terça-feira, 6 de junho de 2017

ASTEROIDE METÁLICO – O GEA PROPÕE ESTUDOS

O ARTIGO DIZ QUE A NASA APRESSOU SEUS PLANOS DE VISITAR VALIOSÍSSIMO ASTEROIDE METÁLICO
COMENTANDO – As especulações sobre nossa ciência poder extrair algo dessa jazida do espaço excitaram nosso Grupo de Estudos Avançados. Começaram pelas perguntas, e você pode elaborar as respostas de modo ficcionista. Perguntou um que me visitou, sobre algum uso de energia gravitacional para trazê-lo para uma órbita definitivamente localizada como segunda lua, abaixo de nossa Selene, de modo a poder colar nele plataformas de mineração. Outro logo depois, perguntou sobre alterações que isso acarretaria para nossas marés, se poderia acarretar mais furacões, e qual seria a soma de efeitos com os da nossa LUA, para crescimento vegetal. Esta é a função de um membro de Estudos Avançados – COM BASE EM DADOS RECENTES DE PESQUISA ANTERIOR, ELABORAR NOVAS TEORIAS E IR EM BUSCA DE EXPERIMENTOS PARA TRAZER ALGO A MAIS PARA O PROGRESSO HUMANO.
 VEJAM O TEXTO
A NASA acabou de acelerar uma viagem planejada para 16 Psique, um valiosíssimo asteroide feito quase inteiramente de metal de níquel-ferro – estima-se que ele contenha 10.000 quatrilhões de dólares em ferro. Se nós pudéssemos de algum modo minerar os minerais de 16 Psyche e trazê-los à Terra, nossa economia global comparativamente ínfima de 78 trilhões de dólares provavelmente desmoronaria. Felizmente para a estabilidade econômica do nosso planeta, a NASA planeja observar, mas não extrair nada.

“É um objeto muito estranho”, resume Lindy Elkins-Tanton, cientista principal da missão da NASA e diretora da Escola de Exploração da Terra e do Espaço da Universidade Estadual do Arizona, nos EUA.

Asteroide recém-descoberto é “quase-satélite” da Terra, graças a sua órbita próxima ao nosso planeta
“Mesmo se pudéssemos pegar uma grande peça de metal e arrastá-la de volta para cá, o que você faria?” ela acrescenta. “Você poderia ficar com ele, escondê-lo e controlar o recurso globalmente – como diamantes são controlados corporativamente – e proteger o seu mercado? E se decidíssemos trazer ele para cá para resolver os problemas de recursos de metal da humanidade para sempre? Isso é pura especulação, obviamente”.

O 16 Psique, nomeado em homenagem a Psiquê, uma humana que ganhou a vida eterna na mitologia grega, é um dos asteroides mais massivos que já foram descobertos no cinturão de asteroides até agora – um disco empoeirado localizado entre as órbitas de Marte e Júpiter. Medindo 240 km de diâmetro, não é nem de longe tão grande quanto alguns dos outros asteroides conhecidos no cinturão – o maior, Ceres, tem um diâmetro de 945 km -, mas tem a fama de ser o maior corpo de ferro exposto no cinturão de asteroides.

Se a NASA tiver sucesso em sua missão, Psique dará aos humanos sua primeira chance de explorar um mundo feito de ferro – e não de rocha ou gelo. A agência espacial havia anunciado originalmente que iria lançar sua missão de descoberta de 16 Psique em 2023, mas adiantou a viagem para o verão de 2022.

Mas a melhor parte é que a sonda Psique da NASA deve chegar ao asteroide de metal quatro anos mais cedo do que o inicialmente previsto, graças à descoberta de uma trajetória mais eficiente que vai levar a sonda para o seu destino em 2026.

“Nós desafiamos a equipe de projeto da missão a explorar se uma data de lançamento anterior poderia fornecer uma trajetória mais eficiente para o asteroide, e eles conseguiram de uma maneira ótima”, diz Jim Green, diretor da Divisão de Ciência Planetária na sede da NASA em Washington. “Isso nos permitirá cumprir nossos objetivos científicos mais cedo e com um custo reduzido”, celebra.

É, obviamente, uma longa espera, mas certamente valerá a pena, porque estamos falando sobre um objeto que é totalmente exclusivo no Sistema Solar – um núcleo de ferro quase nu. Embora não seja claro como o 16 Psique acabou sem quaisquer revestimentos rochosos ou gelados, os cientistas suspeitam que uma ou mais colisões maciças o despojaram de sua crosta e de seu manto de silicato, deixando-o com apenas 10% de rocha de silicato em sua superfície hoje.

A próxima questão é como o núcleo fundido dentro da crosta de silicato acabou solidificando. “Esta missão seria uma viagem de volta no tempo para um dos primeiros períodos de surgimento de planetas, quando os primeiros corpos não estavam apenas se diferenciando, mas estavam sendo pulverizados, triturados e acentuados por colisões”, Elkins-Tanton e sua equipe explicaram em uma conferência em 2014.

“É também uma exploração, por procuração, dos interiores dos planetas e satélites terrestres de hoje: não podemos visitar um núcleo metálico de outra forma”. Esta vai ser uma missão histórica – e se de alguma forma ela der início à mineração espacial, será ao mesmo tempo muito excitante e muito amedrontador ao mesmo tempo. [Science Alert]

vejam notiia mais antiga
http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/02/asteroide-que-passa-perto-da-terra-e-tesouro-avaliado-em-bilhoes-de-dolares.html

A pedido do Gea, tento acrescentar em adendo o texto deste link -

Asteroide que passa perto da Terra é tesouro avaliado em bilhões de dólares

Agencia EFE - Elvira Palomo.


Washington, 15 fev (EFE).- O possível impacto de um asteroide como o 2012 DA14 com a Terra causa medo desses corpos celestes, mas os recursos que abrigam em seu interior os transformam em uma 'mina de ouro' avaliada em bilhões de dólares.
Esta é a estimativa feita pela companhia americana Deep Space Industries (DSI), que calculou que o asteroide que vai 'passar raspando' em nosso planeta nesta sexta-feira contém US$ 65 bilhões em água recuperável e US$ 130 bilhões em metais.
Números que poderiam despertar uma 'nova febre do ouro' em um futuro não muito distante, segundo disse em entrevista à Agência Efe, Stephen Covey, diretor de desenvolvimento e pesquisa e fundador da DSI.
Covey afirmou que 'o espaço é tão imenso que há recursos para todos', mas os asteroides que estiverem a uma distância mais razoável da Terra serão os que geram mais interesse.
A aventura não será fácil e o custo elevado, mas as possibilidades destas rochas gigantes, compostas de água e metais como ferro, ouro e platina, leva alguns a crer que o esforço vale a pena.
Estes corpos celestes considerados restos depois da formação do Sistema Solar abrigam 'tudo o que nossa civilização necessita para se expandir no espaço, para suprir nossas necessidades aqui e aumentar a riqueza de nossa economia', segundo Covey.
A DSI acredita que chegar ao 'campo de jogo' antes dele ter começado realmente pode contribuir para 'estabelecer as regras e assegurar para nós - e para nossos investidores - a vitória'.
O asteroide 2012 DA14 passará a 27.700 quilômetros da superfície terrestre, um recorde de proximidade em termos astronômicos.
No entanto, o asteroide não é um bom alvo já que sua órbita é relativamente inclinada em relação a da Terra, por isso que seria preciso muita energia para 'caçá-lo'.
A empresa propõe a exploração destes asteroides no espaço arrastando-os para a órbita baixa terrestre, já que em um momento no qual a Nasa pensa em fazer viagens tripuladas mais longos, eles seriam como um 'oásis' para reabastecimento.
Seu objetivo é transformar o material do asteroide em componentes metálicos e a água colhida em forma de gelo utilizá-la para combustível para foguetes. Tudo isso em um prazo de uma década.
Covey disse que o envio de combustível, água e materiais necessários para montar a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) tem um custo de pelo menos US$ 10 milhões por tonelada, mesmo utilizando os novos veículos de baixo custo.
Além disso, ter no espaço 'postos de gasolina' pode servir para ampliar a vida de centenas de satélites de comunicação que deixam de orbitar quando acaba seu combustível e eles se destroem, criando lixo espacial.
A companhia, que deve ter sua própria frota de aparelhos espaciais, já tem em seu calendário sua primeira missão, em 2015, para fazer uma viagem de reconhecimento a um asteroide.
Primeiro lançarão alguns pequenos satélites exploradores em uma missão só de ida, com uma duração de entre dois e seis meses, para detectar possíveis candidatos e estudar sua composição mais de perto.
A ideia é utilizar a tecnologia dos microssatélites de pesquisa ('CubeSat'), que utilizam componentes eletrônicos e não pesam mais do que um quilo.
Para financiar esta missão, espera-se contar com investidores e clientes como a agência espacial americana (Nasa), assim como companhias patrocinadoras.
Em 2016, está prevista a realização da primeira missão com uma nave espacial não tripulada, que poderia durar entre dois e três anos, para recolher amostras.
A companhia, que prevê contar com naves de empresas espaciais particulares, está projetando também seus próprios modelos para criar um veículo reutilizável que permita aproximar pequenos fragmentos de asteroides da órbita terrestre.
O veículo vai utilizar uma espécie de tentáculo metálico que esticará cabos para envolver o meteorito e arrastá-lo como se ele estivesse dentro de uma grande bolsa.
Em um futuro não muito distante, de 20 anos, Covey prevê que vai haver assentamentos humanos em diferentes pontos do Sistema Solar que farão uso de grandes plataformas de comunicações e estações de energia solar.
Por enquanto, já há duas companhias americanas - DSI e Planetary Resources (na qual participa o co-fundador do Google Larry Page) - interessadas em explorar estes recursos.
Resta saber se se trata de projetos de ficção científica ou a mineração tem como novo destino o espaço.
O professor de ciências planetárias do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT), Richard Binzel, concorda que com o tempo os asteroides podem ser explorados para obter recursos e chegar a ser pontos de 'operação' para as viagens tripuladas a planetas.
No entanto, em declarações a 'The Wall Street Jornal', ele considerou que o esforço da DSI de trazer os asteroides para perto da Terra 'pode estar antecipado décadas em seu tempo', e ser talvez otimista demais. Binzel insistiu, de todo modo, que 'é preciso começar de algum ponto'. EFE
COMENTÁRIO – MINERAR? MUDAR A ÓRBITA PRA SER SEGUNDA Lua da Terra? Resolver problemas ecológicos e de superpopulação com esse novo corpo celeste? Só não vale para a Ciência Avançada abrir campo para as Máfias se apoderarem de nossos futuro. Faça sua ficção. O que um cientista hoje imagina, amanhã alguém projeta e mais alguém, depois realiza.

TRUMP RECEBE CRÍTICAS ESFARRAPADAS PELA SAÍDA DO ESTELIONATO AMBIENTALISTA

TRUMP RECEBE CRÍTICAS ESFARRAPADAS PELA SAÍDA DO ESTELIONATO AMBIENTALISTA
ARTIGO - TRUMP EXPLICA A SAIDA DO ACORDO DE PARIS e há críticas esfarrapadas
COMENTARIO PRÉVIO
Esta análise opinativa, ABAIXO, é cheia de contradições.
1ª. Afirma que o Acordo de Paris não é vinculativo... fico perplexo então com a gritaria porque Trump exige revisão...como???
(Está claro que para os demais países seria somente pra denunciar suas emissões e acusar os americanos sem que eles próprios se sentissem vinculados… Entenderam?)
2ª.Afirma que os americanos impulsionariam mais a economia incentivando as energias ambientalmente corretas... Portanto, não dá pra entender que eles, de outras economias que aceitariam o Acordo não preferissem Trump fora pra eles impulsionarem mais suas economias... Algo tem dente de coelho roendo os cotovelos dos que murcharam, né?
 3ª. Será que os fabricantes de automóveis não estariam já sondando alguma coisa mais avançada do que carro elétrico e as Redes de Eletricidade não teriam algo já em vista bem melhor que baterias e painéis fotovoltaicos?
4ª.Afinal das contas, por que não falam logo que O Sonho Americano é de todos terem liberdade de escolher em vez de serem atrelados a um acordo de imposições progressivas de supostas maiorias? E aí fica claro que as Máfias Ecologistas não são ecologistas e sim Bolchevistas, cujo objetivo é ir ganhando poder sobre o povo americano, né?
5ª. Ainda mais: os contestadores de Trump prosseguem na mentirosa cantilena dos gases de efeito estufa. E ajuntam dados de alguns milhões de perda na extração de hulha, três bilhões que a América prometeu de ajuda a países em desenvolvimento E NEM CITAM QUE QUEREM RECOLHER TRÊS TRILHÕES COM BASE NO ACORDO DE PARIS, SACADOS DE ONDE? EVIDENTEMENTE DO COMÉRCIO DOS PAÍSES MAIS RICOS... (SERÃO BANGLADESH? ILHAS MALDIVAS? REPÚBLICA POPULAR NOTH KOREA? ESTADO ISLÂMICO?) POIS CITAM DESCARADAMENTE QUE O ORÇAMENTO AMERICANO É DE 3,8 TRILHÕES E DAÍ? TERIAM ELES ALGUM DIREITO DE SUBIR ESSE ORÇAMENTO???..
COM UMA ANÁLISE HONESTA, AS GARRAS DO LOBO APARECEM SOB PELE DE CORDEIRO... QUERENDO ATRELAR A AMÉRICA A ENGESSAMENTOS PROGRESSIVOS, O QUE NENHUM DE VOCÊS ACEITARIA PRA VOCÊS!!!
PORTANTO, VIVA TRUMP! E O SONHO AMERICANO!
VEJAM AGORA A CHORADEIRA...
Mas leiam também quem desmascara essas mentiras.

Por Tia Ghose, Escritora Sênior | 2 de junho de 2017 06:19 pm ET
Quer realmente impulsionar a economia? Fique no Acordo de Paris
WASHINGTON, DC - 01 de junho: O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conclui seu anúncio para retirar os Estados Unidos do acordo climático de Paris no Rose Garden na Casa Branca, 1º de junho de 2017, em Washington, DC. Trump prometeu a campanha para se retirar do acordo, que o ex-presidente Barack Obama e os líderes de outros 194 países assinaram em 2015. O acordo tem como objetivo incentivar a redução das emissões de gases de efeito estufa em um esforço para limitar o aquecimento global a um nível gerenciável.

O presidente Donald Trump justificou, há muito tempo, afastar os Estados Unidos do acordo climático de Paris em grande parte, disse ele, porque isso prejudicaria a economia dos Estados Unidos.

"A partir de hoje, os Estados Unidos cessarão toda a implementação do acordo de Paris não vinculativo e os pesados ​​encargos financeiros e econômicos draconianos que o acordo impõe ao nosso país", afirmou Trump na conferência de imprensa de ontem (1 de junho).

Mas a ideia de que o Acordo de Paris prejudicará a economia é absurda, disse Jonathan Koomey, palestrante da Earth Systems na Escola de Ciências da Terra, Energia e Meio Ambiente da Universidade de Stanford. Por um lado, os cortes de emissões acordados não são vinculativos; A única obrigação legal é que os Estados Unidos denunciem suas emissões de carbono. Então, se os cortes necessários são muito prejudiciais para a economia, os Estados Unidos são livres para revisar seus objetivos de emissões, disse ele.

"Você não pode ter padrões não vinculativos que são draconianos", disse Koomey à Live Science.
Além disso, a maioria das análises econômicas sugere que as regulamentações ambientais podem realmente impulsionar a economia, tanto porque incentivam a inovação quanto impedem o dano, disse Koomey. [Trump tira do acordo climático de Paris: 5 efeitos prováveis]

1.Redução de danos
Em seu discurso, Trump citou as estatísticas de um grupo de pesquisa financiado pelo setor de carvão, chamado National Economic Research Associates, que alegou que os encargos do acordo climático não vinculante custariam cerca de US $ 2,7 milhões em empregos totais perdidos até 2025. Ele afirmou que seria Reduziu a produção na indústria do papel em 12%, a indústria do cimento em 23%, a indústria siderúrgica em 38% e a indústria do carvão em 86%. Ele também citou uma promessa de US $ 3 bilhões que os Estados Unidos fizeram para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir suas emissões de carbono. (O orçamento anual dos Estados Unidos é de US $ 3,8 trilhões, o que significa que a promessa equivale a menos de 0,1% das despesas anuais).

A ideia de que a regulamentação ambiental prejudica a economia não é nova, disse Koomey. Com quase qualquer novo regulamento, os interesses entrincheirados dizem que os custos prejudicam a economia e eliminam empregos.

"Em praticamente todos os casos eles foram falsos", disse Koomey.
A razão é simples: a poluição ambiental custa o dinheiro, reduz a produtividade e mata as pessoas, de modo que reduzi-la geralmente tem benefícios financeiros para a sociedade. Por exemplo, porque o dióxido de carbono atua como um irritante pulmonar, implementar completamente o Plano de Energia Limpa criado pelo presidente Barack Obama levaria a cerca de 3.500 mortes menores até 2020, de acordo com um estudo de 2015 na revista Nature Climate Change. Um estudo revisado por pares, conduzido pela Agência de Proteção Ambiental em 2001, descobriu que o Clean Air Act, que foi aprovado em 1990, impediu 160.000 mortes prematuras em 1990, 130.000 ataques cardíacos, 86.000 visitas às salas de emergência e 13 milhões de dias perdidos devido Para as consequências negativas para a saúde da poluição do ar. A relação benefício-custo, de acordo com a EPA, foi de 30 para 1. [Mudança climática de 5 maneiras afetará sua saúde]

"A poluição ambiental custa dinheiro da sociedade e mata as pessoas", disse Koomey. "Então, se você resolver esse problema, a sociedade está melhor".
Isso nem sequer trata dos trilhões de dólares que serão gastos se a mudança climática levar a alguma combinação de inundações costeiras, secas, escassez de água, ondas de calor, perda de colheitas, fome e guerra, acrescentou. De acordo com um estudo realizado em 2015 pelo Citigroup, os efeitos negativos das alterações climáticas poderiam totalizar US $ 44 trilhões se os Estados Unidos não conseguirem mudar para mais fontes de energia renováveis.

Inovação e criação de riqueza
No entanto, os regulamentos ambientais e os objetivos da mudança climática não apenas evitam danos e levam a perda de emprego de empreendimentos mais poluentes, eles também alimentam a inovação e as novas tecnologias, que crescem diretamente na economia e produzem novos empregos, disse Koomey.

À medida que novos regulamentos ou incentivos vêm a bordo, as empresas encontram formas de atender aos padrões melhorados da maneira mais econômica possível. Assim, as tecnologias mais limpas ficam mais baratas e se tornam uma porção maior do meio ambiente.

Por exemplo, o custo da energia solar despencou 80 por cento nos últimos cinco anos, enquanto a tecnologia do vento caiu em dois terços no mesmo período, e agora é mais econômica do que as fontes de energia mais poluentes, disse Koomey. º
É, em grande parte, graças a eficiências naturais que acompanham a ampliação dos níveis de fabricação. As inovações técnicas - como o uso de lâminas de fibra de carbono em vez de lâminas de metal em turbinas eólicas, eliminação de engrenagens extras e computadores que utilizam modelagem sofisticada para melhor aproveitar e liberar energia de usinas de energia eólica e solar - também desempenharam um papel "Nós estamos substituindo inteligentes por peças, estamos substituindo materiais melhores e descobrindo maneiras mais inteligentes de fazer as mesmas tarefas", disse Koomey.

O armazenamento de energia aprimorado aumentou progressivamente a fração de energia que pode ser puxada de forma confiável De fontes renováveis ​​como o vento e a energia solar, sem causar escassez de energia e quedas de energia, disse ele. Por exemplo, as empresas de energia estão agora usando minas de carvão antigas e abandonadas para gerar energia hidrelétrica durante o dia, despejando água no fundo das minas, depois bombeando a noite, quando a rede de energia tem demandas de poder muito mais baixas, ele disse.

"As pessoas se queixaram Sobre energia eólica e tecnologia solar 30,40 anos atrás e disse que se você colocar até alguns por cento disso em nossa grade, isso o desestabilizará, e isso resultou ser sem sentido ", disse Koomey. Agora, os sistemas de utilidade podem usar facilmente 30 para 40% de energia renovável sem causar interrupções na energia fornecida. Com os regulamentos em vigor, esse mesmo ciclo de inovação provavelmente ocorrerá durante anos.

Claro, uma importante fonte de emissões de carbono vem de carros e os veículos elétricos não foram retirados da mesma maneira que a energia solar e eólica. No entanto, a China já ordenou que uma certa fração de seus carros deve ser elétrica até 2025 e, por ser um mercado tão grande, as principais empresas de automóveis precisarão desenvolver veículos elétricos atraentes para esse mercado se quiserem competir, disse Koomey. Ao relaxar os padrões de eficiência de combustível e eliminar o impulso para a produção de carros elétricos, as políticas da Trump apenas encorajarão os fabricantes de automóveis baseados nos Estados Unidos a ficar para trás, disse ele.

Todas essas novas tecnologias criam empregos e produtos que cultivam a economia, disse Koomey. Um relatório do Rocky Mountain Institute, um grupo de pesquisa de energia limpa, estima que "descarbonizar" a economia irá adicionar US $ 5 trilhões à economia. Um estudo de 2016, financiado pelo ex-secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, o bilionário e o ex-prefeito da cidade de Nova York, Michael Bloomberg, e o gerente de hedge funds Thomas Steyer, descobriram que reduzir as emissões de carbono em 80% até 2100 economizaria dinheiro, porque o aumento do investimento em A energia renovável seria mais do que compensada por custos reduzidos associados aos combustíveis fósseis.

As pessoas que se opõem às regulamentações climáticas "estão observando isso exatamente errado. Eles acham que esta é de alguma forma esse grande fardo". Mas o empresário Richard Branson "chamou o problema do clima a maior oportunidade de criação de riqueza na história humana", disse Koomey.

Originalmente publicado na Live Science.
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segunda-feira, 5 de junho de 2017

ABAIXO AS MÁFIAS DA FALSA ECOLOGIA!!! MEUS CUMPRIMENTOS AO TRUMP!

A CIÊNCIA AVANÇADA NOS PEDE ESCLARECIMENTOS AO PÚBLICO
ABAIXO AS MÁFIAS DA FALSA ECOLOGIA!!! MEUS CUMPRIMENTOS AO TRUMP!

Volto ao assunto para que vejam quantas contestações à MÁFIA DA FALSA ECOLOGIA já se multiplicam com seriedade.
VEJAM NO BLOG

Assunto: Trump tira EUA de acordo climático e quer renegociação; UE e China rejeitam

Trump agiu corretamente ao tirar os EUA do falacioso Acordo Climático de Paris...
A tese dos alarmistas do aquecimento Global, é que a atividade humana, principalmente a industrialização lança na atmosfera grandes quantidade de CO2 (gás carbônico) e por isso está causando aquecimento global na terra. Em consequência defende que a humanidade abandone a civilização, o progresso baseado na ciencia e na tecnologia e o homem volte ao estado primitivo, selvático a maneira dos índios que não progrediram e ficaram estáticos na idade da pedra lascada. 
Mas os climatologistas em número cada vez mais crescente que estudam seriamente a questão do clima, contestam a tese dos alarmistas do aquecimentista global. O climatologista da USP, Ricardo Augusto por exemplo, contrário aos aquecimentistas não alinhado ao IPCC, refuta as mentiras do aquecimento global causado pelo homem. De acordo com ele a terra passa por períodos cíclicos de variação de temperatura em torno de 2 ou 3 graus, para mais ou para menos. Em 1970 já aconteceu de a terra aumentar um pouco sua temperatura. Na Idade Média na qual não havia grande industrialização por exemplo o planeta terra esteve mais quente. Por isso não é a atividade humana que está causando aquecimento global.
Carbono é vida. A natureza lança muito mais CO2 na atmosfera do que atividade humana. Por exemplo os oceanos são os maiores liberadores de CO2 na atmosfera. Segundo outros climatologistas, os Oceanos liberam mais de 200 bilhões de CO2 na atmosfera. Os vulcões por exemplo lançam também grandes quantidade de CO2.  A quantidade de CO2 lançado pela atividade humana é quase irrisório comparado pelos oceano e vulcões.
Além do mais CO2 é benéfico para seres vivos como planta. A planta faz a fotossíntese na presença de luz solar transformando CO2 em oxigênio. As plantas ao crescer incorporam carbono através da fotossíntese. E com isso todos os seres vivos são beneficiados porque os herbívoros (boi, porco, ovelha, cervos, galinhas, etc.) se alimentam de plantas e os carnívoros se alimentam de herbívoros e o homem se alimentam de herbívoros e carnívoros.
Segundo dr. Ricardo Augusto aquecimento global é ficção. A história do carbono é um grande negócio bom para eles e ruim para nós para países subdesenvolvidos que vivem disso para comprar tecnologia que eles estão vendendo e ao mesmo tempo se endivida com o enormes impostos do carbono impostos por eles.

Trump tira EUA de acordo climático e quer renegociação; UE e China rejeitam

De: Plínio Magno
Assunto: "AQUECIMENTO GLOBAL PRA COMUNISTA - e não inglês - VER" - Quando os cientistas sérios se aplicam ao seu trabalho, trazem dados sensatos. Mas a agitação verde-vermelha não gosta nada disso e não toma iniciativas para esclarecer o fundo da realidade Data: 02/06/2017 02:54:08 CEST

O Trump tem razões que a mídia conhece, mas não divulga...

Verde:-a cor nova do comunismo e da ONU: Consenso científico sobre aquecimento global tem pés de barro
Posted: 12 Dec 2016 04:00 AM PST
Impor “soluções” drásticas porque 97% dos cientistas diz que virá um cataclismo universal se não são implementadas logo, aqui e agora sem ouvir outra opinião: esse é um dos mais arrogantes sofismas do alarmismo em favor do “aquecimento global”. Porém, a alegação é patentemente falsa segundo demonstraram no The Wall Street Journal Joseph Bast, presidente do […]

Psicose Ambientalista - De Eco extremistas
A Terra possui 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se supunha - Por Luis Dufaur
Por exemplo, Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal
Descoberta que deixa o movimento ecologista (composto de eco-terroristas) sem face, e sem argumentos sólidos para suas campanhas demagógicas contra o desmatamento.
Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista “Science” que a superfície da Terra coberta por florestas é 10% mais extensa do que se supunha. A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.
As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares. Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas. Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens de satélites fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.
O principal autor do estudo, Jean-François Bastin, pesquisador associado à Universidade Livre de Bruxelas e consultor na Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) explicou que agora sua equipe pode utilizar imagens de alta resolução com um grau de precisão inferior a um metro, do que resultou o cálculo de cerca de 1,1 bilhão de hectares de florestas de regiões áridas.
Essa é uma extensão comparável à das florestas úmidas tropicais, como a amazônica. Dois terços dessa enorme área estão recobertos de formações vegetais densas — florestas “fechadas” —, onde a frondescência cobre pelo menos 40% do solo. Essas florestas aparecem em todos os continentes, inclusive no oeste da América Latina, no leste do Brasil e no norte da Venezuela e da Colômbia, por exemplo.
Descrição: https://ipco.org.br/ipco/wp-content/uploads/2017/05/Floresta-de-eucaliptus-300x240.jpg

O cálculo mais exato acrescentou 467 milhões de hectares de florestas da Terra, elevando o total a mais de 4,3 bilhões de hectares.
A preocupação da confraria verde-vermelha era de afastar a ideia de um planeta mais verdejante do que parecia, pois isso poderia desmoralizar suas campanhas demagógicas contra o desmatamento.
Segundo a FAO, perto de 2 bilhões de pessoas vivem nesses territórios florestais até agora desconsiderados. Neles as árvores fornecem frutos e folhas para a alimentação dos homens e engorda dos animais, além de madeira para cozinhar e aquecer, como se dá com os bosques de acácias e eucaliptos na Austrália e de baobás na África.
Quando os cientistas sérios se aplicam ao seu trabalho, trazem dados sensatos. Mas a agitação verde-vermelha não gosta nada disso e não toma iniciativas para esclarecer o fundo da realidade.
VEJAM