sexta-feira, 9 de maio de 2008

EFEITO ESTUFA E AS GRANDES MENTIRAS DE AL GORE

 A GRANDE MENTIRA DE AL GORE

AUTORES – Rama & Xeng

 

Resumo – Há razões materiais para tomar outras providências?

Sim! Da análise lógica dos fenômenos envolvidos no Aquecimento Global achamos Dez Razões PARA A AÇÃO.

 

  1. Não é verdade que o petróleo vai acabar. Ele é de origem química e física produzido a grande profundidade e aflora constantemente. Teremos que desenvolver as máquinas sem consumo de nada para Economizar Petróleo e torná-lo em uma commodity barata e sob controle.
  2. Não é verdade que o CO2 é culpado pelo derretimento das Geleiras. O ciclo cósmico de esfriamento do Universo, a queda de materiais sobre a crosta são os responsáveis e o CO2 é o alimento das brotações vegetais. Só o metano, não absorvido, é ruim e ativará os incêndios florestais de modo alucinante.
  3. Não é verdade que os atos humanos causam o aquecimento Global. É a omissão da informação o ato humano que nos vai impedir a defesa correta.
  4. Não é verdade que as florestas velhas seqüestram carbono. São somente as brotações novas. As florestas tropicais velhas produzem mais metano. Teremos que intervir com uso sustentável de madeiras e resíduos.
  5. Não é verdade que a Humanidade corre perigo de acabar porque existe proteção superior. Essas mentiras são apenas instrumentos do escravismo orquestrado para continuar escravizando.
  6. Não é também verdade que o Perigo que corremos seja pequeno. Ele provém de um poder trevoso que manda em tudo.
  7. Não é verdade que álcool, bio-diesel e hidroelétricas são Energias Limpas porque elas destroem a Natureza e mantêm o escravismo sem solução.
  8. Não é verdade que precisamos gastar trilhões de dólares para proteger a Humanidade do que vai acontecer. Ao contrário: se libertarmos a todos do escravismo com informação correta, O LUCRO DAS GRANDES SOCIEDADES DE CAPITAIS CRESCERÁ e acabarão os perigos da explosão demográfica e do colapso financeiro.
  9. Não é verdade que os governos ignoram TUDO sobre esses temas. É que eles estão sob controle mental de forças tenebrosas infiltradas na Terra.
  10. Não é verdade que estamos sós e só nós seremos responsáveis pelo desastre.

 

Outras mentiras em circulação completam um quadro de Ignorância geral e será de fato Muito Difícil evitar grande perda de população nos eventos por vir. Entretanto é possível a desmontagem das mentiras. Demanda muita coragem enfrentar as forças que acham que tiram proveito delas E POR ISSO NÃO NOS OUVEM.

 

De nosso esforço em unir os homens de boa vontade teremos algum mérito. De nossa omissão conivente com o escravismo teremos as piores conseqüências que podemos esperar.

 

O QUE FAZER?

 

PRIMEIRO – INFORMAR A VERDADE.

 SEGUNDO – UNIR OS CONTRÁRIOS EM UMA SOCIEDADE PLANETÁRIA PARA INVESTIR EM QUALIDADE DE VIDA CRESCENTE MEDIANTE A INCLUSÃO DE TODOS NO CONSUMO.

 

ISSO INTERESSA AOS DOIS LADOS! PORTANTO TERÁ QUE ACONTECER.

 

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quinta-feira, 8 de maio de 2008

O PRINCIPE- Maquiavel

O PRINCIPE

Autor – Nicolau Maquiavel

 

Palavras prévias - Chamamos de “maquiavelismo” a estes “Conselhos ao Magnífico Lourenço de Médicis” escritos entre 1512 e 1517 em forma de carta.

Já faz bastante tempo que identifico este livro como uma das perversões do livro de SUN BIN, “Arte da Guerra” escrito na China na época dos Reis Guerreiros, ao redor de 300 AC. Teria vindo de lá com Marco Pólo para a Itália. Depois de Maquiavel, Montesquieu usou esses conselhos para aprovar os Reis Sol. Um nobre da Corte da França de nome July escreveu a ficção “Diálogos de Mefisto” imaginando Maquiavel e Montesquieu no Inferno planejando com o Rei das Trevas a vinda de um Grande Ditador. Esses Planos foram reescritos pelo general Kolchak na resistência russa aos bolchevistas acusando-os desse Projeto Diabólico. Pouco depois Hitler copiou esse Diálogo atribuindo o Projeto aos Judeus (Protocolos dos Sábios de Sião) para fazer a perseguição.

 

O livro de Maquiavel contém 26 capítulos:

I - De quantas espécies são os principados e de que modo se adquirem (hereditários, novos ou mistos).

II - Os principados hereditários (são fáceis de conservar e recuperar porque seu povo já está acostumado com a família).

III - Dos principados mistos (Estes exigem habilidade e força, o que ele chama de “virtu”).

IV - Por que motivo o reino de Dario que foi ocupado por Alexandre não se rebelou contra os sucessores do macedônio após a morte dele (Explica o “conselheiro” que eram povos difíceis de conquistar, mas fáceis de conservar e por isso mais tarde os romanos aproveitaram esse conhecimento e os dominaram).

V - Como se devem governar as cidades ou principados que antes de serem ocupados se regiam por leis próprias (O Príncipe ou os destrói, ou lhes deixa as leis, ou estabelece poucos governantes fiéis. Os conselhos são evidentes de aproveitar ao máximo o que puder).

VI - Dos principados novos que se conquistam com as próprias armas e valor (confiar em sua força e pouco na sorte).

VII - Os que se conquistam com a fortuna de outrem (Aconselha recorrer à astúcia para que esse outrem não venha a derrubá-lo).

VIII - Dos que chegaram ao principado por meio de crime (O príncipe carecerá de estar sempre de espada em punho).

IX - Do principado civil (Com meias palavras ensina a fazer ditaduras: nas repúblicas pode resultar de astúcia afortunada).

X - Como se devem medir as forças de todos os principados (se tem recursos, deve pagar uma boa tropa, mas se não tem suficientes recursos deve fortificar sua cidade e abandonar os campos).

XI - Dos principados eclesiásticos (as antigas instituições religiosas lhes garantem o poder, seja qual for seu comportamento).

XII - Dos soldados mercenários e das espécies de milícias (próprias, mercenárias, auxiliares ou mistas; há boas leis onde há bons exércitos; só com exércitos próprios há sucesso).

XIII - Das tropas auxiliares mistas e próprias (tropas auxiliares são perigosas se perdem e se ganham também).

XIV - Dos deveres de um príncipe no tocante à milícia (um príncipe não pode cultivar outra arte a não ser a da guerra e na paz acumular cabedais para quando vier o infortúnio estar bem armado).

XV - Das coisas pelas quais os homens e mormente os príncipes são louvados ou censurados (num mundo de perversos, seguir a bondade leva à perdição; o príncipe tem que aprender a não ser bom em caso de necessidade).

XVI - Da prodigalidade e da parcimônia (passar por liberal sem o ser, será odioso ao sobrecarregar de impostos; é melhor passar por avarento mesmo esbanjando).

XVII - Da crueldade e da clemência e sobre se é melhor ser amado ou ser temido (um príncipe não se deve afligir por ter fama de sanguinário e deve ser amado e temido ao mesmo tempo).

XVIII - De que maneira os príncipes devem cumprir as suas promessas (mesmo não cumprindo as promessas triunfa a astúcia para iludir aos outros).

XIX - Como se deve evitar o desprezo e o ódio (agradar ao povo e não desesperar os grandes é o grande maquiavelismo).

XX - Sobre a utilidade ou não das fortalezas e de outros meios usados pelos príncipes (manter o povo armado é mais seguro para o príncipe).

XXI - Como se deve portar um príncipe para ser estimado (Exibir grandes empreendimentos, ações raras, festas).

XXII - Os secretários dos príncipes (escolher bons e fiéis ministros).

XXIII - Como evitar os aduladores (fazê-los entender que queremos ouvir a verdade).

XXIV - Por que motivo os príncipes da Itália perderam os seus estados (não conheciam estes conselhos).

XXV - A influência da fortuna sobre as coisas humanas e o modo como devemos contrastá-la quando ela nos é adversa (prevenir-se garante contra má sorte).

XVI - Exortação a libertar a Itália dos bárbaros (é na miséria dos povos que podem aparecer libertadores).

 

Até hoje Maquiavel tem seguidores em toda parte. Não é sem razão que as terras da Itália registraram os mais sofisticados grupos de criminosos bem organizados e deles surgiu Gramsci repassando e unindo as fórmulas maquiavélicas com os métodos do bolchevismo russo, aconselhando as mesmas artimanhas como uma necessidade dos poderosos. A maior dificuldade do crime organizado é que se autodevora e só subsistem mafiosos recrutando novos serviçais e sendo mortos pelos mais astuciosos e violentos.

 

O marxismo não teve que inventar suas fórmulas – é bem pouco original mandar destruir as crenças em Forças superiores, moral, caráter, família, Pátria e direitos de prosperar, respeito aos melhores e à propriedade privada honesta sem limites.

 

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domingo, 4 de maio de 2008

RESPOSTA AO MANIFESTO COMUNISTA

RESUMO – O MANIFESTO DE MARX E ENGELS PROPÕE UMA DITADURA EM NOME DA MAIORIA. Aqui temos uma sinopse das teorias que discutem os fins do Estado. Optamos pelos fins DEMOCRÁTICOS.

 

Passamos a palavra ao livro “O ESTADO É MEIO E NÃO FIM”.

Autor – Ataliba Nogueira

 

O Manifesto do Partido Comunista propõe a Ditadura da Maioria Sem Nada. Porém, o Estado de Direito será MEIO para realizar os Direitos da Pessoa.

Este livro traz quatro teorias a respeito: Negadores do fim do Estado; Panestatismos; Individualismos; Teoria dos Fins Intermediários.

Capítulo I – TEORIAS NEGADORAS DO FIM NATURAL DO ESTADO – Positivismos, Anarquismo, Comunismo, Haller, Montesquieu e outros como Maquiavel que aceitam que o Estado surge pela vontade de indivíduos e assim é mantido.

Capítulo II – PANESTATISMOS – Tudo é para o Estado – São os Totalitarismos, Integralismo, Fascismo, Nazismo, e resultantes das teorias de Hobbes, Rousseau, Hegel, Marx. Temos que contestar, pois o homem não pertence ao Estado como a folha pertence à árvore. Não são os indivíduos emanados do Estado, porém estes é que fazem o Estado para harmonizar as diferenças e servir de meio para a realização do ser humano.

Capítulo III – INDIVIDUALISMO – Há três ramos do liberalismo: 1. Com Adam Smith se dizia que o estado existe para garantir liberdade econômica. 2. Não é só liberdade econômica, mas das pessoas, segundo Imannuel Kant. 3. Com Spencer e a teoria da luta pela vida o estado seria para assegurar esse direito. O autor diz que o individualismo não tem o direito de destruir a moralidade pública, devendo ser limitados os excessos do liberalismo mediante leis democráticas.

Capítulo IV – TEORIA DO FIM INTERMEDIÁRIO – O homem é um ser social. Assim, o fim do Estado é a prosperidade pública. Há que definir as condições dessa prosperidade. O autor critica que se o Estado tem seu fim próprio a Burocracia se instala e volta a escravizar. É necessário garantir participação de todos sem violências e com pouca intervenção.

Capítulo V – CONCLUSÕES – Temos que distinguir Nação de Estado. Estado é a Organização Jurídica para garantir os direitos dos cidadãos. Nação é o conjunto das famílias, pessoas e empresas, independente de território, que possuem elementos de união. O Estado é órgão emanado da Nação e tem como limite de sua ação servir de meio para realizar o bem dos cidadãos. Esse é seu fim natural. Não pode sobrepor sua burocracia para impedir a livre realização pessoal de seus cidadãos que têm direito à vida, à verdade, à prosperidade honesta e à segurança como pessoas, famílias, grupos, empresas, etnias, povos, sem restrições e sem violência de grupos, ou falsidades e tratamentos arbitrários.

 

Está em tempo de tomar providências para que sobreviva a DEMOCRACIA  em nosso País, Pátria de muitos povos, imenso território rico, que só será respeitado por todos se for democrático, assegurando paz, soberania, continuidade do direito das pessoas, das famílias, das crenças, direito à verdade, à segurança e à prosperidade de todos sem falsidades e sem imposições, ou os confiscos e a  instabilidade como vivemos hoje.

 

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