terça-feira, 17 de outubro de 2017

TRUMP NA MIRA DE PSICOPATAS.

ESTE É MAIS UM NOTICIÁRIO MOSTRANDO COMO AGEM AS TREVAS TRANSFORMANDO AS MENTES DE ALGUNS EM PERIGOSOS PSICOPATAS QUERENDO O FIM DA HUMANIDADE.
TRUMP NA MIRA DE PSICOPATAS. Este quer que inventem algo que possa impedir Trump de avançar com seu governo.
AVAAZ, MÁFIAS, KAPETAS... ABRIRAM O INFERNO E SOLTARAM TODAS AS BESTAS.
TEMOS QUE UNIR 99,97% DA ESPÉCIE HUMANA QUE SOFREMOS ESSE ATAQUE.
Jesus Cristo prometeu a intervenção se houvesse perigo do homem sobreviver. Podemos contar que se todos nós usarmos a Lei da Atração para unir a todos que sabem que temos que cuidar nós mesmos de nosso futuro, ELE ESTÁ INTERVINDO DO MODO MAIS MARAVILHOSO QUE SE PODE FAZER.

SE TRUMP NÃO O FIZER, ALGUÉM TEM QUE FAZER O FIM DESSAS MÁFIAS.

A campanha atual da Avaaz é para preservar os Elefantes da extinção. A Espécie humana não lhes causa apreensão, mas os animais eles querem que não acabem... Façam pois a sustentabilidade criando mais parques caríssimos para haver mais marfim para as futuras gerações, né?
Mas a Avaaz esqueceu que o símbolo do Partido de Trump é o elefante?

TRUMP, PUTIN, BANQUEIROS, LE MONDE

LE MONDE TEM TRAZIDO BOAS INFORMAÇÕES
ANTES DE LER O ARTIGO,
NOSSOS AMIGOS DO GEA DEVEM REPORTAR-SE AOS ANTERIORES:

ARTIGO - Estes são os 13 pontos a serem usados para embasar a análise do momento que estamos passando. (Fonte: Le Monde Diplomatique - Brasil.)
1.      O foco do poder não está na política, mas na economia. Quem comanda a sociedade é o complexo financeiro-empresarial com dimensões globais e conformações específicas locais.
2.      Os donos do poder não são os políticos. Estes são apenas instrumentos dos verdadeiros donos do poder.
3.      O verdadeiro exercício do poder é invisível. O que vemos, na verdade, é a construção planejada de uma narrativa fantasiosa com aparência de realidade para criar a sensação de participação consciente e cidadã dos que se informam pelos meios de comunicação tradicionais.
4.      Os grandes meios de comunicação não se constituem mais em órgãos de “imprensa”, ou seja, instituições autônomas, cujo objeto é a notícia, e que podem ser independentes ou, eventualmente, compradas ou cooptadas por interesses. Eles são, atualmente, grandes conglomerados econômicos que também compõem o complexo financeiro-empresarial que comanda o poder invisível. Portanto, participam do exercício invisível do poder utilizando seus recursos de formação de consciência e opinião.
5.      Os donos do poder não apoiam partidos ou políticos específicos. Sua tática é apoiar quem lhes convém e destruir quem lhes estorva. Isso muda de acordo com a conjuntura. O exercício real do poder não tem partido e sua única ideologia é a supremacia do mercado e do lucro.
6.      O complexo financeiro-empresarial global pode apostar ora em Lula, ora em um político do PSDB, ora em Temer, ora em um aventureiro qualquer da política. E pode destruir qualquer um desses de acordo com sua conveniência.
7.      Por isso, o exercício do poder no campo subjetivo, responsabilidade da mídia corporativa, em um momento demoniza Lula, em outro Dilma, e logo depois Cunha, Temer, Aécio, etc. Tudo faz parte de um grande jogo estratégico com cuidadosas análises das condições objetivas e subjetivas da conjuntura.
8.      O complexo financeiro-empresarial não tem opção partidária, não veste nenhuma camisa na política, nem defende pessoas. Sua intenção é tornar as leis e a administração do país totalmente favoráveis para suas metas de maximização dos lucros.
9.      Assim, os donos do poder não querem um governo ou outro à toa: eles querem, na conjuntura atual, a reforma na previdência, o fim das leis trabalhistas, a manutenção do congelamento do orçamento primário, os cortes de gastos sociais para o serviço da dívida, as privatizações e o alívio dos tributos para os mais ricos.
10.  Se a conjuntura indicar que Temer não é o melhor para isso, não hesitarão em rifá-lo. A única coisa que não querem é que o povo brasileiro decida sobre o destino de seu país.
11.  Portanto, cada notícia é um lance no jogo. Cada escândalo é um movimento tático. Analisar a conjuntura não é ler notícia. É especular sobre a estratégia que justifica cada movimento tático do complexo financeiro-empresarial (do qual a mídia faz parte), para poder reagir também de maneira estratégica.
12.  A queda de Temer pode ser uma coisa boa. Mas é um movimento tático em uma estratégia mais ampla de quem comanda o poder. O que realmente importa é o que virá depois.
13.  Lembremo-nos: eles são mais espertos. Por isso estão no poder."
(Le Monde - Diplomatique)
COMENTARIO - POR QUE MOTIVO LE MONDE NÃO CITA DIRETAMENTE QUEM SÃO ESSES MAIS ESPERTOS? ESTÁ PAGO POR ELES? FAZ PARTE DOS MAIS ESPERTOS? ESSES "MAIS ESPERTOS" ESTÃO SOMANDO OS MELHORES PARA CHEGAR AOS QUINHENTOS MILHÕES? (Esta última pergunta é SÓ PARA NOSSOS AMIGOS DO GEA) 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

TRUMP NA FRENTE EUA E ISRAEL DEIXAM UNESCO

Que pensam os escravocratas sobre todos nós? 
TRUMP NA FRENTE EUA E ISRAEL DEIXAM UNESCO ÀS VÉSPERAS DE ELEIÇÃO QUE PODE ESCOLHER DIRETOR ÁRABE
Washington vem adotando política de retirada de tratados no governo Trump
UNESCO – UNITED NATIONS EDUCATIONAL SCIENTIFIC CULTURAL ORGANIZATION
– Que pensam os escravocratas sobre todos nós? Pensam que podem avançar sobre nossas pessoas, nossas crianças, nosso futuro, descriar nossa História, apoderar-se dos organismos democráticos para servirem todos ao seu sonho de Senzala Universal? Aos poucos foram introduzindo suas diretrizes do mundo das trevas nos sistemas educacionais do mundo todo. E esperavam que não surgisse um TRUMP para dar o Basta?
Para entender o significado dessa retirada leiam o segundo artigo e digam: Sem Democracia e respeito ao Ser humano Verdadeiro, haverá sempre um Trump para mostrar que Sem o Sonho Americano não existirá nem a ONU. No Brasil já estamos vendo a Falta de Educação Humanistica aonde leva. 
Vejam nos links ao final mais explicações que nos levam a saber o que fazer.

O GLOBO/ atualizado 13/10/2017 10:20 A sede da Unesco em Paris - Philippe Wojazer / REUTERS

 Presidente dos EUA, Donald Trump, anuncia nova política para relações com o Irã. Trump não ratifica acordo nuclear e impõe sanções à Guarda Revolucionária Iraniana 13/10/2017 14:11
WASHINGTON E NOVA YORK — Após anos de tensões com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) pelo que considera uma “tendência anti-Israel”, o governo americano anunciou nesta quinta-feira que prevê deixar a agência, atualmente em processo de eleição de um novo diretor-geral. Horas depois, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que também se preparava para abandonar a organização. A saída, no entanto, não é uma surpresa, em um momento em que Washington vem adotando uma política de retirada de tratados, como o Acordo do Clima de Paris, e de organizações internacionais, como o Nafta. Além disso, a possibilidade de o próximo diretor ser um árabe poderia ter sido a gota d’água para os dois aliados. Desde que suspenderam sua contribuição financeira à agência, em 2011, após a admissão da Palestina como Estado-membro, os EUA acumularam dívidas de cerca de US$ 600 milhões. Em nota, a diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, lamentou profundamente o anúncio.
O premier israelense, Benjamin Netanyahu: Israel segue Estados Unidos e também sai da Unesco
Letreiro da Unesco na sede em Paris: Israel considera saída dos EUA da Unesco início de nova era.
Segundo funcionários, o governo estava se preparando para uma possível retirada há meses, e esperava uma decisão antes do fim do ano. Vários representantes diplomáticos que seriam enviados à missão na agência este ano foram informados que seus postos estavam suspensos e aconselhados a buscar outras vagas. A saída será efetivada em 31 de dezembro de 2018, quando os EUA passarão a Estado observador.
— A decisão não foi tomada rapidamente e reflete a preocupação dos EUA com os crescentes atrasos nos pagamentos à Unesco, a necessidade de uma reforma fundamental na organização e o contínuo preconceito contra Israel — disse a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert.
A saída acontece em um período delicado para a agência, que vota para escolher um novo diretor esta semana, em uma eleição marcada por problemas de financiamento e que evidencia as divisões sobre a associação palestina. A liderança do candidato qatari, Adulaziz al-Kawari, que disputa o cargo com a francesa Audrey Azoulay, mas seguidos de perto pelo egípcio Moushira Khattab, é vista pelos dois países como um fracasso nos esforços para eleger alguém que consideram mais amigável. Esta semana, o embaixador israelense na Unesco descreveu a votação como uma “má notícia para a organização e, infelizmente, também para Israel”.
Para analistas, a retirada é uma escalada significativa das tensões com a ONU. Em outro movimento similar, Trump deve anunciar hoje sua decisão sobre o acordo nuclear iraniano tudo indica que o presidente se negará a certificá-lo.
— Este é mais um exemplo da profunda ambivalência do governo Trump e mostra sua determinação de se diferenciar de seus antecessores — afirmou ao “Washington Post” Aaron David Miller, ex-negociador e conselheiro sobre Oriente Médio em governos anteriores.
PAÍS ESTEVE FORA DA AGÊNCIA POR 18 ANOS
Em julho, a Unesco qualificou à Cidade Velha de Hebron, localizada nos territórios palestinos, como “de valor universal excepcional” e o colocou na lista de patrimônios em perigo. Poucos meses antes, a Unesco havia identificado Israel como uma força de ocupação em Jerusalém. A medida fez com que os EUA afirmassem que analisavam seus vínculos por sua “afronta à História”. Na quinta-feira, pouco depois de Washington, Israel qualificou a Unesco de “teatro do absurdo, onde se deforma a História”.
— Entramos em uma nova era das Nações Unidas: quando discriminar Israel, terá que assumir as consequências — afirmou o embaixador israelense na ONU, Danny Danon.
Desde 2011, os atrasos de pagamento dos EUA acumularam cerca de US$ 600 milhões, segundo a diretora-geral Irina Bokova. À época, o orçamento americano anual equivalia a 22% do total da organização, algo em torno de US$ 70 milhões. Bokova, no entanto, disse ter reiterado várias vezes que o pagamento imediato não era um problema, mas pedia o reengajamento político dos EUA na organização.
A universalidade é fundamental para a missão da agência de fortalecer a paz e a segurança internacionais diante do ódio e da violência — afirmou. — É uma perda para a família das Nações Unidas. É uma perda para o multilateralismo.
Assim como Bokova, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lamentou a decisão, mas afirmou que continuará trabalhando com o governo Trump “apesar das diferenças”. “Interagimos com os EUA de forma muito produtiva em uma série de questões e continuaremos fazendo isso”, disse o porta-voz da ONU, Farhan Haq, minimizando a saída.
Apesar de terem ajudado a criar a Unesco, após o fim da Segunda Guerra Mundial, os EUA sempre criticaram sua suposta tendência em favorecer os países do Leste Europeu e decisões anti-Israel. Em 1984, o então presidente Ronald Reagan decidiu retirar o país da agência, alegando suspeitas de corrupção e favorecimento de países do bloco soviético. O retorno só aconteceria em 2002.
Unesco - Após anos de tensões com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) pelo que considera uma “tendência anti-Israel”, o governo americano anunciou ontem que prevê deixar a agência, atualmente em processo de eleição de um novo diretor-geral.

BLOG / RODRIGO CONSTANTINO
ARTIGO - UNESCO QUER CORTAR RAÍZES DA ÁRVORE MILENAR CHAMADA POVO JUDEU
10 de maio de 2017 - Por Marcia Rozenthal, publicado pelo Instituto Liberal
Há árvores, vivas até hoje, que datam de mais de 5 mil anos. Suas presenças seduzem, intrigam e instigam as mentes curiosas. Raízes profundas, troncos largos, galhos entrelaçados e abertos, trocam suas folhas a cada estação. Já presenciaram vários “mundos”, que emergiram súbita ou insidiosamente do ventre de seus antecessores. Testemunhas mudas do que fomos, somos, e provavelmente do que viremos a ser. Certamente sobreviverão àquilo que nos levará daqui.
Um povo também se desenvolve a partir de suas raízes. É através delas que extrai a seiva que alimenta sua alma, composta pela sua história e memória. E é sobre estas estruturas que seu corpo se desenvolve e sustenta. Quanto maior a força do geotropismo, mais difícil é extirpar-lhe a existência. Seus indivíduos, como galhos de uma árvore, se vão com o desgaste do tempo ou com as mudanças de estação. Entretanto, quando suas fundações são fortes, sua existência é certa e ele se renova com graciosidade a cada novo ciclo.
O povo judeu é uma árvore milenar, consciente de que sua sustentação está em suas raízes históricas e na terra onde estas penetraram, de forma vigorosa, já no início de sua jornada. Como tudo o que é longevo, já lidou com o mal nas suas várias formas, e sobreviveu a todas elas. Já cortaram seus galhos, serraram seu tronco, e no dia 02 de maio de 2017, sob uma máscara satânica que se denomina UNESCO, tentaram amputar suas raízes.
Quem estaria por trás dessa iniciativa?
Pessoas mal-intencionadas, que proclamam, nas entrelinhas de um discurso do absurdo, sua meta em construir um mundo hidropônico, desprovido de história, memória e princípios, para que assim possam facilmente dominá-lo. Para elas, o povo judeu e Israel representam uma síntese daquilo que querem destruir para sempre.
Pessoas que, na sua arrogância mimada, não sabem olhar uma árvore frondosa e lhe prestar o devido respeito. Abraçam-na por modismo, mas não se perguntam como ela sobreviveu à chuva, ao sol, aos raios, à seca sem ter tido sequer um teto que a escudasse.
Pessoas cínicas, que se arvoram em proteger ovos de tartaruga, baleias e animais silvestres e que desprezam o valor intrínseco e sublime do princípio de uma vida humana.
Pessoas que discriminam descaradamente o sobrevivente, e que apodrecem com desvelos o refugiado.
Pessoas cegas ao simbolismo da perenidade, insensíveis aos valores absolutos, que querem criar um mundo cada vez mais descartável e relativizado.
O “Brasil” votou na UNESCO a favor de mais uma macabra tentativa de negar os laços entre o povo judeu e a cidade de Jerusalém. Algo tão absurdo como negar à árvore a relação com sua raiz. O povo judeu é umbilicalmente ligado à cidade de Jerusalém, e não há decreto ou voto que possa mudar essa realidade. Posso crer que essa ideia seja complexa para mentes comezinhas, já que é uma realidade que ultrapassa a concreta noção de tempo e de espaço do cotidiano.
Desprezo a UNESCO pelo simples fato de ter abrigado tal querela.
Como brasileira gostaria de dizer que este voto não me representa. E que esse voto vale tanto quanto a palavra de quem o deu. O Brasil no dia 02 de maio de 2017 é governado por uma casta, para quem a palavra nada vale, a mentira é inócua e a falta de sintonia com valores morais é a regra.
Os países que votaram como o Brasil na UNESCO participam de um verdadeiro complô, que visa à criação de um mundo hidropônico, onde raízes flutuam na água.
Dizer mais o quê?
Sobre a autora:  Marcia Rozenthal é neuropsiquiatra e doutora em psiquiatria.