quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

DISCUSSÕES SOBRE DEUS EM CARTA DE EINSTEIN

ALGUMA COISA ESTÁ ERRADA COM OS QUE DISCUTEM SOBRE EINSTEIN FALAR DE DEUS
OS COLEGAS DO GRUPO DE ESTUDOS ME MANDARAM ESTE ARTIGO COM UMA PERGUNTA QUE PEGA PELO PESCOÇO: 
Então como explicar que todos morrem, inclusive Einstein, todos de modo inteiramente ao acaso – alguma força está jogando dados, logo com a nossa vida!
O COLEGA PERGUNTA: POR QUE MOTIVO ESTUDAR É PRECISO E VIVER E MORRER É IMPRECISO?
O que Einstein quis dizer com “Deus não joga dados”?
Por Jéssica Maes, em 28.12.2018
QUEM QUISER LER:
ALGUNS TRECHOS
Albert Einstein é, sem dúvida, o cientista mais popular da história. Prova disso é que tudo que ele disse – em qualquer meio, dentro ou fora do mundo da física – repercute até hoje. Por exemplo: em dezembro de 1926, Einstein escreveu uma carta em resposta ao físico alemão Max Born, um dos pioneiros da mecânica quântica. Falando sobre as peculiaridades desta nova física, Einstein diz em um trecho da carta: “A teoria produz muito, mas dificilmente nos aproxima do segredo do Antigo. Estou convencido de que Ele não joga dados”.
Esta expressão, Deus não joga dados, ficou quase tão famosa pelos anos seguintes quanto sua fórmula mais popular, o universal E = mc2. Mas o que ele quis dizer com isso? O que Einstein entendia por Deus?O físico escreveu algumas cartas em que demonstra seu pensamento em relação a Deus e às religiões. Tentando ir mais a fundo nessa questão, o premiado escritor britânico Jim Baggott, autor de livros de ciência popular, escreveu um texto no portal Aeon a respeito do tema. Baggott faz uma viagem pela história, o trabalho e as influências do físico para tentar entender como era a relação dele com a religião – ou com a espiritualidade – e como ele fazia a conexão entre Deus e a física quântica. Para Baggott. o Deus de Einstein era “impessoal e sutil”, mas o físico só chegou a essa compreensão depois de abraçar a religião na infância.
“Apesar do secularismo de seus pais, Albert, de nove anos de idade, descobriu e abraçou o judaísmo com considerável paixão, e por um tempo ele foi um judeu obediente. Seguindo o costume judaico, seus pais convidaram um pobre estudioso para compartilhar uma refeição com eles a cada semana, e com o empobrecido estudante de medicina Max Talmud (mais tarde Talmey), o jovem e impressionável Einstein aprendeu sobre matemática e ciência”, contextualiza Baggott.
“Ele consumiu todos os 21 volumes dos alegres livros populares sobre ciência natural de Aaron Bernstein (1880). Talmud então o conduziu na direção da Crítica da razão pura de Immanuel Kant (1781), da qual ele migrou para a filosofia de David Hume. De Hume, tratava-se de um passo relativamente curto para o físico austríaco Ernst Mach, cujo tipo de filosofia fortemente empirista e virtuoso exigia uma rejeição completa da metafísica, incluindo noções de espaço e tempo absolutos e a existência de átomos”.

Esse acúmulo de conhecimento intelectual, porém, não demorou a gerar um conflito entre a ciência e a religião para o jovem Einstein. “Com 12 anos de idade, Einstein se rebelou. Ele desenvolveu uma profunda aversão ao dogma da religião organizada que duraria toda a sua vida, uma aversão que se estendia a todas as formas de autoritarismo, incluindo qualquer tipo de ateísmo dogmático. Essa dieta juvenil e pesada de filosofia empirista serviria bem a Einstein 14 anos depois. A rejeição de Mach ao espaço e ao tempo absolutos ajudou a moldar a teoria da relatividade especial de Einstein (incluindo a icônica equação E = mc2), que ele formulou em 1905 enquanto trabalhava como “especialista técnico, terceira classe” no Escritório de Patentes da Suíça”, lembra o escritor.
A jornada filosófica de Einstein só estava começando. “Dez anos depois, Einstein completaria a transformação de nossa compreensão do espaço e do tempo com a formulação de sua teoria geral da relatividade, na qual a força da gravidade é substituída pelo espaço-tempo curvo. Mas, à medida que ficou mais velho (e mais sábio), ele passou a rejeitar o empirismo agressivo de Mach e declarou que ‘Mach era tão bom em mecânica quanto infeliz em filosofia’”, afirma Baggott.
O escritor conta que, a partir de então, Einstein passou a ter uma posição mais realista, defendendo uma realidade física objetiva. Mas, embora não quisesse mais saber da religião, a crença em Deus que ele havia carregado consigo desde seu breve flerte com o judaísmo se tornou o fundamento sobre o qual ele construiu sua filosofia. “Quando perguntado sobre a base de sua posição realista, ele explicou: ‘Não tenho expressão melhor do que o termo ‘religioso’ para essa confiança no caráter racional da realidade e em ser acessível, pelo menos em certa medida, à razão humana’”.
Baggott prossegue dizendo que o Deus de Einstein era um Deus da filosofia, não da religião. “Quando perguntado muitos anos depois se ele acreditava em Deus, ele respondeu: ‘Eu acredito no Deus de Spinoza, que se revela na harmonia legal de tudo que existe, mas não em um Deus que se preocupa com o destino e os feitos da humanidade. Baruch Spinoza, contemporâneo de Isaac Newton e Gottfried Leibniz, concebera Deus como idêntico à natureza. Para isso, ele foi considerado um herege perigoso e foi excomungado da comunidade judaica em Amsterdã”, conta.
O escritor chega então à conclusão de que o Deus de Einstein é “infinitamente superior, mas impessoal e intangível, sutil mas não malicioso”. Ele também seria firmemente determinista. A “harmonia legal” a que Einstein se refere seria estabelecida em todo o cosmos pela adesão estrita aos princípios físicos de causa e efeito. “Assim, não há lugar ao livre-arbítrio na filosofia de Einstein. Ele cita uma outra frase famosa do físico relativa ao tema para simbolizar sua opinião: “Tudo é determinado, tanto o começo como o fim, por forças sobre as quais não temos controle … todos nós dançamos numa melodia misteriosa, entoada à distância por um músico invisível”.
Dados na mesa
Mas enquanto a física de Einstein parecia seguir uma lógica divina, a física quântica surge para bagunçar este equilíbrio visto pelo físico alemão. ...

Com o tempo e a evolução da teoria quântica, as coisas ficaram ainda mais complicadas. “No início de 1926, o físico austríaco Erwin Schrödinger havia transformado radicalmente a teoria, formulando-a em termos de “funções de onda” bastante obscuras. O próprio Schrödinger preferiu interpretá-las realisticamente, como descritivo de “ondas de matéria”. Mas um consenso estava crescendo, fortemente promovido pelo físico dinamarquês Niels Bohr (na foto acima com Einstein) e pelo físico alemão Werner Heisenberg, de que a nova representação quântica não deveria ser tomada de forma muito literal”.
Baggott diz que os dois cientistas usavam argumentos que batiam de frente com a filosofia de Einstein. Seu determinismo e certeza estavam sendo confrontados por elementos opostos: indeterminismo e incerteza. “Em essência, Bohr e Heisenberg argumentaram que a ciência havia finalmente alcançado os problemas conceituais envolvidos na descrição da realidade que os filósofos haviam advertido durante séculos. Bohr é citado dizendo: “Não há mundo quântico. Existe apenas uma descrição física quântica abstrata. É errado pensar que a tarefa da física é descobrir como a natureza é. A física diz respeito ao que podemos dizer sobre a natureza.
”Essa declaração vagamente positivista foi repetida por Heisenberg: “Temos que lembrar que o que observamos não é a natureza em si, mas a natureza exposta ao nosso método de questionamento”. A interpretação de Copenhague – negar que a função de onda ....

Isso era exatamente o que confrontava a filosofia de Einstein. “Ele não podia aceitar uma interpretação em que o objeto principal da representação – a função de onda – não é “real”. Ele não podia aceitar que seu Deus permitiria que a “harmonia legal” se desenrolasse tão completamente na escala atômica, trazendo indeterminismo e incerteza sem lei, com efeitos que não podem ser previstos de forma completa e inequívoca por suas causas”, diz Baggott em seu texto.
Em outras palavras, Deus não podia, de acordo com as crenças de Einstein, jogar dados com o universo, tendo assim resultados imprevisíveis. Tudo deveria estar dentro de uma lógica.
“O palco estava, assim, montado para um dos mais notáveis ​​debates em toda a história da ciência, pois Bohr e Einstein estavam frente a frente na interpretação da mecânica quântica. Foi um choque de duas filosofias, dois conjuntos conflitantes de preconceitos metafísicos sobre a natureza da realidade e o que poderíamos esperar de uma representação científica disso. O debate começou em 1927 e, embora os protagonistas não estejam mais conosco, o debate ainda está muito vivo. E não resolvido”, aponta.
Baggott termina seu texto dizendo que Einstein não teria ficado particularmente surpreso com essa falta de conclusão, justamente por outra de suas famosas citações em relação à natureza de Deus. “Em fevereiro de 1954, apenas 14 meses antes de morrer, ele escreveu em uma carta ao físico americano David Bohm: ‘Se Deus criou o mundo, sua principal preocupação certamente não era facilitar o entendimento para nós’”. [Aeon]
EXPANDINDO O ASSUNTO PARA DESENVELHECER:
Aqui cito os demais textos do Blog sobre a pergunta acima, do GEA.


domingo, 13 de janeiro de 2019

CHAMEM OS MILITARES! SERÁ PARA BOLSONARO?

SE NÃO CONSEGUEM RESOLVER CHAMEM OS MILITARES! SERÁ PARA BOLSONARO? TRUMP? PUTIN?
O GRUPO DE ESTUDOS REVIDA – CHAMEM, SIM! MAS PAGUEM!
MAIS UMA VEZ ENCAMINHO ESSA MENSAGEM EM DESTAQUE, A PEDIDO DO GRUPO DE ESTUDOS.
Colegas que pedem porque leram o artigo sobre A VENEZUELA. ESSE DE ONTEM.
O Nosso enfoque foi a necessidade do Governo cumprir a CONSTITUIÇÃO.
Os impostos são todos inconstitucionais.
E há uma quadrilha que governa o contencioso da Receita Federal e mantém essas inconstitucionalidades DE TAL MODO QUE ATÉ OS ECONOMISTA DESISTEM DE ACHAR SOLUÇÃO. Já denunciamos assim:
AVISO AOS PATRIOTAS
O GEA Já me fez publicar que o Brasil não precisa de nenhum imposto e podemos ultrapassar os locais onde os governantes possuem fontes de renda de suas riquezas e dispensam IMPOSTOS.
O sultanato de Brunei é um deles. O estado americano de Delaware mantém seu custeio com uma Loteria Estadual que atrai jogadores até de fora dos States, e sua riqueza de bons empregos provém das empresas que fizeram sua sede no Delaware, atraídos pela isenção. Dubai também não cobra impostos. O estado canadense da Colúmbia recebe royalties da Shell e até distribui retorno aos cidadãos. Outros países que não dão total isenção, administram suas riquezas com resultados que reduzem seus custos.
O GEA me chamou a atenção para os milhares de negócios que podem ser concedidos no Brasil mediante um leilão para a empresa vencedora dar uma entrada e comprometer-se a incluir uma mensalidade pela concessão que cobrará em seus produtos. Muitos desses negócios são atualmente prejuízos para o serviço público e são mal feitos.
DIZ ESSE COLEGA QUE VAI SER NECESSÁRIO CHAMAR OS MILITARES PARA GARANTIR LISURA. Em alguns casos é para dar força e autoridade para remover as Máfias que os dominam. Em outros será para iniciar os serviços que não existem e depois de instalados podem ser concedidos. Em alguns casos eles já existem em muitos lugares do mundo, mas é necessário estudar um modelo funcional para ser estendido a todos os pontos. No caso do Sistema de Ensino ele já existe como Colégios Militares.
MAIS UM ASSUNTO PARA ESSA CHAMADA DIZ O GEA QUE SERIA A SUBSTITUIÇÃO DE MÃO DE OBRA HOJE OPRIMIDA PELO SISTEMA SINDICAL, PARA SER LIBERTA E AUTOMATIZADA E SEREM TREINADOS OS QUE SE DESEMPREGARÃO, PARA EXERCER RAPIDAMENTE NEGÓCIOS PRÓPRIOS, E TEREM INFORMAÇÃO CONFIÁVEL PARA INVESTIR, VISTO QUE HOJE AS SAFADEZAS DOS CORRUPTOS NÃO PERMITEM ESSA FORMAÇÃO DE RENDA.
É que a religião das máfias tem como dogma Lenin/Gramsci que  diz - destruam todos os negócios para igualar a todos na miséria e assim aceitarem ser cavalgados pelos escravagistas. 
UM CASO A MAIS SE REFERE A GARANTIR INVENTOS CONTRA AS MÁFIAS QUE ROUBAM DIREITOS, QUE SERIA CASO PARA ADVOCACIAS, MAS SÃO TÃO CAROS E CHICANEIROS QUE SÓ COM POLICIA FEDERAL NÃO DÁ. 
Como se sabe isso faz o Brasil não ter Inventores nem pesquisadores.Já abordamos no BLOG, DENTRE OUTROS:





sábado, 12 de janeiro de 2019

A VENEZUELA SEM MADURO E COM TRUMP E BOLSONARO

PERGUNTAMOS AOS GOVERNANTES BOLSONARO E AOS LIBERTADORES PELO MUNDO SE ELES PRECISAM MESMO OBEDECER A ORDEM DOS BANCOS MAFIOSOS NESTE PLANETA RICO E MARAVILHOSO PARA EXTORQUIR TUDO DE SEUS CIDADÃOS PARA MANTER COM TERROR A MISÉRIA MAIS A DOENÇA E A FOME.
MAIS UMA VEZ O GRUPO DE ESTUDOS PEDE NOSSA ANÁLISE
UM EXEMPLO É A VENEZUELA SENDO GOVERNADA PELO ESCRAVAGISMO DA RELIGIÃO CUJO DOGMA É: “HÁ QUE DESTRUIR TODOS OS CAPITAIS E PROPRIEDADES PARA DEPOIS FAZER A SOCIEDADE PERFEITA”.

Para o poder dos maus espíritos a Escravidão sobre os outros é necessária. Venezuela é exemplo desse domínio. Mas no entendimento geral dos povos não é preciso ser escravos.
Se o Juan Guaidó tiver apoio militar pode haver racha e aí pode haver tropa de Brasil, Colômbia, Peru pra garantir ordem e abastecimento.

Mas o Brasil ainda não está em ordem em nossa própria casa. O Algoritmo feudal é isto - quem habita um território é propriedade de quem o governa, e por isso os impostos são o modo de tomar todas as riquezas dos servos da gleba.

O dogma comunista (DESTRUIR QUEM TENHA CAPITAL OU RENDAS BOAS) é apenas a isca para pescar os escravos e manter o sistema Feudal pra sempre.

A constituição brasileira proíbe no art.150, inciso IV: impostos não podem ser usados para expropriar.

PARA LIBERTAR O PAÍS, Temos que decretar o algoritmo do CONDOMINIO BRASIL que está na Constituição, artigo 145 parágrafo 1, que pede Impostos proporcionais ao Poder econômico.

Esperamos que o governo Bolsonaro/Mourão nos traga a abolição da escravatura que se encastelou com a Máfia do Fisco/Auditores/contencioso da Receita.

NO PAÍS DE TRUMP HÁ UMA MÁFIA QUE SE DIZ PARTIDO DEMOCRATA IGUAL A ESSA QUADRILHA QUE AINDA MANDA NOS DINHEIROS DO BRASIL.
Esta quadrilha conta com os juízes federais e com os advogados apoiados pela OAB, que escravizam os que tem direitos contra o Tesouro.

ESSE Departamento que se julga ditador dos dinheiros tem que ser extinto SUMARIAMENTE.

EM SEU LUGAR teremos que estabelecer um programa no computador da Receita que negociará esses dinheiros com o povo diretamente sem mamatas dos MAFIOSOS DA OAB.
Propõe o GEA escalonar em Letras do Tesouro negociáveis no mercado de valores com datas futuras.
MAS NÃO É SÓ ISSO:
Nosso Grupo de Estudos tem mais cálculos para ensinar COMO CHEGAR AO IMPOSTO ZERO COM USO ÉTICO DA RIQUEZA NACIONAL.


PROMETO REPASSAR ESSAS FÓRMULAS PARA EQUIPE DE PATRIOTAS QUE DEVEM FAZER ESSA MUDANÇA, SEM A QUAL O POVO FICARÁ FRUSTRADO.

VEJAM MAIS LINKS NESTE BLOG:
https://mariosanchezs.blogspot.com/2018/11/governos-honestos-para-enfrentar.html
E MAIS:

As redes de TV russas estão educando sua audiência, as pessoas de seu país sobre os Rothschild e a ameaça de seu excessivo poder global, principalmente na área de serviços financeiros internacional. O presidente russo, Vladimir Putin, está “preparando” o seu povo para enfrentar a elite que visa implantar uma NWO-Nova Ordem Mundial enquanto o país se prepara para se separar do sistema bancário global controlado pela Cabala, Illuminati, Elite das trevas em um sistema controlado pelos Rothschilds.
Vejam o texto completo em: