domingo, 1 de abril de 2012

TRINTA E UM DE MARÇO

Assunto: [emdireitabrasil] Msg 0148 - Homenagem ao Marechal Castelo Branco
 ( emdireitabrasil@yahoogrupos.com.br)
Data: Sábado, 31 de Março de 2012, 17:03

Por Gen Ex Domingos Miguel Antonio Gazzineo - 30 Mar 2012 – Av Beira Mar em Fortaleza.

Cumprindo uma tradição, estamos aqui reunidos para reverenciar a memória da insigne figura do MARECHAL HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO e para evocar a data de 31 de março de 1964, quando, atendendo aos anseios do povo brasileiro, demos um basta na corja de comunistas que estava perto de se apoderar da nossa Pátria para aqui instalar uma ditadura marxista-leninista, sob os auspícios e patrocínio de países totalitários estrangeiros.
Cometem um erro crasso aqueles que intentam estimular a cisão entre os militares de ontem e de hoje, entre ativa e reserva ou entre comandados e comandantes. Esquecem que somos um todo indivisível.
 
Por tudo isto, estamos aqui, de cabeça erguida, sem temor das intimidações e das ameaças de punições indevidas e ilegais, para em alto e bom som exaltarmos os feitos da Revolução Democrática de 31 de março e do nosso Insigne Chefe
 
MARECHAL HUMBERTO DE ALENCAR CASTELLO BRANCO.

Nascido em 20 de setembro de 1897, em Fortaleza, herdando a têmpera do nordestino, com raízes na família ilustre de José de Alencar, iniciou a carreira das armas na Escola Militar de Rio Pardo, Rio Grande do Sul, ingressando na Escola Militar de Realengo de onde foi declarado Aspirante da Arma de Infantaria em 1921 e para onde regressou como instrutor em 1927. Ainda Capitão realizou o curso da Escola Superior de Guerra da França. Como Oficial Superior foi chefe da Seção de Operações da Força Expedicionária Brasileira na Itália, planejando as operações de guerra dos nossos pracinhas e publicou vários ensaios de assuntos doutrinários. Como Oficial-General foi Diretor de Ensino da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, comandou a 10ª, a 8ª Região Militar e o IV Exército, onde se dedicou ao profundo conhecimento das realidades do semiárido e da amazônia.

O tumultuado ano de 1964 o encontrou como Chefe do Estado-Maior do Exército, de onde, face aos desmandos, desordens e atos subversivos promovidos pelo próprio governo, exercitou o controle e a orientação do conjunto de nossas tropas expedindo sábias diretrizes que mantiveram a coesão de um tropa acossada pela sanha dos marxistas, que já se julgavam detentores do poder. Um de seus mais eloquentes princípios doutrinários, totalmente válido até o momento atual, é enfático:
"AS FORÇAS ARMADAS NÃO SERVEM AOS GOVERNOS, AS FORÇAS ARMADAS SERVEM AO ESTADO".

Como o líder que despontava, foi o ícone e o amálgama que congregou as Forças Armadas para, atendendo às exigência da sociedade, igreja, imprensa, classes produtoras, intelectuais e de todo o povo, sem qualquer ato de violência, fazer debandar o ilusório esquema que pervertia a vida nacional.
Como consequência da sua inconteste liderança, das suas qualidades e do seu preparo, foi eleito pelo Congresso Nacional o 26º Presidente do Brasil, cargo que assumiu em 15 de abril de 1964.

Recebeu um País destroçado, inflação beirando os cem por cento, sistema produtivo emperrado pelas lutas de classes, funcionamento da administração entravada e tantas outras mazelas.
Com um governo montado em bases de competência e seriedade e sob a sua firme liderança foi possível em pouco tempo mudar a face da Nação, debelando a inflação galopante, implementando profundas reformas, regularizando o sistema econômico, o sistema político, o sistema produtivo e o funcionamento das atividades administrativas, medidas que serviram de bases para impulsionar o futuro de progresso que o Brasil experimentou nos períodos seguintes.

Apenas como exemplos da profícua atuação de seu governo, podemos citar, entre tantos outros importantes feitos:
- a criação do Banco Central do Brasil, do Banco Nacional da Habitação, da Polícia Federal, da Casa da Moeda, da Zona Franca de Manaus. A modernização das bases legais, instituindo o Código Tributário, o Código de Mineração, o Estatuto da Terra, o Código Eleitoral a criação do bipartidarismo, a reforma das Forças Armadas etc.

Como justa homenagem ao insígne Chefe vale ressaltar o seu caráter impoluto e toda uma vida de correção dedicada ao serviço da Pátria e do Exército. Militar austero e exigente mas profundamente humano. Graças à sua profunda convicção democrática e à sua firme liderança a nossa Revolução não descambou para extremos atos de violência como em outros países. A sua grande aspiração era, ao final de seu governo, deixar um país totalmente regularizado em sua vida democrática. Lamentavelmente a sanha dos subversivos, iniciando os atos de terrorismo, impediu que isto acontecesse, entretanto, entregou ao seu sucessor o Brasil com uma nova Constituição, os Poderes Constituídos em pleno funcionamento e todos os Atos Institucionais revogados.

Um triste acidente o fez sucumbir sob os céus do seu Estado, onde seu corpo, junto à de sua amada d. Argentina, permanece velado no monumento erguido em sua homenagem. Rogamos ao Bom Deus, que nos privou muito cedo de sua ainda necessária atuação, pelo menos a Benção para que o seu espírito possa influenciar os nossos dirigentes, a fim de livrar-nos desse atoleiro moral e ético a que estamos submetidos.

Castelo Branco morreu, logo após deixar o poder, em um acidente aéreo, mal explicado nos inquéritos militares, ocorrido em 18 de julho de 1967. Um caça T-33 da FAB atingiu a cauda do Piper Aztec PA 23, no qual Castelo Branco viajava, fazendo com que o PA-23 caísse deixando apenas um sobrevivente. (wikipédia)
 
Presidentes Militares:
Castelo Branco
Mandato: 15/04/1964 a 15/03/1967
Arthur da Costa e Silva
Mandato: 15/3/1967 a 31/8/1969
Junta Governativa provisória
Mandato: 31/08/1969 a 30 de outubro de 1969
Formada por: 
- Aurélio de Lira Tavares, ministro do Exército;
- Augusto Rademaker, ministro da Marinha, e
- Márcio Melo, ministro da Aeronáutica.
 Emílio Garrastazu Médici
Mandato: 30/10/1969 a 15/3/1974
Ernesto Geisel
Mandato: 15/03/1974 a 15/03/1979
João Baptista Figueiredo
Mandato: 15/03/1979 a 15/03/1985
 
COMENTÁRIO:
COMO DE OUTRAS VEZES ANTES, TENHAMOS A CERTEZA DE QUE AS FORÇAS ARMADAS TOMARÃO A FRENTE ASSIM QUE SE MOSTRE QUE OS GOVERNANTES PERDERAM O CONTROLE.
 
Mais opiniões nossas neste BLOG e nos resumos http://pt.shvoong.com/writers/ramacheng
 

sábado, 31 de março de 2012

COMO CHEGAR À DEMOCRACIA PLENA?

TRABALHO EM GRUPO? SIM! MAS SEM ESCRAVOCRATAS DIRIGINDO OS GRUPOS!
 
CAROS MEMBROS DO GRUPO DE ESTUDOS AVANÇADOS,
 
Obrigado pelas informações que continuam chegando. E pelos arquivos de endereços.
Vamos falar hoje do problema básico que me estão propondo hoje:
Todos afirmam que temos que trabalhar em Grupo, para que tenhamos força e sejamos ouvidos.
 
Todos os dias sou convidado a entrar em uma rede social, em uma lista, em uma campanha para mudar algum diretório, ou eleger a oposição em alguma área política ou econômica, ou religiosa, social, educacional, naturista, etc. e todos acabam dizendo diretamente: "Eu preciso de xxxx votos..."
 
Acho que já deixei bem clara a minha forma de entender os grupos - Cada um está visando levar a mim e mais pessoas pra sua senzala! Sou contra a manutenção da Senzala.
Mudar as pessoas para que ocupem o mesmo espaço escravocrata sem que essa diretriz de escravizar seja abolida... Não é comigo!
 
De fato é necessário que encontremos o modo correto de abordar as pessoas e os grupos. É necessário entrar no campo emocional para ser ouvido. Mas, prosseguiremos atingindo o campo racional para que haja resultados lógicos.
 
A análise constante do Grupo de Estudos é que vivemos desde a mais remota antiguidade sob um Regime de escravidão total - uns exigem que lhes obedeçam e a grande maioria está viciada em ter dono e espera que alguém lhes queira obter a adesão, assuma o papel de "pai" e só chicoteie com rigor progressivo. Quem isso fizer, terá adesões e será Guru, Senhor, Presidente, Rei, Ditador, Líder, etc.
 
Pergunto novamente:
 
Como devemos fazer para mudar esse quadro deprimente de viciados em Senzala?
Não desejo nem um pouco ter escravos, muito menos ainda, ser "mais um" na senzala de alguém! Desejo, sim, chegar com todos à liberdade, que só se alcança com o Conhecimento.
Nunca aceitarei essas manhas kapetinas de envolver-me para virar escravo.
 
Pensem comigo:
1) Como podemos motivar os atuais escravos para sairem da Senzala?
2) Como convencer a esses reterógrados feudais a deixar que sejamos livres?
3) Como apresentar nosso projeto, a esse mundo de alienados pelos sistemas de manadas manejadas, para irmos juntos para a Democracia com Verdade, liberdade para prosperar, mérito reconhecido a todos e respeito às conquistas honestas?
 
SABEMOS QUE O AVANÇO PELO MUNDO DA AUTOMAÇÃO ESTÁ LIBERTANDO PELO DESEMPREGO.
SABEMOS QUE A INFORMAÇÃO INFORMATIZADA ESTÁ CHEGANDO MAIS RÁPIDO A TODOS.
 
O QUE FALTA É QUE AS PESSOAS ESTUDEM MAIS E ASSUMAM A RESPONSBILIDADE DE EXAMINAR AS INFORMAÇÕES PARA TER A LIBERTAÇÃO E PASSEM A UNIR AS FORÇAS COM MAIS GENTE QUE TAMBÉM DESEJE SER LIVRE.
 
QUEM VAI PODER GARANTIR QUE PODEMOS CHEGAR LÁ?
O PRESIDENTE AMERICANO BARACK OBAMA RESPONDEU NO DIA DO VETERANO QUE NÓS PODEMOS VOTAR, NÃO PORQUE TEMOS POLÍTICOS, MAS PORQUE TEMOS SOLDADOS...
CONCLUIREMOS
"NÃO TEMOS DEMOCRACIA PLENA PORQUE OS NOSSOS SOLDADOS NÃO NOS GARANTEM ESSA DEMOCRACIA PLENA".
QUANDO NOSSAS FORÇAS ARMADAS SE DISPUSEREM A GARANTIR NOSSOS DIREITOS DE SER LIVRES E FICAREM À PORTA DAS ESCOLAS PARA GARANTIR QUE OS PROFESSORES ENSINEM A VERDADE, O MÉRITO, O CAMINHO DE PROSPERAR E O RESPEITO À PROPRIEDADE
 
NESSE DIA ESTAREMOS CAMINHANDO A PASSOS LARGOS PARA A DEMOCRACIA PLENA, com saúde, segurança e rendas para todos.
 
 
 

sexta-feira, 30 de março de 2012

CASO HERZOG

Comissão da OEA investiga Brasil por caso Herzog

País foi notificado oficialmente e terá cerca de dois meses para explicar por que não puniu o assassinato do jornalista, morto no DOI-Codi de São Paulo, em 1975

29 de março de 2012 | 13h 00
Wilson Tosta, de O Estado de S.Paulo

Ampliado às 13h15

RIO - A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) sediada em Washington (EUA), abriu oficialmente processo para investigar por que o Brasil não puniu o assassinato sob tortura por agentes do DOI-Codi de São Paulo, em 25 de outubro de 1975, do jornalista Vladimir Herzog. O País foi notificado na última terça-feira, 20, da denúncia apresentada pelo Centro pela Justiça e o Direito Internacional (CEJIL), pela Fundação Interamericana de Defesa dos Direitos Humanos (FIDDH), pelo Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo e pelo Centro Santo Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo.

Agora, o Brasil deverá ter cerca de dois meses para se defender. Se considerar que essas explicações são insuficientes, a Comissão poderá remeter o processo para a Corte Interamericana de Direitos Humanos, onde o Brasil poderá ser condenado. Isso já aconteceu anteriormente: em dezembro de 2010, o Estado brasileiro foi condenado pela Corte por violações de direitos humanos ocorridas na repressão à Guerrilha do Araguaia (1972-1975).

No começo de março, reportagem do Estado mostrou que documento divulgado pelo deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) traria novas informações sobre a morte de Herzog. Uma carta enviada em 23 de janeiro do ano seguinte pelo general Newton Cruz ao general João Figueiredo, chefe dele no Serviço Nacional de Informações (SNI), serviria como mais uma prova de que a famosa foto do jornalista enforcado dentro da cela, divulgada pelos militares, foi manipulada pela ditadura.

Já na época da morte se questionou que o corpo não estava suspenso: os joelhos estavam dobrados no chão, um dos argumentos que derrubaram em 1975 a versão do suicídio. Mas a foto divulgada naquele ano pelo Instituto de Criminalística não exibia a parte superior das barras, para dificultar a compreensão de que Herzog foi amarrado e não se amarrou.

COMENTÁRIOS
1. Eu gostaria mesmo que o caso fôsse investigado até o fundo.
2. Quem conhece o método Trotzky de "Revolução permanente" que ensina que após alcançar o poder, quem está no alto pode ser derrubado ou morto porque a revolução deve prosseguir, tem todo o direito de desconfiar que eram os camaradas queimando arquivos inconvenientes.
3. Os boatos que correram na época é de que os militares não quiseram prosseguir a investigação porque foi "uma falha da polícia que não conseguiu identificar um amigo de Herzog que o teria visitado naquela noite após pedir para ir confortá-lo" e não quiseram assumir a falha publicamente. Mais tarde aceitaram que a polícia era responsável pela guarda do preso, mas nada tinha com sua morte.
4. Ouvi pessoalmente de líderes putralhas na época que "havia sido uma bênção para os rebeldes essa morte, porque Wladimir era judeu, burguês, escrevia muito bem e, pior de tudo, ele era contra o terrorismo e a tomada do poder pela violência. Assim podiam tirar todo o proveito possível dessa morte, atirando a culpa aos militares e ainda livrando-se de um camara inconveniente..." 
5. Alguém afirmou também que a foto foi montagem, pois ele havia sido encontrado no chão, com o cinto enforcando-o, e sem sinais de nenhuma luta, tortura ou outro ferimento, e com a cela destrancada.
Eu gostaria que isso pudesse ser tirado a limpo.