domingo, 26 de março de 2017

A UTOPIA E DONALD TRUMP

A UTOPIA - THOMAS MORUS – BLOG EM 4 DE FEVEREIRO DE 2010
Vou apenas trazer para data atual os comentários feitos em 2010, a pedido dos amigos do Grupo. Assim meus leitores atuais poderão ver que o Sonho Americano com a Tecnologia a serviço do homem é na verdade mais avançado do que a famosa ficção que todos citam, mas ninguém leu. Desde que fiz esse resumo alguma água passou por baixo da ponte que liga o tempo da Declaração dos Direitos dos cidadãos ao tempo da eleição de Trump com a campanha sem meias palavras de que é para restaurar o AMERICAN DREAM.
ANÁLISE DE "UTOPIA" - DE THOMAS MORUS -"UTOPIA" é uma ficção que tem a fama de fantasia máxima sobre um Governo Ideal, impossível de realizar. Vamos desmistificar?
Temos em mãos um texto distribuído pelo site LIVROS GRÁTIS. A apresentação, evidentemente feita sob a ignorância e estreiteza dos chavões bolchevistas, comete logo na saída uma tremenda confusão resultante do desconhecimento de História das Ideologias, dizendo que "A Utopia é uma crítica fundamentada do regime burguês" e logo em seguida afirma que o autor apresenta "um espelho das injustiças e misérias do Feudalismo". Me desculpem,  mas são duas coisas opostas... O espelho que ele possuía nessa data era a Inglaterra sob Henrique VII, onde tudo era de propriedade da nobreza e do clero. O autor da Utopia divergiu do rei Henrique VIII de quem era chanceler e acabou condenado e decapitado.
Não esqueçamos que "burgueses" eram os habitantes dos Burgos, fugidos dos Feudos, recusando ser servos da gleba para viver de suas artes, ofícios, profissões liberais, transportadores, estudiosos, viajantes, comerciantes. Toda a luta subsequente é a Revolução Burguesa, que Marx reconheceu que tem vocação Universal e só vai parar quando atingir a Terra toda. A essência dessa revolução é buscar o mais possível aproximar-se de um "ideal" que chamamos "Democracia", onde se cultive a Verdade, o direito de ir e vir livremente para prosperar, haja respeito a quem tem mérito e, em consequência, seja respeitada a propriedade honestamente conquistada com esse mérito. E a essência da contrarrevolução Feudal é restaurar a hierarquia impondo a volta de todos à servidão total, onde grandes "donos de tudo" extraem tudo da massa ignorante que escravizam. Foi feudal a URSS, a China de Mao, o Nazismo e o Bolchevismo, os Banqueiros, e a associação invisível das Máfias de hoje.
Mas, com todas as loucuras que cometem esses esbirros do Escravagismo Planetário unificado, o Sonho de alcançar a qualidade de vida sempre crescente, a cada dia está mais divulgado e a tentativa de acelerá-lo é cada vez mais válida. E não adianta a mídia paga pelos mafio-populistas mentir sem nenhum senso de seu crime. A automação está acelerada exponencialmente e isso atira os escravos com carteirinha ou sem ela, para o reino do desemprego, que promete ser total. E poucos percebem que isso é a libertação verdadeira.
TRUMP SURGE NESSA SITUAÇÃO EM QUE O DESESPERO DE TODOS IA LEVANDO OS IGNORANTES PARA OS BRAÇOS DOS MAIS REFINADOS LADRÕES DE TODOS OS TEMPOS.  
VAMOS AO RESUMO
Conta Thomas Morus  em sua ficção que foi informado destes dados por um sábio viajante naufragado nas costas da Pérsia e que vive um tempo como hóspede em um reino (polileritas) de nome Utopia.
LIVRO PRIMEIRO - Faz uma curta Introdução num diálogo onde o narrador informa: Na Utopia, as leis são pouco numerosas; a administração distribui indistintamente seus benefícios por todas as classes de cidadãos. O mérito é ali recompensado; e, ao mesmo tempo, a riqueza nacional é tão igualmente repartida que cada um goza abundantemente de todas as comodidades da vida.
Aí Morus contra-argumenta: Longe de compartilhar vossas convicções, penso, ao contrário, que o país em que se estabelecesse a comunidade de bens seria o mais miserável de todos os países. Com efeito, como produzir para as necessidades do consumo? Todo mundo fugiria do trabalho e descansaria dos cuidados com sua existência mantida sobre o trabalho dos outros. E, mesmo que a miséria perseguisse os preguiçosos, desde que a lei não mantém a propriedade de cada um, a rebelião rugiria, sem cessar, esfomeada e ameaçadora, e a matança ensanguentaria vossa república. Que barreira oporíeis à anarquia?
Rafael, o narrador argumenta que esteve nessa ilha e conclui, para convencer Thomas a ouvir: "o que lhes dá a superioridade do bem-estar material e social, embora os igualemos em inteligência e riqueza, é essa atividade do espírito dirigida incessantemente para a pesquisa, aperfeiçoamento e aplicação, das coisas úteis".
O LIVRO SEGUNDO começa descrevendo fisicamente a ilha, depois faz um relato histórico sobre a conquista da terra por um sábio (Utopus) que dá origem ao sistema perfeito.
Eis o trecho inicial que lhe dá a sua fama:
"A família agrícola se compõe pelo menos de quarenta indivíduos, homens e mulheres, e de dois escravos. Está sob a direção de um pai e de uma mãe de família, pessoas graves e prudentes. Trinta famílias são dirigidas por um filarca. Todos os anos vinte cultivadores de cada família regressam à cidade; são os que terminaram seus dois anos de serviço agrícola. São substituídos, então, por vinte indivíduos que ainda não serviram. Os recém-chegados recebem instrução dos que já trabalharam um ano no campo, e, no ano seguinte, se tornam instrutores por sua vez. Assim os cultivadores não são, nunca, todos de uma vez, ignorantes e novatos, e a subsistência pública não tem nada a temer da imperícia dos cidadãos Os utopianos convertem em pão os cereais; bebem o suco da uva, da maçã, da pêra; bebem também água pura ou fervida com mel e alcaçuz, que possuem em abundância. A quantidade de víveres necessária ao consumo de cada cidade e de seus territórios é determinada da maneira mais precisa. Não obstante, os habitantes não deixam de semear o grão e criar gado, muito além das necessidades do consumo. O excedente é posto em reserva, para os países vizinhos. Os habitantes da Utopia aplicam aqui o princípio da posse comum. Para abolir a ideia da propriedade individual e absoluta, trocam de casa todos os dez anos e tiram a sorte da que lhes deve caber na partilha. Os habitantes das cidades tratam de seus jardins com desvelo; cultivam a vinha, os frutos, as flores. e toda a sorte de plantas. Põem nessa cultura tanta ciência e gosto que jamais vi em outra parte maior fertilidade e abundância combinadas num conjunto mais gracioso. Não é o prazer o único motivo que os incita à arte da jardinagem; há emulação entre os diferentes quarteirões da cidade, que lutam à porfia por quem terá o jardim mais bem cultivado. Na verdade, nada se pode conceber mais agradável, nem mais útil aos cidadãos que esta ocupação".
Prossegue um capítulo sobre ARTES E OFICIOS onde continua elogiando a agricultura, inclui feitura de roupas (todas iguais), mostra divisão do tempo entre o trabalho e o estudo, mas já separa alguns para cultivar as letras... Prossegue:"se a ilha inteira se visse sobrecarregada de habitantes, seria decretada a emigração geral. Os emigrantes iriam fundar uma colônia no continente mais próximo, onde os indígenas dispõem de mais terreno do que cultivam. A colônia se governa segundo as leis utopianas, e chama a si os nativos que queiram partilhar de seus trabalhos e gênero de vida".
Aí começa algo estranho: "se os colonos encontram uma nação que repele as leis da Utopia, eles expulsam esta nação da região do país que querem colonizar, e, se preciso, empregam, para tal, a força das armas"... E conclui esse capítulo com hospitais perfeitos, onde tudo estaria resolvido sobre saúde.
Passa a um capítulo sobre VIAGENS DOS UTOPIANOS, onde garante que, "havendo autorização legal para viajar, a família em viagem recebe de graça tudo que necessitar pelas outras cidades da ilha e no exterior, até voltar". Conta: "Exportam-se para fora da ilha os gêneros supérfluos, tais como trigo, mel, lã, linho, madeiras, matérias para tinturas, peles, cera, sebo, animais. A sétima parte dessas mercadorias é distribuída aos pobres do país para onde se exporta; o resto é vendido a um preço moderado. Este comércio permite à Utopia importar não somente objetos de necessidade, o ferro, por exemplo, como, também, uma massa considerável de ouro e prata. Desde que os utopianos praticam este negócio que acumularam uma quantidade incrível de riquezas".
Eis outra loucura: "Estas riquezas são destinadas a engajar e a pagar copiosamente as tropas estrangeiras; porque o governo da Utopia prefere expor à morte os estrangeiros que os seus cidadãos". E mais isto: "o ouro e a prata são destinados aos usos mais vis, tanto nas residências comuns, como nas casas particulares; são feitos com eles até os vasos noturnos. Forjam-se cadeias e correntes para os escravos, e marcas de opróbrio para os condenados que cometeram crimes infames. Estes últimos levam anéis de ouro nos dedos e nas orelhas, um colar de ouro no pescoço, um freio de ouro na cabeça. Assim, tudo concorre para manter o ouro e a prata na ignominia".
Inclui nesse capítulo mais algo sobre as crenças espirituais dos utopianos e seu interesse por leituras, tendo recebido do narrador em viagem livros clássicos gregos e romanos que muito teriam apreciado... e não conheciam!
Agora traz um texto sobre os ESCRAVOS, garantindo que nem todos os prisionerios de guerra são feitos escravos... Conta ainda que vão comprar para escravos os criminosos condenados dos povos vizinhos e que os nativos utopianos criminosos são os escravos mais duramente tratados. Conclui que "Os povos vizinhos invejam o governo desta ilha afortunada e vão pedir na Utopia magistrados para um ou cinco anos".
DA GUERRA é o capítulo que se segue, mais duro de engolir: "alugam soldados de todos os países e principalmente do país dos zapoletas, situado a leste da Utopia, numa distância de quinhentos mil passos. O zapoleta, povo bárbaro, feroz e selvagem, não sabe viver senão no meio das florestas e rochedos em que foi nutrido. Calejado na fadiga, suporta pacientemente o frio, o calor, o trabalho. As delícias da vida lhe são desconhecidas; menospreza a agricultura, a arte de bem morar e de bem vestir. Não possui outra indústria que a criação dos rebanhos, e, as mais das vezes, não conhece outros meios de vida além da caça e da pilhagem. Nascidos exclusivamente para a guerra, os zapoletas procuram avidamente e não perdem nenhuma oportunidade de fazê-la; então descem aos milhares das montanhas e vendem a baixo preço seus serviços à primeira nação que deles necessita. Este povo faz a guerra pelos utopianos, contra todo o mundo, porque em parte alguma encontra melhor pagamento. De seu lado, os utopianos, que tratam a gente séria convenientemente, ajustam com muito gosto essa infame soldadesca para enganá-la e destruí-la. Quando precisam dos zapoletas começam por seduzi-los com brilhantes promessas; depois expõem-nos sempre nos postos mais perigosos. A maior parte perece e não volta para reclamar o que se lhes prometera; os que sobrevivem recebem exatamente o preço convencionado".
RELIGIÓES DA UTOPIA - As religiões, na Utopia, variam não unicamente de uma província para outra, mas ainda dentro dos muros de cada cidade. De resto, apesar da diversidade de suas crenças, todos os utopianos concordam numa coisa: que existe um ser supremo, ao mesmo tempo Criador e Providência". Acrescenta descrição sobre meditação e silêncio nos templos. Conclui com observações sobre existência de materialistas também na Utopia e que são desprezados e afastados de todos os direitos.
Por fim, Thomas Morus comenta: "Algumas coisas me pareceram absurdas nas leis e costumes utopianos, tais como seu sistema de fazer a guerra, o culto, a religião e várias outras instituições. O que sobretudo transtornava todas as minhas ideias era o alicerce sobre que foi erguida esta estranha república, quero dizer, a comunidade de vida e de bens, sem tráfico de dinheiro... esta comunidade destrói radicalmente toda nobreza e magnificência, todo esplendor e majestade - coisas que, aos olhos da opinião pública, fazem a honra e o verdadeiro ornamento de um Estado".
NOSSOS COMENTÁRIOS - Sobre escravos... Como é mesmo? A "ilha do governo perfeito" está cheia de escravos? E eles carregam pesadas correntes e joias de ouro e prata, com pedrarias... como símbolos de sua inferioridade? E, trazidos das guerras ou comprados de outros países, raramente se tornarão cidadãos.
Sobre as guerras - A ilha do governo perfeito "Utopia" tem todos seus habitantes sempre treinados para combate. Contrata mercenários de povo inferior. Coloca esses guerreiros em situações que resultem em morte para não ter que pagar-lhes? Traz os prisioneiros vencidos como escravos.
Quando Morus escreveu, era 1530 anos depois de Jesus Cristo haver ensinado o amor ao próximo, 2030 anos depois de Buda e de Lao Tsé. Tinha ele como experiência ter vivido entre a mais torpe nobreza da Inglaterra, dos tempos de Henrique VII e foi chanceler de Henrique VIII que mandou executar Ana Bolena sua esposa e depois o próprio Thomas em 1532. O Diálogo sobre "A República" de Platão, escrito antes de Alexandre, o Grande, possui pelo menos o sonho de que os povos sejam governados por filósofos. E a Utopia elege por forma indireta uma estrutura que copia o Feudalismo bem mais do que o sonho da Democracia. As virtudes sonhadas pelos futuros idealistas dos Direitos Humanos, nem de longe despontam nessa ficção. Estão quase invisíveis os direitos à Verdade, à prosperidade, respeito ao mérito e à propriedade, que são a verdadeira mola que incentiva dando prêmio a quem traz o melhor. Pouco depois dele há a fuga do navio May Flower... Bem depois esses pouco utópicos e bem práticos proclamam os direitos democráticos... E corre mundo a lenda do Eldorado... Indígenas de mais de mil povos da América vão sendo encontrados...
Neste sentido, o sonho de liberdade das nações indígenas chamadas "primitivas", das florestas brasileiras são superiores, mas ainda não eram conhecidas na Europa.
A aldeia evita grandes populações, impede instalarem chefes com muito poder, reconhecem às gerações em sucessão a necessidade de aprender quando novos, para assumirem a maioridade e depois de prova coletiva de participação festiva, esses maiores assumem a reponsabilidade pela aldeia. Estes chamam a seus povos de "homens de verdade", frente aos invasores brancos "não sérios".  O uso coletivo das terras, a participação festiva de resultados de caça, não exclui a apropriação por grupo familiar de sua residência e das plantações. A defesa, raramente obriga a iniciar ataque contra inimigos e não escravizam nem aceitam ser escravizados, como regra geral.
Thomas Morus e toda sua época mais a Utopia, não conhecem nem a Educação, nem a Reciprocidade. E já ia longe a informação de Jesus Cristo: Conhecereis a Verdade (sobre o domínio das Trevas sobre os homens) e a Verdade vos libertará desse domínio.
É bem melhor do que o "sonho" (pesadelo, diríamos hoje) de Thomas Moore. Temos hoje os computadores para ajudar a descobrir que as riquezas e o conhecimento humanos são produzidos e os automatismos tirarão da escravidão a todos... E isto não é mais "utópico"... Não pertence a ”lugar nenhum” e vai invadindo todos os lugares.
Vamos ajudar a construir o Mundo Novo Democrático de Verdade.

E AOS QUE SONHAM EM SUGAR PRA SEMPRE O NOSSO SANGUE? TRUMP NELES!

sábado, 25 de março de 2017

PSICOPTAS da livre mentira CONTRA TRUMP

NOTÍCIA DE ONTEM DESTACA"DERROTA DE TRUMP NO CONGRESSO"
E nós traduzimos:
PSICOPTAS da livre mentira querem manipular opiniões CONTRA TRUMP
COMENTÁRIO PRÉVIO
Estou comentando o modo pelo qual os noticiários tentam manipular o pensamento dos leitores desavisados. Todo adepto da intervenção ESTATAL MÀXIMA  (leia ”manipulação”) é um insensível psicopata que insinua em suas manipulações que o “ditador”, antidemocrático é o Presidente Trump. E ninguém conta que a Lei Obama da Saúde entrega a vida e o controle dos meios de matar de modo legal o povo, deixando nas mãos das máfias o SUS americano. Conhecemos muito bem o SUS brasileiro... para imaginar como é esse super-SUS na maior potência econômica...  E daí entender o que TRUMP quer fazer: libertar o povo para tratar-se com quem quiser escolher e só recorrer ao Estado quando lhe faltarem recursos.
E finalmente deixaram como sendo da maior  importância que o acontecido foi uma derrota do Presidente, quando é um programa que apenas adia a votação.

TRUMP HAVIA DADO ULTIMATO PARA REPUBLICANOS VOTAREM LEI DA SAÚDE.
Diante da falta de apoio entre os conservadores, o presidente da Câmara, Paul Ryan, retirou o projeto de lei poucos minutos após o começo da votação, previsto para esta tarde, o que representa a primeira grande derrota do presidente dos EUA, Donald Trump, desde que chegou ao poder, em janeiro.
Donald Trump
"A retiramos", confirmou Trump em entrevista por telefone ao jornal "The Washington Post" ao confirmar que após os esforços de negociação não havia chances de conseguir o número mínimo para a aprovação, por isso pediu a Ryan para que retirasse o texto da pauta.
A decisão foi tomada diante da incapacidade republicana de chegar a um acordo sobre o texto legislativo que poderia substituir a atual lei conhecida como Obamacare, especialmente pela rejeição dos mais moderados, assim como da ala ultraconservadora do partido.
Ryan tinha ido horas antes à Casa Branca para informar a Trump que não havia votos suficientes, mas o presidente ainda tinha a esperança de conseguir os 216 votos necessários para aprovar a legislação.
O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, havia descartado este cenário em sua entrevista coletiva diária, e afirmou que tanto Trump como Ryan tinham feito "todo o possível" para levar "esta oportunidade adiante".

A PRIMEIRA VOTAÇÃO SOBRE A MEDIDA ESTAVA PREVISTA PARA ONTEM, MAS OS REPUBLICANOS SE VIRAM OBRIGADOS A ADIÁ-LA

pela mesma razão, embora Trump tenha lhes dado um ultimato e exigido que a proposta fosse submetida hoje a consideração ou, em caso contrário, manteria o sistema atual.



sexta-feira, 24 de março de 2017

FOUNDERS FUND – UTOPIA – FALTA DE DIÁLOGO

O PRESSUPOSTO DA FÍSICA - GRAVIDADE É ENERGIA MUITO FRACA
SERÁ QUE MOVER A TERRA PRA GIRAR EU FARIA COM MINHAS FERRAMENTAS?
VEJAMOS abaixo um trecho de diálogo chamado Utopia no site.
FOUNDERS FUND – UTOPIA – FALTA DE DIÁLOGO
COMENTARIO PREVIO – Se eu entro por exemplo, no site de GE, da Fundação Melinda e Bill Gates, e aqui no Fundo para Fundadores, encontramos ao final um abismo intransponível – Não há abertura para dialogar. Ou ouvimos e ficamos sendo inoculados com as mafiosidades deles, ou fechamos o canal...  Se eu insisto e vou até o fim para saber se deixam algum contato para comunicar o que penso, a UTOPIA deles (ilha dos escravocratas desenhada como mundo ideal por Thomas Morus) deixa claro que se apossarão do que lhes for dito espontaneamente como se o interlocutor fosse seu escravo, ou você vai procurar um mediador que te leve lá e ele já arma o laço pra que você vá lá como escravo já algemado e que eles venderão na feira de escravos de um suposto mercado de trabalho, através de um estatuto do escravo (CLT) também chamado de Código da Propriedade Industrial.
Aqui vai um texto do site de Founders Fund. Observem nele essa prepotência de não abrir a porta para proposta nova. 
Neste trecho, abaixo, o Vice pergunta e o Presidente dá a opinião. E fecham o discurso sem falar que Einstein previu a extração de energia ilimitada do campo gravitacional sem custo. Será que não sabem mesmo? ou já é o laço da Máfia Global para que quem o encontrar (alguém algum dia tem que encontrar...) caia no mesmo conto da descoberta da América ou da transmissão da corrente alternada? Colombo e Tesla viviam de esmola em grande tempo antes de morrer... O argumento? – a América estava lá e qualquer um acharia...

EU DESCOBRI! E AGORA? A minha vantagem é que é difícil explicar. Mesmo que eu fale tudo, o ouvinte achará que não é só isso... E realmente não consigo por em palavras toda a explicação! Depois de explicada a teoria, as máquinas tem que ser entendidas em separado. A segunda questão é que não existem pessoas examinando a coisa certa (gravidade) no campo em que ela está (não é quântica) ou seguindo o guia que conhece a floresta.

(Vivemos a fábula da caça ao veado imperial – rei miserento não queria pagar ao guia da floresta e voltava da caçada com pequenas peças; um seu nobre foi ao guia e aprendeu que os grandes machos gordos que o imperador queria abater só se encontram bem gordos após o acasalamento em disputa cansativa e se retiram a uma parte da floresta de capim forte e 60 dias depois estão prontos para correr a outro campo semelhante que o guia conhece. O Rei terá que postar-se no caminho, bem escondido enquanto seus batedores com cavalos e galgos cercam um corredor que leva ao Rei. Os grandes e velhos machos já são indicados pelo guia e carreados nesse caminho em número que preserve a espécie para fazer o mesmo no ano seguinte).

Espero que entendam – Eu ouvi o guia e fui ver como é.  NÃO É SÓ ISTO como diz o debate:        “as energias renováveis que temos, em particular, o grande tipo de produtos de saída, são o vento, água e energia solar”.

 SE ALGUÉM PUDER AJUDAR, A HUMANIDADE VAI AGRADECER.

Solana (para VanDevender): Eu adoraria falar sobre as coisas renováveis. Sempre que nuclear surge, um dos grandes pushbacks é, por que precisamos de tudo? Renováveis ​​são ótimos, só precisamos de mais deles. Só precisamos de mais energia eólica e geotérmica. Precisamos de mais hidrelétricas. Isso é verdade? O que está acontecendo lá com a questão das energias renováveis?

VanDevender: Então, as energias renováveis ​​têm uma enorme vantagem e é realmente ótimo que estamos colocando um monte de investimento neles. O custo dos painéis solares caiu drasticamente nos últimos anos. Todo mundo está realmente animado com isso. Isso definitivamente vai ser uma grande parte do nosso orçamento de energia para a frente. No entanto, as energias renováveis ​​que temos, em particular, o grande tipo de produtos de saída, são o vento, água e energia solar.
Eles têm dois problemas sistêmicos que dificultam o suprimento de nossas necessidades energéticas. Essas duas coisas são intermitentes. Assim, à noite você não tem qualquer poder de sua fazenda solar. E, quando o vento pára de soprar, você não tem nenhum poder fora de seu parque eólico. E, que eles estão geograficamente localizados, geralmente, longe de onde suas cidades estão, onde sua demanda de energia é.

Solana: E quanto ao armazenamento de bateria e coisas assim? Se você tivesse uma bateria grande, isso corrigiria o problema?

VanDevender: Então, nós um problema de tempo e um problema de espaço. Existem tecnologias que estamos desenvolvendo para tentar abordar essas coisas, e nós devemos definitivamente estar investindo em mais desses. A fim de resolver o problema do tempo, você precisa de uma bateria grande ou algum tipo de reservatório que você pode colocar a energia em quando o sol e o vento não está disponível. E assim, estamos investindo nessas coisas.
Há uma espécie de versão pessimista da Lei de Moore que se aplica ao silício, que em vez disso se aplica a baterias, que mostra ao longo dos últimos cento e trinta anos ou mais tecnologia de bateria só melhorou um par de por cento por ano. E assim se você pode extrapolar isso, é realmente difícil ver como você pode chegar lá.

Solana: Qualquer grande dependência de fontes de energia intermitentes, como as renováveis, significa uma enorme sobre-construção da infra-estrutura da fonte de energia. Então, como Aaron menciona, ainda temos que resolver o problema do armazenamento. Assim, se estamos olhando para construir um mundo de seguro, limpo, alto consumo de energia, solar e vento não são a resposta aqui, ou pelo menos não por si mesmos.
Nossa cultura conta a história de Daedalus e seu filho, Icarus, repetidas vezes. E há um perigo real em experimentar coisas que não entendemos. Mas a energia nuclear, como vamos entrar em um minuto, não é mais uma dessas coisas. Então, qual é a verdadeira razão pela qual estamos nos atrasando?

VanDevender: Como alguém que está otimista sobre o futuro, eu gostaria de pensar que, na verdade, não há realmente necessariamente uma quantidade ideal de energia que cada pessoa deve ter. A melhor realização do potencial humano requer que cada pessoa tenha a maior energia disponível para eles, coisas realmente grandes.
Muitos dos modelos que dizem: "Bem, se nós só queremos fazer isso sem nuclear e só fazê-lo com energia solar, em uma escala de tempo que é razoável, que tipo de nos dá uma chance de não ir acima dos dois graus centígrados Desvio climático ", então você tem que combinar isso com uma grande diminuição no consumo de energia total. O que significa que talvez algumas pessoas no fundo consigam criar-se, mas, na maioria das vezes, você está exigindo que as pessoas retornem no tempo, que diminuem seu padrão de vida para uma era anterior, quando as pessoas usavam menos energia.
A história da evolução de nossa civilização realmente corre para o outro lado. Se você olhar, digamos, uma geladeira que você pode obter em Home Depot hoje, é muito mais eficiente de energia do que uma geladeira que você poderia ter conseguido trinta anos atrás. Mas nós também inventamos muito mais coisas, mais razões para ir até essa energia e no equilíbrio, há mais coisas lá fora. No futuro, consumos mais significativos de energia por pessoa, então parte da pegada de cada indivíduo é, quanto de computação você vai estar alavancando na nuvem?


Assim, seu Gmail, seu Facebook, seu Twitter, como todas essas coisas contribuem para a sua pegada de energia pessoal e, no futuro, haverá mais desses serviços disponíveis. Cada núcleo de computação individual vai se tornar mais eficiente, mas a quantidade total de poder de computação e inteligência artificial que está na nuvem que é dedicado a trabalhar em problemas que você se preocupa, e fazer a sua vida melhor, vai aumentar. E assim, a quantidade de energia que precisamos por pessoa vai aumentar também.
Veja mais - http://mariosanchezs.blogspot.com.br/2017/03/trump-recusa-pagar-tres-trilhoes-do.html 

REPITO - EU TENHO A MÁQUINA QUE RESOLVE OS DOIS LADOS AO MESMO TEMPO:
1. FACILITA A TODOS O USO DAS MIL FACETAS DA COMMODITY PETRÓLEO SEM A POLUIÇÃO, e aumenta os lucros reduzindo custos.

2. FORNECE RENDAS AOS POVOS PARA SEREM CONSUMIDORES DOS PRODUTOS TODOS DA AUTOMAÇÃO QUE VEM AÍ PRA ACABAR COM POSTOS DE TRABALHO.
MAIS - há solução