domingo, 9 de novembro de 2008

COMO TIRAR O OURO DOS POBRES

ENTENDA O POPULISMO

RESUMO - Que acontece com a crise da economia?
Qual é o objetivo desse aperto? É matar um "excesso de população"? Não seria mais lucrativo tornar consumidores esses excluidos, em vez de fazer um holocausto? Pois é, há uma receita de bacalhau que resume a fórmula usada pelo populismo - como?
E há também uma fórmula de inclusão democrática que não precisa matar 2/3 da população.
Já a convertemos em projeto de IMPOSTO ZERO com Fundo de Patrimônio e Rendas fazendo os mais humildes prosperar e convertendo-se em imenso mercado de consumo os 5 Bilhões que pretendem matar.
Vejam no blog  http://martinasanchez.blogspot.com de onde tiramos esta fórmula Lula-populista:

Eis o texto do blog

COMO TIRAR O SAL DO BACALHAU 

As Festas estão chegando! É fim de ano. Tempo de comemorações, reuniões, confraternizações...

Os preparativos básicos – presentes e "comes e bebes", roupas novas, passeios fazem parte da agenda de todos.

Para aquela reunião familiar, uma boa pedida é uma bacalhoada à moda. Ou que tal uns deliciosos bolinhos de bacalhau? Ou um souflê de bacalhau com queijo. Ah! Também pode ser grelhado, ou simplesmente desfiado numa deliciosa salada!

A maior dificuldade sempre foi retirar o SAL do bacalhau.

Mas há a tradicional culinária do antigamente. Para tirar o sal, a cozinheira colocava o bacalhau numa vasilha com água fria e lhe adicionava na primeira água, uma boa colher de sal – sal contra sal. Após algumas horas retirava o bacalhau e jogava fora a água salgada. Nova água fria para novamente mergulhar as postas de bacalhau, deixando repousar por mais algumas horas. Repetia a troca de água várias vezes até o bacalhau começar a desfiar.

Segundo a culinária moderna usa-se deixar o bacalhau imerso em água gelada dentro da geladeira em vasilhas especiais, e a cada 6 horas troca-se a água. O processo todo demora 24 horas no mínimo, o que garante também conseguir um bacalhau ao fim da dessalga, macio e pronto para ser adicionado a qualquer prato.

VAMOS COMENTAR

Essa receita de retirar sal do bacalhau é também a receita tradicional dos mestres para retirar TODO o ouro dos pobres...

Lao Tsé avisou - Um grande Reino se constrói em nada fazendo, mas ele se destrói quando em tudo intervém.

Abraham Lincoln também avisou - Toda vez que os Governos disseram que iam retirar valor dos ricos e dar aos pobres, os ricos ficaram mais ricos e os pobres fcaram mais pobres.

Como acontece isso?

É a mesma receita de retirar o sal do bacalhau adicionando mais sal ao bacalhau.

Explicamos - O pobre fica paralizado ao receber a esmola pública e só pode ir comprar de quem é dono da senzala sem serviço, que o populismo instala. Qualquer economia que faça vai levá-la aos cofres de quem lhe vende. Qualquer trabalho que consiga fazer e render, reverte ao mesmo cofre... E os cofres dos Banqueiros crescem por esse método e também porque financiam o Governo dadivoso a altos juros e esse Governo tem que extrair esses juros aumentando os impostos, que, o rico vendedor repassa aos preços e os mais pobres não têm para onde repassar... Assim pagam no fim os impostos também com tudo que tiverem e fizerem ou deixam de ter e de existir...

Entenderam agora as mecânicas Lula-populistas?

E agora, josé? Esse nazibolchevismo global que já chegou a essa fórmula de tirar o sal do bacalhau (tirar o ouro do pobre dando a isca bolsa-esmola) quer matar esses pobres como quem mata a galinha dos ovos de ouro?

Entenderemos muito bem que esses alucinados estão a serviço de potência extra-terrestre que quer a Terra desocupada para seu uso, né? (ou ninguém raciocina neste planeta...)

Leiam em toda a obra que escrevi e nos artigos de meu BLOG como vemos o "dia seguinte" que vai acontecer quando os Budas que nos protegem cumprirem a promessa do Sermão Profético e do Apocalipse de João, e afastarem o Poder Tenebroso que nos oprime durante milênios.

 
Conhecer é a única libertação.
Antes que aconteça o apagão de sua vida, está acontecendo o apagão da Verdade.
Preserve sua liberdade de conhecer. E com o conhecimento preserve sua vida.
Garanta uma Biblioteca em impressos com as informações melhores que puder.
 
Será que esquecemos que a receita é "Jejum e Oração"?
 
Convidamos a todos para a Campanha Jejum pela Paz.  
 
Leia os resumos Shvoong de nossos conhecimentos e livros. Clique em Ramacheng neste blog acima de SHVOONG.
 
 

 

sábado, 8 de novembro de 2008

LIVRO IMPRESSO VERSUS LIVRO ELETRÔNICO

 O APAGÃO DO LIVRO

Resumo - Ajude a sobrevivência humana preservando o livro impresso.
 
O livro eletrônico se soma às campanhas de livro usado, doações oficiais de textos tendenciosos, populismo incoerente, para destruir a informação livre da Verdade, os editores e os escritores. O e-book tem sua função mas é o telhado de vidro que se parte se os virus, a crise energética, o bloqueio eletrônico resolverem liquidar todos os registros.
 
As crises, as greves, os apagões, os vírus de computador, a facilidade de pirataria, a avalanche da desinformação e a insidiosa propaganda sub-liminar, que acontecem por essa facilidade de invadir o cérebro das pessoas, são fatos muito sérios que nos obrigam a rever essa guerra que visa a destruição do livro impresso.
 
Esse ato é uma destruição da liberdade de conhecer a Verdade.
Temos que alertar aos coitados que caem na cilada de ler o que é mais barato, para que formem sua biblioteca em papel. Não caiam nessa de repassar seu livro usado. Guardem textos escritos escolhidos, porque se não o fizerem, além de ter sua informação reduzida, sofrerão a invasão sub-liminar de seu cérebro com as convicções que os senhores de escravos quiserem.
 
Na senzala é assim: O dono dos escravos não deixa conhecer o que não lhe interessa. Ou você fica analfabeto. Ou você é deixado aprender a ler, mas é impedido de ler. Ou então lhe é permitido ler apenas o que foi previamente escolhido por seu dono.
 
Enquanto isso as formas de escravagismo se multiplicaram à velocidade dos elétrons: Dependência a bolsa-esmola, escola obrigatória, hospital assassino sem outra opção, partido político único em diversas legendas, emprego no faraó-estatal ou nada, créditos e financiamentos servindo de algemas, chipes e esterilizações sem consulta...
 
Finalmente estamos sabendo que nessa mesma velocidade se prepara o extermínio dos escravos inúteis e dos não escravos.
 
A razão para esse programa de martança é bem clara: 
As máquinas substituem os serviçais, portanto, os donos de tudo não precisam mais dos bilhões de camundongos humanos que vegetam à espera de uma vaga na senzala, com carteira assinada. Hoje devem esperar o fim com o atestado de óbito antecipado.
 
Conhecer é a única libertação.
Antes que aconteça o apagão de sua vida, está acontecendo o apagão da Verdade.
Preserve sua liberdade de conhecer. E com o conhecimento preserve sua vida.
Garanta uma Biblioteca em impressos com as informações melhores que puder.
 
Estou com 74 anos, dos quais 50 foram dedicados a descobrir como é cada coisa, juntamente com um Grupo de Estudos Avançados. Ofereço em resumos e em textos concentrados tudo que consegui conferir e encontrei coerente para a libertação humana.
 
Estamos sob ameaça de uma catástrofe programada pelos Senhores dos Escravos para livrar-se dos escravos inúteis. A linguagem de Hitler era "raça inferior". A linguagem dos ufonautas é "os que não despertaram". A linguagem dos "donos do mundo" da Finança é que sobra população e não há recursos. Todos estão agora recorrendo a supostas "profecias" a respeito das crises que eles produzem ou ajudam os poderes do mal a invadir as mentes das pessoas. No fim tudo são mentiras e violências para implantar o Ditador Global.
 
Você e sua vida são o próximo apagão programado e que se seguirá ao apagão dos livros, mesmo que você pense que é útil aos donos do mundo.
 
A saída dessa ratoeira está em vetustos textos escritos em papel. Neles encontramos a verdade sobre nossa estrutura biológica que dispensa até água! E também informam que há uma invasão que se esconde nas trevas e quer destruir o ser humano tendo começado pela sugestão de comer o que nos bloqueia a mente e nos torna irritados e preguiçosos. Daí surge a inveja contra quem faz alguma coisa. Dessa inveja começa a escravização. Hoje esse sistema escravo está no seu clímax como Estado-Deus-Global em marcha. Como sempre, acomoda-se o escravo com a sugestão de que pensar é cansativo, ler cansa e é difícil... Deixe a decisão ao seu dono. Não seja responsável por você.
 
Escolhemos e coordenamos o melhor dessa informação para aqueles que deixam a senzala e vão para o deserto, como diz João no Apocalipse, para esperar apenas um tempo mais dois tempos mais meio tempo que é o tempo dado ao Senhor das Trevas no ultimato para retirar-se.
 
Esteja conosco e escape dessa.   
 


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

SOLUÇÕES PARA NOSSO TEMPO?

 
RESUMO - Duas fábulas esquecidas podem estar contando a solução para nossas supostas crises?
 
I - O LEÃO ARREPENDIDO
 
A fábula é curta. Por falta de conclusão foi suprimida do fabulário de Esopo. Se La Fontaine a contasse...
 
Depois que o Rei Leão ficou doente, ficou velho e teve consciência de seus abusos em vida, subiu até as portas do céu no monte Olimpo para pedir a Zeus que o recebesse no Reino. Porém o pai dos deuses lhe disse:
- Volta à Terra. Vê se consegues um outro animal que testemunhe que tu o mereces e que faça o pedido para seres salvo. Só assim eu te receberei no Reino.
Será que ele foi procurar o ratinho que ele salvou e em agradecimento roeu a rede?
 
Estória semelhante sobre salvação se conta de um encontro de um bispo cristão com um mestre indiano. Após ler o Sermão da Montanha o yogue propôs que o religioso lhe explicasse como Deus poderia resolver o drama da mãe de um bandido executado sem se arrepender. A mãe pediu a vida toda em orações a Deus para que o filho mudasse seu comportamento criminoso. Ela foi impecável a vida inteira.
Diz o bispo:
- Essa mãe vai ao céu, mas o bandido que não se arrependeu vai ao Inferno.
Pergunta o mestre yogue:
- Que céu terá essa mãe condenada à eternidade assistindo a condenação do filho? Ou como você pode conciliar a justiça divina?
Como o religioso não deu solução, propõe:
- Se Deus pode tudo, pode abrir um segundo de arrependimento ao condenado antes de morrer, em atenção às orações da mãe e ele vê seus erros, arrepende-se e vai ao céu.
Retruca o bispo:
- Assim ninguém iria ao inferno porque todos podem ter alguém que faça oração pedindo perdão por seus crimes cometidos sob inspiração das trevas.
Conclui o yogue perguntando:
- Por quais motivos você precisa que alguém vá para o Inferno mesmo enganado pelos satans? Saiba que Deus não precisa que alguém vá para o Inferno nem aceita mentiras.
 
CONCLUIMOS - Esta doutrina do efeito da oração tem  fundamento em textos de doutrinas.
O livro de Jó é todo escrito por Moisés para explicar o sofrimento e como terminará. Nessa parábola o sofredor é reconhecido justo, castigado pelo rei do mal e ainda admoestado pelos três falsos filósofos que querem que ele se condene. No fim Jeovah só perdoa aos falsos juzes mediante oração e oferenda da mão do justo que eles estavam condenando.
Do mesmo modo Jesus Cristo manda fazer orações uns pelos outros. A oração que Ele ensina é a opção de que "venha a nós o vosso Reino" e "não nos deixeis cair na tentação do mal".  É uma clara referência à introdução do livro de Jó, na qual se explica que é um desafio das trevas a Jeovah pela preferência dos homens. Ele mesmo ora pelos que o condenaram porque "eles não sabem o que fazem"(é claro! estão sob hipnose das trevas).
Nos textos do Apocalipse temos imensa informação do valor da oração dos "escolhidos" para decisões superiores no Juizo Final.
 
 
II - Os Chimpanzés Reclamam a Zeus
 
Esta fábula que vinha da Babilônia e se passou por Esopo, é suprimida em Fedro pelos bispos de Roma. Talvez ainda a encontremos em textos gregos antigos. Parece-nos uma versão sumeriana da famosa teoria do centésimo macaquinho.
Da Suméria era repassada assim: 
Shamash recebeu uma embaixada do Reino dos Chimpanzés reclamando de haverem sido esquecidos pelos deuses em favor dos homens aos quais o Poder Supremo entregou a Terra, as plantas e a vida dos animais. Shamash mandou que eles voltassem a sua vida normal e que observassem o comportamento dos homens para praticar somente o que fosse bom, pois aí teriam também sua entrada nos céus. Faltava na fábula antiga uma conclusão moral e os fabulistas concluiam geralmente que "cada um recebeu dos céus os seus dons e deve ficar contente ao realizá-los".
Alguns concluem que é uma fábula para explicar o hábito de imitar, que os símios possuem. Porém, hoje correm estórias de macaquinhos muito sérias sobre essas "observações do comportamento humano" que passam muito além da vulgar imitação que seria a explicação da fábula sumeriana. Mostram macacos progredindo. Uns aprendem serviços. Outros superam homens em testes. Há registro de macacos andarem em pé como seres humanos.
Temos ainda a famosa comprovação e notícia científica dos macaquinhos de ilhas ao norte do Japão que passaram a lavar as batatas caídas na areia. Após um limite de macacos que adquiriram o hábito, de um momento para outro a espécie toda estava com esse comportamento. Surgiu a tese de existir um número mínimo de indivíduos como "massa crítica" necessária para essa mutação de consciência atingir toda a espécie.
 
Ou esta é a versão chimpanzé de "O Segredo"?
 
Nossa pergunta agora é mais séria ainda: Será que também para a Humanidade haveria uma "massa crítica" ou número de homens com a consciência desperta para haver a passagem de todos para um nível superior? Haveria um número de homens bons suficiente para "pedir aos céus" o fim da idade Kaly Yuga das trevas e do sofrimento?
 
Não se espantem, não! Esse número já foi informado no Apocalipse em complemento ao Sermão Profético onde Jesus Cristo diz que "atendendo à oração dos escolhidos, os dias finais de sofrimento serão abreviados, porque acabaria a vida na Terra se não houvesse a intervenção do Alto".
 
Esse número revelado por João no Apocalipse é repetido pelo menos três vezes e é de 144.000. Leiam para conferir os capítulos 7, 8 e 14 do Apocalipse. Especialmente vejam o vs.9 do cap.7 onde se explica que os salvos são uma multidão de gente que não era possível contar, ou seja, muito mais do que 144.000 que são os que oferecem a oração. Portanto, tem que haver esse número de homens de boa vontade fazendo a oração de Jó pedindo aos céus para abrir a consciência dos que estão sob domínio do poder do mal, para que todos possam despertar.
 
Contamos acima na fábula do "Leão Arrependido" uma versão também da Suméria sobre a necessidade de oração, em consonância com os textos sagrados onde se fala de orar uns pelos outros e sobre o que a oração representa em termos de opção pelo Reino do Bem.  
 
Ou estaria faltando ainda um ingrediente para alcançar o objetivo?
Será que esquecemos que a receita é "Jejum e Oração"?
 
Convidamos para a Campanha Jejum pela Paz.  
 
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