domingo, 16 de dezembro de 2012

FALSIDADE DO SISTEMA OU DA URNA?


O QUE É FALSO
parte da comunidade de informática brasileira interessada em eleições e voto eletrônico passou anos tentando mostrar ao TSE, autoridade eleitoral nacional, que havia uma [isso, uma] coisa errada no sistema eleitoral brasileiro e que esta “coisa” era o sistema como um todo, e não somente a urna eletrônica brasileira.
Um comitê multidisciplinar independente enfrentou o problema ao analisar o sistema eleitoral brasileiro e concluiu, em 2009, que… 
1. além do sistema de apuração rápida, que oferece aos brasileiros, o TSE deveria propiciar um sistema eleitoral de apuração conferível pela sociedade civil; 
2. há exagerada concentração de poderes no processo eleitoral brasileiro e 
3. no atual sistema eleitoral brasileiro é impossível para os representantes da sociedade conferir e auditar o resultado da apuração eletrônica dos votos.
O comitê recomendou que se tomassem providências para 
1. Propiciar separação mais clara de responsabilidades nas tarefas de normatizar, administrar e auditar o processo eleitoral brasileiro, deixando à Justiça Eleitoral apenas a tarefa de julgar o contencioso; 
2. Possibilitar auditoria dos resultados eleitorais de forma totalmente independente das pessoas envolvidas na sua administração, e 
3. Regulamentar detalhadamente o Princípio de Independência do Software em Sistemas Eleitorais, expresso na Lei 12.034/09, definindo claramente as regras de auditoria com o Voto Impresso Conferível pelo Eleitor. detalhes e mais links sobre o assunto neste link.
De 2009 pra cá, como antes das recomendações do comitê, nada de significativo foi feito para mudar o processo eleitoral. o mantra repetido pelo TSE, que confia na sua informática, é que as eleições brasileiras estão acima de qualquer suspeita.
Antes das últimas eleições, um grupo de pesquisadores liderado por diego aranha, da UnB, descobriu como quebrar o sigilo da urna. Para minimizar o problema, o TSE afirmou que nada havia sido “quebrado” e que era apenas mais um aspecto da urna que deveria ser melhorado. Para o presidente do TSE, a quebra do sigilo da urna… “Foi dentro de um ambiente controlado. Isto numa situação real seria absolutamente impossível porque ele não teria acesso à fonte”.
Em outubro passado, o blog fez uma só pergunta Diego Aranha: quais são suas principais críticas à segurança da urna eletrônica do TSE? E a resposta que ele nos enviou por e meio e publicada na íntegra, em outubro, é repetida a seguir em itálico, com negritos nossos.
Os principais problemas de segurança da urna eletrônica estão exatamente ligados aos dois requisitos fundamentais para a lisura das  eleições: sigilo e integridade dos votos. Durante os testes de segurança, encontramos uma vulnerabilidade que nos permitiu derrotar o único mecanismo de segurança implementado no software da urna para proteção do sigilo do voto. Utilizando essa vulnerabilidade, minha equipe conseguiu recuperar a lista ordenada dos votos em eleições simuladas com até 475 eleitores a partir unicamente de informação pública, com impacto potencial até em eleições passadas. Além disso, detectamos outras fragilidades que abrem a possibilidade de adulteração ou substituição do software de votação por uma versão que conta os votos de forma desonesta. Todas as urnas eletrônicas do país compartilham uma mesma chave criptográfica que protege os seus dados mais críticos e esta chave está ainda disponível na porção desprotegida dos cartões de memória. Mesmo que corrigidas pontualmente, este conjunto de vulnerabilidades denuncia um processo de projeto e desenvolvimento de software defeituoso, incapaz de detectar trechos de código inseguros inseridos no software por acidente ou sabotagem e que descarta  completamente a possibilidade de fraude promovida por agentes internos.
É certo que sistemas de votação puramente eletrônicos, como o adotado no Brasil, permitem apuração rápida, mas criam simultaneamente um cenário ideal para fraudes indetectáveis em larga escala. A velocidade de apuração nunca deve ter prioridade sobre a integridade do que é apurado. Para mitigar esse perigo, sugere-se aumentar a transparência atualmente insuficiente do nosso sistema por meio da reintrodução do voto impresso conferível pelo eleitor. Esse recurso consiste em apresentar uma versão materializada do voto para conferência dentro da cabine de votação e depósito automático em urna convencional. Assim, uma contagem manual posterior dos votos conferidos pode determinar se a contagem eletrônica foi feita corretamente, sem, no entanto fornecer um comprovante que possa ser utilizado para violar o caráter secreto do voto. Além da verificação independente de resultados, é possível ainda realizar auditoria externa por fiscais eleitorais e recontagem de votos para resolver disputas. O Brasil é o único país do mundo que permanece utilizando significativamente sistemas de votação eletrônica que não fornecem um nível desejável de transparência.
O grupo de Diego foi um dos que testou a urna, que é só uma parte do sistema.
Qual foi uma das constatações do comitê independente? De que no atual sistema eleitoral brasileiro é impossível para os representantes da sociedade conferirem e auditarem o resultado da apuração eletrônica dos votos. É sistema, e não só urna.
Em um sistema opaco, sem auditoria independente, que se tornou parte essencial dos mecanismos de poder da nação e, com o passar do tempo, com cada vez mais gente sabendo cada vez mais sobre as mais variadas partes dos métodos, processos e do software que as implementam, e com muita gente, em eleições cada vez mais caras, interessadas em obter votos de forma mais, digamos, “efetiva”, era questão de tempo rolar um evento eu-não-disse, como parece que acaba de acontecer.
Leia: um hacker, através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro… interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da JustiçaEleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos emdetrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.
O texto em itálico vermelho acima é do site do PDT, sobre seminário realizado no dia 10/12 pelos institutos de estudos políticos do PR e PDT do rio de janeiro.
a notícia continua, citando o hacker, que estaria sob proteção policial: A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e, depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada. Um ataque, portanto, à integridade do voto. Você votou em X? O voto será de Y.
O “gente” poderia ser um só, na fala do dia a dia. Mas o “modificamos”… preocupa. o “gente” são quantos, vindos de onde, que adquiriram conhecimento de quem e como, que atuaram em que eleições em 2012 [foram mais de 5.500 eleições…] e fizeram o que, a soldo de quem, com que resultado? Se tiveram sucesso, quantos “eleitos”, diplomados pelos TREs, tiveram votos vitaminados pela “gente” amiga do hacker? Mais: em um sistema em que é impossível para os representantes da sociedade conferir e auditar o resultado da apuração eletrônica dos votos, se o TSE nos disser que não houve nenhuma fraude, vamos acreditar? Agora que parece que temos um agente confessando que perpetrou uma, e das graves?…
Segundo o hacker do rio, a atuação da “gente” era em prol de clientes da região dos lagos, lá. Só isso já merece ampla e profunda investigação, que deveria ocorrer da forma mais aberta e transparente possível. Estamos chegando a um ponto em que não dá mais para sustentar que um sistema do porte e importância do que elege os brasileiros que vão nos representar e administrar o país esteja sob qualquer tipo de suspeita. E também já não dá mais para sustentar, na base da crença e discursos, que o sistema não tem furos, é à prova da “gente” lá do hacker, os do rio ou outros, talvez mais contidos, que estão escondidos pelo Brasil afora.
O sistema eleitoral brasileiro, todo ele, das regras e atribuições dos agentes até os componentes de hardware, software, logística, segurança… precisa de uma real e urgente revisão, com toda transparência do mundo, para que se achem as falhas que for possível achar e as corrijamos pela raiz. Ou para que, todos juntos e ao mesmo tempo, em um processo aberto a todos, comemoremos que verdadeiramente não há falhas. E que este menino do Rio não passa de um calor que provoca arrepio. No verão, na praia. E não na democracia brasileira. (Terra Magazine – por Bob Fernandes- 12.12.12)
COMENTÁRIO
Afinal, que sistema vivemos?
Democracia? Seria democracia se todos nós tivéssemos acesso à Verdade clara e completa; se tivéssemos direito de ir e vir para prosperar honestamente; se nossos méritos fossem reconhecidos sem barreiras; se a propriedade conquistada com esses três componentes fosse respeitada sem expropriações.
Escravidão? É escravidão, onde a falsidade declarada verdade pelo nosso dono é o único que se pode saber; trancas e ferrolhos, algemas protetoras e regulamentos impeditivos de toda possibilidade de prosperar se estabelecem em regimes de servidão; neles o mérito de cada um é zero, e tudo é do dono; a propriedade privada é apenas do dono dos escravos, mesmo que algo esteja em nome dos servos, em sistema de servidão.
RESUMINDO – Se pudéssemos votar para acabar com esse sistema de Senzala e entrar na Democracia, talvez seria bom corrigir o sistema eleitoral. Mas, se apenas vamos definir qual pelego vai ser o kapataz de nossa Senzala, pra quê votar? Pra quê urnas? Eletrônicas, ou de papel timbrado? A Pocilga continuará a mesma, Né?
Como resolver?
Leiam nossas propostas no BLOG ou nos livros do site e resumos ramacheng

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

CONFISSÃO OFICIAL DE 'URNAS FAJUTAS"


POR FIM, ESTÁ Provada a falsidade de todas as votações eletrônicas. (VEJAM ABAIXO)
Está provado definitivamente, de modo claro e irreversível que nossas eleições foram todas fraudadas através de registros previamente definidos dentro das Urnas Eletrônicas. E isso está assinado pelo Judiciário.
Lutamos pela transparência nas eleições. Se não pudermos conferir o resultado final com algo palpável, fica em dúvida a veracidade do resultado.
Se os encarregados de manipular COM EXCLUSIVIDADE, sem nenhuma clareza demonstrável, essas urnas declaram que seus atos não podem ser postos em discussão... O desconfiômetro tem que ser ligado!
Se essa indiscutibilidade entra na acusação de má-fé de quem vê a falsidade, mas lhe são totalmente barrados os meios de conferir quem está certo... Temos que entender DAÍ a confissão do crime, pois QUEM NÃO FEZ O ERRO, NÃO PRECISA TEMER NADA! SE USA DO PODER TOTAL DITATORIAL PARA NÃO DEIXAR QUE SE POSSA PROVAR ALGO SOBRE A QUESTÃO EM FOCO (VEJAMOS BEM: CONFERIR PODE PROVAR QUE A URNA ESTAVA CERTA! TAMBÉM), ESTE JÁ CONFESSOU QUE SE FOR EXAMINADO TUDO, VAI SER ENCONTRADO O CRIME!
SUPONHO QUE TEMOS MINISTÉRIO PÚBLICO, POLÍCIA FEDERAL, FORÇAS ARMADAS, SISTEMA JUDICIÁRIO todos da nação, E NÃO DO PARTIDO NO PODER.
Está na hora de eles entrarem em investigação.
VEJAMOS AS MATÉRIAS PÚBLICADAS:

Democracia ou Ditadura?
Asseverou que o Ministro Ricardo Lewandovsky, quando do julgamento do RO Nº 2335, frisou que quem ousar a desconfiar do TSE ou da urna eletrônica, ao pugnar pela realização de perícia para esclarecer a suspeita de fraude nas urnas eletrônicas, será condenado por litigância de má-fé.
Juiz da 7ª Zona condena candidato derrotado em Feijó
Escrito por Renata Brasileiro
05-Dez-2012
O juiz eleitoral da 7ª Zona (Feijó), Gustavo Sirena, condenou na última sexta-feira, 30, o candidato derrotado à Prefeitura daquele município, Kiefer Roberto Cavalcante Lima, ao pagamento de R$ 30 mil por ter colocado em xeque a lisura dos trabalhos desenvolvidos pela justiça eleitoral nas eleições municipais de 2012, sobretudo a confiabilidade das urnas eletrônicas.
O candidato havia ajuizado Ação de Investigação Judicial Eleitoral, com esteio no artigo 22 da Lei Complementar n.º 64/90, em desfavor de Hammerly da Silva Albuquerque, Cláudio Braga Leite e da Coligação Frente Popular de Feijó, por captação ilícita de sufrágio - abuso de poder econômico.
Em resumo, na ação declarou que “não houve filas nas seções eleitorais em Feijó, sendo que essas estavam sempre desocupadas, a causar admiração, já que foi a eleição com a menor abstenção de todos os tempos, gerando, assim, suspeitas de fraudes que mereciam averiguação”. Argumentou a existência de fraudes nas urnas eletrônicas, motivo pelo qual pugnou pela realização de perícias.
Por fim, pugnou pela ilegitimidade do resultado do pleito. Requereu a condenação dos representados por abuso do poder político, com a consequente cassação dos registros de candidatura dos representados e declaração de inelegibilidade.
Em defesa, os representados alegaram que os fatos informados não devem prevalecer, e pugnaram pela total improcedência e, ainda, pela condenação do representante devido à litigância de má-fé, por terem colocado em xeque a lisura dos trabalhos desenvolvidos pela justiça eleitoral.
No mérito, o magistrado mencionou que o inconformismo se estriba, excepcionalmente, em ilações e conjecturas, ao arrepio de qualquer prova sólida, pujante, sobre a agitada irregularidade na eleição.
Ressaltou que a palavra “fraude” tem como alguns sinônimos as expressões engano, falcatrua, tramóia, ardil, treta, a significar, consoante o lexicógrafo Houaiss, “ato ardiloso, enganoso, de má-fé, com o intuito de lesar ou ludibriar outrem, ou de não cumprir determinado dever, logro”.
Ficou assentada na sentença a evidente a intenção do Representante em discutir a lisura do pleito e a confiabilidade das urnas eletrônicas, corroborada pelo requerimento a exigir, em audiência, “perícia técnica em alguns dos livros de votação das eleições municipais de 2012 (...)”.
O juiz informou que na Corte Eleitoral Máxima ficou pacificada a necessidade de se estabelecerem limites definitivos para a nefasta prática de denegrir a imagem da Justiça Eleitoral com o escopo único de justificar uma crônica ausência de votos. Desta forma, julgou totalmente improcedente a ação, e, por fim, condenou Kiefer Roberto Cavalcante Lima ao valor de R$ 30 mil, referente à litigância de má-fé.
Asseverou que o Ministro Ricardo Lewandovsky, quando do julgamento do RO Nº 2335, frisou que quem ousar a desconfiar do TSE ou da urna eletrônica, ao pugnar pela realização de perícia para esclarecer a suspeita de fraude nas urnas eletrônicas, será condenado por litigância de má-fé.
Assessoria TRE-AC

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

MOEDA OURO DA CHINA?

CHINA COM MOEDA DE LASTRO OURO?
VEJAM ABAIXO O ARTIGO QUE NOS ENVIARAM.
COMENTAMOS – Na minha opinião, os Banqueiros da City vencerão essa guerra. Você quer que eu explique? Kiákiákiá! Eles possuem em seus subterrâneos mais de US$500 trilhões em barras de ouro! E vão devolver de presente aos povos de onde sangraram essa riqueza, para que permaneçam seus aliados e aí atacam a China! Querem saber qual é o raciocínio lógico atrás destes cálculos? Esse ouro não lhes serve para nada, nem mesmo para substituir o papel higiênico! Mas, “Pelegos” sempre existiram, variando a gorjeta que vão receber. Como ensinou Thomas Morus na sua “Utopia” eles passarão o ouro a seus convocados desses países para ir combater... Eles fazem a guerra porque foram pagos para isso. Os que não morrerem terão que voltar e trabalhar para pagar em ouro as armas usadas e para refazer o que foi destruído... De algum modo o ouro voltará a seus depósitos – financiamentos, mais armas, drogas, bordéis, programas sociais, etc...
EIS O ARTIGO
CHINA PRETENDE LANÇAR NOVA MOEDA INTERNACIONAL
A notícia provém da Índia (na nossa parte ocidental tentarão esconder até ao limite) num artigo da India Vision News de 30 de Agosto de 2012 com o título sugestivo:
"China Lança Moeda Mundial Apoiada por Ouro - Agora os Americanos Terão de Encontrar uma Razão para lançar Uma Guerra Contra a China!!"

Trata-se da morte anunciada tanto do dólar como do Euro.
O artigo indica que a China está a reestruturar toda a sua reserva de ouro em barras de 1kg para constituir a base de uma nova moeda para o comércio mundial.
Se isso se concretizar, será a morte do dólar como moeda internacional privilegiada e do Euro. Afinal têm tanto valor como notas do Monopólio (só valem enquanto aceitarmos jogar com elas).
Já na sua última Cimeira na África do Sul, o grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul) e os seus aliados haviam decidido utilizar uma moeda, que não o dólar, para trocas comerciais entre si.

Agora a China pretende dar mais um passo (decisivo) para retirar ao dólar o privilégio de ser a moeda para trocas comerciais internacionais.
Todos irão preferir utilizar uma moeda valorizada por ouro, do que uma moeda (Dólar/Euro) sem valor real. O dólar e o Euro valerão/circularão apenas nos Estados Unidos e União Europeia. Ninguém mais os vai querer. Será o fim do sistema monetário actual baseado em crédito (dívida) para um novo sistema equitativo que já está pronto/preparado para o substituir.

Esta jogada (introdução de nova moeda escudada por ouro), já foi tentada antes, mas os americanos, percebendo que isso significaria o fim da sua "preciosa moeda" a curto prazo, arranjaram pretexto para atacar/destruir esse(s) país(es) e, para servir de exemplo a outros com a mesma ideia, assassinar o provocador - estou a referir-me a Saddam Hussein do Iraque e Muammar Gaddafi da Líbia.

Esta será a razão do título sarcástico do artigo. Os Estados Unidos provocarem a China? Atacarem a China?

Bem, agora não se trata só da China, mas de todo um novo grupo económico de que a China faz parte. Este grupo económico já abrange bem mais de 50% do Planeta.
Os 'maus' estão cada vez mais isolados e são apenas um pequeno grupo de países
(Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha).
A China não fez antes esta jogada por ser detentora de muitos biliões de dólares e não lhe interessava que os dólares perdessem valor. Não é novidade o intenso/maciço investimento que a China tem feito por todo o mundo nos últimos tempos.

Assim, o que a China tem feito é livrar-se dos dólares, trocá-los por coisas reais, palpáveis e com valor como empresas, infraestruturas, terrenos, minério, etc.
Entretanto, os Estados Unidos e a União Europeia, procurando obter maiores lucros, mesmo que isso implicasse um incremento do desemprego nos seus países, deslocaram as suas indústrias para a China, estando agora também descapitalizados do seu sistema industrial de outrora e dependentes industrialmente da China.
Isto é, os Estados Unidos e a União Europeia estão em recessão, sem dinheiro, atolados em dívidas, sem indústria e, os políticos, cuja política nos trouxe até aqui, falam em recuperação...
Só mesmo um político pode ter essa 'cara de pau'.

O actual sistema monetário está morto, a sua vitalidade é aparente e mantida artificialmente. É apenas uma questão de tempo até ser passada a certidão de óbito.
Não sei quando, como ou quanto tempo demorará a substituição do velho para o novo sistema. Possivelmente um fim-de-semana não será o suficiente e poderá acontecer 'férias bancárias' (1 semana?) para o novo sistema ser iniciado/introduzido globalmente. Com este passo a China irá acelerar a introdução do novo sistema.
Boa Vida!

A China continua imparável e está a fazer (momento certo) o que outros
(Saddam, Gaddafi) tentaram sem sucesso (momento errado).
Ver OxV: ["China Pretende Lançar Nova Moeda Internacional"]

Muitos ainda continuam a julgar que o petróleo foi o principal motivo da invasão do Iraque e da Líbia. Teve importância na balança mas o "pecado" mortal de Saddam e de Gaddafi, foi tentarem lançar uma moeda escudada por ouro.
A imprensa 'oficial' diabolizou estes dois homens, transformando-os em terroristas quando os terroristas foram aqueles que invadiram os seus países, mataram milhares de inocentes para lhes "oferecer" a sua "democracia".
Depois da iniciativa para o lançamento de uma nova moeda internacional, a China avança de seguida um novo passo (furando um acordo de 1970 entre Henry Kissinger e a Casa Real Saudita em que a venda de petróleo seria obrigatoriamente em dólares), em que anuncia o início da utilização da sua moeda (Yuan) como moeda comercial para a venda do seu petróleo.
Isto é, deixarão de aceitar dólares. Isto significará a desvalorização rápida do dólar... e do Euro.
Eis uns enxertos da reportagem do Examiner, de 12 de Setembro:

Dólar Já Não é a Moeda Primária para o Petróleo, a China a Utilizar Yuan para Vender Petróleo
Este anúncio por parte da China é uma das mudanças mais significativas no oceano de sistemas económicos e e monetários globais, mas quase não relatado devido ao seu anúncio ter acontecido durante a convenção Democrática na semana passada. As ramificações desta nova acção são vastas, e poderiam bem ser o catalisador que deitará abaixo o dólar como moeda de reserva global, e mudará todo o cenário de como o mundo compra energia.
O mundo mudou na semana passada, e nem uma palavra falada em Wall Street ou pelos políticos que se deleitaram na sua própria magnificência de que esse evento aconteceu durante as suas convenções partidárias.
O maior golpe ao império Americano foi dado em 6 de Setembro, assim como ao poder do dólar como moeda de reserva mundial.
E a China, conjuntamente com a Rússia, têm agora o objectivo de se tornarem os controladores da energia, e assim, controladores da nova petro-moeda.
Tradução: OxV.

A resposta habitual dos Estados Unidos para uma "afronta" destas, seria armar-se até aos dentes para "democratizar" a "China vermelha" e dar uma lição a quem pretendeu ter a semelhante ideia de atacar o seu dólar.
Mas os Estados Unidos estão tão embrulhados nos seus planos para arranjarem uma guerra com o Irão ou com outros na região, que parece que nem se aperceberam dos avanços silenciosos da China que, silenciosamente, sem um tiro ou explosão, acaba de lhes dar um cheque-mate.
A China não é o Iraque ou a Líbia. Aqui os Estados Unidos terão que mudar a sua táctica habitual de "eu quero, eu posso, eu mando" para ficarem apenas com a vontade de.

E agora Illuminati/Cabala?
Já perderam a sua hegemonia bélica (com a China piam baixinho), estão na bancarrota e com as suas principais fontes de rendimento cortadas, estão a perder a sua hegemonia financeira e os seus meios de influência, os "amigos" afastam-se, estão cada vez mais sozinhos e isolados, está a crescer exponencialmente o número de pessoas que sabem da sua existência e modo de actuação.

E agora Illuminati/Cabala?
Se deixarem isto continuar a agravar-se, chegará um ponto que serão vocês que procurarão uma cela para se protegerem da população enfurecida.
Boa Vida!