quarta-feira, 21 de maio de 2014

MILITARES DO BRASIL

FAZEMOS NOSSAS AS PALAVRAS DE QUEM NOS ENVIOU:

   
O GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO RESPONDEU  À MIRIAM LEITÃO E NOS DEU UMA FORMIDÁVEL AULA DE HISTÓRIA DO BRASIL NO SECULO XX. 

 
A Verdade Sufocada... 
À Senhora Jornalista Miriam Leitão. 

    
Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível. Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM.
Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido o que não podem fazer". 
  Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese. 
  No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário. 
  Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. 
  Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo. 
  Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura de Vargas. 
  Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem deram o golpe de 37. 
Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos Militares de Ontem. 
  Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por Hitler. 
  O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35) foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. 
  Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se impôs MILITAR algum. 
  O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos". Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se tinham os GULAGs. 
  O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes como toda obra humana. 
A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o "livrinho" (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles idos. 
  Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça, eles eram políticos. Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem. 
  Eram os políticos que se digladiavam e procuravam nos colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça, sabe bem disso! 
  A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas divergências. Mais uma vez eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem. 
Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os intelectuais esquerdistas ficam sem rumo. 
  Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio Quadros, a Esperança da vassoura, Desastre total. Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas "vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello. 
Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército na luta política. 
  Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos (todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem. 
Minas desce. Liderança primeira de civil; a era Magalhães Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe, só não sabemos se deles ou nosso. 
Não vamos ser hipócritas, a senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros que reportam a luta política daquela época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968". 
Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que praticou". Violência gera violência e os políticos sempre jogam a responsabilidade em manter a ordem aos militares. Afinal eles levaram a desordem. 
 Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus erros e virtudes desenvolveram o País. 
Não vamos perder tempo com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. 
Veio a ANISTIA e João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos, pois Ulisses Guimarães não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de Brasileiro é no Brasil", como dizia. 
Não esquecer o terceiro choque sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não sabe desse fato histórico. 
  DIRETAS JÁ! Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e chegamos aos dias atuais. 
Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando a voz do Povo. 
Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais. A corrupção e a desordem estão ficando acima da lei e da ordem! 
O que já se ouve, passamos a escutar, é o povo dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. 
Pois àquela época da "ditadura" era que se era feliz e não se sabia... Certo, houve excessos contra os civis. Então me diga: Como controlar o que o país vivia naquela época? Com vários grupos, uns querendo o comunismo, outro o socialismo, outro o presidencialismo e a maioria a democracia. Será que se chegaria a um concenso na conversa? Existiria controle social para tal? 
Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso. 
  Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. Estamos sem ética e sem moral, estão esquecendo os bons princípios e mais, os políticos são despudorados. 
O Brasil vem sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens, desrespeitam a todos e só pensam na sobrevivência política, independente do preço a ser pago pelo povo!
Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária de esquerda. 
  Atenciosa e respeitosamente, 
FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO 

GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO 

segunda-feira, 19 de maio de 2014

IRRESPONSABILIDADE AMBIENTAL?

 Álvaro Pedreira de Cerqueira Acusa os céticos de irresponsabilidade:
 Luis Dufaur e os demais céticos com a palavra, transcrevendo entrevista a El Mundo – de Paris

O "profeta" confessa que errou. Mas seus discípulos fanatizados
não abandonam a "profecia" furada. Haverá algo por trás?

Quando foi cientista da NASA, pelo fim da década de 70, James Lovelock expôs a seu amigo, o novelista e poeta William Golding, a suposição de que a Terra seria um único ser vivo.
O poeta, que também ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1983, propôs um nome da fantasia: “Que tal hipótese Gaia?”.
Fulminado pelo fascínio da fórmula, Lovelock aceitou, e atingiu a celebridade pela fantasia disfarçada de ciência.
Hoje, com 95 anos, Lovelock mudou seu pensamento em certos pontos, mas o mantém contraditoriamente em outros.
Há oito anos escreveu A vingança de Gaia. Segundo esse livro, o planeta, qual deus do Olimpo, se vinga com espantosas catástrofes climáticas derivadas de um aquecimento apocalíptico, dos vulgares humanos que não o cultuam. 
Foi ciência? Ficção? Poesia? Só há uma coisa certa que até Lovelock confessa: suas profecias estavam erradas.
“Eu mesmo – disse ao jornal “El Mundo”, de Madri – caí no alarmismo. O fato certo é que as temperaturas não aumentaram na superfície terrestre como se aguardava”.
Pior ainda, disse que em função dos dados atuais, certeza alguma pode ser defendida: “Ninguém pode ter certeza do que está acontecendo”. 
Para ele, nenhum governo, “nem mesmo democrático, nem ditatorial”, poderá reduzir as emissões de CO2 num futuro imediato, como sonham seus mais fanáticos discípulos. Ainda bem, dizemos nós, pois o CO2 é o gás da vida.
“O processo – continua Lovelock – agora é incontenível, por isso o melhor que podemos ir fazendo é nos proteger e adaptar às mudanças”. Ele propõe em seu último livro uma “retirada sustentável”.
O velho cientista sente a feiura de seu erro, e trata de mitigá-la com fórmulas parecidas com as daqueles que ele sempre tratou de “céticos” e “negacionistas”.

Lovelock: “Somos muitos. A Terra não pode suportar mais de
7 bilhões de seres de nossa espécie”

Mas seus discípulos não arredam o pé, nem mesmo quando o mestre se reconhece falho.
Lovelock continua se considerando um “verde no velho estilo” ferozmente anti-humano e anticapitalista, apesar de lamentar que muitos de seus seguidores transformaram seu credo “numa religião”.
O pai do engenho teórico de Gaia continua a propugnar o fundo anti-humano de sua hipótese. Um exemplo é sua proposta de reduzir drasticamente o número de seres humanos sobre a Terra.
“Somos muitos – disse na entrevista. A Terra não pode suportar durante muito mais tempo a pressão de mais de 7 bilhões de seres de nossa espécie”.
Como fazer uma supressão de um tamanho que nem Hitler, nem Stalin, nem Mão conseguiram? Lovelock responde, bancando o futurólogo iluminado: 
“No futuro, após o período turbulento que nos aguarda, seremos inevitavelmente menos. Não me pergunte quantos”.
As predições de Lovelock falharam no tocante ao aquecimento, mas lhe granjearam um lugar privilegiado entre os homens que determinam o andamento das coisas humanas. Nesses ambientes algo pode ter catado.
O que é esse “período turbulento” do qual a humanidade sairá radicalmente diminuída? Quem lhe falou isso? Onde o ouviu? De onde tirou? Ele esconde.
Na hora em que a avançada da “neo-URSS” de Vladimir Putin na Ucrânia põe o mundo à beira de uma conflagração mundial, estas perguntas não podem ficar sem resposta. Mas o profeta não quer falar.

O ambientalismo insiste na campanha alarmista anticapitalista.
Ele anunciará algo verdadeiro? É certo que ele insiste no fim da liberdade.

Mais contradição. Lovelock agora apoia a energia nuclear, até não muito tempo atrás apresentada como encarnação do diabo. O jornalista do “El Mundo”enfia uma pergunta-farpa:“Ainda depois de Fukushima?”
“Evidente que sim.Falaram-se muitas mentiras e o acontecido no Japão foi aproveitado para propaganda. Quantas pessoas morreram no tsunami? Acho que mais de 20.000. Mas quantas pela radiação? Nenhuma”.
O terrorismo midiático a respeito de Fukushima levou a Alemanha a decretar o fechamento gradual de suas usinas atômicas.
Esse grande país industrial vai passar a depender de energias alternativas que não fornecem a energia básica de que precisa.Mais ainda. Lovelock detesta a energia eólica por causa da degradação estética e ética do campo inglês. E, suprema heresia, já não acha ruim o fracking – a extração do gás de xisto pelo método de fraturamento hidráulico.
A contradição dominou as respostas de Lovelock, mas o objetivo continua o mesmo: rebaixar o homem e sua civilização.
COMENTÁRIO
No entender de nosso Grupo de Estudos Avançados a Terra suporta mais de trinta trilhões de habitantes humanos sem falta de nada e achamos evidente que o progresso dos conhecimentos humanos estará mais à frente dos perigos, tendo a certeza de que teremos muito breve outros sistemas de produção de energias sem consumo de nada e portanto, sem poluir, juntamente com processos produtivos que levarão o ser humano a consumir muito pouco e a reciclar resíduos com superação dos materiais que, no retorno, darão mais vantagens do que os produtos gastos.




quinta-feira, 15 de maio de 2014

EFICIÊNCIA TRIBUTÁRIA E MÁFIAS

TRIBUTOS E EFICIÊNCIA DO SERVIÇO PÚBLICO

VAMOS COMPARAR DOIS SISTEMAS TRIBUTÁRIOS E CONVERTER EM NÚMEROS.
NO CANADÁ PODEMOS EXPRESSAR ESSA RELAÇÃO ASSIM – (10+6)5-4=76
NO BRASIL É ASSIM – (10-6)5+3=23.

EXPLICANDO:
O número 10 nas duas fórmulas significa o Faturamento geral.
O número 6 na fórmula do Canadá significa o valor proporcional de serviços públicos disponíveis e que ali já estão em uso durante o Faturamento, por isso se somam como 60% do mesmo.
O número 6 na fórmula do Brasil significa o valor proporcional de Tributos que são pagos sobre o Faturamento geral, cobrados sem deixar fôlego para o giro, pois nem chegam a entrar na conta de vendas e já estão subtraídos.
O número 5 nas duas fórmulas significa a média de vezes que os valores na mão do povo se passam de uma conta para outros, durante o ano. Em ambos os casos se multiplica o valor que fica nas mãos das pessoas por 5.
Desse produto no Canadá se subtrai 40% como tributos, que são menores do que os custos dos serviços públicos e por isso o canadense diz “I have the rigth to pay tax” (Eu tenho o direito de pagar impostos). Sobra 76 que é um número abstrato para comparar os índices dos sistemas.

No Brasil, como os serviços são pagos posteriormente (quando não desviam o valor e os serviços entram em greve...) e geralmente são a metade do que foi cobrado, somamos 3 a aquele produto do giro. Temos o nosso belo índice de 23, pífio resultado, mas que ainda pode ser comparado com outros países de mais eficiência, onde chega a ultrapassar 10 vezes o faturamento geral, ou seja, há um índice de bem estar total, com segurança, saúde, educação, capitalização, alto consumo, etc.

ORIGEM HISTÓRICA DOS TRIBUTOS
Outro assunto que temos que levar em conta é o sentido psicológico da Tributação.
Tributo ou Imposto são historicamente extorsões de um povo sobre outro por efeito de guerra ou tratado de vassalagem. No Canadá e USA a palavra usada é TAX e deve significar “taxa de contribuição do cidadão para o serviço estatal”. No Brasil já expressamos que nós pagamos O ESTELIONATO TRIBUTÁRIO que sempre é mudado para mais sob promessa de fazer ou melhorar algum serviço e depois nada disso é feito, o que corresponde na Lei Civil à figura criminal do “estelionato” (receber valores para fazer algo em troca e o criminoso não cumpre a contrapartida).

A RAZÃO DESSE MODELO TRIBUTÁRIO BRASILEIRO
Temos feito ver que os mandantes eleitos no Brasil para dirigir o Estado brasileiro, de qualquer partido que sejam, se comportam em seus atos de modo a lesar os cidadãos e dividir o botim entre seus asseclas... Isto é definido na literatura jurídica, como “grupo  organizado para causar danos a terceiros” ou seja, MÁFIA.

SOBRE AS MÁFIAS
O GRUPO DE ESTUDOS AVANÇADOS que ajudo a coordenar veio aos poucos informando que há fontes astronômicas de renda que ficam sob o domínio de grupos mafiosos. VEJAMOS:
MÁFIAS E SUAS RENDAS
Onde será que as Máfias conseguem ganhar mais?
Não estamos aqui procurando localizar os modos de ganhar honestamente nas trocas, como faziam os antigos e era o modo normal de comércio nos Burgos para onde fugiam os servos da gleba emigrando dos Castelos Feudais.
Trata-se de modos enganosos, de falsidade e violências, criminosos, embora muitas vezes convençam os enganados de que está tudo certo. Na filosofia desses grupos, sempre há que sair ganhando, não importa se o meio ou os materiais causam danos aos que entram em negociações com os mafiosos.
POIS BEM, HÁ QUATRO FONTES monumentais de rendas que os grupos de lesa-humanidade aproveitam ao máximo, desde tempos imemoriais: SEXO, JOGOS DE AZAR, DROGAS E ARMAS.

SEXO – Desde logo se vê que aqui se consegue o maior volume de pessoas para participar dos negócios, pois ou são homens ou são mulheres somando toda a população das nações. Não é só o tráfico de pessoas para a prostituição. A imagem do prazer do sexo está na raiz de todas as propagandas. Fixam nos modelos de prazer para o homem ou para a mulher, todos os chamativos para vender desde um simples sabonete até um castelo, um barco, um avião, um terreno ou um pacote turístico. Percebe-se em todo esse aparato o abuso da falsidade nas imagens ilusórias e daí entendemos todos que será explorada a imagem até para os outros negócios lucrativos, sem qualquer respeito pela moral, com uso de violência e escravização para conseguir valor de qualquer maneira.

JOGO – Talvez você esteja enxergando neste item somente o cassino, a aposta clandestina, o carteado, e levemente se lembre das lotéricas e casos oficiais autorizando sorteios e bilhetes de premiações, que acabam arruinando os viciados em apostas. Entretanto, chegamos hoje à imagem de estar apostando em sorte e azar em todos os modelos de produzir, comerciar, investir, tributação, financiamento, emprego, sociedade de negócios ou política. Pergunto: percebem agora o tamanho da área que as Máfias manobram como JOGO, para assaltar de algum modo escondido como sorte ou azar e furar o bolso dos outros?

DROGAS – Do mesmo modo não pensemos como fonte de renda mafiosa somente as Drogas Maiores que de4stroem rapidamente: craque, cocaína, LSD, maconha, Tabaco, álcool, heroína, ópio... Vamos alinhar todos os produtos usados para sedar e disfarçar as dores ou sintomas de doenças, enganando os doentes com promessas de cura. E vamos mais longe para entender que alimentos excitantes que trazem dependência e acarretam disfunções e morte ao longo do tempo, estão também na mira como Rendas Mirabolantes obtidas com falsidades e violências. Entenderam?

ARMAS – Rapidamente você associa o comércio de Armas como uma necessidade dos grupos de qualquer objetivo criminal – gangues em luta, segurança de chefões, ferramenta essencial dos ladrões e de profissionais treinados e pagos para obedecer defendendo as máfias de escravagismo sexual, jogatinas, e repasse de drogas. Porém envolvem muito mais do que isso. Vejam logo as ameaças de guerras, revoltas, resistência aos sistemas econômicos mafiosos, alianças militares, e entenda que, de um sistema sadio de prevenir crimes, vamos chegar a operações bilionárias que vão ser possíveis com estímulo banqueiro, evidentemente sem nenhum sentido moral,  com situações induzidas após o corte do ensino com ética, cortando recursos e empregos decentes, para ter soldados criados pela necessidade gastando armas e queimando cartuchos e com isso enchendo os cofres dos mafiosos financiadores, produtores e distribuidores. Assim, carros de combate, barcos de guerra, armas pesadas e superbombas são apenas o quarto meio de rendas mirabolantes para as Máfias...

HÁ SOLUÇÃO HUMANA PARA ESSA SITUAÇÃO?
SIM! PELO MENOS FAZENDO A PIADA DE QUE SÓ RESTA O SOLUÇO GRANDE COMO SENDO “SOLUÇÃO”.

Ou estamos sendo muito otimistas querendo que os homens consigam escapar desse imenso poder escravizador das Máfias?

Será que eu sou um sonhador que acredita em lendas e ficções como são as lendas de Moisés, lenda do Tao, do Yoguismo, e a Lenda de muitos acréscimos chamada de JESUS CRISTO?

Você pode assustar com essa declaração de que Moisés é uma lenda, já que ¾ da humanidade ou mais, lêm a Bíblia e vibram com os MANDAMENTOS DA ÉTICA UNIVERSAL COMO Judeus, Islamitas, Católicos, Evangélicos, Anglicanos, Ortodoxos, com reconhecimento de seu valor por Yogues, Bramânicos, Budistas, Taoistas, Xintoístas, Culto de Antepassados, e outros mais. Os restantes ¼ ainda entendem como ateus que é importante o ensino da ética que a Bíblia leva, ou pelo menos a respeitam e tentam em vão eliminá-la, sabendo que esse é seu entrave que os impede de escravizar o mundo todo!

E ainda mais, no momento em que se programa uma globalização, evidentemente na mão das Máfias. Pior ainda, quando já se está concluindo um sistema eletrônico de controle total dos cidadãos, juntamente com automatização de tudo, dispensando empregados e planejando reduzir a população drasticamente!

Pois bem!

Exatamente porque estamos nessa encruzilhada aparentemente sem saída é que podemos ter certeza de que as Máfias precisam acabar! E temos que incentivar que cheguem logo a esse ponto para entender que daí em diante precisam defender os cidadãos para serem consumidores de tudo que os autômatos vão fazer!

Sobra então produzir alimentos naturais com os tratamentos de saúde natural por exercícios, uso da mente, publicações a respeito, ensino verdadeiro, pois são os principais elementos para que tais consumidores necessários não tenham desgastes de sua capacidade para serem apenas bons consumidores.

E AÍ AS MÁFIAS DESAPARECEM POR FALTA DE ASSUNTO EM QUE MENTIR E ENGANAR, OU NÃO TÊM A QUEM VENDER.

 CONCLUSÃO - SE AS MÁFIAS GANHAM MAIS SEM ESTELIONATAR O POVO, UM DIA VAI ACONTECER.