sábado, 9 de abril de 2016

IMPEACHMENT É MEIA SOLUÇÃO

IMPEACHMENT
QUEM QUER IMPEACHMENT É CONTRA PROGRAMAS SOCIAIS, DIZ DILMA
COMENTARIO PRÉVIO
Todos os programas sociais saíram dos governos antes do PT.
Qualquer governante não microcefálico vai consertar as finanças e liberar os cidadãos para ganhar e ninguém vai precisar de programas sociais.
Para obter o conserto das finanças é necessário conhecer a “Curva de Laffer” e fazer uma grande renúncia fiscal com enxugamento da máquina turbinopropinada estatal, converter a Despesa Pública em rateio de custos do Condomínio Brasil. E isso só se faz com IMPOSTO ZERO, extinção das máfias das quadrilhas no poder.
VEJAM A REPORTAGEM
8 ABR    2016      17h51 atualizado às 17h52
A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje (8) que as pessoas que querem interromper o seu mandato são as mesmas que consideram "erro" colocar recursos em programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida. Ao entregar, no Rio de Janeiro, as chaves de casas do programa habitacional, Dilma reafirmou que o impeachment está previsto na Constituição, mas só deve ser usado se houver crime de responsabilidade cometido pelo presidente da República.
SAIBA MAIS
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"Qual é o problema? O problema é que eu não cometi crime de responsabilidade. (É) por isso que o pessoal aqui da frente grita: 'não vai ter golpe'. Porque isso seria uma afronta à democracia. Quem pretende interromper meu mandato é justamente aquele tipo de pessoa que considera um erro o governo federal colocar recursos em um programa como o Minha Casa, Minha Vida. Não concordamos com esse tipo de posição e continuaremos a fazer os programas que beneficiam nosso povo", disse a presidente, referindo-se às manifestações da plateia, formada em sua maioria por beneficiários do programa.
"Nada neste mundo vai fazer com que a gente pare este programa", disse Dilma, descartando qualquer hipótese de o programa ser interrompido por causa das dificuldades financeiras que o país enfrenta. "Nós temos recursos reservados para o MCMV (Minha Casa, Minha Vida), mas temos, sobretudo, o compromisso com este povo aqui de jamais interromper este programa", completou.
Dizendo ter sido eleita para governar para 204 milhões de habitantes, Dilma apresentou os dados do programa habitacional, fazendo contas segundo as quais, com 6 milhões de casas ao todo, 24 milhões de pessoas em média seriam beneficiadas. Ela ressaltou, porém, que o número de beneficiados, é maior porque os filhos das famílias contempladas pelo programa  terão mais oportunidades, poderão educar seus filhos e colocá-los nas universidades.
Assim como fez em discurso em outra cerimônia na capital fluminense, a presidente criticou o que chama de torcida pelo "quanto pior, melhor". "É aquele vizinho da gente que sempre bota olho gordo e quer que as coisas não deem certo. Vocês conhecem gente assim. São pessoas que querem pescar em águas turvas. Se piorar, as pessoas acham que podem facilitar a vida delas e chegar ao poder, não através do voto, mas através de um golpe."
Moradias
A cerimônia desta sexta-feira marcou a entrega de 4.452 moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida, sendo mil apartamentos no bairro Santa Cruz. Durante o evento, houve transmissão simultânea para entrega de unidades habitacionais do programa em outras cidades, com a participação de representantes do governo federal e de autoridades locais. Além dos residenciais no Rio, foram entregues 300 unidades em Belo Horizonte; 435 em Jaciara, Mato Grosso; 933 em Canaã dos Carajás, Pará; 784 em Tailândia, Pará; e mil unidades em Balsas, Maranhão.
De acordo com o governo, as moradias são divididas em dois quartos, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes. Os empreendimentos também são equipados com itens de infraestrutura como pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica.
Na semana passada, a presidenta lançou a terceira etapa do programa habitacional, anunciando a contratação de mais 2 milhões de unidades até 2018.
CONCLUINDO

Quem deu golpe tríplice na sua eleição (falsificou a urna eletrônica, mentiu em estelionato eleitoral, e comprou votos com nosso dinheiro) só se apega a considerar golpe a correção dos rumos do país... E na verdade é o Contragolpe mais urgente da História. Mas não basta tirar o PT e seus aliados do poder. O erro a corrigir está na mentalidade arraigada nos governantes do mundo todo de que os povos são escravos dos feudais no poder. PRECISAMOS ACABAR COM ESSA MICROCEFALIA ESCRAVAGISTA DE CONSIDERAR QUE TODOS SOMOS ESCRAVOS DO PARTIDO NO PODER. Revogar todos os impostos e colocar no serviço público gente séria, não vinculado a religiões, ideologias ou grupos de poder econômico, eis a solução.
VEJAM O LINK
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2014/10/subsidios-para-reforma-tributaria.ht

sexta-feira, 8 de abril de 2016

THE ECONOMIST fala do impeachment

THE ECONOMIST FALA DO BRASIL – SUGERE ELEIÇÕES GERAIS.
COMENTÁRIO PRÉVIO
Temos que lembrar que a nossa economia é monitorada pela Inglaterra desde antes da descoberta. Nesta sugestão falta o essencial, que é a revogação do poder das máfias de escravizar: ou tiramos todos os medievais políticos escravocratas dessas novas eleições ou tudo será reescrito pelos mesmos corruptos, com impeachment, com eleições gerais, com presidencialismo, parlamentarismo, república ou monarquia e com qualquer forma que se resolva usar mantendo o pensamento escravagista de tributar.

Impeachment não é golpe, mas melhor saída é eleição geral, defende 'The Economist'
BBC BRASIL.com
8 ABR  2016    07h38 atualizado às 08h06
O processo de impeachment em curso hoje no Brasil não é um golpe de Estado, mas tampouco representa a melhor solução para o país, que seria uma eleição geral capaz de renovar também o Congresso.
Discussão na Câmara sobre o parecer do relator do impeachment de Dilma; processo tem base legal, mas não é melhor solução, diz revista.
"A próxima vez que os brasileiros forem às ruas, é isso (novas eleições gerais) que deveriam exigir", é a conclusão da revista britânica The Economist , em artigo publicado na edição que chega às bancas nesta sexta-feira.
No texto intitulado "Quando um 'golpe' não é um golpe", a publicação diz que classificar o processo contra a presidente Dilma Rousseff como golpe é um "argumento emocional" que reflete uma "visão seletiva da democracia".

"Isso é a perversão, e não a defesa da democracia", afirma a centenária revista.
Pelo direito constitucional brasileiro, impeachment é o processo instaurado com base em denúncia de crime de responsabilidade contra alta autoridade do poder Executivo (como presidente, governadores e prefeitos).

A Economist cita o argumento básico de Dilma e seus defensores: não há crime de responsabilidade, e portanto o processo é ilegal, e por trás da iniciativa estão as mesmas forças que derrubaram o governo em 1964: mídia, empresariado, procuradores e juízes.
A revista diz que não há evidências de que Dilma seja "pessoalmente corrupta" e lembra que "diferentemente de seu principal acusador, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, nem ela nem sua família possuem contas na Suíça ou empresas panamenhas em paraísos fiscais".

Apesar disso, argumenta a publicação, a denúncia de um suposto golpe reflete uma prática que se tornou "parte do kit de propaganda da esquerda", comum a governos como os de Nicolás Maduro (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia).

Para a Economist , "um golpe envolve a tomada do poder por meio do uso inconstitucional de ameaça ou força por um pequeno grupo. Esse não é o caso no Brasil. Quaisquer que sejam seus ocasionais desvios, a investigação de corrupção (Lava Jato) é tocada por procuradores e juízes independentes."

Veneno na política
Citando o argumento da oposição sobre o caráter também político do impeachment, e ao considerar que as chamadas pedaladas fiscais se qualificam como crime de responsabilidade, a publicação britânica conclui que um eventual afastamento de Dilma seria "um ato constitucional com base legal, embora frágil".

Mas a revista faz uma ressalva: isso não faz do impeachment uma saída "sábia": "Dividiria o país e arriscaria envenenar sua política por anos".
O texto marca uma mudança de tom da Economist em relação à reportagem sobre a crise brasileira publicada há duas semanas. Naquela ocasião, ao estampar na capa o título "É hora de ir", em referência à presidente, a revista afirmou que Dilma se tornara inapta para governar, mas que o processo de impeachment no Congresso se baseava em "alegações não comprovadas" sobre as pedaladas - o uso de dinheiro de bancos federais em programas de responsabilidade do Tesouro, para tapar buracos na contabilidade do governo.

Se agora a revista considera que as pedaladas se enquadram, sim, como crime de responsabilidade, o argumento é que o Brasil "não aguenta mais três anos" na situação em que "a presidente não governa em nenhum sentido do termo" e "o Congresso está manchado por corrupção".
O texto lembra que em regimes parlamentaristas o governo já teria caído em circunstâncias como as do Brasil, e afirma que "em regimes presidenciais essas rupturas são sempre traumáticas".
"O drama que o país precisa enfrentar é o que fazer quando um governo para de funcionar."
Conclui com a defesa de uma emenda constitucional que permita novas eleições gerais. "Essa seria uma maneira melhor de defender a democracia."
Ler neste link:

terça-feira, 5 de abril de 2016

PANAMA PAPERS

PANAMA PAPERS
COMENTARIO PREVIO
Onze milhões e meio de personalidades, principalmente políticos e empresas, BUSCAM SEGURANÇA PARA SEUS BENS FORA DO ALCANCE DOS MICROCEFÁLICOS MAFIO-FISCOS,  significa que ninguém, nem mesmo os governantes, acham justo o sistema que toma tudo de quem lutou para conquistar bens!
Está em tempo de acabar com esse sistema Mundial Feudal Medieval, Fabiano, nazi-bank-bolchevista, Escravocrata, que considera todos os cidadãos do mundo como ESCRAVOS, de quem podem tirar tudo!
TEREMOS QUE DECRETAR UM CONDOMÍNIO DE CIDADÃOS QUE PAGAM PROFISSIONAIS CONFIÁVEIS PARA PRESTAR OS SERVIÇOS AÇAMBARCADOS HOJE POR QUADRILHAS DE MAFIOSOS (IDEOLOGIAS, GRUPOS BANCO-ECONÔMICOS, E RELIGIÕES).
http://www.mariosanchez.com.br/upload/Domestiqueosupertyranossauro.pdf
Panama Papers representa um "flagelo global", diz chanceler DO PANAMÁ
O escândalo dos "Papéis do Panamá", sobre empresas fantasmas usadas por políticos e personalidades de todo o mundo, não só afeta à imagem do país, mas ilustra "um flagelo global", disse nesta segunda-feira à agência Efe a vice-presidente panamenha, Isabel Saint Malo
5 ABR            2016  08h15
CONCLUSÃO

O flagelo global a que se refere a Vice-presidente do Panamá é evidentemente o domínio das quadrilhas mafiosas sobre todos os governos. Ao que parece, o Zica Vírus já está agindo e produzindo mafiosos há um bom tempo...