domingo, 2 de dezembro de 2012

HÁ PROBLEMAS? VAMOS RESOLVER!


A BRINCADEIRA SOBRE AS RIQUEZAS DO BRASIL...
O Anjo Gabriel vai anotando as ordens divinas: “ouro na Rússia, no México... e no Brasil; terras boas na Ucrânia, planície amarela... e Tb no Brasil; terremotos no Japão, México, Portugal.... mas não no Brasil; desertos na África, na China, no Chile... mas não no Brasil; gelos eternos nos pólos, na Sibéria, no Canadá, Alaska... não no Brasil... Mas, Deus? Que proteção é essa?... Espere pra ver... que povinho vou colocar ali”.

Quanto a essa resposta de "Deus"... sobre Que povinho vou colocar lá... Não nos esqueçamos que já chegaram no início os "fidalgos" como donos de Senzalas (sesmeiros) trazendo como kapatazes os criminosos, indultados para virem povoar as Terras de Santa Cruz (alusão à crucificação dos que se escravizam?...) e trazendo como escravos os mais fortes capturados em "guerras justas" nas Áfricas (justas porque os escravagistas venceram, né? e os vencedores escreveram a história).

Daí prosseguiu o "povinho que aqui foi colocado" educando a todos para garantir a continuidade da Senzala.

Em 1988 fez-se a abolição da escravidão... que era só pra negros... e instalando sem interromper o sistema, a escravidão para todos.... sistema um dia Consolidado na CLT como novo Estatuto Escravo que continuou sendo aperfeiçoado com a Senzala de Carteira Assinada e inclusão dos patrões nas algemas e pelourinhos...

Nessa sequência histórica, é para perguntar:

Os políticos foram consequência produzida pelo povo escravo que "votou" nos seus donos, sem outra saída porque estão de algemas e cabrestos, ou foram os cabrestados que foram educados pelos kapetazes dos políticos e os imitam como perpetuação de um hábito centenário? 
Vejam só que escolas são deixadas para os filhos dos escravos?
Quando é que nossos soldados vão acordar?

Se não tivermos soldados pra ir lá pegar... nada voltará ao humanismo!

Lembrem do que disse o Presidente Obama no dia do Veterano: Nós temos democracia, porque temos soldados e não é porque votamos... Não é por haver juízes que temos justiça, mas porque temos soldados...

Lembrem que nosso povo foi educado para a escravidão: os micronanicos que assumem poderes são assim... Viveram sempre assaltando, roubando Bancos, desejando que tudo fique pior, matando e corrompendo... Assumiram o poder para fazer o mesmo e achando absurdo serem punidos por fazer o que sempre fizeram e por ensinar a serem escravos, ou corruptos, ou bandidos...

No dia em que nossos soldados quiserem mudar tudo isso, o programa é bem simples:
1. A volta à democracia exige que: 1. seja tudo clareado (verdade em tudo) e 2. nos seja devolvida a liberdade de ir e vir para prosperar (sem que atirem todos à senzala, entendendo tudo como loteria ou cassino), 3. seja reconhecido o mérito de cada um e 4. seja respeitada a propriedade honestamente conquistada.
Tudo isso está na Constituição - Temos Constituição?... Só se tivermos soldados para fazer que a cumpram...

2. Nesse sentido, os Impostos estelionatários feudo-senzaleiros terão que ser abolidos e todos nós passarmos a pagar segundo o artigo 145, parágrafo 1 da Constituição, proporcionalmente ao poder de cada um. Os impostos atuais já foram declarados inconstitucionais pelo STF... Mas... Não haverá soldados pra exigir que se cumpra essa decisão?
Os detalhes de uma Renúncia Fiscal sem gerar déficit ESTÃO EM NOSSO IMPOSTO ZERO. 

3. Enxugar a máquina estatal de modo a só termos fortes e centrais a Justiça, a Defesa e a Representação. O resto deve passar a ser feito por empresas contratadas, das quais poderemos exigir eficiência, responsabilidade e competência, e pagarão sua parte das despesas da Nação. (A Burocracia pública é por princípio irresponsável, incompetente e ineficiente E CUSTA SEMPRE MAIS E MAIS IMPOSTOS SEM PAGAR NADA).

4. Voltarmos à educação humanista, com verdade, honestidade, reciprocidade, formando o caráter para terem todos iniciativa, reponsabilidade por si, sejam competentes no que fizerem, e busquem a máxima eficiência; para isto é preciso que AS ESCOLAS SEJAM ORGANIZADAS DE NOVO E NÃO SE SUBMETAM À BUROCRACIA DO PUTRALHAMENTE CORRRETO...

OS DESAFIOS
Lembram da piada atribuída a um filósofo não sei de onde?
Como é que o Japão, com tantos problemas progride tanto e o Brasil, com tudo na mão, só vai pro buraco?
Ora, pois pois... Os japoneses tinham problemas... Tiveram que resolvê-los! No Brasil não há problemas... O desafio foi criá-los!

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sábado, 1 de dezembro de 2012

QUE DEUS SEJA LOUVADO


RESUMO – Com estes comentários, Transcrevo abaixo artigo sobre o processo que se move na Justiça para tentar apagar nas notas de nosso dinheiro a expressão “Deus seja louvado”. Escrevo acto e facto para lembrar que temos uma raiz remota cuja essência atravessou milênios e é responsável pela nossa existência.

ANOTEMOS:
1. A PALAVRA DEUS na verdade é uma expressão neutra universal. Poderiam escrever nas notas da "energia" econômica qualquer louvor à base invisível dos Valores, como "Caminho", TAO, Brahman, Ser, Princípio ou Energia Universal, A Verdade, A Essência, que isso jamais pode agredir alguém... A não ser que esse "alguém" queira ser "ele" cultuado como sendo essa força...

Para a juíza federal Diana Brunstein, ''a menção da expressão Deus nas cédulas monetárias não parece ser um direcionamento estatal na vida do indivíduo que o obrigue a adotar ou não determinada crença'', de acordo com sua sentença.

2. Cabe aos proponentes de qualquer ação a prova de suas alegações para obter uma anulação de prejuízos sofridos pelos factos ou actos incriminados...
 Segundo Brunstein, a ''alegação de afronta à liberdade religiosa não veio acompanhada de dados concretos, colhidos junto à sociedade''.

3. Estado laico não pode interferir na consciência religiosa dos súditos. E ainda mais: minorias destrutivas devem ser barradas para que não seja destruída a Nação. Que dizer de uma agressão à maioria quase total como é esse processo? Trata-se de tentar impor a uma Nação de 200 milhões de seres bons e pacíficos um começo assustador da escalada da supressão da moral e do respeito entre os cidadãos. É que o respeito entre os seres humanos tem como fundamento o reconhecimento de que todos somos da mesma essência e temos a mesma natureza humana, embora não saibamos explicá-la... Qualquer acto que mande retirar de algum lugar a consciência dessa essência de tudo estará abrindo as portas para o fim de toda moralidade e paz social.

4. Em todas as línguas esse princípio que não podemos entender tem um nome, que em língua portuguesa se escreve "deus". Ter isso impresso em nosso dinheiro é a mais valiosa estratégia militar preventiva da paz e da harmonia entre os cidadãos. Antes que aconteça a volta à barbárie proposta pelos "sem Deus, sem pátria, sem família, sem moral, sem respeito mútuo", numa guerra de todos contra todos, agradeçamos que temos família, pátria, moral, FAA, etc. Portanto "Que Deus seja louvado!" 

Justiça mantém expressão 'Deus seja louvado' nas notas

Diga-se o que se disser disso constar das notas o fato é que é mais uma ferramenta para favorecer a tão necessária conexão com o Alto, lembrando ao ser constantemente a presença do criador -inclusive ao ser pretensioso e igualmente criado que se julga acima dos que têm fé porque não têm alcance suficiente para conceber o que sejam os pequeninos de Cristo, para conceber o que Cristo quis dizer louvando o pai por haver ocultado certas coisas dos que se julgam grandes para só revelá-las aos pequeninos (humildes).

A tentativa de eliminar isso não pode guardar uma boa intenção -com que propósito? (em especial quando já se tornou evidente uma cubanização em movimento).

Em resposta à Mensagem:

Segue artigo referente à decisão provisória referente à retirada da expressão “Deus seja louvado” das cédulas de real. Trago em aberto artigo da revista EXAME que diz:
Justiça mantém expressão 'Deus seja louvado' nas notas
Para a juíza federal Diana Brunstein, ''a menção a expressão Deus nas cédulas monetárias não parece ser um direcionamento estatal na vida do indivíduo''
A decisão é provisória e o processo vai tramitar de maneira normal
São Paulo - A 7ª Vara de Justiça de São Paulo rejeitou nesta quinta-feira a antecipação de tutela feita pelo Ministério Público Federal paulista para que União e Banco Central retirassem, no prazo de 120 dias, a expressão ''Deus seja louvado'' as cédulas de real.
Para a juíza federal Diana Brunstein, ''a menção a expressão Deus nas cédulas monetárias não parece ser um direcionamento estatal na vida do indivíduo que o obrigue a adotar ou não determinada crença'', de acordo com sua sentença.
Além disso, a magistrada questionou a forma com que a a ação movida pelo Ministério Público foi elaborada. Segundo Brunstein, a ''alegação de afronta à liberdade religiosa não veio acompanhada de dados concretos, colhidos junto à sociedade''. De acordo com o MPF, a expressão contida nas cédulas viola os princípios da laicidade, da liberdade religiosa e o da legalidade.
A decisão é provisória e o processo vai tramitar de maneira normal, já que o pedido de antecipação de tutela tornava a ação urgente. Não há previsão de quando a ação deverá ser julgada.
Um dos principais argumentos utilizados pela ação do MP é o de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. Além disso, são lembrados princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias.
O procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, lembrou que não existe lei autorizando a inclusão da expressão religiosa nas cédulas brasileiras. ''Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: ''Alá seja louvado'', ''Buda seja louvado'', ''Salve Oxossi'', ''Salve Lord Ganesha'', ''Deus Não existe''. Com certeza haveria agitação na sociedade brasileira em razão do constrangimento sofrido pelos cidadãos crentes em Deus''.
Durante a fase de pesquisa do processo, o Banco Central explicou a procuradoria que a frase está amparada pela Constituição de 1988, no qual, há preâmbulo afirmando que a mesma foi promulgada ''sob a proteção de Deus''.
O lema, no entanto, foi impresso pela primeira vez antes de 1988, mais precisamente em 1986, ainda nas notas de cruzado, por decisão aprovada pelo então presidente José Sarney.” [1]
Trago parágrafo de artigo referente ao processo em andamento anteriormente colocada no Atento e que pode ser lida no blog “Amigos da Teosofia”:

“Um dos principais argumentos utilizados pela ação é o de que o Estado brasileiro é laico e, portanto, deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa. Além disso, são lembrados princípios como o da igualdade e o da não exclusão das minorias para reforçar a tese de que a frase "Deus seja louvado" privilegia uma religião em detrimento das outras.” [2]
NOTAS:
[1] http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/justica-mantem-expressao-deus-seja-louvado-nas-notas
[2] Procuradoria Quer Excluir Expressão “Deus Seja Louvado” Das Cédulas
http://amigosdateosofia.blogspot.com.br/2012/11/procuradoria-quer-excluir-expressao.html
Abraços, Evaldo
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sábado, 24 de novembro de 2012

POLITICA, RACISMO, MUDANÇAS SOCIAIS E ECONÔMICAS


24/11/2012 às 6:23 – BLOG Reinaldo Azevedo
A questão sempre rondou as más consciências, era enunciada de modo oblíquo, falada nos cantos, nos becos, nas bocas, nas tocas — como diria o sambista… Era sugerida, mas jamais pronunciada. Ontem, finalmente, o ainda deputado João Paulo Cunha (PT-SP), condenado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, rasgou a fantasia e o verbo, revelou o que realmente pensa o PT, deixou aflorar seu [do partido] racismo asqueroso e primitivo. Inconformado com a atuação do ministro Joaquim Barbosa, que assumiu nesta quinta a presidência do STF, Cunha mandou ver: “[Barbosa] Chegou [ao Supremo] porque era compromisso nosso, do PT e do Lula, de reparar um pedaço da injustiça histórica com os negros”.
Que nojo de João Paulo Cunha!
Já explico onde estava este senhor quando vomitou o racismo de seu partido. Quero me ater um pouquinho ao conteúdo de suas palavras porque elas provam, por A mais B, algumas considerações que andei fazendo neste blog, ao longo dos anos, sobre a questão racial.
No dia 11 de outubro de 2011, escrevi um texto sobre a relação que o PT mantém com as chamadas minorias. Lá se pode ler este trecho (em azul):

Será mesmo o PT um partido especialmente afeito à defesa das mulheres, dos negros, dos gays, dos direitos humanos  – de grupos e temas, enfim, que seriam discriminados pela sociedade “reacionária”? Uma ova! Essa gente tem é um desprezo solene por todas essas causas e só as utiliza como instrumento de sua luta pelo poder. O PT defende, sim, o negro, desde que esse negro carregue a bandeira do partido – se não for assim, o sujeito é acusado de “preto de alma branca”. O PT defende, sim, a mulher, desde que ela carregue a bandeira do partido – se não for assim, ela é acusada de agente de machismo. O PT defende, sim, os gays, desde que o gay carregue a bandeira do partido; se não for assim, ele será acusado de bicha reacionária.
Bingo!
Pensemos na enormidade da fala de João Paulo, que representa o pensamento da ampla maioria do PT e de Lula — que também já andou cochichando essa ignomínia por aí em versos, trovas e palavrões, como é de seu hábito.
Na formulação petista, Joaquim Barbosa não chegou ao Supremo por seus méritos, mas porque é preto. Assim, quem o nomeou ministro foi a vontade de Lula, que lhe teria prestado, então, um favor, fazendo uma concessão a uma “raça” — afinal, sabem como é, o PT é contra as injustiças… Mais: por ser negro, Barbosa estaria impedido de julgar segundo os autos, as leis e a sua consciência. A cor da pele lhe imporia, logo à partida, um determinado conteúdo. É por isso, ministro Joaquim Barbosa, que critiquei tão duramente a resposta que Vossa Excelência deu a um repórter. Ainda que ele pudesse estar fazendo uma provocação, condicionar a visão de mundo das pessoas à cor de sua pele é manifestação do mundo das trevas intelectuais, que é de onde parte a fala de João Paulo.
Lula, o PT e os petistas esperavam um negro grato, de joelhos, beijando a mãos dos nhonhôs. Queriam um Joaquim Barbosa doce como uma negro forro, que se desfizesse em amabilidades com o seu ex-senhor e se sentisse feliz por ter sido um dos escolhidos da senzala para receber o galardão da liberdade. Em vez disso, o que se tem, na visão dos petistas, é um negro ingrato, que decidiu olhar a lei, não quem o nomeou; que decidiu se ater aos crimes cometidos pelos réus, não à cor de sua própria pele; que decidiu seguir as regras do estado democrático e de direito, não o projeto de poder de um partido.

Negro filho da mãe!
Negro traidor!
Negro que não carrega bandeira!
Negro vira-casaca!
Negro ingrato!
Negro negro!

Não é de hoje, certamente, que Barbosa recebe pressões. Agora entendo com mais precisão uma resposta que deu numa entrevista concedida à Folha em 2008:
“Engano pensar que sou uma pessoa que tem dificuldade de relacionamento, uma pessoa difícil. Eu sou uma pessoa altiva, independente e que diz tudo que quer. Se enganaram os que pensavam que, com a minha chegada ao Supremo Tribunal Federal, a Corte iria ter um negro submisso. Isso eu não sou e nunca fui desde a mais tenra idade. E tenho certeza de que é isso que desagrada a tanta gente. No Brasil, o que as pessoas esperam de um negro é exatamente esse comportamento subserviente, submisso. Isso eu combato com todas as armas.”
Voltemos a João Paulo e aos petistas. Assim como um escravo dependia da boa vontade de seu dono para obter a alforria, esses meliantes morais estão a dizer que Barbosa dependeu da boa vontade de Lula para ascender ao Supremo. Como ele ousa jogar a lei na cara daquele que tem a certeza de que lhe fez um favor e uma concessão?
Raramente um negro foi tão ofendido por um partido! Raramente os negros como um todo foram tratados com tanto desdém. Que desastre moral para boa parte dos movimentos negros, que certamente se calarão porque funcionam como esbirros do petismo! Este, se querem saber, é o pior de todos os racismos. A besta ao quadrado que sai por aí a vomitar injúrias raciais de modo explícito não é, ao menos, cínica. Os que cobram de um negro a fatura por tê-lo nomeado para a corte suprema do país — onde a única coisa decente a fazer é ser independente — deixam claro que usam as causas apenas como instrumento de poder.
O PT é craque nisso! Lembrem-se que campanhas eleitorais de Lula e de Dilma reuniram cotistas e bolsistas do ProUni — um programa federal, que não pertence ao governo, mas ao Estado — para que expressassem a sua gratidão a seus “benfeitores”, a seus “donos”, a seus nhonhôs… O país do PT não é aquele dos homens livres. O partido só entende a linguagem da ordem e do pau-mandado, como sabe o relator da CPI do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), que entrega a redação do relatório ao comando de seu partido para que tente as suas vendetas.
Barbosa que se cuide! O ódio dessa gente não é pequeno. A qualquer momento a sua reputação pode ser alvo de um franco-atirador do mundo das denúncias.

Achincalhe da Justiça

João Paulo disse aquela enormidade numa “plenária” feita em Osasco para satanizar o STF e declarar a inocência dos mensaleiros, a que compareceram José Dirceu e José Genoino. Rui Falcão, presidente do PT, e os deputados Jilmar Tatto (SP), líder do PT na Câmara, e Arlindo Chinaglia (SP), líder do governo na Casa, faltaram.
Dirceu pregou abertamente o confronto com o Supremo. Mais do que isso: segundo entendi, quer o tribunal submetido a júri popular, à moda maoísta: segundo ele, o PT deve ir às ruas para “fazer o julgamento do julgamento”. Huuummm… Quanto mais trela lhe dá o jornalismo que lhe serve de porta-voz, mais valente ele fica. Daqui a pouco, o Marcola e o Fernandinho Beira-Mar também proporão formas de luta contra o Judiciário.
Dirceu deixou claro que não aceita as decisões da Justiça de seu país. Conclamou: “É preciso ir as ruas, discutir, debater o que esta acontecendo. Não aceitamos. Estamos revoltados e indignados e somos vítimas de um julgamento injusto”. É evidente que o homem ultrapassou a linha da crítica e do direito a manifestações. Está pregando abertamente a resistência a uma decisão da Justiça. E isso, como sabem, é crime!
Por Reinaldo Azevedo

COMENTAMOS
1.      Não é porque meu bisavô era negro... Nem porque tenho muito boas relações com homens de cor que dou os parabéns ao Reinaldo.
Meu amigo José Carlos Barbosa, escritor de Ribeirão Preto e meus dois sobrinhos-netos afrodescendentes, sabem muito bem que eu faço a defesa incondicional da igualdade entre as etnias e não é de hoje.
Aliás, o maior defensor da escravidão negra no Brasil, o Marquês de Pombal, Ministro português que decretou a abolição da escravidão dos índios, falou o máximo que se pode dizer dos negros, ao fazer seu conselho aos colonos: “Prefiram escravos negros, pois são mais fortes e saudáveis, aprendem mais rápido e respeitam compromissos”. Isto quer dizer que são a etnia que tem as três qualidades máximas de um ser humano – físico, mental e espiritual superiores.
Como falar em conceder quotas em escolas ou serviços???
No dizer de José Carlos Barbosa... “não queremos proteções... queremos apenas oportunidades!”
2.      No mérito do assunto – mensalão, PT, STF.
Vamos acompanhando o caminho da volta à moralidade. Será arrepiante implantar a verdadeira Democracia no Brasil com um movimento que leve à frente a nobre etnia que descendia de reis e príncipes e chegou ao nosso país como escravos. É uma coisa muito lógica. Quem busca a Libertação, jamais desistirá. Escravagistas Putralhas donos de todos os Partidos Políticos precisam ser defenestrados e isto pode ser feito pela revogação de todas as leis que impedem o desenvolvimento mantendo a escravidão aos Banqueiros.
Estarei oferecendo o IMPOSTO ZERO para começar a escalada, conjugado com a mudança da Educação para uma EDUCAÇÃO HUMANISTA.
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