domingo, 24 de março de 2019

INCÊNDIO DE CASA ROTHSCHILD EM PARIS

COLETES AMARELOS PROTESTAM EM PARIS E ESQUEMA DE SEGURANÇA É REFORÇADO
MEMBRO DO GRUPO DE ESTUDOS PEDE PARA PUBLICAR. COMO CONTINUAÇÃO DE “ESTADO POLICIAL” COMENTARIOS AO FIM
Seis mil policiais foram deslocados para manter a ordem durante as manifestações
PARIS - Milhares de manifestantes franceses, os "coletes amarelos", retornaram às ruas de Paris, neste sábado, 23. É o 19º fim de semana de protestos contra o presidente francês Emmanuel Macron. A segurança policial foi reforçada em algumas áreas da capital e cidades do interior, com o objetivo de impedir uma repetição dos confrontos da semana passada.
Os manifestantes se reuniram na praça Denfert-Rochereau, no sul da cidade, e marcharam rumo à região norte, até a Basílica de Sacré Coeur, em Montmartre.
Coletes amarelos Sacré Coeur
Os manifestantes marcharam até a Basílica de Sacré Coeur, em Montmartre.
A calma da capital, no entanto, não se repetiu em cidades como em Lyon, no leste do país, onde os manifestantes provocaram incidentes durante os protestos. Em Montpellier, no sul, os agentes precisaram utilizar gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.
"Não somos terroristas, mas sim o povo em dificuldade", escreveram os manifestantes em alguns dos cartazes. Outro trazia a mensagem que "violência são 5 milhões de pobres e 40 bilionários".
A polícia francesa proibiu os protestos na Avenida Champs-Elysées e nas regiões centrais de 15 cidades de toda a França, como Bordeaux, Toulouse, Marseille e Nice, no sul do país, e Rouen, no oeste. No último fim de semana, dezenas de lojas da Champs-Elysées foram saqueadas e algumas foram incendiadas por manifestantes.
Hoje, a polícia de Paris deteve 51 pessoas, emitiu 29 multas e realizou 4.688 "verificações preventivas" de manifestantes que entravam na capital.
O governo elevou o valor das multas, agora de 135 euros, para aqueles que se reúnam em locais onde as manifestações foram proibidas e recorreu aos militares da missão Sentille, destinada ao combate do terrorismo, para vigiar prédios públicos.
Em Nice, as forças de segurança locais dispersaram algumas centenas de manifestantes que se reuniam na praça central. A cidade está sob forte esquema de segurança, pois é esperado que o presidente chinês, Xi Jinping, passe a noite de sábado para domingo no local como parte de sua visita à França.
O novo chefe da Polícia de Paris, Didier Lallement, que assumiu a responsabilidade pela destruição causada pelos protestos da semana passada, informou que unidades policiais específicas foram criadas para atuar mais rapidamente em resposta a qualquer ação violenta. Cerca de seis mil policiais foram deslocados para manter a ordem durante os protestos e dois drones também estão sendo utilizados para monitorar as manifestações.
Coletes amarelos Paris
Os coletes amarelos retornaram às ruas no 19ª fim de semana de protestos contra o presidente francês
Na sexta-feira, Mácron rejeitou críticas de líderes da oposição sobre o envolvimento de militares, dizendo que eles não estão assumindo as funções de policiais.
Os protestos dos coletes amarelos começaram em novembro em oposição a aumentos de impostos, mas tiveram seu foco ampliado posteriormente para uma rejeição pública às políticas econômicas de Mácron. Segundo os manifestantes, tais medidas favorecem grandes empresas e ricos em detrimento das classes econômicas mais baixas do país. / AP e EFE
MESMA Notícia na GLOBO
Coletes amarelos voltam a protestar na França após confrontos na semana anterior
Autoridades proibiram manifestações em certas áreas após tumulto; polícia de Paris informou que 31 pessoas foram presas e 15 foram multadas por estarem em área proibida.
Coletes amarelos protestam em Paris neste sábado (23). — Foto: AFP Coletes amarelos protestam em
Os "coletes amarelos", que protagonizam manifestações desde novembro na França, se reuniram em Paris e outras cidades francesas neste sábado (23) para mais uma rodada de manifestações – mesmo após autoridades proibirem os protestos em certas áreas.
As proibições foram anunciadas como um esforço para evitar a repetição dos tumultos da semana passada na capital. As autoridades proibiram os protestos na avenida Champs-Elysées e em bairros centrais de várias cidades, incluindo Bordeaux, Toulouse, Marselha e Nice, no sul, e Rouen, no oeste da França.
A proibição acontece uma semana após confusões no 18° sábado de mobilização do grupo, que é contrário ao governo do presidente Emmanuel Macron. Durante os protestos, lojas foram destruídas e saqueadas, objetos foram queimados e manifestantes entraram em confronto com a polícia.
Ao meio-dia (horário local), centenas de manifestantes se reuniram na praça Denfert-Rochereau, no sul de Paris, de onde planejavam marchar em direção ao centro turístico Montmartre, no norte.
Dezenas de outros estavam de forma pacífica na praça Trocadero, ao lado da Torre Eiffel. A Champs-Elysées estava quase vazia, exceto por uma enorme presença policial.
A polícia de Paris informou que 31 pessoas foram presas e 15 manifestantes foram multados por estarem na área proibida, de 2.322 controles nas ruas da capital, segundo a AP.
Tensão em Nice
Homem entra em confronto com a polícia durante protestos dos coletes amarelos em Nice, na França, neste sábado (23).
Em Nice, a polícia dispersou algumas centenas de manifestantes que se reuniram em uma praça central. A cidade foi colocada sob medidas de alta segurança, já que o presidente chinês, Xi Jinping, deveria passar a noite no domingo (24), como parte de uma visita de Estado à França.
Mulher protesta em meio à presença de policiais na cidade francesa de Nice, neste sábado (23).
O novo chefe de polícia de Paris, Didier Lallement, que assumiu o comando depois dos protestos da semana passada, disse que unidades policiais específicas foram criadas para reagir mais rapidamente a qualquer tipo de violência.
Cerca de 6 mil policiais estavam na capital e dois drones estão ajudando a monitorar as manifestações. As autoridades também enviaram soldados para proteger moradores e permitir que as forças policiais se concentrassem em manter a ordem durante os protestos.
Um policial revista manifestante que caiu no chão durante protestos dos coletes amarelos em Nice, após proibições pela polícia.
O presidente Emmanuel Macron rejeitou na sexta-feira as críticas de líderes da oposição sobre o envolvimento dos militares. "Aqueles que
 tentam assustar as pessoas ou se assustam estão errados", disse em Bruxelas.
MAIS: DE EL CAMINANTE
COMENTARIO SOBRE INCENDIO DE BANCO DOS ROTHSCHILDS
No Brasil, onde isso é muito pior, e esse governo corrupto prometeu intervir mas continuou a corrupção, já tivemos notícias de idosos que suicidaram, nessa covardia de cobrar juros internacionalmente bem altos para risco zero, porque descontado dos benefícios antes dos devedores receberem.  
AO GEA – ESTAMOS OBSERVANDO E REPASSANDO.
PENSO QUE AS FFAA DO BRASIL VÃO FAZER O CERTO.



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