quarta-feira, 25 de maio de 2011

BIBLIA - BAAL - CANIBAL

BIBLIA – BAAL E ANTROPOFAGIA

RESUMO – Fazemos um rápido ensaio sobre a Antropofagia no passado, nos registros Bíblicos, como está na presente etapa canibal do Feudalismo disfarçado de governos da maioria, para imaginar o futuro, com tantas leis impeditivas da iniciativa dos cidadãos. Como serão fornecidas as “proteinas superiores” em um mundo Ateu, globalizado sob a ótica dos Feudais Banqueiros, com uma Senzala Geral onde todos voltaram a ser servos da gleba.

Comecemos examinando os registros bíblicos sobre transgressões aos princípios de Moisés, que constam no livro Levítico:

Lev.10,12 - E disse Moisés a Arão, e a Eleazar e a Itamar, seus filhos, que lhe ficaram: Tomai a oferta de alimentos, restante das ofertas queimadas do SENHOR, e comei-a sem levedura junto ao altar, porquanto é coisa santíssima.

13 - Portanto a comereis no lugar santo; porque isto é a tua porção, e a porção de teus filhos, das ofertas queimadas do SENHOR; porque assim me foi ordenado.

14 - Também o peito da oferta movida e a espádua da oferta alçada, comereis em lugar limpo, tu, e teus filhos e tuas filhas contigo; porque foram dados por tua porção, e por porção de teus filhos, dos sacrifícios pacíficos dos filhos de Israel.

Lev. 22.7 - E havendo-se o sol já posto, então será limpo, e depois comerá das coisas santas; porque este é o seu pão.

Lev.22.11 - Mas quando o sacerdote comprar alguma pessoa com o seu dinheiro, aquela comerá delas, e os nascidos na sua casa, estes comerão do seu pão.

12 - E, quando a filha do sacerdote se casar com homem estranho, ela não comerá da oferta das coisas santas.

Lev.22.30 - No mesmo dia se comerá; dele nada deixareis ficar até pela manhã. Eu sou o SENHOR.


AGORA RACIOCINEMOS SOBRE O DEUS BAAL Cananeu e os respectivos sacrifícios humanos:

Vejamos em II Reis.

(Acaz)16,3 - Porque andou no caminho dos reis de Israel, e até a seu filho fez passar pelo fogo, segundo as abominações dos gentios que o SENHOR lançara fora de diante dos filhos de Israel.

(OSÉIAS) - 17,17 - Também fizeram passar pelo fogo a seus filhos e suas filhas, e deram-se a adivinhações, e criam em agouros; e venderam-se para fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, para o provocarem à ira.

(Manassés) 21,3 - Porque tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha destruído, e levantou altares a Baal, e fez um bosque como o que fizera Acabe, rei de Israel, e se inclinou diante de todo o exército dos céus, e os serviu.

21,6 - E até fez passar a seu filho pelo fogo, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro e ordenou adivinhos e feiticeiros; e prosseguiu em fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira.

Acaz em II Crônicas 28,3 - Também queimou incenso no vale do filho de Hinom, e queimou a seus filhos no fogo, conforme as abominações dos gentios que o SENHOR tinha expulsado de diante dos filhos de Israel.

28. 4 - Também sacrificou, e queimou incenso nos altos e nos outeiros, como também debaixo de toda a árvore verde.

ANOTAÇÕES:

A - Lembremos do episódio em que Abrahão recebe a ordem de ir ao monte e oferecer Isaac com 12 anos em holocausto. Não deixa de parecer uma interferência do deus Baal, cortada à última hora pelo SER Yehowá.

B – Temos como certo que as traduções da Bíblia suprimiram os detalhes e as notícias sobre os sacrifícios humanos praticados pelos Cananeus, em honra ao deus Baal, cujo nome é o nome genérico de "Deus" particular em cada nação cananéia.

C - Temos notícia bem documentada sobre a antropofagia dos Maias, dos Aztecas, Toltecas, e de tribos Tupis e Tapuias do Brasil. E por estes relatos podemos avaliar o que eram essas transgressões das Leis ditadas a Moisés. Se os reis citados na Bíblia “fizeram passar filhos e filhas pelo fogo” nos rituais de adivinhos e feiticeiros, os churrasquinhos dos cidadãos oferecidos em holocausto a Baal eram participados pelos oficiantes, Reis e Cortes.

D - A palavra "bugre" ao tempo da descoberta da América tinha a conotação de antropófago e se origina de "búlgaro" que era o nome de uma tribo dos montes Cárpatos (hoje na área da Romênia) que ainda comia a carne dos inimigos na época da descoberta da América. Bugre era termo depreciativo extremo entre os povos cristãos da Europa e foi estendido aos Antropófagos da América e depois abolido como nome genérico dos aborígenes americanos quando estes aboliram o costume da antropofagia.

E - MAIS SOBRE CANIBAIS

A tribo Wari - eram canibais - até 1970.

Esta tribo com cerca de 3000 indivíduos remanescentes de diversos povos indígenas extintos, está localizada em Rondônia na região do rio Pacaás Novos.

Transcrevemos trechos dos estudos dos etnólogos:

O inimigo é pensado como um Wari' que se distanciou espacialmente e com quem as trocas foram interrompidas. Os Wari' igualavam os inimigos às presas animais. No passado, quando os Wari' praticavam a guerra, os inimigos eram flechados e mortos e, quando possível, partes deles eram levadas às aldeias dos matadores (todos aqueles que participaram da expedição) para serem comidas por suas mulheres e por aqueles que haviam permanecido em casa. Os matadores, ao retornar, entravam em um período de reclusão, onde permaneciam deitados a maior parte do tempo na “casa dos homens”, evitando movimentos e especialmente ferimentos, de modo a manter em seus corpos o sangue do inimigo morto.

Por conter em si o sangue do inimigo morto, o matador estava interditado de comer da sua presa, o que consistiria em ato de auto-canibalismo e provocaria a morte. Todos os demais, com exceção das crianças, podiam comer da carne do inimigo, que era assada e ingerida em grandes pedaços, marcando a diferença entre esse repasto e o canibalismo funerário, e associando-o à ingestão de presas animais.
Após a reclusão, que terminava quando as mulheres se diziam cansadas de preparar continuamente grandes quantidades de chicha, e quando os homens se sentiam gordos o suficiente, o espírito do inimigo morto permanecia associado ao matador, como um filho: acompanhava-o por toda parte e comia da sua comida.

Os Wari' comiam não só os inimigos que matavam, mas também os mortos do grupo. O rito tinha início já na doença grave, quando o moribundo era chorado por parentes consangüíneos e afins. Desde aí, iniciava-se um canto fúnebre, em que todos se referiam ao doente/morto por termos de consangüinidade, e relembravam fatos vividos com ele. Diante da morte, o choro se intensificava. Os parentes próximos, chamados de "parentes verdadeiros" passavam então a diferenciar-se dos "parentes distantes", categoria que aí inclui especialmente aqueles efetivamente relacionados pelo casamento. Os primeiros organizavam o funeral, e os últimos o executavam.

Antes que o cadáver pudesse ser preparado, devia-se aguardar a chegada dos parentes próximos que viviam em outras aldeias, e que recebiam o aviso da morte por meio desses mesmos afins. Nesse período, de cerca de dois a três dias, o cadáver apodrecia, e é nesse estado que era cortado e moqueado pelos afins. Pronta a carne, os parentes próximos a desfiavam e depositavam-na sobre uma esteira, ao lado de pequenos pedaços de pamonha de milho assada. Solicitavam então aos parentes distantes que a comessem. Não se devia pegar a carne com as mãos, mas espetá-la em pauzinhos, levando-a delicadamente à boca. Os Wari' não

gostavam que se comesse do morto com avidez, como se fosse carne de caça, e o apodrecimento, que aparentemente era conseqüência de um prolongamento inevitável do velório, já que os parentes que moravam longe faziam questão de ver o cadáver íntegro, era também um modo de tornar a ingestão da carne desagradável, às vezes quase impossível. Nesses casos, comia-se só um pouco, e o resto era queimado, juntamente com os cabelos, órgãos internos (com exceção do fígado e do coração).

Finda a carne, os parentes próximos decidiam se os ossos seriam queimados e enterrados com o moquém, ou se seriam macerados e ingeridos com mel. De um modo geral são os parentes distantes que ingerem os ossos, mas algumas pessoas afirmam que essa parte do repasto cabia aos netos, que também eram os comedores preferenciais dos miolos assados do morto.

O rito de final de luto, quando uma grande quantidade de presas previamente moqueadas, resultantes de uma caçada coletiva, eram choradas como se fossem o morto. Essas presas eram depois comidas não só por não-parentes, mas também pelos consangüíneos próximos. Depois disso cantava-se e dançava-se e a vida voltava ao normal. O espírito do morto passava a viver plenamente no mundo subaquático dos mortos, como acontece ainda hoje. Quando quer vir à terra ver os seus, ou passear, torna-se queixada, sendo caçado e comido pelos Wari', e retornando ao mundo dos mortos.

Atualmente, os mortos não são mais comidos, mas enterrados, depois de chorados por dois ou três dias. O abandono do canibalismo ocorreu pouco tempo depois da "pacificação".

F – REFERÊNCIA

Afonso A. de Freitas no Apêndice de seu "Vocabulário Nheengatu" (Emp.Graf.Revista dos Tribunais - 1976) à pág. 87 e segts. traz alguns comentários interessantes sobre o Canibalismo:

1. Negamos a antropofagia entre os aborígenes brasileiros, principalmente entre os Tupi-Guaranis. Cita Gabriel Soares em seu "Tratado Descritivo do Brasil" de 1587, que nega o canibalismo como prática normal desses indígenas.

Cita também Hans Staden, que afirma na mesma época que foi prisioneiro e presenciou canibalismo como vingança praticado pelos seus aprisionadores.

2. Decididamente os nossos aborígenes não eram antropófagos, porque não tinham o hábito de se alimentar de carne humana.

No século XVI no momento mesmo em que se incriminava ao aborígene da prática acidental de antropofagia, a França era já o maior expoente da civilização humana. Entretanto, não tivemos ali, em Paris, a madrugada de São Bartolomeu, chacina de huguenotes, determinada por Catarina de Médicis e pelo filho, o rei cristianíssimo Carlos IX? A matança de huguenotes estendeu-se de Paris por todos os extremos da França, mas em breve a população, enfarando-se da sangueira, enfastiada de, apenas matar, lançou-e à antropofagia e foi além, mercando os restos palpitantes das vítimas, abjeção a que jamais o aborígene brasileiro desceu.

Continua Afonso A.Freitas:

Prestemos atenção ao que conta Jean de Léry, missionário francês contemporâneo dos tenebrosos acontecimentos que tiveram início na loucura infernal da noitada de São Bartolomeu: ... que vimos em França durante a sanguinosa tragédia de 24 de agosto de 1572? A gordura das vítimas trucidadas em Lião, de modo muito mais bárbaro que o usado pelos índios, não foi publicamente leiloada e adjudicada ao maior lance? O fígado e o coração de mui8tas vítimas não foram comidos por furiosos assassinos, de que os infernos se horrorizam? Depois de miseravelmente morto, Coeur-de-Roi, confessor da religião reformada em Auxere, não lhe picaram o coração? E não venderam os pedaços a mastins odientos, que os assaram em grelhas e para saciar a raiva os comeram?

COMENTÁRIO FINAL - O QUE É SER CANIBAL? VOCÊ NÃO É?

RESUMO do comentário - DEVORAR INDIVÍDUOS DE SUA PRÓPRIA ESPÉCIE É "CANIBALISMO". O nazibolchevismo está querendo devorar os não nazibolchevistas como raça inferior, tomando-lhes os bens e não comendo sua carne após vê-los mortos. Até a defesa do Vegetarianismo é uma subliminar sugestão de que os matadores de animais não merecem viver . Hitler, o maior carniceiro da História, era VEGETARIANO! Seus sucessores estão induzindo a defesa do meio ambiente como espaço vital para eles futuramente desfrutarem. Está em tempo de acordar! Ou já é MUUUUITO tarde?

O QUE É "SER CANIBAL"?

Enfim, o que você considera ser um "canibal"?

Quando Cortez chegou ao México, os Aztecas comiam carne humana servida em pedaços no açougue como qualquer outra carne de animais. E o abate dos condenados para servirem de alimento do povo se revestia de rituais sagrados com facas abençoadas, orações, vestes sacerdotais e métodos divinos de sangrar, cortar, distribuir.

O horror com que esse "costume selvagem "foi recepcionado pelos "cristãos", jamais foi compreendido pela então religião oficial de Mexitli, que via o abate a tiros, lanças e espada que seus invasores espanhóis praticavam, invadindo e matando com ódio, só para ver estraçalhados os índios, sem piedade e sem utilizar a carne!

Deixemos de lado esse choque de canibalismos incompreendidos, porque as filosofias que justificavam cada parte podem levar-nos a profundas depressões psicológicas.

Hoje, as áreas cultivadas para "alimentos" possuem também esse ingrediente de choque pavoroso entre duas "culturas". De um lado há alimentos que são colhidos e diretamente usados pelos seres humanos, sendo alguns puros, naturais, saudáveis, como mel de abelhas, frutas, hortaliças, legumes. Devem representar de 7 a 8% das terras cultivadas e são sonegados à vasta maioria dos seres humanos, 4,5 bilhões de infelizes que não utilizam o mínimo que a sociopsicopatologia nutrológica conseguiu declarar como dogma da Religião Ingestiva Oficial.

Os outros 92 ou 93% das áreas plantadas se destinam a vícios como feijão, arroz, papoula, fumo, álcool, açúcar, coca, café, etc. SOJA/MILHO/CEREAIS como trigo e outros, afora reservas para algodão e outros produtos para indústrias, fazem o grosso do uso dessas terras declaradas agricultáveis. Só que, mais de metade desses produtos se somam às incalculáveis pastagens para bois, cabras, e outros animais serem alimentados e produzir carnes, leite, ovos, etc. Isto tudo"alimenta" a gula de menos de 1/3 da espécie humana, impedindo os 2/3 desnutridos de alcançar sua satisfação mínima oficialmente declarada necessária. Ou seja, o que sobra nos esbanjamentos de carnes e produtos animais exibidos provocadoramente em todas as mídias é o que fica faltando na carne dos desnutridos não atendidos.

Nada comentaremos sobre os transgênicos e sua geometrização através dessa cadeia nutropatológica, nem sobre os transgênicos nativos SOJA e SACAROSE...

Vamos filosofar só um pouquinho sobre o significado embutido no luxo carnívoro...

Ninguém pode deixar de ver essa carne humana faltante no mundo dos excluídos sendo consumida como carne animal por substituição de usuários.

No confronto filosofico-espiritual dos fatos é isso o que está acontecendo: o banquete carnívoro é CANIBALISMO! (INDIRETAMENTE ESTÃO COMENDO CARNE HUMANA).

E O FUTURO DISSO? Quando esse Feudalismo vigente houver extinto a revolução burguesa e o Estado Todo poderoso que criaram não agüentar a produção de proteínas para todos, como será? Não vamos insistir nessa expressão contra o carnivorismo canibal... E vamos filosofar mais um pouco... Aprofundemos a análise.

Vamos erguer nossas preces ao Bom Deus para que o Bolchevismo que assola o mundo pretendendo globalizar-se, não prossiga com seus Planos de total destruição da espiritualidade, da moral, do caráter, das famílias, de todo respeito pela pessoa humana e pelas suas propriedades, transformando tudo em escravidão ao Estado Deus, sem família, sem Pátria e sem propriedade.

Eis a grande questão: Como esse Estado Deus vai fazer o milagre de fornecer as "proteinas superiores" aos seus burocratas e apaniguados, com a dura realidade das inundações, terremotos, vulcões, secas e hordas de sem terras (estimulados e dirigidos por eles) impedindo de produzir? Devem acabar sacarose, soja, trigo, mandioca, milho, arroz, e daí...

Se não há alma imortal a respeitar ... Morreu ... acabou!

Reaproveitar as proteínas superiores depois que acabarem bois, cabras, porcos, ovelhas, galinhas, cavalos, jegues, cachorros, gatos, cobras, lagartos, leões, chimpanzés, é bem lógico que o passo seguinte seja perguntar: para que enterrar ou cremar os mortos?

Mais um passo, ainda mais lógico, será: para que esperar que morram? Escolhem-se os que cometeram crimes, depois os que se opuserem ao Estado, depois os que esboçarem qualquer reação ao poder que serve as proteínas... Drogas ajudam a convencer, né?

E daí em diante, por que não tratar bem os humanos de abate, engordá-los? Talvez o biodiesel dessas banhas seja útil ...

Podem até alegar que houve o precedente Azteca! E que o canibalismo NUNCA FOI EXTINTO.

Esses raciocínios são lógicos e coerentes com a lógica do Materialismo Dialético Marxista. Só há um óbice por enquanto: ainda há quem não pensa assim. Bem! O sistema de ensino já está mudando tudo isso e esse óbice acaba. As leis gerais serão feitas na City e os detalhes da execução sobre os servos das glebas serão redigidos nas glebas...

Pelo teu silêncio, sei que tudo já acabou!

Quem sobrará para ver? Você? As ossadas e cinzas de Auschwitz que falem! Assim foi! Assim será!

Se não pararmos com esse Hospício Populo-nazi-mafio­bolchevista, isso acontecerá. Temos a esperança de que os soldados que serão mandados matar os servos da gleba que devem ser extintos, compreendam que estão com as armas nas mãos e serão eles os mortos seguintes para ficarem só os robôs e os Tenebrosos... E virem as armas contra os mandantes!

E ainda haverá quem ensine a VIVER DE LUZ?

Sabem como isso está funcionando hoje? Vou contar só um pedacinho da História:

Em 1917 ao acabar a primeira Grande Guerra, os donos do ouro emprestaram a Lênin para ir matar o czar que não havia dado bastante ouro por armas na primeira guerra. Lênin tomou o poder e não devolveu o ouro, embora tenha matado muitos judeus e outros fugiram levando o ouro aos bancos dos donos do ouro. Stálin matou Lênin e ocupou seu lugar no governo e na dívida... E não pagou!

Aí os donos do ouro armaram Hitler para ir atacar a URSS. Financiaram (em papel a ser pago em ouro) França, Inglaterra, EEUU, para comprar as armas, cujas fábricas haviam financiado antes (só em papel, pois o ouro estava bem guardado em grutas... a terra cobrou bem caro para ser extraído o ouro e a seguir para guardá-lo...)

Os exércitos e os povos Aliados queimaram essas armas ao combater o Eixo. Por fim financiaram a URSS também e esta deu muito ouro por armas. E assumiu outro tanto de dívidas (em ouro)...

As armas foram todas gastas... Mas as dívidas continuaram a ser pagas (em ouro, é claro!) com impostos, Claro!

Essas dívidas continuaram sendo cobradas dos vencidos e também dos vencedores! Como tudo havia sido quebrado na Europa, financiaram a reconstrução (Plano Marshal) e nem perguntem quanto a mais foi devolvido sobre esse plano... (em ouro!).

Foi muito ouro sendo acumulado. Hoje sobram alguns quatrilhões de dólares em ouro para financiar a próxima matança e o cirquinho já está bem montado com terroristas, exércitos e armas sempre renovadas à medida em que se gastam.

Financiar alegria e justiça, saúde e paz não dá lucro porque não destrói nada, né? E isso não traz lamentos e sofrimento, enquanto impostos e taxas de juros, trazem.

Temos solução?

O mais terrível é que existe solução matemática, mecânica, com lucro para todos, calculada minuciosamente, com a cabeça fria conforme tenho mostrado neste BLOG. Porém, esquecemos que a Terra está invadida pelos "maus espíritos" de outros mundos que hipnotizaram os seres bonzinhos para serem escravos. Agora estão na última cartada para matar 6 bilhões de "inconvenientes" a título de raças inferiores e assumir o domínio da Terra para sempre, com os robôs, descartando os escravos de carne e osso, inúteis. Hitler já havia avisado - As máquinas não erram!

A grande sabedoria das sombras é insinuarem que elas não existem e somos nós induzidos que estamos pensando e decidindo o que elas querem.

Mas todos esquecem que há Alguém que já veio avisar que vai intervir, lá do Alto e é muito mais poderoso do que eles.

Continuem lendo. Acharão.

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