quarta-feira, 3 de julho de 2013

QUEREMOS LIBERTAÇÃO E NÃO EMPULHAÇÃO

REFORMA POLÍTICA NA SENZALA BRASIL

VAMOS ACEITAR FALSA REFORMA POLITICA OU VAMOS TENTAR SAIR DA SENZALA?

COMO ESTAMOS:
A)    OS PÁRIAS – CLASSES C, D, E...... Z. – PAGAM 70% DA MISÉRIA QUE LHES CHEGA, EM IMPOSTOS;
B)    CLASSE B – OS ESCRAVOS GENÉRICOS – PAGAMOS 57% DO QUE RECEBEMOS OU TEMOS, EM IMPOSTOS, JUROS, TAXAS, ASSALTOS, MAUS SERVIÇOS... ETC.
C)    CLASSE A – OS KAPATAZES DA SENZALA – PUTRALHAS, ALIADOS E OPOSIÇÕES – COMEM TUDO PELA CORRUPÇÃO,  O QUE SOBRAR DA IMPOSTURA DE TRIBUTOS BANQUEIROS – SOBRA MAIS OU MENOS 17% DO PIB PARA ESSA SAÍDA PELO RALO.
D)    OS BANQUEIROS LEVAM COMO LUCROS DE BANCOS E JUROS DAS DÍVIDAS INSCRITAS NOS ORÇAMENTOS FEDERAIS – MAIS OU MENOS 40% DO PIB.

QUEREMOS SABER:

VAMOS ACEITAR ESSA EMPULHAÇÃO DE CONTINUIDADE CONSTITUCIONAL PARA SUBSTITUIR APENAS O MODO DE ESCOLHER OS KAPATAZES?

OU VAMOS FAZER VALER A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL?

A GRITA DAS RUAS DÁ A ENTENDER QUE:

O POVO QUER CHEGAR À DEMOCRACIA PLENA, ONDE TUDO ESTEJA CONTABILIZADO ÀS CLARAS, COMO NUM CONDOMÍNIO DE TODOS.

O POVO QUER CHEGAR A UMA LIBERDADE PLENA DE IR E VIR PARA CONHECER E PODER PROSPERAR.

O POVO QUER QUE O MÉRITO SEJA O CRITÉRIO PARA O GANHO DE TODOS – APOSENTADOS, FUNCIONÁRIOS, MILITARES, TRABALHADORES, EMPRESÁRIOS, etc.

O POVO QUER QUE AS PROPRIEDADES HONESTAMENTE GANHAS SEJAM PLENAMENTE RESPEITADAS.

RESUMINDO
QUEREMOS O OPOSTO À SENZALA, ONDE A FALSIDADE IMPOSTA PELOS DONOS DA SENZALA É A ÚNICA “VERDADE” A SER CONHECIDA; ALGEMAS E CORRENTES SÃO DITAS “PROTEÇÃO”; O MÉRITO NÃO É RECONHECIDO; TUDO É PROPRIEDADE À DISPOSIÇÃO DO DONO DE TUDO ATRAVÉS DE UM GOVERNO FANTOCHE.

EM UMA PALAVRA: QUEREMOS DEMOCRACIA PLENA.


(EXPLICANDO – CHAMAR OS MILITARES PARA INTERVIR, SÓ VAI MUDAR SE COMEÇAR COM “IMPOSTO ZERO” E FIZER VALER COMO DESPESAS DE CONDOMÍNIO O RATEIO PREVISTO NO PARÁGRAFO 1 DO ARTIGO 145 DA CONSTITUIÇÃO – EM MEU SITE http://www.mariosanchez.com.br ESTÁ PARA DOWNLOAD O PROGRAMA “DOMESTIQUE O SUPERTYRANOSSAURO DA RECEITA”)

terça-feira, 2 de julho de 2013

GUERRA PARA PRESERVAR AS ABELHAS


Rússia adverte Obama: Guerra Global devido ao "apocalipse apícola" acontecerá em breve | 31Mai2013 19:50:15

As minutas chocantes relativas à reunião do Presidente Putin na semana passada com o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, revelam a "extrema indignação" dos líderes russos sobre a contínua proteção aos gigantes globais bio-genéticos de sementes e plantas Syngenta e Monsanto por parte do regime Obama em face a um crescente "apocalipse apícola" que o Kremlin adverte que "certamente" irá levar a uma guerra mundial. 

De acordo com a ata, divulgada no Kremlin hoje pelo Ministério dos Recursos Naturais e Meio Ambiente da Federação Russa (MNRE), Putin estava tão revoltado com a recusa da administração Obama em discutir este assunto tão grave que ele recusou por três horas até mesmo se reunir com Kerry, que viajou para Moscovo numa missão diplomática programada, mas depois cedeu, de forma a não provocar uma ruptura ainda maior entre as duas nações
No centro dessa disputa entre a Rússia e os EUA, este relatório MNRE diz, é a "prova incontestável" de que uma classe de inseticidas neuro-ativos quimicamente relacionados com a nicotina, conhecidos como neonicotinoides, está destruindo a população de abelhas do nosso planeta, e que se não for devidamente controlado pode destruir a capacidade mundial de produzir alimentos suficientes para alimentar sua população.

Esta situação tornou-se tão grave, diz o relatório da MNRE, que a Comissão Europeia (CE) inteira instituiu na semana passada uma proibição preventiva de dois anos (prevista para começar em 1 º de dezembro de 2013) sobre esses pesticidas "exterminadores de abelhas" seguindo o exemplo da Suíça, França, Itália, Rússia, Eslovénia e Ucrânia, os quais já haviam banido estes, dos mais perigosos organismos geneticamente modificados, de serem usados no continente.

Dois dos mais temidos neonicotinoides banidos foram o Actara e o Cruiser produzidos pela gigante global suíça fabricante de sementes e pesticidas por biotecnologia Syngenta AG que emprega mais de 26 mil pessoas em mais de 90 países e ocupa a terceira posição no total de vendas globais no mercado de sementes agrícolas.

Importante observar, segundo o relatório, é que a Syngenta, junto com as gigantes biotécnicas Monsanto, Bayer, Dow e DuPont, agora controlam quase 100% do mercado global de pesticidas, plantas e sementes geneticamente modificadas.

Também é digno de nota sobre a Syngenta, o relatório continua, é que em 2012 ela foi acusada criminalmente na Alemanha por ocultar o fato que seu milho geneticamente modificado matar o gado, e estabeleceu-se um processo de ação coletiva nos EUA em 105 milhões de dólares depois que se descobriu que tinha contaminado o abastecimento potável de cerca de 52 milhões de americanos em mais de 2.000 distritos de água com o seu herbicida Atrazina, que pode provocar mudança de género nos animais.

De como incrivelmente assustadora esta situação é, o MNRE diz, pode ser visto no relatório divulgado em março deste ano pela American Bird Conservancy (ABC), em que eles alertaram que todo o nosso planeta está em perigo, e como se pode, em parte, ler:

"Como parte de um estudo sobre os impactos das mais utilizada classes de inseticidas no mundo, produtos químicos da nicotina, chamado neonicotinóides, American Bird Conservancy (ABC) pediu a proibição de seu uso como tratamento de sementes e a suspensão de qualquer aplicação, pendente de uma revisão independente dos efeitos dos produtos nas aves, invertebrados terrestres e aquáticos, e outros animais selvagens.

Está claro que estes produtos químicos têm o potencial de afetar toda a cadeia alimentar. A persistência ambiental dos neonicotinóides, a sua propensão ao escoamento e infiltração de águas subterrâneas, e seu modo cumulativo e em grande parte irreversível de ação em invertebrados levantam preocupações ambientais significativas " disse Cynthia Palmer, co-autora do relatório e Gerente do Programa de Pesticidas da ABC, uma das principais organizações de conservação de aves daquele país.

A ABC comissionou o mundialmente renomado toxicologista ambiental Dr. Pierre Mineau para realizar a pesquisa. O relatório de 100 páginas, "O impacto dos inseticidas mais amplamente usado da nação em pássaros", analisa 200 estudos sobre os neonicotinóides, incluindo a investigação industrial obtida através da Lei de Liberdade de Informação dos EUA. O relatório avalia o risco toxicológico para as aves e os sistemas aquáticos e inclui extensas comparações com os pesticidas mais velhos que os neonicotinóides têm substituído. A avaliação conclui que os neonicotinóides são letais para as aves e para os sistemas aquáticos dos quais elas dependem.

"Um único grão de milho coberto por neonicotinóide pode matar uma ave canora" disse Palmer. "Mesmo um pequeno grão de trigo ou canola tratado com os antigos neonicotinóides - chamados imidacloprid - podem envenenar fatalmente um pássaro. E tão pouco como 10% de uma semente de milho coberta de neonicotinóide por dia durante uma estação de ovulação é o bastante para afetar a reprodução".

O novo relatório conclui que os níveis de contaminação por neonicotinóides tanto em água superficial quanto subterrânea nos Estados Unidos e ao redor do mundo já estão para além do limiar encontrado para matar muitos invertebrados aquáticos.

Seguindo rapidamente este relatório condenatório, o MRNE diz, um grande grupo de apicultores e ambientalistas americanos processou a administração Obama pelo uso contínuo destes neonicotinóides afirmando: "Estamos levando a EPA a tribunal por sua incapacidade de proteger as abelhas de pesticidas. Apesar de nossos melhores esforços para alertar a agência sobre os problemas gerados pelos neonicotinóides, a EPA continuou a ignorar os sinais claros de um sistema agrícola em apuros ".

[...] Mais desconcertante em tudo isso, o MRNE diz, e que levou Putin à ira contra os EUA, têm sido os esforços da administração Obama para proteger os lucros dos produtores de pesticidas em detrimento do prejuízo catastrófico que está sendo feito no meio ambiente, e como o Guardian News detalhada em seu artigo de 02 de maio intitulado "EUA rejeita a alegação da UE de inseticida ser a principal razão para o distúrbio do colapso das colônias (de abelhas)" e que, em parte, diz:

"A União Europeia votou esta semana pela suspensão de dois anos para uma classe de pesticidas, conhecidos como neonicotinóides, que têm sido associados com o colapso das abelhas. O relatório do governo dos EUA, ao contrário, encontrou várias causas para o colapso das abelhas ".

Para a "mais verdadeira" razão da proteção de Obama a esses gigantes biotecnológicos destruindo nosso mundo, o MRNE diz, como pode ser visto no relatório intitulado "Como é que Barack Obama se tornou o homem da Monsanto em Washington?" E que diz:

"Depois de sua vitória na eleição de 2008, Obama encheu os postos-chave com pessoas Monsanto, em agências federais que exercem uma força tremenda em questões alimentares, o USDA e o FDA: No USDA, como o diretor do Instituto Nacional de Alimentação e Agricultura, Roger Beachy, ex-diretor do Centro Danforth da Monsanto. Como vice-comissário da FDA, o czar das novas questões de segurança alimentar, o infame Michael Taylor, ex-vice-presidente de políticas públicas da Monsanto. Taylor foi fundamental na obtenção de aprovação da hormona de crescimento bovino geneticamente modificado da Monsanto ".

E ainda pior, depois que a Rússia suspendeu a importação e uso do milho geneticamente modificado da Monsanto, após um estudo sugerindo uma ligação ao câncer de mama e danos em órgãos, em setembro passado, o serviço de notícias Russia Today informou sobre a resposta de Obama:

"A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou discretamente uma adição de última hora para a Lei de Apropriação Agrícola para 2013 na semana passada - incluindo uma provisão que protege as sementes geneticamente modificadas de processos judiciais devido a riscos para a saúde.

O adendo, que é oficialmente conhecido como o Garantia de Provisão ao Fazendeiro, foi ridicularizado pelos adversários do lobby da biotecnologia como a "Lei de Proteção de Monsanto", visto que iria retirar aos tribunais federais a autoridade de suspender imediatamente o plantio e comercialização de sementes para cultura geneticamente modificadas (OGM), independentemente de quaisquer preocupações com a saúde do consumidor.

A provisão, também denunciada como um "piloto de biotecnologia", deveria ter passado pelos Comités Agrícolas Judiciários para revisão. Em vez disso, não foram realizadas nenhumas audiências, e era evidentemente desconhecida para a maioria dos democratas (que detêm a maioria no Senado), antes de sua aprovação como parte do RH 993, o projeto de lei de financiamento de curto prazo, que foi aprovado para evitar a paragem do governo federal ".

Em 26 de março, Obama discretamente passou a lei este "Ato de Proteção à Monsanto", garantindo, assim, que o povo americano não tenha nenhum recurso contra esse gigante biotecnológico, e que eles adoeçam às dezenas de milhões e muitos milhões certamente acabarão morrendo no que este relatório do MRNE chama de o maior apocalipse agrícola na história do ser humano, em que mais de 90% da população selvagem de abelhas dos EUA e até 80% das abelhas domésticas já morreram.


10 maio de 2013 © UE e os EUA todos os direitos reservados. Permissão para usar este relatório em sua totalidade é concedida sob a condição que é ligado de volta para sua fonte original na WhatDoesItMean.Com. Conteúdo Freebase licenciado sob CC-BY e GFDL.

Por: Sorcha Faal, e como relatado aos seus subscritores ocidentais

http://www.whatdoesitmean.com/index1679.htm

PREFIRO NEM COMENTAR.
TODOS SABEM ALGO A RESPEITO DE NOSSAS POSIÇÕES NO CAMPO APÍCOLA.
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quinta-feira, 27 de junho de 2013

PORTUGAL SEM PASSAPORTE

Posted: 25 Jun 2013 02:59 PM PDT
É fácil aceitar a desigualdade, a corrupção e a insegurança quando não existem termos de comparação
João Pereira Coutinho
1. Raramente escrevo sobre o Brasil no Brasil. Questão de cortesia. Sou convidado do país e um convidado não critica os anfitriões. Exceto quando os anfitriões deixam de ser assunto doméstico e viram fenômeno internacional.
2. Ironia. Quinze dias atrás gravei um podcast para esta Folha no qual dizia: as grandes rebeliões da história começam quase sempre por episódios anedóticos. A minha atenção estava na Turquia e na ambição de Erdogan em arrasar com um parque em Istambul para construir um shopping. Deu no que deu.
Quando debitava estas sábias linhas, nem reparei que São Paulo marchava contra aumentos nos transportes. Deu no que deu.
3. Historicamente, o melhor exemplo de um episódio anedótico que precipitou uma revolução encontra-se nos Estados Unidos. No século 18, os colonos americanos não desejavam “criar” um país. Queriam, mais modestamente, não pagar impostos à metrópole britânica, uma vez que não estavam representados no Parlamento de Londres (“no taxation without representation”). Foi a intransigência do rei inglês que mudou a história moderna.
4. Dilma parece ter alguma intuição histórica (ou será apenas bom senso?) ao não ter subido a parada da repressão. Sobretudo quando se confrontou com as consequências desastrosas das primeiras investidas policiais. Um gesto inteligente que distingue o Brasil do autoritarismo turco.
5. Dilma discursa ao país. Promete escutar todo mundo, investir mais em educação, importar médicos etc. Mas o que pensam os brasileiros quando a presidente nada diz sobre o “pibinho pequenininho”, a inflação que não desce, a queda do investimento (sobretudo estrangeiro), a perda de competitividade”¦ [continua].
6. Portugal construiu dez estádios “padrão Fifa” para a Eurocopa de 2004. Sete anos depois o país estava falido. A Grécia cometeu iguais loucuras para as Olimpíadas do mesmo ano. Teve a honra de falir primeiro. Lição? Grandes acontecimentos desportivos nem sempre dão o retorno esperado.
7. Comparações entre o Brasil e a Europa não funcionam? Duvido. Começo pela economia: o desastre português não se deveu apenas aos dez fatídicos estádios, que na sua maioria hoje apodrecem ao sol.
Começou com a pior combinação econômica possível: juros baixos (com o euro), endividamento explosivo (Estado, empresas, famílias) e, golpe de misericórdia, crescimento econômico medíocre (uma década perdida abaixo de 1%). Soa familiar?
8. Na crise europeia, existe um bloqueio político evidente: as populações não confiam nos governos, mas também não confiam nas oposições. Assim é na Grécia, em Portugal “” e, claro, na Itália, que quase elegeu um comediante (Beppe Grillo, não Berlusconi). E no Brasil?
Suspeito que exista o mesmo bloqueio. O PT, tradicionalmente a voz de protesto do sistema, é hoje governo. Donde, quem é a voz de protesto? Quem não acredita no governo, normalmente acredita na alternativa ao governo. Donde, onde está a alternativa?
9. Escrevo um diário desde os 16 anos. Procurei páginas passadas das minhas viagens pelo Brasil. Reli-as. Pergunta recorrente: como é possível às elites conviverem tranquilamente com a pobreza em volta?
Para certos espíritos, essa pergunta não é própria da “direita”. Erro crasso. Não há nada que um conservador mais tema do que situações potencialmente revolucionárias. E a melhor forma de as evitar é seguir o velho conselho de Edmund Burke: para que o nosso país seja amado é também preciso que ele seja amável.
10. Revoluções. Regresso aos Estados Unidos. A guerra da independência não gerou apenas um país. Uma das consequências da guerra foi a ruína financeira da França, que apoiou os colonos. Essa ruína seria uma das causas da Revolução de 1789.
Mas existe outro legado revolucionário que os estudiosos tendem a esquecer: os intelectuais e os soldados gauleses que participaram na guerra viram no exemplo americano a medida da sua frustração caseira. Por isso, pergunto: quantos daqueles milhares de brasileiros que tomaram pacificamente as ruas não estudaram, trabalharam ou simplesmente se informaram sobre o mundo exterior?
É fácil aceitar a desigualdade, a corrupção e a insegurança quando não existem termos de comparação. Uma classe média mais fluente e afluente começa a fazer comparações. Brindo a isso
João Pereira Coutinho – empresário (Unidas)
folha de são paulo
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Posted: 25 Jun 2013 10:46 AM PDT
José Augusto descobre solução para a falta de água no nordeste
José Augusto descobre solução para a falta de água no nordeste
José Augusto Fusil poderia ser chamado  de “Professor Pardal Lusitano”, tantas são as habilidades e as engenhocas que tem criado.
Elas começaram no Alentejo, por ocasião das chuvas torrenciais da decada passada e não pararam mais. Na ocasião José Augusto encontrou um solução de escoamento das águas, mas sobretudo na criação de pequenas barragens para aproveitamento das chuvas de inverno, que foi uma grande solução para minimizar os tempos secos do verão alentejano. Um extraordinário apoio à naturesa que tem sido percorrido nos últimos anos.
Chegando ao Ceará, José Augusto observou o grande problema dos nordestinos: a seca, que este ano se intensificou, comprovando um das maiores faltas de água dos últimos 50 anos, e por isso “esqueceu” temporariamente algumas de suas descobertas e pesquisas para estudar o solo, tempo e temperatura do Ceará, para imaginar a captação de água para atender às necessidades da população.
Dois anos de pesquisas e testes, o portugues faz uma revelação surpreendente. Seria possivel produzir água a partir dum engenhoso processo.
Os testes foram a partir de equipamentos faceis de fabricar ou de adquirir e o resultado foi positivo. Seus equipamentos produziam água proporcional ao tamanho do modelo. O fabricado por ele é inferior ao tamanho de uma geladeira convencional, acoplada a um desumificador, movimentados por energia gratuita, usando hélices de ventilador movidas ao vento que atua durante as 24 horas por dia no Ceará. O pequeno modelo produzia – sem interrupção – uma média de 10 litros de água a cada 8 horas.
A disponibilidade da água é total, e de acordo com o tamanho poderá produzir 100 ou 200 litros por dia de água pura, ou em escala maior, de acordo com as nacessidades.
José Augusto garante que mesmo em escala industrial, para gerar água para uma fazenda por exemplo, os custos são bastante acessiveis, porque os equipamentos serão movimentados através de helices que usam a força gratuita do vento formando energia eolica para atender a um desumificador, conjunto de serpentinas e compressor.
O “Professor Pardal Lusitano” procura agora manter contactos com as autoridades locais, ou empresários interessados na engenhoca que podera contribuir intensamente no suprimento de água, em qualquer parte do Nordeste