segunda-feira, 30 de novembro de 2015

SOBRE CONFERÊNCIA DO CLIMA DAS NAÇÕES UNIDAS

COMEÇA HOJE EM PARIS A CONFERÊNCIA QUE DEVE RENOVAR AS PROMESSAS DE KYOTO

Especialistas estimam em US$ 3 trilhões transição para economia de baixo carbono28/10/2015
O investimento necessário para a transição a uma economia global de baixo carbono é de US$ 3 trilhões por ano, sendo US$ 1 trilhão apenas no setor de energia. A estimativa foi feita por estudiosos do clima de todo o mundo e o assunto debatido ontem (27) no seminário The Rio Climate Challenge - Rio Clima 2015, que teve nesta terceira edição o tema Transição para economias de baixo carbono.
O evento, cujos debates foram fechados ao público, é preparatório para a Conferência do Clima das Nações Unidas  (COP 21), que ocorre de 30 de novembro a 11 de dezembro, em Paris. Participaram do encontro especialistas do Brasil, França e Estados Unidos.
O representante do Climate Reality Project, Ken Berlin, afirma que no ano passado foram investidos US$ 270 bilhões em energias renováveis, o que não é suficiente para fazer a diferença necessária na geração de energia limpa. Para ele, trata-se de um número muito grande, mas que acrescentou apenas 6% na geração de energias renováveis.  "Isso não é o suficiente. Os estudos recomendam o investimento de US$ 500 bilhões por ano até 2020 e US$ 1 trilhão até 2030. Estamos falando de um investimento muito grande para substituir de verdade os combustíveis fosseis por um sistema de energia com fontes renováveis”, acrescentou.
O Climate Reality é uma organização do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, um dos principais ativistas da mitigação dos efeitos das mudanças climáticas no mundo, autor do documentário Uma verdade inconveniente, sobre o aquecimento global, que venceu o Oscar em 2007. No mesmo ano, Al Gore recebeu o Prêmio Nobel da Paz, junto com o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU.
Durante o seminário, a delegação francesa apresentou  o mecanismo de precificação positiva do carbono, que reconhece o valor social e econômico proporcionado pela redução das emissões do gás (carbono) e visa canalizar recursos do sistema financeiro para projetos ambientais.
De acordo com o diretor-executivo do Centro Brasil no Clima, Alfredo Sirkis, a ideia é que as discussões sobre a criação da chamada “moeda do clima” comecem na COP 21. Ele explica que 40 países já tem alguma iniciativa nesse sentido. “É uma forma de você ajudar nessa transição para a economia de baixo carbono, porque você está assumindo aquilo que se chama de externalidade, ou seja, as consequências externas onerosas da poluição, que quase nunca são calculadas".  Segundo ele, não faz parte do preço do carvão, por exemplo, a análise das doenças respiratórias que ele provoca e a quantidade de internações hospitalares e o ônus que isso representa para o sistema de saúde pública. Sirkis ressalta, ainda, que "a partir do momento que você começa a taxar o carbono, você está levando em conta essas externalidades”.
Segundo Berlin, um dos problemas enfrentados para o sistema de precificação do carbono é a falta de garantia que os investidores podem ter. “Os bancos estão muito envolvidos nisso. Tem que fazer isso com suporte dos governos, porque as pessoas não querem investir se houver risco. Se houver garantias a longo prazo, se os governos fizerem isso, vai encorajar os investidores. Não tem que garantir 100% de tudo, mas tem que ter garantias por lei de 10%, 20% dos investimentos privados".
De acordo com Sirkis, as atuais discussões sobre os investimentos na transição para a economia de baixo carbono estão em torno de US$ 100 bilhões. “US$ 1 trilhão seria para energia e outros US$ 2 trilhões para o conjunto de infraestrutura, estamos falando do planeta como um todo, o conjunto de países. De qualquer maneira isso é muito muito muito acima do que as cifras que são discutidas nas reuniões de convenções do clima. A grande discussão é como é que vai chegar a US$ 100 bilhões em 2020 lá no Fundo Verde do Clima. US$ 100 bilhões é quase nada perto do que realmente é necessário”.
No começo do mês, 149 países já tinham apresentado as metas de redução das emissões que apresentarão na reunião de Paris tendo como base as emissões do ano de 2005. O Brasil quer reduzir as emissões em 43% até 2030. (da Agência Brasil, Akemi Nitahara)

 COMENTÁRIO DO BLOG
Tudo nos faz acreditar que se trata de um "Petrolhão" a nível de negócios da China em grau planetário... Investidores banqueiros já acenam que querem que os Senhores Feudais (Governos) garantam que assumem as dívidas para que haja financiamento da festança de "bumba meu boy" sem nenhuma participação festiva dos povos, a não ser oferecendo os lombos mais uma vez para receber arreios, as pedras a carregar, e chicote e espora dos capatazes nas barrigas cheias ou vazias mesmo. Estes devem pagar a conta.
O desespero que me dá é que a Ciência já sabe como trocar todos os consumos de carvão, gás e petróleo trocando por Eletricidade gerada com motores magnéticos, por exemplo. Do mesmo modo moveriam os carros.  Já estão em oferta para aplicar as patentes de J.Bedini, Perendev, Tom Bearden, Norberto Keppe, e ainda todos os dias surge mais um inventor com outro modelo. São ímãs permanentes usando a força negativa da repulsão polar. Patrik J.Kelly publicou na Inglaterra um livro com mais de duas mil páginas (sim!duas mil páginas) com detalhes de quase mil experimentos que geraram patentes com funcionamento comprovado dessas máquinas e outras de faíscas atmosféricas.
Em nosso CEAG já vimos funcionar os primeiros experimentos da Força da Inércia que Einstein profetizou. Tom Bearden em seu site e Patrik J. Kelly em seu livro dizem com todas as letras que esses interesses escravagistas acham mais fácil sumir com o inventor e continuar a
explorar os negócios em que já investiram. Assim acusam sem provas que Tesla foi um dos "mortos por idade"... Outros já bisbilhotam que o próprio Albert Einstein foi "afastado do trabalho" (crise renal com falência múltipla de órgãos) deixando a mesa cheia de cálculos que ainda não o levaram à máquina de energia sem limite. Alguém já se propôs a doar a descoberta da hidroelétrica sem rio, usando a Força Inercial que repousa na água parada, em troca de um fundo para ir fazer obra social.
A meu ver, o dia em que essa canalhada da Ecologia for investigada pela Interpol, não sobra nenhum "chutador de bola" com menos culpa corruptante do que José Maria Marin.
Finalmente, meu raciocínio é o mesmo de Albert Einstein - A novidade no começo causa oposição, mas se entra a funcionar, começam a usar e num terceiro momento, todos vão querer as vantagens das novidades... Aliás foi o cientista ficcionista Arthur C. Clark que o disse antes. 
CONCLUSÃO
Melhor faria a Conferência de Paris se colocasse a proteção para quem levar esse Invento para ser posto em funcionamento e chamasse os Banqueiros para ganharem não três trilhões, mas pelo menos CEM TRILHÕES de dólares para financiar a mudança gradual da suposta poluição de suposto aquecimento global, trocando por essas máquinas que lhes causam arrepios E QUE INEVITAVELMENTE UM DIA ESTARÃO EM FUNCIONAMENTO - EINSTEIN SÓ FALTA SER CONFIRMADO NESSA PREVISÃO.

LEIS DO COMPORTAMENTO POLÍTICO - ROBERTO CAMPOS

 Roberto Campos – LEIS DO COMPORTAMENTO SOCIO POLÍTICO
Era uma crespa noite de inverno londrino. Eu fui convidado para um jantar na embaixada brasileira, ao fim dos anos 70, o grande filósofo liberal francês Raymond Aron e dois sociólogos radicados na Inglaterra, Ralf Dahendorf e Ernest Gellner, este último professor de José Guilherme Merquior, meu conselheiro de embaixada.  
 Filosofávamos sobre nominalismo, realismo e existencialismo, contei uma piada que Aron achou divertida. Era a definição de "realidade" por um irlandês, revoltado pela interrupção de suas libações alcoólicas à hora do fechamento dos pubs. "A realidade", disse ele, "é uma ilusão criada por uma aguda escassez de álcool".
Quando partiram os hóspedes, resolvemos, Merquior e eu, em rodadas de uísque, testar duas coisas. Primeiro, a teoria irlandesa do realismo alcoólico. Segundo, nossa capacidade de recitarmos, de memória, aquilo que poderíamos chamar de "leis de comportamento sociopolítico" de variadas personagens e culturas. Alternávamos nas citações, que registrei num alfarrábio que outro dia desenterrei numa limpeza de arquivos. Ei-las:
  A lei de Lenin: "É verdade que a liberdade é preciosa. Tão preciosa que é preciso racioná-la".
 A lei de Stalin: "Uma única morte é uma tragédia; 1 milhão de mortes é uma estatística".
 A lei de Krushev: "Os políticos em qualquer parte são os mesmos. Eles prometem construir pontes mesmo quando não há rios".
 A lei de Henry Kissinger: "O ilegal é o que fazemos imediatamente. O inconstitucional é o que exige um pouco mais tempo".
 A lei de Franklin Roosevelt: "Um conservador é um homem com duas excelentes pernas, que contudo nunca aprendeu a andar para a frente".
 A lei de Lord Keynes: "A dificuldade não está nas ideias novas, mas em escapar das antigas".
 A lei de Bernard Shaw: "Patriotismo é a convicção de que o país da gente é superior a todos os demais, simplesmente porque ali nascemos".
 A lei de Hayek: "Num país onde o único empregador é o Estado, a oposição significa morte por inanição. O velho princípio de quem não trabalha não come é substituído por um novo princípio: quem não obedece não come".
A lei de Mark Twain: "Um banqueiro é um tipo que nos empresta um guarda-chuva quando faz sol, e exige-o de volta quando começa a chover".
 A lei de Lorde Kelvin: "Grandes aumentos de custos com questionável melhoria de desempenho só podem ser tolerados em relação a cavalos e mulheres".
 A lei de Charles De Gaulle: "As promessas só comprometem aqueles que as recebem".
 A lei de John Randolph, constituinte na Convenção de Filadélfia: "O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros".
 A lei de Getúlio Vargas: "Os ministérios se compõem de dois grupos. Um formado por gente incapaz, e outro por gente capaz de tudo".
 A lei do governador Mario Cuomo, de Nova York: "Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa".
 A lei de John Kenneth Galbraith: "A política não é a arte do possível. Ela consiste em escolher entre o desagradável e o desastroso".
 A lei de Sócrates: "No tocante a celibato e casamento, é melhor não interferir, deixando que o homem escolha o que quiser. Em ambos os casos, ele se arrependerá".
 No último uísque, Merquior me contou um chiste anônimo, que circulava em Londres: "A natureza deu ao homem um pênis e um cérebro, mas insuficiente sangue para fazê-los funcionar simultaneamente". Ao confidenciar a Merquior que pretendia aposentar-me do Itamaraty para ingressar na política, lembrou-me ele a lei de Hubert Humphrey, vice-presidente dos Estados Unidos na administração Lindon Johnson, que dizia: "É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e merecem estar bem representados".
 Tendo em vista minhas ambições políticas, combinamos fabricar conjuntamente uma lei, que passaria à posteridade como a lei Campos/Merquior: "A política é a arte de fazer hoje os erros do amanhã, sem esquecer dos erros de ontem". Ao nos despedirmos, já mais sóbrios, lembrei-me de duas leis. A lei do King Murphy, que assim reza: "Não estão seguras a vida, a liberdade e a propriedade de ninguém enquanto a legislatura estiver em sessão". E a lei do sábio Montesquieu, o inventor da teoria da separação de poderes: "O político deve sempre buscar a aprovação, porém jamais o aplauso". Em minha vida política no Senado e na Câmara procurei descumprir a lei do King Murphy e cumprir a lei de Montesquieu. Sem resultados brilhantes nem num caso, nem no outro...
 Roberto Campos:
Defensor apaixonado do liberalismo. Economista, diplomata e político também se revelou um intelectual brilhante. De sua intensa produção, resultaram inúmeros artigos e obras como o livro A Lanterna na Popa, uma autobiografia que logo se transformou em best-seller. Foi ministro do Planejamento, senador por Mato Grosso, deputado federal e embaixador em Washington e Londres. Sua carreira começou em 1939, quando prestou concurso para o Itamaraty. Logo foi servir na embaixada brasileira em Washington, e, cinco anos depois, participou da Conferência de Bretton Woods, responsável por desenhar o sistema monetário internacional do pós-guerra.
 P.S. Com a fusão de dois enormes bancos brasileiros, criou-se o gigantesco Banco União Comercial S.A., o maior da época. Roberto Campos, reconhecido pelo seu notório saber, conforme o parágrafo acima, foi feito presidente do Conselho de Administração do conglomerado. Com ele, Luis Augusto Sacchi, foi nomeado Diretor Superintendente. Era um grande executivo, formado na mesma turma com Marcos Vianna, presidente do BNDE (naquele tempo não tinha S), Mário Henrique Simonsen, e alguns outros famosos.
Em menos de dois anos o mega-banco foi à lona. Desapareceu do cenário.
Lei de DEUS: A teoria na prática é outra.
COMENTÁRIO DO BLOG
VAMOS LEMBRAR A “LEI DE GERSON”? – NÓS DEVEMOS LEVAR VANTAGEM EM TUDO...
OU A LEI DE MAQUIAVEL? – O POVO PREFERE GOVERNOS FORTES MESMO QUE SEJAM CRUÉIS E SE EXIBAM IMPARCIAIS, MAS DESPREZA OS BONZINHOS QUE SE MOSTREM INSEGUROS.
E NO FIM SÓ VALE A LEI DA FORÇA UNIVERSAL OU DE JESUS CRISTO, BUDA LAO TSÉ, KRISHNA... QUE DIZ QUE NADA ACONTECE SEM QUE O PODER MÁXIMO O SAIBA E O APROVE.



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

MILITARES. PERIGO PRA QUEM?

O PERIGO ESTÁ PRÓXIMO.
Putralhas, esperem o momento em que FFAA disserem “ALEA IACTA EST”.

Amigos;
O artigo abaixo é de autoria de um dos mais brilhantes colegas, na Escola Superior de Guerra - ESG, o Coronel do Exército, na Reserva remunerada, Marco Antonio Santos.
É uma autoridade em Inteligência Estratégica, campo em que tem prestado consultoria a diversas agências estatais e empresas privadas.
Foi publicado hoje, 30/03/2015,no jornal eletrônico Top Midia News de Campo Grande - M.S. Vale à pena ler e divulgar.


Publicação: 30/03/2015 16:21:00
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O perigo sempre está próximo, e temos gente para a nossa defesa!
Eles apenas querem cumprir sua missão. E vão cumpri-la
Por Marco Antônio dos Santos *
Você quase não os vê porque são poucos, para um Brasil tão grande, mas eles existem.
Aliás, insistem em fazê-lo.
Aceitam morar na Amazônia e em outros lugares inóspitos e insalubres. Insistem em continuar cumprindo com suas atribuições constitucionais apesar de anos a fio de orçamentos gradativamente depauperados e muita perseguição motivada por revanchismos.
Seus detratores chegaram até a constituir uma comissão de mentiras para tentar denegrir-lhes a imagem.
Como se isso fosse possível!
Eles fazem parte da História nacional e esta não pode ser mudada por comissões partidárias.
Eles fazem questão de constituir famílias (são ousados) e de tentar sustentá-las com os minguados salários.
Substituem as forças de segurança em greve ou quando incapazes de cumprir suas missões constitucionais em áreas dominadas pelo crime organizado, cujos integrantes recebem, muitas vezes, vencimentos superiores aos seus (e ainda se julgam com direito de majorá-los), só porque acreditam ser essa sua missão diante da Nação que lhes paga mal e alimenta parcialmente.
Constantemente têm atirados ao rosto questionamentos a respeito de sua utilidade e procuram justificá-la perante os ignorantes, revanchistas e derrotados no campo da luta ideológica e que se vingam lançando sobre eles acusações difusas nas quais espelham, em realidade, o medo que a sociedade os chame de volta, como sempre o fizeram no passado histórico e estão fazendo neste momento.
Talvez parte da sociedade imagine que é para isso que servem. Servem muito mais porque garantem o direito de todos pensarem como quiserem ou como imaginam que seja.
Aliás, a Nação tem o estranho hábito de recorrer a eles nos momentos de perigo.
Por que eles agem assim?
Porque acreditam em valores e têm princípios que a formação da nacionalidade legou a eles. Valores e princípios que deveriam ser patrimônio de toda a sociedade, mas, infelizmente, não são.
Além disso, a hierarquia lhes impõe o respeito à autoridade constituída. A disciplina lhes ensina a cumprir a missão em obsequioso silêncio. O silêncio não deve ser confundido com alienação, entretanto.
Alguns, como agora, acreditam que são ameaça à democracia. Mas eles sabem que nenhuma ditadura lhes serve. Professam o império da lei, inclusive quando esta exige sua intervenção e seu sacrifício.
Perigo haverá quando deixarem de acreditar nos valores, perderem os princípios (como muitos segmentos da sociedade já o fizeram), a hierarquia for quebrada, a disciplina não mais justificar o silêncio e não puderem cumprir a missão que a Nação lhes atribui, por terem exaurido suas forças.
Agora, a elite conjuntural governante tem um grande problema.
A sociedade a está colocando diante de uma verdadeira comissão da verdade.
Depois de tanto ataca-los, como pedir a eles que se mantenham quietos diante de descalabro moral que assola a Nação ou mantenham a ordem se esta for gravemente quebrada?
Eles já deveriam ter desaparecido.
Tentaram até criar forças não constitucionais para substituí-los.
Outros os ameaçam, e à sociedade como um todo, com milícias de desordeiros que aterrorizam o campo e as cidades, subsidiados com polpudas verbas públicas e explícito apoio à quebra da lei.
Mas eles insistem em lá estar, em seus austeros aposentos e casas e em ter os maiores índices de aprovação popular em pesquisas de opinião comparativas em relação a outros segmentos da chamada sociedade organizada.
Agora, em realidade, é preciso tirar-lhes os brios e os méritos. Humilhá-los ainda mais, quebrar-lhes o ânimo.
Quem sabe, assim, desistam de existir?
Mas parece que eles têm uma infinidade de vidas. São piores que a fábula das sete vidas dos gatos.
Quando morrem, apenas se reagrupam na eternidade.
Eles acreditam na Justiça e no ciclo da História.
Talvez tenham aprendido a lição e não deixem que novas tentativas de subverter a Nação se repitam.
Um de seus antigos chefes advertiu para a cólera das legiões. Referia-se aos romanos que tentaram mantê-los além do Rubicão e que não passassem das cercanias da capital.
Eles são os militares!
Apenas querem cumprir sua missão. E vão cumpri-la.
Os políticos ainda não perceberam que o risco é infinitamente menor quando eles estão equipados com as melhores armas e ideias que a Nação puder lhes dar, conforme, sabiamente, profetizou o General Douglas MacArthur.
Eles são preparados para sobreviver na adversidade. Alimentam-se da fé em suas crenças. Não pedem muito, apenas o mínimo: respeito, sem humilhações.
O perigo realmente existirá, quando os militares acreditarem que estão por si sós.


(*) Marco Antonio dos Santos é professor e empresário