quarta-feira, 15 de julho de 2009

A GALINHA QUE PLANTOU SEU TRIGO

RESUMO - NOSSO MUNDO TEM SOLUÇÃO. 

"Não é possível legislar em prol da prosperidade dos pobres, legislando de forma a cortar a prosperidade dos ricos. Tudo que uma pessoa recebe, sem que tenha trabalhado, virá necessariamente do trabalho de alguém que não receberá por isso. Um governo não pode dar algo a quem quer que seja, que este mesmo governo não tenha tirado antes de outra pessoa. Quando metade da população de um país entende que não precisa trabalhar, porque a outra metade da população cuidará e proverá por ela, a metade que se vê obrigada a prover a outra entenderá que não adianta trabalhar, porque o fruto de seu labor não será seu. E esse, meu amigo, é o fim de qualquer nação. Não há como multiplicar a riqueza pela subtração".

Dr. Adrian Rogers, 1931 - 2005
 

A fábula da GALINHA QUE PLANTOU SEU TRIGO ficou mais conhecida porque foi divulgada no governo de Ronald Reagan nos anos 70, quando ele reduziu a carga tributária e conseguiu aumentar a arrecadação nos EUA.

A história da galinha vermelha conta que ela achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos:

'Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?'

'Eu não', disse a vaca.
'Nem eu', emendou o pato.
'Eu também não', falou o porco.
'Eu muito menos', completou o ganso.
'Então eu mesma planto', disse a galinha vermelha.
 E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.

'Quem vai me ajudar a colher o trigo?', quis saber a galinha.
'Eu não', disse o pato..
'Não faz parte de minhas funções', disse o porco.
'Não depois de tantos anos de serviço', exclamou a vaca.

'Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego' , disse o ganso.
'Então eu mesma colho', falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma.

Finalmente, chegou a hora de preparar o pão.
'Quem vai me ajudar a assar o pão?' indagou a galinha vermelha.
'Só se me pagarem hora extra', falou a vaca.
'Eu não posso por em risco meu auxílio-doença' , emendou o pato..
'Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão', disse o porco.
'Caso só eu ajude, será discriminação', resmungou o ganso.
'Então eu mesma faço', exclamou a pequena galinha vermelha.

Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos
pudessem ver.
De repente, todo mundo queria pão, e exigia um pedaço. Mas a galinha
simplesmente disse:
'Não, eu vou comer os cinco pães sozinha'.
'Lucros excessivos!' , gritou a vaca.
'Sanguessuga capitalista! ', exclamou o pato.
'Eu exijo direitos iguais!', bradou o ganso.
O porco, esse só grunhiu.

 

Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades. Quando um agente do governo chegou, disse à galinha vermelha:
-'Você não pode ser assim egoísta', tem que repartir o fruto do seu trabalho com todos.
-'Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor', ninguém me ajudou, defendeu-se a galinha.
-'Exatamente' , disse o funcionário do governo. 'Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer
um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto do seu trabalho com os que não fazem nada'.

 

Como não tinha jeito mesmo, a galinha vermelha protestou, protestou, mas como tinha que continuar a viver acabou se conformando e no final até sorriu cacarejando: 'eu estou grata', 'eu estou grata'.

Assim, todos viveram felizes para sempre, mas os vizinhos sempre perguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada...nem mesmo um único pão. 

 

Esta 'fábula' deveria ser distribuída e estudada em todas as escolas brasileiras.

Quem sabe, assim, em uma ou duas gerações, sua mensagem central pudesse tomar o lugar de toda essa papagaiada pseudo-socialista, que insiste em assombrar nosso país, condená-lo à letargia e à eterna miséria.


NOSSO COMENTÁRIO:
Quem lê os estudos avançados do GEA, que se encontram em nosso BLOG e os livros que publicamos, sabe muito bem que esse sonho socialista de conseguir viver na riqueza sem ter que trabalhar É TOTALMENTE REALIZÁVEL porque estamos chegando às máquinas robotizadas e às energias sem consumo de nada, além de que as reais necessidades do ser humano são mínimas e o verdadeiro trabalho relizante é a MAIS PERFEITA FORMA DE DIVERSÃO QUE EXISTE. A real produtividade das máquinas já supera de TRÊS PARA UM as necessidades de consumo da Humanidade.

 

Diz Adrian Rogers: Não há como multiplicar a riqueza pela subtração.

ESTE É OM GRAVE ERRO DE NOSSOS GOVERNANTES. Antes que o povo consiga produzir, obcecados pela expropriação de tudo, tomam o capital de quem produz, SUBTRAINDO ANTES QUE HAJA A SOMA E A MULTIPLICAÇÃO.

 

NOSSO PROJETO DE IMPOSTO ZERO manda que fiquem imediatamente ISENTOS todos os que possuem pequeno poder econômico e que RECOLHAM POR RATEIO da despesa do condomínio NAÇÃO, somente os que possuem grande poder econômico e estes o transferem aos preços de seus produtos, de tal modo que isto é cobrado no CONSUMO. Assim cada um paga somente os impostos que chegam embutidos nos preços, o que ele faz somente DEPOIS de ter somado e multiplicado seus trabalhos. Já simulamos esses cálculos para um orçamento anual, demonstrando que no primeiro ano a incidência de impostos cai quase 20% mantendo a mesma arrecadação. Repetindo seis anos essa fórmula, chegamos a 11% do PIB como suficiente para tudo que é preciso fazer na despesa pública.

 

Em paralelo melhoramos todos os serviços públicos passando-os para a iniciativa privada - Saúde, Educação, Transportes, Previdência, Vigilância, e até a emissão da guia única de rateio da despesa pública.

 

A Previdência passa a ser Investidora em nome dos seus segurados, como já é toda a Previdência Européia. Acrescentaremos nessa Sociedade de Rendas um título de Proprietário em participação de todas as empresas e assim a paz social chega com rendas de tudo e para todos, que se sentem sócios de tudo, e a Sociedade passa a ser Soc.de Patrimônio e Rendas. Assim, cada pessoa, ao nascer já adquire seu título de cidadão da Humanidade e sua conta começa a receber valores de rateio para ter com o que estudar, prosperar, relizar seus dons e sentir-se apoiado para ser e fazer o que for capaz. 

 

A Escola passa a ser Escola Vitalícia, onde ninguém precisa fazer provas estressantes, somente as farão os que querem concorrer a cargos ou exercer profissões com autorização oficial. Cada um tem tempo ilimitado e programa livre de conhecer ou realizar artes e esportes sem nenhuma limitação.


O que mais aborrece é que as pessoas acham mais fácil ir tomar o que os outros fizeram, viver protestando, e não aceitam que haja soluções.


 

 


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