domingo, 21 de maio de 2017

EINSTEIN E FANTASMAS QUÂNTICOS

FÍSICA “FANTASMAGÓRICA” DE EINSTEIN É USADA PARA CRIAR NOVO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS
COMENTÁRIO – Afinal, será que os emaranhamentos apareceram porque foram pensados dentro do contínuo gravitacional, que é o suporte de tudo, ou porque eles existem independentemente de que sejam pensados? O SEGREDO será provado nas ondas gravitacionais? Na verdade tudo no mundo quântico são fantasias que acabaremos podendo comprovar como elas são quânticas, quando fizermos a medição das ondas mentais, como já estava falando na primeira edição de meu livro “Einstein, o Campo Unificado”. Falam de outras dimensões em cima desta e eu já falava em 1976 sobre a mesma coisa com o nome de "Planos de Consciência" para falar de vibrações que se reconhecem reciprocamente. Na quarta edição pretendo dar mais um passo nesse rumo, após lançarmos ao mundo das energias limpas as máquinas que trazem essa força do campo invisível. Ficaremos ainda com um problema da filosofia cosmológica: nossas máquinas não terão limites para extrair força e essa força serve tanto para reverter o esfriamento da entropia quanto para esfriar as ondas de aquecimento das mudanças climáticas.  Será que o efeito não vai ser catastrófico?
Artigo em HypeScience de 21.05.2017
A primeira detecção direta de ondas gravitacionais, um fenômeno predito pela teoria geral da relatividade de Einstein de 1915, foi relatada por cientistas em 2016. Armados com essa “descoberta do século”, físicos de todo o mundo têm planejado novos e melhores detectores de ondas gravitacionais.
O professor de física Chunnong Zhao e os doutores Haixing Miao e Yiqiu Ma são membros de uma equipe internacional que criou um projeto particularmente excitante para os detectores de ondas gravitacionais. O novo design é um avanço real porque ele pode medir sinais abaixo de um limite que anteriormente se acreditava ser uma barreira intransponível. Os físicos chamam esse limite de limite quântico padrão. Ele é definido pelo princípio da incerteza quântica.

As implicações da descoberta do século: ondas gravitacionais do Big Bang e a existência do multiverso
O novo design, publicado na revista Nature nesta semana, mostra que isso pode não ser mais uma barreira. O uso desta e de outras novas abordagens pode permitir que cientistas monitorem colisões de buracos negros e “terremotos espaciais” em todo o universo visível.
As ondas gravitacionais não são vibrações que viajam pelo espaço, mas sim vibrações do próprio espaço. Elas já nos mostraram uma inesperadamente grande população de buracos negros. Um estudo mais aprofundado das ondas gravitacionais pode nos ajudar a entender melhor nosso universo. Mas as tecnologias de detectores de ondas gravitacionais são suscetíveis a ter um significado enorme para além deste aspecto da ciência, porque em si eles estão nos ensinando a medir incrivelmente pequenas quantidades de energia.
Os detectores de ondas gravitacionais usam luz laser para captar pequenas vibrações de espaço criadas quando buracos negros colidem. As colisões criam vastas explosões gravitacionais. São as maiores explosões conhecidas no universo, convertendo a massa diretamente em vibrações do espaço.
É preciso enormes quantidades de energia para fazer o espaço dobrar e vibrar. Nossos detectores – dispositivos perfeitos que usam espelhos pesados ​​com lasers poderosos – devem medir o espaço que se estende por apenas um bilionésimo de bilionésimo de metro sobre a escala de quatro quilômetros de nossos detectores. Estas medições já representam a menor quantidade de energia já medida.
Mas para os astrônomos de onda gravitacional isso não é bom o suficiente. Eles precisam ainda mais sensibilidade para poder ouvir muitos mais “sons” gravitacionais preditos, incluindo o som do momento em que o universo foi criado no big bang. É aí que entra este novo estudo.

Uma ideia fantasmagórica de Einstein
O novo conceito é baseado em trabalhos originais de Albert Einstein. Em 1935, Albert Einstein e seus colegas de trabalho Boris Podolsky e Nathan Rosen tentaram depor a teoria da mecânica quântica, mostrando que ela previu correlações absurdas entre partículas amplamente espaçadas.
Veja a formação das ondas gravitacionais que provaram que Eistein estava certo
Einstein provou que se a teoria quântica estava correta, então pares de objetos amplamente espaçados poderiam ser enredados como duas moscas enredadas na teia de uma aranha. Estranhamente, o emaranhamento não diminuiu, por mais distante que se tenha permitido que os objetos se movessem.
Einstein chamou o emaranhamento de “ação fantasmagórica à distância”. Ele tinha certeza de que sua descoberta iria acabar com a teoria da mecânica quântica de uma vez por todas, mas isso não era para ser. Desde a década de 1980, os físicos demonstraram que o emaranhamento quântico é real. Por mais que a odiasse, a previsão de Einstein era certa e, para seu desgosto, a teoria quântica estava correta. As coisas à distância podiam ser enredadas.
Hoje os físicos têm se acostumado com o “fantasmagórico”, e a teoria do emaranhamento tem sido aproveitada para o envio de códigos secretos que não podem ser interceptados. Em todo o mundo, organizações como a Google e a IBM e laboratórios acadêmicos estão tentando criar computadores quânticos que dependem do emaranhamento.
E agora Zhao e seus colegas querem usar o conceito de emaranhamento para criar o novo design do detector de ondas gravitacionais.

Uma nova maneira de medir as ondas gravitacionais
O aspecto mais empolgante do novo detector é que ele é, na verdade, apenas uma nova maneira de operar detectores existentes. Ele simplesmente usa o detector duas vezes.
Na primeira vez, os fótons no detector são alterados pela onda gravitacional para capturar as ondas. Na segunda vez, o detector é usado para alterar o emaranhamento quântico de tal forma que o ruído devido à incerteza quântica não é detectado. A única coisa que é detectada é o movimento dos espelhos distantes causados ​​pela onda gravitacional. O ruído quântico do princípio da incerteza não aparece na medição.

Ondas gravitacionais podem revelar dimensões extras
Para fazê-lo funcionar, é preciso começar com fótons emaranhados que são criados por um dispositivo chamado “espremedor quântico”. Esta tecnologia foi pioneira na astronomia de ondas gravitacionais na Australian National University, e agora é uma técnica estabelecida.

Ao redor do mundo, físicos estão se preparando para testar a nova teoria e encontrar a melhor maneira de implementá-la em seus detectores. Um deles é o detector de ondas gravitacionais GEO em Hannover, na Alemanha, que foi um banco de ensaio para muitas das novas tecnologias que permitiram a descoberta das ondas gravitacionais no ano passado. [Phys.org]

Vejam também:
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2017/01/novamente-teoria-quantica-x-gravitacao.html
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2017/05/materia-escura-e-o-guardiao-real-das.html

sábado, 20 de maio de 2017

INTERVENÇÃO COM INTELIGÊNCIA

AO GRUPO GUARARAPES,
CAROS AMIGOS,
A respeito de Carta do Grupo Guararapes à Presidente do STF lembrando de 500 processos envolvendo políticos e que trancam a pauta dos julgamentos, faço saber que está faltando uma intervenção inteligente que realmente defenda o povo contra as Máfias.
Há realmente prejuízo imenso em trâmite de processos em que pessoas humildes pedem coisas a que têm direito.
Alguns possuem 20 anos tramitando nas diversas instâncias. Os funcionários da justiça acham normal e nos pedem paciência esperar entre o recurso e a resposta 4, 5 e 6 anos.
São mais de 40 milhões de processos desse tipo e há alguns que juízes já responderam que a execução de sentença pra devolver dinheiros depende de verba do Tesouro!
Para os membros dos tribunais e funcionários da Justiça não falta.
Muitos dos casos são de aposentados, que vão morrer sem ver seu esbulho de volta, de credores de devolução de imposto de renda, de calotes dos Planos Verão, Bresser, Collor...

Se fossem pagando...
Os recebedores iriam fazer girar até cinco vezes em um ano, comprando onde as empresas pagam no mínimo 41% que incidiriam sobre essas 5xde giro, isto é, sobre 500% do que pagarem a esses infelizes.
Nessa mecânica de 41%, os poderes da Nação dariam 100 e receberiam no mesmo ano 200.
Que impede esses Vurros de fazer essa cobrança a mais e parar de falar de déficit? Énecessário apenas liberar esses valores ao giro.

Será que o objetivo é conseguir que o giro econômico seja cortado? esse é o objetivo?
Do mesmo modo age Moro e sua quadrilha de algemas a postos... Se Moro cobrar só o que foi desviado e mandar as empresas prosseguirem operando, ao saber que foi imposição da Quadrilha Política, o Desemprego acabaria... Mas, ele recebe aplausos por deixar a quadrilha no poder e ainda lhes manda lavadinhos a jato todos os dólares que eles querem para continuar a roubar...

Senhor GTMello, reúna seus companheiros de farda, ativos, passivos, formados e reformados, rebaixados e levantados, morridos, matados, comprados e vendidos... E vão lá pra montar um Condomínio da Nação e nunca mais façam um Congresso de Máfias no Poder.
Em meu Blog, já cansei de mostrar a aritmética do dois mais dois.
Multiplicar, eu sei, é difícil.
E todos acham que até a Soma é ininteligível.
A Aritmética deles só conhece SUBTRAIR.

Então, Sr. general, OLHO POR OLHO DENTE POR DENTE.
VÃO LÁ E FAÇAM A SUBTRAÇÃO DE TODOS ELES DO PODER, DOS DINHEIROS, DA LIBERDADE DA SUA GRITARIA NA IMPRENSA... Já que sua lei é subtrair.

PARECE QUE NÃO HÁ MIOLOS EM SUAS CABEÇAS?

Vejam como fazer

sexta-feira, 19 de maio de 2017

ORIGENS DO UNIVERSO -32 FÍSICOS PROEMINENTES ASSINARAM UMA CARTA FEROZ SOBRE

STEPHEN HAWKING E MAIS 32 FÍSICOS PROEMINENTES ASSINARAM UMA CARTA FEROZ SOBRE AS ORIGENS DO UNIVERSO
 RESUMO PRÉVIO – A CARTA FEROZ – DIZ: O que realmente irritou Guth, Linde e os outros 31 signatários da carta foi a sugestão de que a teoria inflacionária não pode ser testada e, portanto, não é realmente ciência.
EU ARGUMENTO – Teoria das cordas e expansão do Universo são fatos. Constatamos e tiramos as conclusões. No caso, eu penso que na verdadeira Física o tempo é zero, portanto estamos em um círculo de eterno retorno onde somos um holograma do qual participamos e agimos juntos na alteração do que vai acontecer. Assim, por exemplo, todos morrem e desaparecem no passado e podemos um dia achar o modo de trocar conscientemente por um novo corpo e continuar a aprender e melhorar.
A CRITICA DE Alan Guth, Andrei Linde, David Kaiser e Yasunori Nomura – DIZENDO QUE A TEORIA DA EXPANSÃO NÃO PERMITE EXPERIMENTO. E isso não é ciênia.
Ao meu ver, exige mais observações e simulações teóricas lógicas incluindo a ideia contrária. Eu logo percebi que é mais possível que esteja havendo uma pressão da gravidade encolhendo a matéria e assim, nos parece que as galáxias se afastaram expandindo o Universo.
A RESPOSTA - “É absolutamente verdade que existem questões importantes sem resposta para o paradigma inflacionário. Mas o certo é trabalhar em tentar respondê-las, ou mudar e trabalhar em outra coisa, uma opção perfeitamente respeitável. E não afirmar que as questões são em princípio impossíveis de responder e, portanto, o campo caiu fora do domínio da ciência”.

O artigo pergunta: Como nosso universo começou? Essa é uma questão que ainda não está totalmente resolvida na comunidade científica, mas, até pouco tempo atrás, havia uma espécie de consenso.

Agora, o debate acabou de esquentar: 33 dos físicos mais famosos do mundo publicaram uma carta feroz defendendo uma das principais hipóteses que temos para a origem do universo, em resposta a um artigo escrito em fevereiro no qual três físicos criticaram pesadamente a teoria da inflação – a ideia que o universo expandiu apenas como um balão logo após o Big Bang.

Os físicos caçam os triângulos do Big Bang
OS DOIS LADOS
O artigo, divulgado na Scientific American, chegou a afirmar que o modelo “não pode ser avaliado usando o método científico” – o equivalente acadêmico de dizer que não é ciência de verdade. Ele foi assinado por Paul Steinhardt e Anna Ijjas, da Universidade de Princeton, e Abraham Loeb da Universidade de Harvard.
Em resposta, 33 dos maiores físicos do mundo, incluindo Stephen Hawking, Lisa Randall e Leonard Susskind, publicaram uma resposta na mesma revista, em forma de carta aberta, explicando por que a teoria da inflação é testável e válida.

Teoria da inflação
A teoria da inflação foi inicialmente proposta pelo cosmólogo Alan Guth, agora no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em 1980. Baseia-se na ideia de que uma fração de segundo após o Big Bang, o universo se expandiu rapidamente e, no momento em que desacelerou, o que tinha sido um reino quântico foi esticado até ficar suave e plano, com exceção de manchas de matéria mais densa que mais tarde se tornaram galáxias, estrelas e planetas.

Big Bang: nova teoria explica o que havia antes da grande explosão
Nos anos seguintes, a ideia original de Guth foi aprimorada e atualizada por outros físicos, como Andrei Linde, que passaram suas carreiras refinando o modelo de inflação, que por sua vez se tornou a principal teoria sobre como o universo nasceu.
Curiosamente, um dos ex-colegas de Guth e Linde, o físico Paul Steinhardt, faz parte do trio que agora está desafiando a teoria. Guth, Linde e Steinhardt ganharam juntos, em 2002, a prestigiosa Medalha Dirac “pelo desenvolvimento do conceito de inflação na cosmologia”.

O artigo
Nos anos que se seguiram, Steinhardt tornou-se um crítico ativo da teoria inflacionária. Ele e seus colegas, no artigo polêmico, destacaram a pesquisa recente sobre o fundo de micro-ondas cósmico, que não corresponde às previsões da teoria inflacionária, e o fato de que a inflação teria gerado ondas gravitacionais primordiais, que nunca foram encontradas.
“Os dados sugerem que os cosmólogos devem reavaliar esse paradigma favorecido e considerar novas ideias sobre como o universo começou”, resume o artigo.
Essas críticas não incomodaram a comunidade científica: pelo contrário, todos consideram esses tipos de argumentos saudáveis no mundo da ciência. O que realmente irritou Guth, Linde e os outros 31 signatários da carta foi a sugestão de que a teoria inflacionária não pode ser testada e, portanto, não é realmente ciência.
“Eles fizeram a afirmação extraordinária de que a cosmologia inflacionária não pode ser avaliada usando o método científico e afirmam que alguns cientistas que aceitam a inflação propuseram descartar uma das propriedades definidoras [da ciência]: a testabilidade empírica, e portanto promovem a ideia de algum tipo de ciência não empírica”, escreveram os físicos em sua carta aberta.

As implicações da descoberta do século: ondas gravitacionais do Big Bang e a existência do multiverso
A resposta
Os 33 físicos afirmaram que discordar de um número de declarações que o trio fez em seu artigo, mas, na carta, iriam se concentrar apenas no desacordo categórico com as declarações sobre a testabilidade da inflação.
Seu argumento é que a teoria da inflação é baseada em muitos modelos, e não há nenhuma ilusão de que todos esses modelos estejam corretos. Nos últimos 37 anos, alguns desses modelos fizeram previsões corretas e testáveis – incluindo a densidade de massa média do universo, e sua forma plana. Muitos ainda não foram resolvidos.
O universo é curvo ou achatado?
De qualquer maneira, esses modelos são todos testáveis, defendem os signatários, o que significa que são ciência, e podem ser provados ou refutados dependendo da evidência que encontrarmos nos próximos anos.
Sean Carroll, um dos físicos que assinou a carta, escreveu em seu blog que as teorias são julgadas de acordo com as previsões que fazem que podem ser testadas, e não as que fazem e não podem ser testadas. “É absolutamente verdade que existem questões importantes sem resposta para o paradigma inflacionário. Mas o certo é trabalhar em tentar respondê-las, ou mudar e trabalhar em outra coisa, uma opção perfeitamente respeitável. E não afirmar que as questões são em princípio impossíveis de responder e, portanto, o campo caiu fora do domínio da ciência”.
Vida que segue
Os autores do artigo original, desde então, responderam à carta ampliando o debate. Eles mantiveram sua posição – que a inflação já foi testável, mas “o que começou na década de 1980 como uma teoria que parecia fazer previsões definidas tornou-se uma teoria que não faz previsões definidas”.
Infelizmente, não há uma resolução para este debate no horizonte, com ambos os lados batendo os pés no chão. A única coisa que ambos concordam é sobre o fato de que a teoria da inflação não é perfeita, e todos devemos ter mente aberta sobre o que realmente aconteceu no nascimento de nosso universo conforme novos dados aparecem.
Ou, conforme Guth disse ao portal Gizmodo quando perguntado o que aconteceria a seguir: “Eu acho que cada um de nós vai continuar com sua pesquisa”.
Você pode ler o original aqui, a carta aberta aqui, e a resposta dos autores originais aqui. Todos os documentos estão em inglês. [ScienceAlert].
Apresento uma tradução e
Antecipo as conclusões - Este longo artigo mostra que os atuais chamados “estudiosos” esqueceram os temas centrais da ciência que envolvem um “campo unificado” onde ainda não definiram a Natureza do campo invisível que mede o mesmo volume do visível como sendo”1” seguido de 120 zeros. Este campo da inércia/gravitação envolve o visível “quântico” e também o permeia e o comprime. Só se resolve a controvérsia fazendo o previsto por Einstein e que eu já conclui – extraindo força dele para o campo quântico sem gastos e sem limites.
This article was originally published with the title "Pop Goes the Universe"
Inflationary Paradigm in Trouble after Planck 2013. Anna Ijjas et al. in Physics Letters B, Vol. 723, Nos. 4–5, pages 261–266; June 25, 2013.
VEJA TAMBÉM:
http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2017/03/lawrence-krauss-universo-veio-do-nada.html 


Quem quiser o texto todo, posso mandar.