quarta-feira, 24 de setembro de 2014

COMO SERÁ A GLOBALIZAÇÃO?

YAIR LAPID – QUEM SÃO OS JUDEUS?
COMO SERÁ A GLOBALIZAÇÃO?

COMENTÁRIO PRÉVIO
Recebi esse e-mail abaixo repassando o pronunciamento do ministro das Finanças de Israel, feito na Alemanha, Auschwitz.
Quero alertar que falta um pequeno ponto de esclarecimento para que entendam esse pronunciamento que se resume em informar que para enfrentar mentiras há que ser verdadeiro.
Esse pequeno ponto a esclarecer e completar o discurso de Yair é que não temos duas facções de pensamento no Planeta, nem duas etnias. Somos todos geneticamente uma só raça humana que algum poder maior começou a implantar com o nascimento de Enós em 1º de outubro de 3761 antes de Cristo. E desde muito antes, somos herdeiros de um homem ancestral criado para ser escravo dos “deuses” que vieram à Terra para minerar ouro. A educação mafiosa que sofreu a humanidade levou as mentes a assimilar a ideia de escravidão ativa e passivamente. E estamos em luta sem tréguas para chegar à Libertação. Somos todos JUDEUS. Mas só alguns são capazes de enxergar nos seus semelhantes outros seres humanos e um dia estes poucos precisam ter consciência de que precisamos educar a todos para enxergar seres iguais a nós em todo o planeta e assim atingir a extinção da escravidão.

Mas não basta falar que somos livres. Temos que ter quatro coisas para ser livres – conhecer a verdade em tudo, exercer a liberdade de ir e vir para prosperar com esse conhecimento, reconhecendo o mérito que cada um tem, e finalmente exercer o direito de propriedade plena como prêmio a essa condição de honestidade e sabedoria.

SÓ SE ENTENDE GLOBALIZAR PARA REALIZAR PROGRESSIVAMENTE UMA DEMOCRACIA PLENA COM ESSAS QUATRO CONDIÇÕES.

VEJAM O PRONUNCIAMENTO:

jornalismo@owurman.com [mailto:jornalismo@owurman.com] 
Enviada em: domingo, 31 de agosto de 2014 13:56

Para: mlucia@sercomtel.com.br
Assunto: Rua Judaica - Emocionante em Auschwitz: Yair Lapid faz pronunciamento na Alemanha

NUNCA MAIS
Por Yair Lapid, agosto de 2014.
O holocausto força-nos a perguntar as seguintes questões: O que eu teria feito?
O que teria feito se fosse um judeu em Berlin, em 1933, quando Hitler ascendeu ao poder?
Teria fugido? Teria vendido minha casa e abandonado meu trabalho?
Retirado meus filhos da escola no meio do ano?
Ou teria dito a mim mesmo: isto vai passar, é só um momento de loucura, Hitler só disse estas coisas porque é um político procurando se eleger. Sim, ele é antissemita, mas quem não é?
Já vivemos tempos piores do que este. É melhor esperar, manter minha cabeça fria. Isto passará.
O que eu faria se fosse um cidadão alemão, em Berlim no dia 18 de outubro de 1941, quando o primeiro trem partiu conduzindo 1.013 judeus, entre crianças, mulheres e velhos, todos destinados a morrer?
Não pergunto o que teria feito se fosse um nazista, mas o que teria feito se fosse um cidadão honesto testemunhando esse fato no local?
Um cidadão alemão, de minha idade, com três filhos como eu. Um homem que educou seus filhos nos princípios da decência, do direito inalienável à vida e ao respeito. Teria eu permanecido em silêncio? Teria protestado?
Teria eu sido um dos numerosos berlinenses que tentaram incognitamente resistir ao nazismo, ou dos que continuaram vivendo como se nada estivesse acontecendo?
Ou o que teria acontecido se eu fosse um dos 1.013 judeus naquele trem? Teria embarcado?
Teria escondido minha filha de dezoito anos nas florestas do norte?
Teria dito aos meus dois filhos homens para que lutassem até a morte?
Jogaria fora minha mala e sairia correndo?
Ou atacaria os guardas em seus uniformes negros e morreria honrada e corajosamente, rapidamente, ao invés de vagarosamente torturado e faminto?
Penso saber a resposta, e você também.
Nenhum - NENHUM - dos 1.013 judeus que partiram para a morte lutou contra os guardas.
Nem eles nem os milhares que os seguiram partindo desta mesma plataforma.
Meu avô, Bela Lampel, também não o fez, quanto um soldado alemão, tirou-o de casa, tarde da noite de 18 de março de 1944.
“Bitte” disse a mãe dele, minha bisavó Hermine, para o soldado alemão. Ela lentamente ajoelhou-se e abraçou as botas do soldado. “Bitte,  não esqueça que você também tem uma mãe”.
O soldado não disse uma só palavra. Ele não sabia, que da cama, escondido sob o colchão, meu pai tudo observava. Um jovem judeu de 13 anos, que de um dia para o outro virou um homem.
Porque eles não lutaram? Esta é a pergunta que me assombra. Esta é a pergunta que o povo judeu não sabia responder desde a partida do último trem para Auschwitz.
E, a resposta – a única resposta – é que não acreditavam que a maldade suprema existia, mas agora sabem e acreditam, e como!
Sabiam na época, naturalmente, que existe gente má no mundo, mas não acreditavam na maldade suprema, na maldade organizada, sem perdão ou hesitação, maldade fria que os visualizavam, mas não os viam, nem por um momento como seres humanos.
Pela ótica de seus assassinos, eles não eram pessoas. Não eram pais, mães e filhos. Nunca haviam celebrado o nascimento de um filho, nunca se apaixonaram, nunca levaram seu velho cão para passear, às duas da manhã, ou riram até chorar ao assistir uma comédia inesquecível.
É só isso que você precisa para assassinar seu semelhante. Estar convencido que ele não é um ser humano. Estar convencido que ele não é um homem na acepção antropológica da palavra.
Quando esses assassinos olhavam para os prisioneiros nos trens que partiam das plataformas em sua jornada final, não viam pais e mães, mas só JUDEUS.
Não eram poetas ou músicos, mas só JUDEUS.
Não eram Herr Braun ou Frau Schvartz, mas só JUDEUS.
A “DESTRUIÇÃO” começa com a perda provocada da identidade.
Não traz surpresa, que a primeira coisa que ocorria quando chegavam em Auschwitz, era tatuar um número em seus antebraços.
É difícil matar Rebecca Grunwald, uma linda e graciosa jovem de 18 anos, mas uma judia número 7762 A, é fácil de matar, mesmo quando continue a mesma pessoa.
Setenta e cinco anos mais tarde, sabemos um pouco mais? Entende-se mais?
O Holocausto coloca aos olhos de Israel um desafio duplo: Por um lado nos é ensinado que devemos sobreviver a qualquer custo, e sermos capazes de nos defender a qualquer preço.
Trens lotados de judeus nunca mais partirão de plataforma alguma, seja qual for o destino e o lugar no mundo. A segurança do Estado de Israel e de seus cidadãos deve estar para sempre nas mãos de seus habitantes exclusivamente, sejam judeus ou não.
Temos amigos, e estaremos em companhia dos mesmos. A nova Alemanha, já provou sua atual amizade a Israel, mas não podemos nem devemos confiar em ninguém a não ser em nós.
Por outro lado, o Holocausto nos ensinou que independentemente de qualquer circunstância, devemos ser e permanecer sempre como um povo e Estado com sentimentos e moral elevado.
A moral humana não é avaliada quando tudo caminha normalmente, ela é julgada pela nossa habilidade em ver e sentir o sofrimento de terceiros, mesmo quando temos razões bastantes para ver exclusivamente os nossos.
O Holocausto não pode ser comparado, e não deve sê-lo, com qualquer outro evento na história humana. Foi, nas palavras de K. Zetnik, um sobrevivente de Auschwitz, “um outro planeta”.
Não devemos comparar, mas devemos sempre lembrar o que aprendemos.
A guerra que travamos hoje, que parece continuar, e que o mundo civilizado – quer queiram, quer não – será parte dela, fundamenta as duas lições que tiramos do Holocausto, colocando infelizmente uma diante e oposta a outra.
A necessidade de sobreviver nos ensina como sermos combativos para nos defender.
A necessidade de permanecermos politicamente corretos, mesmo quando a imoralidade nos rodeia, nos ensina minimizar o sofrimento humano tanto quanto possível.
Nossa conduta moral não é avaliada em um laboratório esterilizado ou em um livro de filosofia.
Nas últimas semanas, nossa avaliação perante a opinião pública mundial e principalmente pela mídia internacional facciosa como sempre em relação a Israel, foi feita durante intensa troca de foguetes e bombardeios.
Milhares de foguetes foram lançados contra Israel, enquanto terroristas armados do Hamas continuavam a cavar túneis que os levavam a jardins de infância, com o objetivo de raptar e matar nossas crianças.
Qualquer um que nos critique deve fazer a si uma única pergunta: “O que você faria se viesse à escola de seus filhos um terrorista do Hamas armado com uma metralhadora e começasse a atirar?”
O Hamas, ao contrário do que fazemos, quer matar JUDEUS. Jovens ou velhos, mulheres ou homens, soldados ou civis.
Não veem diferença, pois para eles, não somos pessoas. Somos JUDEUS, razão bastante para tentar nos matar, exatamente igual aos nazistas.
Nosso termômetro moral, mesmo nessas circunstâncias, é continuar a distinguir entre inimigos e inocentes.
Cada criança que morre em Gaza faz sangrar nosso coração. Eles não são do Hamas, não são inimigos, são apenas crianças.
Israel é o primeiro e único pais, em toda história mundial militar, que informa seus inimigos previamente quando e onde vai atacar, a fim de evitar feridos civis.
Israel é o único país que transfere alimentos e medicamentos aos seus inimigos mesmo durante o embate.
Israel é o único país em que pilotos abandonam suas missões quando identificam civis no solo a ser bombardeado. Assim mesmo, crianças morrem, e crianças não existem para morrer assim.
Hoje na Europa, e como em todo mundo, seus habitantes estão confortavelmente sentados em seus lares, vendo as notícias do dia, e comentando como Israel está falhando em sua estratégia de autodefesa.
Por quê? Porque em Gaza pessoas sofrem e morrem. Não entendem – ou não querem entender – que o sofrimento em Gaza, é a MAIOR ARMA DA SUPREMA MALDADE - OU SEJA - DO HAMAS.
Quando tentamos explicar a todos, minuto a minuto, dia após dia, semana após semana, que o Hamas usa seus filhos, suas crianças, como escudos humanos, pondo-os na linha de fogo intencional e cruelmente, para assegurar que vão morrer, e que esse diabólico Hamas, sacrifica essas vidas jovens e promissoras para vencer sua guerra de propaganda, e assim mesmo a opinião pública mundial não judaica, recusa-se a acreditar nisto.
Por quê?
Porque, não conseguem acreditar que seres humanos – seres humanos que parecem sê-lo, e soam como se fossem – são capazes desse comportamento diabólico.
Porque, pessoas de bem, recusam-se a reconhecer essa suprema maldade, só quando já é muito tarde.
Dia a dia, perguntamos a nós mesmos, porque a humanidade prefere nos criticar, mesmo quando fatos gritantes e incontroversos indicam o contrário.
Hoje, mundo a fora, fanáticos muçulmanos estão massacrando outros muçulmanos. Na Síria, no Iraque, na Líbia e na Nigéria morrem mais crianças em um dia, do que em Gaza em um mês.
Cada semana, uma mulher é sequestrada e estuprada, homossexuais são enforcados e cristãos decapitados. Enquanto isso o mundo observa, calma e educadamente, voltando obsessivamente a condenar Israel por tentar se defender e a seus cidadãos.
Parte dessas críticas vem de antissemitas. Mais uma vez, emerge o monstro do preconceito. Mas não perdem por esperar, lutaremos contra vocês sempre, em qualquer tempo e lugar. Os dias em que os judeus silenciavam já eram.
Nunca mais calaremos face o antissemitismo travestido de antiisraelismo, e esperamos que cada governo, em cada país, com o bom senso de todos os governantes, ombro a ombro ajude-nos a combater essa maldade suprema que insiste em reviver.
Muitos preferem nos criticar e focar sua raiva sobre nós, porque sabem que somos os únicos que os ouvimos porque defendemos todos os pontos em que o Hamas é contra, como direitos humanos, racionalidade, liberdade para os gays, direito das mulheres, liberdade de religião e de opinar.
Não nos deixemos enganar. A suprema maldade está aqui. A nossa volta. Está procurando vigorosamente nos ferir.
O fundamentalismo Muçulmano é a mais recente manifestação da suprema maldade, e como o nazismo que o precedeu, nos ensinou como usar nossas estratégias para nos defender.
Diabolicamente usam nossa incapacidade de aceitar que seres humanos utilizem e matem seus filhos e cidadãos, civis em geral, para vencer uma guerra de propaganda, materializada pela captação por uma lente de TV, de um cenário de morte e sofrimento que circulará pela mídia internacional na sua perseguição infinita contra os judeus e o Estado de Israel.
Finalmente, quero alertar aos líderes do Hamas, do Estado Islâmico ou ISIS, que nunca estarão seguros onde quer que estejam enquanto continuarem a matar vítimas inocentes.
Assim como, os principais líderes do Ocidente, continuaremos a perseguir até a extinção esses assassinos do Hamas e seus parceiros.
Essa suprema maldade que Israel enfrenta hoje, a Europa já sabe, que se falharmos ao tentar detê-los, eles serão os próximos alvos.
Nunca mais embarcaremos nos trens da morte, esteja o Mundo certo disso!
Shalom!

*Yair Lapid é jornalista e ministro das Finanças de Israel.

LEIAM NOSSO PENSAMENTO COM OUTROS ESCLARECIMENTOS NOS ARTIGOS DO BLOG



VAI LÁ!


Vamos falar de TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?
O NÚMERO DE CONFLITOS A QUE ASSISTIMOS NOS ÚLTIMOS ANOS ESTÁ INDICANDO QUE ESTAMOS A TODO VAPOR EM UMA GUERRA NO PLANETA INTEIRO.
O DISCURSO DE DILMA NA ABERTURA DAS SESSÕES DA ONU É ALGO QUE ENVERGONHA, FAZ RIR, MAS, VAMOS APLAUDIR...

1.Bem fazem nossos militares em ficar calados e esperar o momento certo. Se o PT destrói o poderio de nossas FFAA, tenhamos a certeza de que a Instituição mantém suficiente organização e armamento para só dar a resposta quando isso vai ser eficaz. Mas, como está, não vamos ter tropas pra ir lá fora...

2.Já pensou você como ficaria se a ONU desse um assento no Conselho? Em qual dos 4 grupos que disputam a hegemonia do mundo ficaríamos?

3.Bem, e se o secretário geral da ONU dissesse à Dilminha pra ir lá ser embaixadora para propor diálogo ao Estado Islâmico? Como todos devem saber, homem de confiança lá é castrado... E mulher pra eles é mutilada e vai pro depósito de escravas... Depois disso haveria diálogo...

4.Os ignorantes não têm a menor noção do que é que desconhecem e vão garantir que só há UM modo de entender as coisas: o que eles possuem...

5.Sabem quantas armas atômicas estão armazenadas? Putin já descreveu as dele como capazes de extinguir a Europa só como provocação para Obama declarar a guerra... O RESTO VIRIA DEPOIS. Israel ninguém sabe quantas possui. China tem suficiente para acabar com a Ásia. Já os Estados Unidos possuem poucas, há um bom tempo só renovadas... Dá pra extinguir a vida na Terra umas 10 vezes com as da América... Parou por aí... Inglaterra tem... Índia também... Somando tudo acabaria a vida 30 vezes... Mas a Terra é uma só... E não adianta rir ou chorar.

6.Enquanto a guerra total está andando sem fazer alarde... a ONU não existe e as falas ali são piada...

Faço minhas as palavras de Reinaldo Azevedo para a gerentona Dilma:

“Pois eu faço um convite: vá lá, presidente, negociar com o Estado Islâmico”.

ACHO MELHOR LEREM O ARTIGO DO REINALDO.
24/09/2014
A estupidez da política externa brasileira não reconhece limites.
Não recua diante de nada. Não recua diante de cabeças cortadas.
Não recua diante de fuzilamentos em massa.Não recua diante da transformação de mulheres em escravas sexuais.
Não recua diante do êxodo de milhares de pessoas para fugir dos massacres.
Não recua diante da conversão de crianças em assassinos contumazes.
A delinquência intelectual e moral da política externa brasileira, sob o regime petista, não conhece paralelo na nossa história.
A delinquência intelectual e moral da política externa brasileira tem poucos paralelos no mundo — situa-se abaixo, hoje, de estados quase-párias, como o Irã e talvez encontre rivais à baixura na Venezuela, em Cuba e na Coreia do Norte.
Nesta terça, na véspera de fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, a ainda presidente do Brasil fez o impensável, falou o nefando, ultrapassou o limite da dignidade. Ao comentar os ataques dos Estados Unidos e aliados às bases do grupo terrorista Estado Islâmico, na Síria, disse a petista:
“Lamento enormemente isso (ataques aéreos na Síria contra o EI). O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados. Agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas, depois, causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza. Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados. E, além disso, não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. E, inclusive, acha que o Conselho de Segurança da ONU tem de ter maior representatividade, para impedir esta paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo”.
Nunca a política externa brasileira foi tão baixo. Trata-se da maior coleção de asnices que um chefe de estado brasileiro já disse sobre assuntos internacionais.
A fala de Dilma é moralmente indigna porque se refere a “dois lados do conflito”, como se o Estado Islâmico, um grupo terrorista fanaticamente homicida, pudesse ser considerado “um lado” e como se os EUA, então, fossem “o outro lado”.
A fala de Dilma é estupidamente desinformada porque não há como a ONU mediar um conflito quando é impossível levar um dos lados para a mesa de negociação. Com quem as Nações Unidas deveriam dialogar? Com facínoras que praticam fuzilamentos em massa?
A fala de Dilma é historicamente ignorante porque não reconhece que, sob certas circunstâncias, só a guerra pode significar uma possibilidade de paz. Como esquecer — mas ela certamente ignora — a frase atribuída a Churchill quando Chamberlain e Daladier, respectivamente primeiros-ministros britânico e francês, celebraram com Hitler o “Pacto de Munique”, em 1938? Disse ele: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra”.
A fala de Dilma é diplomaticamente desastrada e desastrosa porque os EUA lideram hoje uma coalizão de 40 países, alguns deles árabes, e conta com o apoio do próprio secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon.
A fala de Dilma é um sarapatel de ignorâncias porque nada une — ao contrário: tudo desune — os casos do Iraque, da Líbia, da Faixa de Gaza e do Estado Islâmico. Meter tudo isso no mesmo saco de gatos é coisa de uma mente perturbada quando se trata de debater política externa. Eu, por exemplo, critiquei aqui — veja arquivo — a ajuda que o Ocidente deu à queda de Muamar Kadafi, na Líbia, e o flerte com os grupos que se organizaram contra Bashar Al Assad, na Síria, porque avaliava que, de fato, isso levaria a uma desordem que seria conveniente ao terrorismo. Meus posts estão em arquivo. Ocorre que, hoje, os terroristas dominam um território imenso, provocando uma evidente tragédia humanitária.
A fala de Dilma é coisa, de fato, de um anão diplomático, que se aproveita de uma tragédia para, uma vez mais, implorar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança de ONU. O discurso da presidente do Brasil só prova por que o país, infelizmente, não pode e não deve ocupar aquele lugar. Não enquanto se orientar por critérios tão estúpidos.
Ao longo dos 12 anos de governos do PT, muita bobagem se fez em política externa. Os petistas, por exemplo, condenaram sistematicamente Israel em todos os fóruns e se calaram sobre o terrorismo dos palestinos e dos iranianos. Lula saiu se abraçando com todos os ditadores muçulmanos que encontrou pela frente — incluindo, sim, o já defunto Kadafi e o antissemita fanático Mahmoud Ahmadinejad, ex-presidente do Irã. Negou-se a censurar na ONU o ditador do Sudão, Omar al-Bashir, que responde pelo assassinato de 400 mil cristãos. O Brasil tentou patrocinar dois golpes de estado — em Honduras e no Paraguai, que depuseram legitimamente seus respectivos presidentes. Endossou eleições fraudadas na Venezuela, deu suporte ao tirano Hugo Chávez e ignorou o assassinato de opositores nas ruas, sob o comando de um louco como Nicolás Maduro.
E, como se vê, ainda não era seu ponto mais baixo. Dilma, nesta terça, deu o seu melhor. E isso quer dizer, obviamente, o seu pior. A vergonha da política externa brasileira, a partir de agora, não conhece mais fronteiras.
Pois eu faço um convite: vá lá, presidente, negociar com o Estado Islâmico. Não será por falta de preparo que Vossa Excelência não chegará a um bom lugar.
Por Reinaldo Azevedo




sexta-feira, 19 de setembro de 2014

SOMOS TODOS ATEUS!

ESSE DEUS ANTROPOMORFO NÃO EXISTE!

Preparem o seu raciocínio!
Não é Hoax! É sério!
Não existe Deus! Esse amontoado de ficções que leva o nome de Deus é uma criação mental, feita à nossa imagem e semelhança.
Tudo é ilusão! É lenda! É ficção! Sucessivas comissões da Verdade revisaram tudo que lhe contaram a respeito, para enganar os mal informados!
E de fato, todos nós já sabemos disso!
Assim, alguns se declaram ateus abertamente.
Segundos que não aceitam a ficção, fingem ter alguma fé para ficar bem com o ambiente.
Terceiros usam a figura divina para levar vantagem!  
Em quarto lugar sobram outros que põem a vida na fé e vão até o fim! Mesmo estes, entretanto, afiam as facas, criam canhões, metralhadoras, aviões, torpedos, foguetes, bombas e superbombas! Seu Deus não lhes irá defender só por causa de orações! Isso é experiência de longas gerações! 
Isso é NÃO CONFIAR EM SEU DEUS! Pior ainda! É muito pior mesmo! Eles podem até ser sinceros em acreditar NELE! Mas Ele não confia neles! E os deixa em provas de tanta incerteza que, nem mesmo morrendo pela fé não sabem se o terrível tirano os salvará do lado de lá!

CONCLUSÃO: SOMOS TODOS ATEUS! GRAÇAS A DEUS!
RACIOCINAMOS: NÓS NÃO NOS INVENTAMOS! ESTAMOS AQUI GRAÇAS A OUTRAS FORÇAS ANTES E ACIMA DE NÓS! E PENSAMOS ASSIM DE UMA DESSAS QUATRO FORMAS, GRAÇAS A ESSAS FORÇAS!
ENTÃO SOMOS ATEUS GRAÇAS A DEUS! 

AGORA VAMOS AO OUTRO LADO DO RACIOCÍNIO

BUDA foi um grande ateu! Segundo o budismo, dada um de nós tem poder para sair deste ciclo de morrer e renascer milhares de vezes, e alcançar a Integração em nossa Essência.

Mais ateu ainda foi Jesus Cristo. Além de declarar que Nós todos e a Força que nos fez SOMOS UM, além disso, nos diz que faremos tudo que quisermos ao "abrir a boca" (orar) e assim expressando com segurança o melhor que quisermos, Tudo conseguiremos.

Em nossos conceito e convicção filosófica, essa Força da qual participamos, é ONIPOTENTE, ONISCIENTE E ONIPRESENTE e Eterna, sem começo e sem fim.

Logo, nós todos temos essas qualidades.
Por quê?
É CONTRA AS LEIS UNIVERSAIS QUE ALGO MAIOR CAIBA DENTRO DE UM RECIPIENTE MENOR!
SE TUDO ISSO CABE EM NOSSA MENTE, PELO MENOS NOSSA MENTE É IGUAL A ESSE VOLUME TODO DE QUALIDADES.

SEGUE-SE QUE: Somos pobres mortais enquanto assim acreditarmos.
E seremos ricos imortais, felizes para sempre, se assim acreditarmos.
Para atingir na prática a imortalidade, ou vida sem fim, só temos que programar nossa vida de acordo com esse reconhecimento.

Mas, IRRA!
Que é que acontece com nossa qualidade de vida? Com nosso alongamento da média de vida?
Acontece que vamos estudando o que nos dá mais saúde e melhor uso da vida, e essa média de vida cada vez é maior! O que alguns sonham fazer, alguém vai um dia realizar!
É SÓ CONTINUAR O ESTUDO E CHEGAREMOS À IMORTALIDADE!

Quais são as qualidades que atribuímos aos imortais?
Dizemos que são cheios de amor a todos os seres! Não comem venenos! Reconhecem a Essência imortal em tudo!
E a promessa de recompensa que ouvimos para prêmio por fazer exatamente isso é então sermos também imortais!
Custa tanto assim experimentar fazer isso?

CONCLUSÃO EVIDENTE:
Está certa a informação de JESUS CRISTO:
"CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ".