terça-feira, 4 de janeiro de 2011

SOBRE O FIM DO MUNDO - CALENDÁRIO MAIA

HAVERÁ FIM DO MUNDO EM 2012?

RESUMO - Sobre o Calendário Maia - Os Fatos: Há um conto de terror dizendo que vamos desaparecer em cataclisma definido pelos deuses, pelos astros, por atos de seres trevosos ou por nossos próprios erros... Encontraram uma pedra gravada pelos maias e interpretaram que eles vinham estudando os ciclos da translação de Vênus, tendo fechado a data para 12.12.2012 como o fim da Humanidade. Eles, entretanto, desapareceram como civilização organizada entre os anos 700 e 1.200... pelo menos 800 anos antes de acontecer o que previram; será que não souberam prever o que lhes aconteceu, bem próximo de sua época, ou se previram, pra que lhes servia prever? 

Há um bom tempo que eu olho a Bíblia antes de dar um parecer sobre qualquer boato que se espalha por aí. Há realmente muita coisa para ser lida nos textos das Escrituras dos profetas, a respeito de acontecimentos desastrosos. Daniel é específico sobre uma época futura de grande desastre. Jesus Cristo confirma Daniel. O Apocalipse afirma que foi o próprio Cristo quem ditou os acontecimentos para serem informados. Nostradamus recebeu e repassou quase as mesmas coisas.

Porém, todos eles garantem que há um Poder acima de nós que está atento e todos concluem que a vida continuará depois disso. Então para que e por quê se faz tanta celeuma e tanta ameaça sobre nossas cabeças?

E as datas? Se até Jesus Cristo explicou que nem Ele sabia quando aconteceriam essas coisas, como é que podemos aceitar assim sem mais aquela que 2012 é O FIM?

Na verdade os que espalham esses boatos de que vai acontecer muito pior do que já está previsto e dão essa data para acontecer, só podem ser seres que estão interessados em infundir terror com finalidade de obter alguma vantagem... Logo, não são boas pintas os que pintam esses quadros... Com toda a pilhéria a que isso leva, nem o Rei do Mal é tão feio como "O Pintam"...

CONCLUSÕES?

Assim, você pode concluir que essa notícia é verdade: está por aí pra pintar O FIM! Fim do quê? Se o Mundo não acaba, deve ser o Fim daqueles que assim o prevêm e assim O PINTAM! Entendemos finalmente porque fazem tanta arruaça e mostram tanto pavor com o O FIM! É que é o fim daqueles que "O Pintam"!

Como serão eles que vão sofrer esse FIM, e como diz João no Apocalipse: após o segundo combate "não será mais achado o lugar deles" (Neste Universo, pois serão devolvidos ao mundo das Trevas onde reina o choro e o ranger de dentes) tanto pavor indica que eles já sabem desse final de seus atos tenebrosos e querem envolver-nos para irmos juntos! O Fim que eles pintam, para eles será realmente Mais Feio do que O Pintam... O artigo está resumido no shvoong:

Leia mais: http://pt.shvoong.com/writers/ramacheng

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

IPEA - BRASIL ATRASOU 20 ANOS

Márcio Pochmann: Brasil poderia ter superado a pobreza há 20 anos

TRANSCREVO TRECHOS DA ENTREVISTA COM

Dayanne Sousa

"Se as políticas de desenvolvimento social tivessem acompanhado o crescimento da economia há décadas, a pobreza estaria extinta há pelo menos 20 anos", pondera o economista Marcio Pochmann. O presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) avalia que a presidente Dilma Rousseff tem condições de cumprir sua principal promessa de campanha: superar a miséria.

"O desafio do próximo governo é como abrir as oportunidades não apenas para a base da pirâmide social, mas também acima dos níveis intermediários".

Como assim?
"Isso depende não apenas do crescimento da economia, mas do tipo e da natureza do crescimento. Porque crescer é importante, mas depende do tipo. O desenvolvimento fundado na produção de commodities permite a economia crescer, mas as oportunidades, a qualidade das ocupações é diminuta. A expansão de setores de maior valor agregado pode permitir a contratação de pessoas com salários maiores".

"A possibilidade de superarmos a pobreza é algo que faz parte da agenda de superação do próprio subdesenvolvimento. É estranho que o Brasil - já sendo a oitava economia do mundo na década de 70 - tivesse 40% da sua população vivendo na condição de pobreza. Nós poderíamos ter superado a pobreza há 20 anos. É bastante peculiar no Brasil o disparate entre a base material e econômica que o país possui e o padrão social".

"O que está em jogo neste momento é: quais são as condições macroeconômicas para garantir o desenvolvimento brasileiro. As finanças públicas são o meio, não o fim. Nos anos 90, o ajuste fiscal era o fim. O governo estava organizado para o ajuste fiscal. E lamentavelmente o que nós vimos foi um aumento do endividamento público, especialmente comparado ao PIB. E o aumento da carga fiscal. Hoje o que estamos verificando é que a dívida pública caiu. E não porque teve ajuste fiscal, mas porque a produção cresceu mais rapidamente".

COMENTANDO - 20 anos atrás é fins de 1990 e começo de 1991. Que erro foi cometido ali? Pochmann não o diz.

Vamos explicar - Foi nesses anos que decidiram tomar o dinheiro dos pobres, dos poupadores e dos aposentados. Foi o Plano Collor, que no início teve uma boa aceitação, acabou por aprofundar a recessão econômica, corroborada pela extinção, em 1990, de mais de 920 mil postos de trabalho e uma inflação na casa dos 1200% ao ano; junto a isso, denúncias de corrupção política envolvendo o tesoureiro de Collor, Paulo César Farias, feitas por Pedro Collor de Mello, irmão de Fernando Collor, culminaram com um processo de impugnação de mandato. O processo, antes de aprovado, fez com que o Presidente renunciasse ao cargo em 2 de outubro de 1992, deixando-o para seu vice Itamar Franco. Aí veio o Plano Real.

Como podemos desfazer esse erro que o Plano Real não contemplou? Simplesmente isentando de impostos diretos a todos os que foram punidos, devolvendo-lhes o poder aquisitivo que tinham na época e paralizando os processos entre povo e entidades públicas, fazendo pagar o atrasado dessa expropriação e os valores que estão disputando na justiça.

Parece uma loucura fazer isso, pois ultrapassa o valor de um PIB atual! Entretanto, temos um Supercomputador na Receita Federal capaz de cruzar todos os dados da economia e emitir guias tributárias ex-officio; podemos utilizá-lo para fazer esses ajustes aos poucos, em seis anos, com simulação prévia do que deve ser feito em cada mês, com base em meu sistema de IMPOSTO ZERO. Essa simulação evitará injetar no giro econômico valores que possam desestabilizar os negócios, permitindo investimentos privados e público-privados.

Mais detalhes se econtram no BLOG e em

Domestique o supertiranossauro da super-receita

sábado, 25 de dezembro de 2010

O OURO IMPRESTÁVEL

PARA O NATAL, UM CONTO DE RÉIS ? 1$000.000 réis?
 
ANTECEDENTES- Isto é uma ficção envolvendo o Mago Gaspar. Ele era Rei. Mas não era o terceiro dos famosos Reis Magos Belchior, Baltazar e Gaspar... Era Gaspar van den Star, Primeiro e maior corretor de ouro das Bolsas Gelb. Seus maiores clientes eram Bildenbergs, Rotschilds, Rockfellers, Morgans e similares. Tinha trânsito livre na London City, Zurich Hausen, Amsterdan und Frankfurt Strasses. Às vezes estava também na Fifth Avenue ou nos Elisés de Paris. Tinha acesso à secreta senha dos Nove. Era da confiança do Klan das 300 Familys. Basta!
 
OS FATOS:
1- REAL AVENTURA
Um dia Gasparzinho resolveu dar o golpe de mestre que criatura alguma superaria. Guardou o segredo total de sua estrepolia.
Começou copiando as assinaturas dos Nove Golden Keys. Formou esse conjunto em um documento em letras douradas, autorizando Gaspar van den Star para percorrer todos os depósitos secretos do World Golden Archive.
Eram mais de 2.000 cofres de subsolo, com uma média de 150 pilhas de barrinhas de ouro de mais de 80 cm de altura. Aparecia sozinho e exibia o documento com uma série de folhas de cofres já visitados, pedindo o sigilo máximo, pois era missão secreta. Fazia os gerentes de guarda conferirem suas referências perguntando a seus superiores se Gaspar van den Star era da confiança do World Golden Archive. Entrava e retirava uma barrinha de ouro de 500 g de cada pilha e saía exigindo um carimbo de registro de entrada e saída para que ele assim provasse ter feito a medição que estava registrada em seu computador portátil que puxava como malinha de viagem sobre rodas. É evidente que as barrinhas estavam ali bem guardadas.
Quando acabou de percorrer os depósitos, viajando e reunindo o ouro nos arredores de Haia estava com nada menos que 150 toneladas de ouro cobrindo o chão de 5 carrocerias de caminhão automático operado por robôs. Por cima colocou dez centímetros de aparas de ferro lixo de indústrias.
Com a mesma exibição de segurança e documentação para trânsito nas rodovias da Europa atravessou para a Deutchland no rumo da Floresta Negra...
 
2- A DESVENTURA
Foi aí que o Aquecimento Global fez entrar van den Star na maior gelada de todos os tempos... Até os guardas estavam sob a neve. Gaspar não conseguia avançar. Quando seu caminhão escorregou e caíu em uma valeta, os outros quatro robôs o seguiram com todo o peso de 120 toneladas empurrando tudo para dentro da valeta na montanha de neve e mais neve continuou caindo em cima. Empurrou a neve abrindo a porta para sair do caminhão e saíu para a estrada. Bracejou uma dezena de metros dentro da tempestade. Já estava enrijecido quando foi encontrado por um helicóptero de resgate, foi descongelado e levado à chefatura para explicar o que estava fazendo ali. Aí foi verificar que seus documentos verdadeiros tinham ficado em Haia.
Tentou esconder sua aventura.
Teve uma alta febre e delirava.
Foi levado a um hospital. Recebeu injeções de glicose, teve balão de oxigênio, e ficou alguns dias na UTI. No delírio ele dizia que havia roubado 150 toneladas de ouro. Diziam os médicos: Coitado! Está com os miolos imprestáveis! Sem documentos e com as mãos congeladas com os dedos gangrenados, sem identidade... Esperemos que sobreviva.
 
3- INTERLÚDIO
Os caminhões, enquanto isso, foram removidos para outro páteo de carros recolhidos, à espera de serem reclamados. Havia apenas uma nota de "Sucata de ferro" endereçada a uma fundição de aço inexistente. O tempo passou. Um dia foram leiloados como sucata.
O louco sobreviveu, descongelou e continuava internado. Quanto mais garantia que era van den Star e havia roubado toneladas de ouro, mais certeza tinham de que estava louco. Um dia ludibriou o pessoal da segurança e fugiu para a rua. Escondeu-se. Comeu sandwiches e procurou saber como chegar aos seus caminhões de ouro. Procurou por notícias que a imprensa poderia estar dando a respeito. E Nada! Nada se dizia a respeito do ouro.
Aos poucos foi tomando consciência de sua situação. Se achasse o ouro, que faria dele? Como conseguiria usar aquele monstruoso tesouro? Onde o esconderia? Que faria se fôsse agarrado com o bico na botija? Sem saída nenhuma, resolveu telefonar ao seu escritório e entregar-se à Interpol.
Não acreditou em seus ouvidos! Respondeu-lhe o corretor número três, que havia assumido o escritório após terem levado à cadeia o número dois como havendo sumido com o cadáver de Gaspar! Insistiu que era ele, Gaspar! A frieza da resposta foi mais gelada que a sofrida no caminhão: Venha até aqui! Nós vamos conferir se é mesmo!
Achou melhor dirigir-se à Polícia.
Após longo interrogatório, viu o delegado com um papel de "procura-se"... Um louco fugido do hospício...
Levado a uma cela, pouco depois foi retirado. O delegado lhe deu um telefone ligado a um dos Bilders para conversarem a respeito... Ouviu a risada do outro lado: Agora vão aparecer impostores dizendo que são van den Star? Não será acreditado! O caso já se encerrou como nos convém!
Insistiu que havia retirado cinco caminhões de barras de ouro dos Archives.
Responde do outro lado alguém que desliga ao concluir: Mesmo que esse ouro apareça, não poderemos saber se é dos Arquivos... É melhor que não apareça... Não nos convém. Lá ninguém vai notar a falta. Fique com ele e suma sem deixar sinal, pois ninguém vai acreditar que roubaram de nossos Arquivos. O assassino já confessou e você é impostor. Se não é, sabe muito bem como são tratados aqueles que nos traem...
Perplexo, pede ao delegado que o ajudem a achar os caminhões de ouro.
O caso sobe à Chefatura Geral que intenta levar adiante a investigação e recebe uma informação confidencial para encerrar o caso sem mexer com tão alto poder. "Você tem que ser politicamente correto. Se não convém aos donos do ouro, pare por aí."
 
4- CONCLUSÃO
Mais tarde, em camisa de força dá entrada no Hospício de onde havia fugido e começa a ruminar: Ouro imprestável! Vivi a vida toda envolto nessa ilusão! Só fazia manobras sujas para eles... Ora fazia abaixar o valor do ouro para que eles comprassem, ora fazia subir para que os tolos mantivessem acesa a crença no seu valor... É possível que seja bem melhor esquecer disso! Que poderia fazer com esses caminhões de ouro, se os reencontrar?
 
Revirou-se na cama sem dormir e prosseguiu sua avaliação:
Para que servem todas aquelas pilhas de barras de ouro que eu visitei? Alguém, algum dia, em algum lugar, poderá fazer algo com tudo aquilo? Quem são realmente os seus donos? Esses donos, se nem podem notar a retirada de meio quilo de cada pilha, nem podem fazer algum uso do que está lá... Não devem ter a menor noção do que está guardado, quanto é, quantos crimes se converteram nesse ouro...  Nem esse ouro será usado como garantia dos dinheiros emitidos pelos Bancos... Nem governo algum poderá retirar e aplicar para sarar a miséria dos povos...
 
Aterrorizado, tira a conclusão: Isto não é humanamente racional! Só estranhos ao nosso mundo podem ter conseguido essa loucura! Fomos nós que a executamos! E querem que digamos que nós assumimos a culpa! É igual à feitura das Bombas de Hidrogênio: temos nos depósitos o suficiente para matar 30 humanidades! Mas existe só uma! Assim também, ali deve haver ouro para enriquecer 30 humanidades...
 
Mais uma revirada na cama e tira nova conclusão:
Tanto essas bombas quanto essa riqueza sem medida não servem nem para matar nem para salvar os seres humanos! São armas e ouro IMPRESTÁVEIS! Amanhã todos os caçadores de escravos, como fui eu, será Natal e estarão dizendo Merry Cristmas, da boca pra fora.
Segue-se silêncio de ouro... de aço... de sucata... Sei lá!
 
5- APÓS O FIM
Na manhã seguinte foi encontrado enforcado pendurado do lustre com uma corda que teceu com um lençol que rasgou. Por certo foi conferir quem são os donos do ouro tão badalado e tão imprestável.
Lá do outro lado da Ilusão encontrou com os autores da Áurea Comédia, nada divina, nem de Dantes Alighieris (nem depois, os que ali não eram)...
Surpresa! Cercado de répteis...
Perguntou: Vocês são os donos de tanto ouro? Vocês o comem?
Alguém de voz cavernosa responde: Pra nós é Imprestável! Só serve de isca pra alucinar nossos candidatos a churrasquinho! Seu lombinho é tanto mais gostoso quanto mais haja sido engordado de alucinações, ambições e crimes.
 
6 - Assim o banquete das Trevas prossegue na longa noite. É Natal. Muitos banquetes comemoram que é Natal.
Sim! É NATAL!
Para todos os NATAIS Alguém nos disse: Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará. Também disse: Virei no tempo certo para separar o Joio do Trigo! Passarão o Céu e a Terra e o outro Céu que está por trás deste, mas as minhas palavras não passarão!
Se quiser entender melhor, e não quer abrir a Bíblia, damos algumas pílulas para leitura em