segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

UNIVERSO SURGIU DO NADA, POR ACASO - L KRAUSS

CONCORDANDO – Concordamos plenamente – o Grande Nada é o SER ou energia invisível, dentro da qual se formam os buraquinhos a que a Ciência dá o nome de “quantum” (plural quanta) os quais giram alucinadamente por serem todos diferentes e assimétricos – por isso, pressionados pelo Grande Mar de Energia fluídica, giram até que sejam engolidos e desapareçam. Esses buraquinhos e seus conjuntos giram em movimento semelhante a uma corda enrolada que oscila (strings theory): a Terra, o nosso Universo, os Universos acima (superstrings) ou paralelos, ou abaixo... são aglomerados de “vazios” que giram e desenham “oscilantstrings no espaço, sem terem nenhuma realidade. Isso segue o princípio da indeterminação, ou Acaso (que é outro dos miríades de nomes d”Ele)... Não precisamos de nenhum divino kapeta para dirigir o “círculo” oscilante em eterno retorno, sempre fazendo um caminho diferente a cada espira da corda... Ou vocês têm outra concepção do Infinito?

Universo surgiu do nada e por acaso, diz astrofísico Lawrence Krauss
14 de janeiro de 2012 13h43

A. Notícia

Em entrevista exclusiva ao Terra, astrofísico Lawrence Krauss defende que universo surgiu do nada e por acaso e sem ajuda divina. Foto: Ligia Hougland/Especial para Terra

Em entrevista exclusiva ao Terra, astrofísico Lawrence Krauss defende que universo surgiu do nada e por acaso e sem ajuda divina
Foto: Ligia Hougland/Especial para Terra

·

·


Comentar229

LIGIA HOUGLAND

Direto de Washington

Um dos mais badalados cientistas da atualidade, devido, principalmente, aos esforços em popularizar a ciência, fazendo com que as pessoas deixem a religião de lado e aprendam sobre as belezas de um universo acidental e sem propósito, o astrofísico americano-canadense Lawrence Krauss causou polêmica com o lançamento do livro A Universe From Nothing (Um Universo do Nada, em tradução livre). Segundo o autor, o universo aconteceu por acaso e veio do nada - algo instável e que sempre acaba reagindo, sem precisar de interferência divina.

Krauss, quem tem algumas obras publicadas no Brasil, como A física de Jornada nas Estrelas, já havia enfurecido grupos religiosos americanos quando realizou uma apresentação sobre a origem do universo - o material, que parou no youtube

(http://www.youtube.com/watch?v=7ImvlS8PLIo), já foi assistido por mais de um milhão de pessoas. Comentários acusando o astrofísico de querer acabar com Deus se multiplicaram na internet. Mas o autointitulado antiteista garante: essa era a intenção.

Em entrevista exclusiva ao Terra, em Washington, Krauss defende que um universo aleatório e uma vida sem supervisão divina proporcionam mais significado à existência. Confira a seguir a conversa com o cientista, que aborda a possibilidade de diversos universos serem resultantes de um nada com leis distintas da física.

Terra - De acordo com sua teoria, o universo é apenas um acidente que aconteceu sem a supervisão de um ser superior. A ideia de que estamos aqui por acaso não implica que a vida não tem um sentido maior?

Lawrence Krauss - Não há propósito evidente para o universo. A vida no nosso universo pode ser apenas um acidente. Podemos tentar entender como o universo foi criado, mas não temos como identificar um objetivo evidente. Mas isso não deve nos desolar. É motivo para sermos mais felizes. O propósito e o significado da nossa vida são criados por nós. Isso nos dá mais poder. Em vez de sermos governados por um ditador universal, como meu amigo Christopher Hitchens (famoso ateísta autor do best-seller Deus não é grande (Ediouro), que recente morreu de câncer) diria, criamos nosso próprio significado. Isso deve nos empolgar, pois dá mais sentindo a tudo que fazemos.

Terra - Você não acha que sua mensagem pode fazer com que muitas pessoas percam a vontade de viver, se acreditarem que não existe nada além desta vida, que não há um ser superior que se importa com elas e que não passamos de um acidente?


Krauss - Ao contrário, temos que tirar o máximo de proveito deste incrível acaso. Temos muita sorte de estarmos aqui, de termos a capacidade de pensar, experimentar o universo em toda a sua glória, poder entender até os seus primeiros momentos. Somos incrivelmente sortudos. Devemos explorar tudo que for possível, todas as aventuras que encontrarmos, intelectuais e de outras naturezas.

Terra - No seu novo livro, você fala em multiversos, ou seja, na existência de diversos universos passados, presentes e futuros, teorizando que talvez não existam leis universais da física e que as leis da física podem ser diferentes de acordo com cada universo. Como que o nada pode produzir resultados diferentes?


Krauss - Talvez não exista mesmo um conjunto universal de leis da física. No caso de multiversos, é muito possível que cada universo tenha leis diferentes. O fato de o nada poder produzir universos diferentes é, na verdade, bem simples. A mecânica quântica nos mostra que tudo está acontecendo ao mesmo tempo e que todas as possibilidades são realizadas. Mesmo em um espaço vazio, há partículas saindo do nada, constantemente. Não apenas isso acontece, como é vital. Na verdade, a maior parte da massa corporal de uma pessoa é determinada pelas partículas que saltam, constantemente, para dentro e para fora do espaço, neste exato momento. A mecânica quântica nos diz que o nada vai, eventualmente, produzir algo. O nada é instável.

Terra - Qual é a probabilidade de estes multiversos estarem interagindo com o nosso universo?

Krauss - Há diversos tipos de multiversos. Uma possibilidade é que existem muitos universos tão desconectados de nós que nunca interagirão com o nosso universo. Nesse caso, nunca os conheceremos empiricamente, eles sempre estarão separados de nós. No caso da teoria das cordas (string theory, o termo em inglês mais usado), há a possibilidade da existência de outros universos literalmente a um milímetro do meu nariz, em outra dimensão. Nesse caso, é possível que algo que acontece em um universo pode impactar outro universo. Portanto, algumas coisas que vemos no nosso universo podem ser fatores aleatórios que estão acontecendo em outro universo.

Terra - Então, você não acredita mesmo em Deus?


Krauss - Considero presunçoso se dizer ateísta, pois não posso garantir que o universo não foi criado com um objetivo, apesar de não haver nenhuma evidência disso. Mas posso dizer que não gostaria de viver em um universo onde existe um Deus, um universo onde eu não passaria de um cordeiro, sem controle sobre a minha existência. Um universo no qual, no caso de algumas religiões, se você faz algo errado, você fica condenado pela eternidade. É um conceito ridículo e horrível. Prefiro viver em um universo onde eu conquisto um significado para a minha vida e uso minha cabeça para agir, em vez de ser mandado por um Deus que, por vezes, é muito vingativo.

CONCORDO, em parte com o que ele quer dizer nessa última resposta. É realmente difícil aceitar que somos “servos” de algum kapetúnzio com finalidades egocêntricas que não entendemos... Quando escrevi em 1957 “Além da Curvatura da Luz” eu queria expressar isso mesmo... Hoje, com a visão do Campo Unificado e Energia Livre, chegamos a uma redação nova para as teses sobre SER e Existir, com “Teoria dos Nove Universos”. Mesmo esses nove “universos” não passam de nove níveis de probabilidades infinitas (Lembrar do princípio da indeterminação, de Hisenberg).

Leiam mais no site e nos resumos shvoong

http://www.mariosanchez.com.br

sábado, 14 de janeiro de 2012

VAMOS ECONOMIZAR BOMBAS ATÔMICAS DESNECESSÁRIAS?

RESUMO - A propósito do livro de Michael Lewis, cronista de Wall Street
Será que alguém vai fazer o certo? Os militares podiam voltar e usar os conhecimentos lógicos... Nas instruções a nossos oficiais das Forças Armadas, há uma observação que parece copiada da Arte da Guerra de Sum Tzu que diz que há ordens dos governos que não devem ser obedecidas.
Será que alguém vai se tocar que os Kapetas estão por trás do sistema Banqueiro Feudal Escravagista que tomou forma com Guilherme o Conquistador, de Orange e Nassau?...
E vão entender que não há nada disso que o livro do cronista conta?
A dar crédito a essas idéias aluadas, a crise é produzida por alguns executivos de Bancos que se atreveram a vender mais créditos do que poderiam ser pagos... E ninguém sabia o que iria acontecer... Roleta suicida?
Escrevo aqui um artigo pra ver se alguém entende a Irracionalidade dos Kapetas:
VAMOS ECONOMIZAR BOMBAS ATÔMICAS?
Como é mesmo?...
Sim! Você está lendo certo, sim!
"Economizar Bombas Atômicas" é uma coisa lógica e racional...
Em qualquer planeta de gente que raciocina, se houvesse a decisão de suicído coletivo planetário por Bombas Atômicas, seria feito um cálculo sobre quantas Bombas teriam que construir e acrescentariam por segurança, digamos, uns 20%... Assim, racionalmente pensando, só fariam essas Bombas necessárias para acabar com todos. E pronto! BUUUUM!!!
Aqui no Planeta Terra já se construiram Bombas H capazes de destruir 25 vezes a vida na Terra.
E continua havendo interessados em ampliar o arsenal.
Nessa situação, vejamos se há algum leitor nosso que seja capaz de planejar como podemos nesta situação economizar Bombas...
Talvez no Brasil algum Petralha possa fazer um Plano Governamental em que possam nomear mais um Ministro, sacar mais verbas, e aumentar os impostos para essa finalidade... E, evidentemente, verão se na desmobilização dessas Bombas podem negociar com o Iran, com a Coréia, ou outro governo politicamente correto... E embolsar o valor sem prestar contas... Lógico! Não correrão perigo de ser cobrados, visto que ANTES alguém apertará o botão e quem poderia cobrar não escapa!
(Talvez nas comunicações ufoespirititistas os ashtrosherans tenham planos de economizar abrigos anti-atômicos e façam outra proposta de inscrição para viajar para a Lua, Vênus ou Marte, em férias, enquanto as Bombas acabam na Terra com os seus desafetos...)
NOTA FINAL - Dou um doce de abóbora a quem provar que entendeu racionalmente o que estou explicando e nos apresente uma solução inteligível para essa situação que nada tem de fantasia.
É a realidade que estamos vivendo: Bombas H, Bombas Econômicas, Bombas Psi, Bombas drogueiras, todas suicidas.
A pergunta que vai levar a entender como vai terminar tudo isso, é:
Se há tanto perigo de apertarem o botão, por que não aconteceu ainda?
Sim! Já apertaram diversas vezes... "Algo não deixou acontecer".
De um lado os que têm fé, sabem que Alguém toma conta...
Do outro lado, os que "ganham" com fazer bombas... sabem que não serão usadas!
Só que os fazedores das crises não sabem que o dinheiro que tiverem ganho também nunca será usado por eles... "Alguém está atento". (Quem duvida desse Alguém, um dia estará cara a cara com ELE).
E os Kapetas acreditam que mandam nos fazedores de crises.
Hospício é assim!
FINANÇAS GLOBAIS:
"É pior do que se pensa", diz autor sobre crise econômica
Artigo da Livraria da Folha
O jornalista Michael Lewis, cronista de Wall Street, buscou as causas da crise econômica mundial nos Estados Unidos e na Europa. Acostumado a contar histórias por meio de pessoas famosas e desconhecidas, Lewis se espantou ao constatar que nem mesmo especialistas no assunto saibam estimar corretamente a severidade da crise.
Divulgação
"Bumerangue: Uma Viagem pela Economia do Novo Terceiro Mundo" reúne entrevistas com primeiros-ministros, ministros de Estado, financistas, manifestantes, monges, acadêmicos e bombeiros, traçando um panorama preocupante da economia.
Lewis também é autor de "Pânico: A História da Insanidade Financeira Moderna", a trajetória das catástrofes financeiras mais notáveis que correram o mundo recentemente, e "A Jogada do Século", livro que explica como a corrupção e estupidez empurraram a economia mundial para a beira do precipício.
Abaixo, leia um trecho do exemplar:
É PIOR DO QUE SE PENSA
Este livro começou por acaso enquanto eu trabalhava em outra obra, sobre Wall Street e o desastre financeiro americano de 2008. Eu havia me interessado por um pequeno grupo de investidores que fizeram suas fortunas com o colapso do mercado hipotecário subprime. Em 2004, os maiores bancos de investimentos de Wall Street haviam criado o instrumento de sua própria destruição, o swap de crédito (credit default swap - CDS) sobre o título hipotecário subprime. O swap de crédito permitia aos investidores apostar contra o preço de determinado título - vendê-lo "a descoberto". Era uma apólice de seguro, mas com um detalhe: o comprador não precisava possuir o ativo segurado.
Nenhuma seguradora pode, legalmente, lhe vender um seguro contra incêndio para a casa de outra pessoa, mas os mercados financeiros podem e lhe venderão um seguro contra inadimplência referente aos investimentos de outra pessoa.
Centenas de investidores aplicaram no mercado de swaps de crédito - uma porção de gente achou, mesmo que por acaso, que o boom imobiliário americano alimentado pelo crédito fácil era insustentável -, mas apenas uns 15 mergulharam fundo e apostaram forte que grande parte das finanças americanas entraria em colapso. A maioria desses investidores administrava hedge funds em Londres ou Nova York. Quase todos costumavam evitar os jornalistas. Mas sobre aquele tópico, naquele momento, mostraram-se surpreendentemente acessíveis. Todos haviam experimentado a sensação estranha e isoladora de serem os homens racionais num mundo irracional e, quando falavam de sua experiência, soavam como alguém que estivesse em silêncio num barquinho observando o Titanic colidir com o iceberg.
Algumas daquelas pessoas não tinham inclinação para a solidão e o silêncio. Nesse grupo estava Kyle Bass, o gestor de um hedge fund chamado Hayman Capital, de Dallas. Bass era texano, beirava os 40 e passara os primeiros anos de sua carreira (sete deles no banco de investimentos Bear Stearns) vendendo títulos para empresas de Wall Street. No!nal de 2006, pegou metade dos US$ 10 milhões que acumulara, levantou mais US$ 500 milhões com outras pessoas, criou seu hedge fund e apostou forte contra o mercado de títulos hipotecários subprime. Depois foi até Nova York alertar seus velhos amigos de que estavam do lado errado de um monte de apostas furadas. Os corretores do Bear Stearns não deram a mínima ao que ele tinha a dizer. "Você se preocupa com a gestão do seu risco. Eu me preocupo com a do nosso", um deles respondeu.
No final de 2008, quando fui a Dallas ver Bass, o mercado de títulos hipotecários -subprime havia desmoronado, levando consigo o Bear Stearns. Ele agora estava rico e, nos círculos de investimentos, um tanto famoso. Mas sua mente já estava mais à frente da ruína dos títulos hipotecários subprime. Tendo realizado seus lucros, um interesse novo o absorvia: os governos. O governo dos Estados Unidos estava, na época, ocupado assumindo em sua própria contabilidade os empréstimos subprime contraídos pelo Bear Stearns e por outros bancos de Wall Street. O Federal Reserve acabaria absorvendo o risco, de uma forma ou de outra, associado a quase US$ 2 trilhões em papéis duvidosos. Suas medidas foram semelhantes às de outros governos do mundo rico e desenvolvido: os empréstimos podres concedidos por financistas com altos salários trabalhando no setor privado estavam sendo absorvidos pelos tesouros nacionais e bancos centrais por toda parte.
Na opinião de Kyle Bass, a crise financeira não havia terminado.
Estava simplesmente sendo abafada pela fé pública nos governos ocidentais ricos. Passei um dia ouvindo-o discutir com seus colegas, quase exultantes, aonde aquilo poderia levar. Não estavam mais falando sobre o colapso de uns poucos títulos. Estavam falando sobre o colapso de países.
E eles tinham uma tese de investimento novinha em folha.
Desde 2002, algo como um falso boom vinha ocorrendo em grande parte do mundo rico e desenvolvido. O que parecia ser crescimento econômico era alimentado por pessoas contraindo empréstimos que dificilmente conseguiriam saldar: de acordo com seus cálculos aproximados, o endividamento mundial, público e privado, havia mais do que dobrado desde 2002, passando de US$ 84 trilhões para US$ 195 trilhões. "Jamais tivemos esse tipo de acúmulo de dívidas na história mundial", disse Bass. Os grandes bancos que concederam boa parte do crédito não estavam mais sendo tratados como empresas privadas, mas como extensões de seus governos locais, convencidos de que seriam socorridos em caso de crise.
A dívida pública dos países ricos já atingira o que pareciam ser níveis perigosamente altos e, em reação à crise, vinha crescendo depressa. Mas a dívida pública daqueles países já não era a dívida pública oficial. Em termos práticos, incluía as dívidas do sistema bancário de cada país, que, no caso de outra crise, seriam transferidas para o governo. "A primeira coisa que tentamos descobrir", contou Bass, "foi o tamanho daqueles sistemas bancários, sobretudo em relação às receitas dos governos. Levamos uns quatro meses para coletar os dados. Ninguém dispunha deles."
As cifras alcançaram totais espantosos: a Irlanda, por exemplo, com seus grandes e crescentes déficits anuais, havia acumulado dívidas mais de 25 vezes maiores que sua arrecadação fiscal anual. Espanha e França haviam acumulado dívidas mais de 10 vezes superiores à sua arrecadação anual. Historicamente, esses níveis de endividamento público haviam levado ao calote governamental.
A respeito disso, Bass comentou: "Eis a única saída que vejo para esses países: começarem a acumular superávits orçamentários reais. E isso acontecerá no dia de São Nunca."
Mesmo assim, ele se perguntava se algo lhe escapara. "Fui atrás de alguém que conhecesse a história dos calotes governamentais", ele disse. Encontrou o maior expert no assunto, um professor de Harvard chamado Kenneth Rogo, que, por acaso, estava preparando, com a colega Carmen Reinhart, um livro sobre a história dos colapsos financeiros nacionais: Oito séculos de delírios financeiros - Desta vez é diferente. "Mostramos os números a Rogo", contou Bass, "e ele simplesmente os olhou, depois reclinou-se em sua cadeira e disse: 'Não consigo acreditar que a coisa esteja tão ruim.' E eu retruquei: 'Espere aí. Você é o maior especialista do mundo em balanços governamentais. Lecionou em Princeton com Bem Bernanke. Apresentou Larry Summers à segunda esposa dele. Se você não está por dentro disso, quem está?'"
Prossiga no BLOG, lendo:
A CHINA vai quebrar a ECONOMIA MUNDIAL

A CHINA vai quebrar a ECONOMIA MUNDIAL

RESUMO:
NA ECONOMIA MUNDIAL...No campo internacional, acontece sempre o mesmo.
É a volta à escravidão, dirigida pelos Banqueiros Feudais Reptilianos...
Eles são menos do que 0,03%da Espécie Humana... (dois milhões e cem mil crocs...)
 
Enquanto não acabemos com essa raça, os 99,97% serão "servos da gleba", figurando nos registros Feudais como apenas "um papel com um número"... Você não existe... É apenas um papel.
 
E a regra da Escravidão é apenas isto: Criam-se leis e regulamentos, pelos quais, sempre você está arriscado a perder algum valor... (se não fizer alguma coisa ou se deixar de fazer uma outra).
 
Venho denunciando isso há mais de 30 anos e venho propondo o método pelo qual isso volta à Democracia, onde, fazendo o que é bom, cada vez em maior número de pessoas, conjugando a livre iniciativa, SEMPRE ESTAREMOS CONSEGUINDO ALGO MAIS FAZENDO O CERTO OU DEIXANDO DE FAZER ESCRAVIDÃO PARA OS OUTROS.
 
Acho que deu pra entender, né?
 
Saudações Democráticas
 
----- Original Message -----
 
Sent: Wednesday, January 11, 2012 11:28 AM
Subject: A CHINA vai quebrar a ECONOMIA MUNDIAL

é VERDADE MARIO
 
Estamos e estaremos sempre à mercê dos poderosos que dão de graça o CIRCO e nos roubam o PÃO.
 
Desde criança eu sinto que ha algo de muito errado na humanidade.
Sempre se falou em crise. Nunca vivemos epocas de OURO, nem nos anos dourados.
O orgulho, o egoismo, vão mesmo acabar com o mundo um dia destes.
 
Sempre, aqueles que deveriam combater e erradicar as injustiças, são os mesmos que governam e administram.
 
Isso acontece no mundo inteirinho.
 
A midia (falada, escrita e televisionada) só informa o que é de interesse das quadrilhas dos poderosos. O LIVRO PRIVATARIA TUCANA NÃO EXISTE, não é verdade. Só existe novela, gays, natal, carnaval etc, junto com a corrupção (pequeninas) dos politicos.  A fraude nos postos de gasolina já é velha conhecida dos prefeitos e governadores e do público enganado. TUDO ISSO NÃO DÁ EM NADA.
 
Assim, eles vão nos enganando e nós, pensando que estamos nos defendendo deste ou daquele golpinho isolado.
OS GRANDES GOLPES COMO AQUELES DAS PRIVATIZAÇÕES, ficam esquecidos.
GOLPES COMO AQUELE APLICADO AOS ANTIGOS INSTITUTOS DE APOSENTADORIAS E PENSÕES. IAPB, IAPI, IAPTEC, IAPC) NINGUÉM NEM SE LEMBRA MAIS, --------------- SOBROU O SUS, E O INSS.......... não é?
 
Assim por diante
 
No campo internacional, acontece sempre o mesmo.
EGOISMO E ORGULHO
 
 
-------Mensagem original-------
 
A CHINA vai quebrar a ECONOMIA MUNDIAL
 
Meu caro Marco Antonio,
Não há nenhum perigo em a China quebrar a Economia Mundial...
O que não existe, jamais pode quebrar! kiákiákiá....
 
Desde Guilherme de Orange criar o domínio banqueiro no mundo é assim:
Financiaram Napoleão... Depois financiara Blucher pra derrubar Napo...
Financiaram Alemanha pra depois fazer Londres comprar armas e ir derrotar a Alemanha... Primeira Guerrra Mundial... Deixaram ressentidos alemães contra a Rússia...
 
Depois financiaram Lenin pra que a Alemanha os levasse de trem protegido até a Rússia e ajudassem a matar o Czar e a Economia Russa. Matou 30 milhões de russos e Stálin matou Lenin... e disse "não pago esse ouro"... Os banqueiros financiaram Hitler para ir atacar Stálin... E depois financiaram Stálin pra derrotar Hitler...
 
E fugiram mais judeus trazendo ouro nas cuecas... Ficaram todos devendo aos banqueiros, pra pagar em ouro... Americanos, Ingleses, Franceses, FICARAM DEVENDO porque gastaram as armas... Alemães porque perderam a guerra, Russos porque eram aliados...
 
Aí fizeram o Plano Marshall para reconstruir o que foi destruído, e também os governos ficaram devendo em ouro!... Tiraram a garantia do ouro pras moedas e mandaram crescer os impostos pra poder pagar EM OURO os empréstimos que sempre crescem... FiNanciaram a China pra que destruisse os produtores americanos, europeus, etc... E assim tenham OS CROCODILIANOS apoio pra manter grandes armamentos e tropas pra ir atacar a China quando quiserem... E justificarão a Bomba H porque lá não adianta atacar com armas convencionais... hÁ MUITA GENTE!  Convencerão Putin? Claro! Imenso território vazio frente à superpopulação chinesa, ao lado!
 
 
Sent: Tuesday, January 10, 2012 7:02 PM
Subject: A CHINA vai quebrar a ECONOMIA MUNDIAL
 
Trata-se de uma série de slides, montagem de Weliton
(Se quiser, pode pedir cópia que lhe enviaremos)