede, onde nasceu, uma estátua. No Brasil, onde morreu a 6 de Junho de 1641, o seu rosto foi estampado nas notas de cinco cruzeiros e o Papa João Paulo II, em 1980, fez uma viagem entre Belém do Pará e Manaus num navio de guerra que tinha o seu nome. No final da sua vida foi nomeado capitão-mor do Grão Pará. Está sepultado na catedral de Belém.
"Curiuá-Catu", o Homem Branco Bom e Amigo, fez-se acompanhar dos seus amigos índios numa expedição que partiu de Gurupá, a 28 de Outubro de 1637, com 2.000 mil pessoas (70 portugueses e o resto índios). Subiram os rios Amazonas e Negro e chegaram à cidade de Quito, actual capital do Equador, voltando a Belém do Pará 26 meses depois da partida (a 12 de Dezembro de 1639). O rio Amazonas passava, assim, a pertencer na sua totalidade a Portugal (então sob o domínio da Coroa espanhola). Um feito extraordinário para a época.
"Pedro Teixeira é um herói esquecido que precisa de ser recuperado", disse Aloizio Mercadante, o senador brasileiro que está a lançar um movimento para "resgatar a memória, reconhecer e valorizar a imensa contribuição" que este português de Cantanhede, teve na História do Brasil. A sessão de homenagem que se realizou no Senado Federal, em Brasília, para comemorar os 370 anos da expedição deste o "desbravador" português, partiu de uma proposta sua. Para o senador a contribuição daquele a quem chamam o conquistador da Amazónia, no processo de constituição e afirmação da soberania territorial, foi decisiva e deve ser celebrada por portugueses e brasileiros.
"A Pedro Teixeira se deve quase metade do nosso território actual. Mais de 62 por cento da Amazónia está em território brasileiro por causa dele", explicou, lembrando que a região, além de património da humanidade, tem a maior concentração de água doce do planeta e é a mais importante floresta tropical.
Agora que o Brasil "deixou de ser um problema na agenda internacional e passou a ser parte da solução", é possível que o país olhe para a sua história com "orgulho e auto-estima". E à medida que isso acontecer, acrescenta Mercadante, o Brasil terá obrigatoriamente de reconhecer a imensa contribuição de Portugal.
Pedro Teixeira era um militar que participou na fundação da cidade de Belém, a capital do estado do Pará, e que depois se destacou em várias missões militares, combatendo holandeses, ingleses e franceses.
Quando dois padres e quatro soldados espanhóis chegaram perdidos a Belém, com a novidade de que o rio Amazonas era navegável, o governador do estado do Grão-Pará e Maranhão pediu a Pedro Teixeira para organizar a expedição até Quito (na época parte do vice-reinado do Peru).
No regresso, com testemunhas espanholas, Teixeira regista a posse das terras para o reino de Portugal. "Como naquela época Portugal estava subordinado à Coroa espanhola, o livro que relata essa epopeia, em 1641 [Novo Descobrimento do Grande Rio Amazonas e a Viagem de Pedro Teixeira Águas Arribas, de Frei Cristobal d"Acuña] acaba sendo queimado e isso não foi valorizado nem pela historiografia portuguesa nem brasileira", explica o senador, que quer chamar a atenção para este "vulto histórico" que parece estar condenado ao esquecimento.
O seu nome não consta do Livro dos Heróis da Pátria (ou Livro de Aço) que está no Panteão da Liberdade e da Democracia Tancredo Neves, em Brasília, e nem sequer figura na lista de candidatos. Mercadante preparou um projecto de lei para que o nome de Pedro Teixeira seja inscrito neste Livro de Aço. Propõe também que a história da expedição do navegador português passe a fazer parte dos currículos escolares no Brasil. E em Portugal de que se está à espera?
A expedição de Pedro Teixeira era composta por 70 canoas (45 de grandes dimensões, com vinte remadores cada). Acompanhavam o explorador 70 soldados portugueses e 1200 índios, muitos deles "flecheiros" (arqueiros), que levaram as suas mulheres e filhos.
Teixeira (cuja data de nascimento se situa entre 1570 e 1585) era de ascendência nobre e foi para o Brasil em 1607, conta a autora do livro “A Expedição de Pedro Teixeira - A Sua Importância para Portugal e o Futuro da Amazónia” (ed. Ésquilo), a brasileira
O navegador falava o tupi - língua com origem no povo tupinambá - e essa era uma das razões pelas quais era tão acarinhado pelos índios. "Sempre fez amizade com os índios, o que lhe valeu de muito", explicou aquela.
A descrição desta expedição chega até nós através de um documento que está na Biblioteca da Ajuda (Relazion del General Pedro Teixeira de el rio de las Amazonas para el Senhor Príncipe, 1639). "É o diário de bordo que Pedro Teixeira fez durante a viagem. Esse é o grande documento que o celebrizou e é um levantamento geral da fauna, da flora, do minério, dos costumes... Entra tudo o que ele foi vendo no seu trajecto", explica a investigadora. Incluindo os canibais.
Nessa grande expedição, Pedro Teixeira fixou uma série de territórios até então desconhecidos, como as ilhas das Areias ou Santa Luzia. Na viagem de regresso a Belém do Pará descobre o rio Negro (onde mais tarde se ergueu a cidade de Manaus) e o rio Madeira, um grande afluente do Amazonas.
Um dos feitos mais importantes da expedição é a fundação do povoado de Franciscana, oficializada a 16 de Agosto de 1639. Obedecendo às ordem do governador, Pedro Teixeira toma posse desse território, mas diz que o faz para a Coroa portuguesa (e não para a espanhola). Com a nova povoação, o navegador quis homenagear todos os missionários franciscanos.
Amazonas sem amazonas
No documento que se encontra na Biblioteca da Ajuda, Teixeira conta ainda que, tanto na ida como na volta da expedição do rio Amazonas, não viu as amazonas, mas, apesar de nunca se ter cruzado com elas, relata que lhe chegaram muitas notícias delas. Diz mesmo que estariam "a seis jornadas" do sítio em que se encontravam e que teriam 300 aldeias ou mais, com "quinhentos ou oitocentos casais" cada: "Aqui acabam-se as flechas furadas perigosas e, ainda que as haja por todo o rio, não matam como as do Sul", escreveu.
A documentação sobre este conquistador do Brasil é esparsa. "Em Portugal pouca coisa há", diz
A “PT - Portugal Telecom” associou-se à homenagem no Senado Brasileiro, lançando o Prémio Pedro Teixeira para estudantes portugueses e brasileiros, dos 12 aos 18 anos. Os três melhores trabalhos sobre a vida e o impacto dos feitos de Teixeira na história de Portugal e do Brasil irão ter como prémio uma viagem cultural ao Brasil (se forem portugueses) ou a Portugal (se forem brasileiros). Será ainda lançado um site em português e inglês dedicado a perpetuar a memória deste grande explorador português.
Quem pretender mais informação sobre “Curiá-Catu”, pode obtê-las através do seguinte link:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/amazonia/pedro-teixeira.php.
Jorge da Paz Rodrigues
Publicado em 15-12-09 no blogue “JorgePaz” no site www.sol.pt
