terça-feira, 27 de setembro de 2016

FIM DA MÁFIA DOS FISCAIS

MÁFIA DOS FISCAIS
Quando alguém quiser cumprir o disposto no artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Humanos , para extinguir todo trabalho “semelhante à escravidão” terá que, primeiro, passar por cima do cadáver do último fiscal...
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Queridos amigos,
Descrição: https://4.bp.blogspot.com/-PI8XWNd9A94/V-qem15DPvI/AAAAAAABwkI/1rtCUy-lWbIzF8DA8wSBP2h0ILbV3ZQ8ACLcB/s320/Maria%2BLucia%2BLima%2BBarros.jpgEssa senhora da foto se chama Maria Lucia Lima Barros.



Ela é auditora fiscal e atua na alfândega do aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro.

Neste último sábado, dia 24 de setembro, retornei de uma viagem de duas semanas para a Índia com a minha avó, de 86 anos, que chegou de cadeiras de rodas e passando muito mal depois de 14 horas de vôo.

Fomos paradas na alfândega e pediram para abrir as nossas bagagens. Abrimos, sem qualquer hesitação. Ocorre que, durante quase 4 horas, sofremos um verdadeiro terror psicológico por parte desta senhora, Maria Lucia.

Em total desrespeito a mim e à minha avó, idosa, ouvimos todos os tipos de deboches, grosserias e sarcasmos. A servidora passeava de um lado para o outro, conversando com várias pessoas, muitas vezes rindo e tudo parecia fazer parte do seu "show".

E, o que é pior: passadas 4 horas de evidente assédio moral – que pareceram uma eternidade –, a auditora fiscal sequer conseguiu concluir o seu trabalho, alegando que ainda precisaria de muito tempo para firmar a sua convicção e apontar os valores eventualmente devidos.

Foi, então, que, com o intuito de dar um basta à situação, resolvi ir embora, deixando os objetos que tinha comprado. Maria Lúcia lavrou um termo de retenção (nulo, sob o ponto de vista jurídico, já que sequer elencava quantidade e qualidade dos itens). Se recusou a me informar o seu sobrenome, limitando-se a apor o número de sua matrícula. E disse que voltasse no plantão dela para recuperar os meus pertences! Mais um absurdo porque não se trata de um ato personalíssimo...

Minha avó, senhora de idade, não queria ir embora sem suas coisas. E, mais uma vez, Maria Lucia veio com um tom irônico alegando que, para tanto, levaria ainda muito mais tempo... Cinco minutos depois, apareceu com um DARF no valor de 1500 reais, sem nenhuma fundamentação! Minha avó ficou indignada, mas, mesmo assim, preferiu pagar, acabando com aquele sofrimento e levando as coisas dela para casa.

Mas, o que mais me impressionou durante toda essa saga foi que todos os servidores públicos presentes na ocasião me pediam para permanecer calma e me falavam que essa conduta dela era recorrente. E que, a cada vôo, um passageiro era eleito e assediado por ela.

Hoje, retornei ao aeroporto, falei com uma Supervisora da Receita Federal e recuperei minha bagagem.

E, mais uma vez, todos os servidores, incluindo os guardas, reconheceram a minha situação e me afirmaram que eu e minha avó fomos apenas mais uma vítima dessa servidora, que, a pretexto de exercer a sua função, constrange, humilha e desrespeita passageiros.

Conversando informalmente com alguns amigos, muitos já conheciam esta senhora e tinham uma história de terror para contar.

Mas, dessa vez, Maria Lucia se deparou com a pessoa errada. Já contactei meus colegas advogados, procuradores, juízes (sou advogada) e estou preparando uma representação administrativa contra ela. Na esfera cível, pleitearei uma indenização por danos morais e ainda estamos avaliando se apresentaremos uma denúncia criminal.

Estou escrevendo esse post para pedir que vocês o compartilhem e que, caso já tenham sofrido nas mãos dessa senhora, colaborem com as suas experiências pessoais, a fim de demonstrar que o que ocorreu comigo e minha avó não se trata de uma conduta isolada, sendo necessário pôr fim ao abuso de autoridade desta servidora.

Vamos dar um basta a essa "síndrome do pequeno poder" que tanto afeta os brasileiros. Falando por mim e pela minha avó, não temos nada a dever. Pagamos nossos impostos em dia. Somos pessoas instruídas e não vamos deixar passar.

Estou fazendo isso por mim, pela minha avó, pelas pessoas que também já passaram por esse terrível constrangimento e por aquelas que podem vir a passar.
Obrigada,

Imagem e Texto: Mariana CavalcanteFacebook, 26-9-2016

Descrição: https://4.bp.blogspot.com/-DnhOiF50mrA/V-qetblY2-I/AAAAAAABwkM/ePyXBNLb3i0PkdNb9u3bFwPeR6kuv1sLwCLcB/s400/Post%2Bde%2BMariana%2BCavalcante.jpg

às 17:34:00 Descrição: http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif 
Reações: 
2 comentários:
1.            Descrição: http://lh5.googleusercontent.com/-Vxaht_EbYYI/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAolU/3sznWBcTy6Q/s35-c/photo.jpg
Teria sido mais contundente a denúncia se se soubesse que “coisas” eram essas que pagaram 1 500 reais de multa.
Pois que, segundo a Receita Federal “Em zona primária (área alfandegada de portos, aeroportos e pontos de fronteira por onde entrar o viajante), será aplicada multa de 50% (cinquenta por cento) do valor excedente ao limite de isenção, sem prejuízo do pagamento do imposto devido.”. Isso quer dizer, então, que a fiscal avaliou em 3 000 reais (= mil dólares) as “coisas” excedendo 500 dólares…
Desde que comecei a voar, em novembro de 1972, sempre foi assim na Alfândega do Rio. O que mudou foi a ‘isenção’ até 500 dólares. Quantos anos tem essa ‘inovação’? Trinta?
O brasileiro que viaja ao exterior não pode aproveitar o privilégio, a sorte, a oportunidade… de, por exemplo, adquirir um laptop ou um smartphone… estamos em 2016!
Aliás, ele não pode aproveitar para comprar um segundo relógio!
1.7 Se comprar um relógio novo no exterior e em seguida usá-lo, poderei trazer esse bem como de caráter manifestamente pessoal, sem pagamento de imposto?
Sim, caso possua um único relógio. No entanto, se o viajante saiu do Brasil com seu relógio e adquiriu outro no exterior, mesmo que tenha utilizado o novo, o relógio adquirido não será considerado compatível com as circunstâncias da viagem, a menos que se comprove defeito do relógio originalmente levado.
Fonte: Portal da Receita Federal
2.            Descrição: http://img1.blogblog.com/img/blank.gif
Vejam, nós Variguianos, sabemos muito bem como funciona a Alfândega no Galeão, eles se revezam em 4 turmas, nos seus plantões de 24 hs, e sempre, em cada turma tem um que age desta forma, são debochados, arrogantes e maldosos, fazem um terrorismo tremendo para obter os pagtos nos darfs da Receita, e outras mais. Pelo que vejo, continua tudo igual, por lá, há mais de 40 anos!
Heitor Rudolfo Volkart
COMENTARIO
Fazem mais de 30 anos que o GEA nos reuniu o PROJETO IMPOSTO ZERO.
SE não houver guia de Imposto a recolher, não haverá mais Máfia dos Fiscais.

O PROCESSO SUTIL DE ESCRAVIZAR DE HOJE TEM SEU PONTO MAIS VISÍVEL NA COBRANÇA DE IMPOSTOS. PARA COMEÇAR A SOLUÇÃO PROPOMOS “IMPOSTO ZERO”.
PAREM! PENSEM! E VAMOS MUDAR!
SÓ HÁ MUDANÇA DO QUE ESSES ALUCINADOS FAZEM, SE SOUBEREM QUE VÃO GANHAR MAIS!
É TROCAR UM CONGRESSO DE DEMENTES EM HOSPÍCIO, POR UMA RENDA SEM LIMITE EM PAZ PARA USAR POR TODA A VIDA.

SÓ FICAM DUAS PERGUNTAS A RESPONDER
E VC VAI ME DIZER QUE QUER CONTINUAR COMO ESTÁ????
Por que motivo não vamos decretar esse Condomínio imediatamente?

Um comentário:

Mário Sanchez disse...

ADENDO - Lembrem que a América surgiu no episódio "Tea Party" exatamente contra os impostos abusivos da Coroa e tem sua edição mais recente na eleição 2016 - Trump aposta em abaixar os impostos enquanto Hilary declarando que vai manter os impostos está apostando na Máfia dos Fiscais a serviço da mesma Escravidão Feudal dos Bancos de Londres.